História A Melhor Amiga do Príncipe - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ficção Cientifica, Futuro, Mistério, Princesa, Principe, Romance, Traição
Visualizações 19
Palavras 1.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoas!
Me desculpem pela demora.
Mas fiquem atentos; se eu não postas todo final de semana, vai ser de quinze em quinze dias. Ok?
Pode ser que eu também poste durante a semana como dessa vez. Mas fiquem cientes que não vou abandonar a fanfic até termina-la.
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E também, um pouco de demora deixa a historia mais emocionante kkkkkkk
Fiquei emocionada nesse capitulo; ele é bem tristezinho...
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Ah! Já vou avisando que nem todos os capitulos vão focar somente na interação de Liliver (agradeço a SerenaCBlack por ter criado o ship kkkkkk).
Por enquanto é só!
Boa leitura e até lá em baixo!!
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OBS: Lembrem, italico é lembrança.

Capítulo 6 - A Paz Dura Pouco


Fanfic / Fanfiction A Melhor Amiga do Príncipe - Capítulo 6 - A Paz Dura Pouco

Acho que conversamos por um bom tempo depois daquele abraço. Claro que eu estava morrendo de vontade de esclarecer todas as minhas dúvidas; mas ele logo disse que quanto mais eu soubesse, mais em perigo estaria.

Nem preciso falar a cara de decepção que eu fiz naquele momento. Como o Oli não é besta, ele percebeu e me abraçou pelos ombros.

Ele disse que não podia contar coisas como, quem eram aqueles caras e porque eu tinha que ir pra Euronte com eles. Mas também disse, que tinha coisas (que mesmo não devendo) ele achava que eu tinha o direito de saber. Assim sendo, aguardei enquanto brincava com a almofada que estava no meu colo.

Primeiro, me disse quem era o Sr. Jorge: o chefe de segurança da Família Real. Tentei perguntar o porquê dele estar se passando por coordenador na minha escola; mas pelo olhar que ele me deu, é uma das coisas que eu não devo saber. Ainda.

Depois, como ficaria minha situação na escola: um androide igual a mim, vai ficar indo pra escola no meu lugar. Isso só prova o quão rico ele é.

“Ainda assim, acho você mais bonita Lily”

Me disse para descontrair o clima.

Por fim, me falou dos meus pais: eles entraram em contato e explicaram a situação de um jeito que não colocasse minha família em risco também. Com a condição de eu manter contato de alguma forma, meus pais concordaram.

Quando os esclarecimentos terminaram, a conversa ficou mais leve e, pareceu que nada do que estava acontecendo, era real.

Assim que o Oliver foi embora, eu capotei na cama e dormi em segundos. Também, quem não dormiria rapidinho nesse colchão? Ele é tão macio!

***

Em dado momento da madrugada, eu acordei assustada, com o barulho de algo quebrando e sons de gritaria. Me levantei, calcei as pantufas e caminhei até a porta. Ao abri-la e olhar o corredor, não avistei ninguém.

Meu primeiro instinto foi ir atrás do Oli, mas a curiosidade foi maior; em vez de virar a direita, fui pra esquerda. Conforme ia me aproximando da curva que dava pra escada, comecei a ouvir vozes baixas.

Antes que eu pudesse espiar lá em baixo; alguém me agarrou pela cintura e colocou a mão na minha boca para eu não gritar. Eu estava pronta pra me debater, mas reconheci o bracelete que o Sr. Jorge sempre usa. Quando notou que o reconheci, me soltou e me virou em sua direção.

“Temos que ir. Agora.” Ele disse baixo, me puxando pra longe da escada. Assustada do jeito que eu estava, só assenti com a cabeça.

“Fique atrás de mim e faça o que eu disser.” Voltou a falar enquanto sacava uma arma silenciosa que tinha um brasão cravado nela. Assenti novamente e com isso começamos a caminhar. Dessa vez, na direção certa. Na direção do Oliver.

***

Estávamos caminhando a uns cinco minutos, e nesse meio tempo percebi, que tirando os inimigos, somente nós dois estamos na casa.

“Sr. Jorge...” Tentei falar mas ele me silenciou com um gesto de mão. Escutei passos se aproximarem e distanciarem, tão rápido que nem deu pra contar.

“Pode dizer agora Srta. Petrova.” Ele disse enquanto fazia sinal para continuarmos.

“Por que o senhor voltou para me buscar?” Ao dizer isso ele parou, e se voltou pra mim. Não consegui dizer se ele estava surpreso, espantado ou impressionado.

“Não sou sonsa Sr. Jorge. Percebi que só está nós dois, e esses caras aqui.” Completei vendo que ele ainda não me responderia. Ele deu um risinho e abaixou a cabeça.

“Você é realmente brilhante Srta. Petrova.” Ele disse ao levantar a cabeça e se vira; mas não voltou a andar de imediato.

“Vossa Alteza disse que não iria sair daqui sem você. Então me ofereci para busca-la.” Disse e se pôs a caminhar. Parou quando chegou em uma portinhola que estava no chão.

“E também, você me lembra bastante minha filha...ela era bem parecida com você” Disse enquanto parecia lutar contra lembranças ruins.

“Era?...” Perguntei, o fato dele ter empregado o verbo no passado, me incomodou. Seu olhar estava triste quando ele o focou em mim.

“Ela foi assassinada...e eu não pude fazer nada...talvez seja por isso, que eu também preze por sua segurança.” Ele disse me dando um sorriso frouxo. Nunca vi ele tão vulnerável...uma lagrima solitária desceu pelo meu rosto. Não consegui me segurar, e o abracei.

“Obrigada por vir me salvar Sr. Jorge.” Eu disse ainda abraçada a ele. Ele começou a mover seus braços e me abraçou de volta, como um pai faria.  

“Eu que agradeço Lily...” Ele disse me dando um beijo na testa. Ele se afastou e abaixou para abrir a portinha. Enquanto isso, eu enxugava as poucas lagrimas que desceram pelo meu rosto.

“Qual era o nome dela?” Perguntei quando me aproximei para ele amarrar um corda ao meu redor para poder descer.

“Katherine” Ele disse com um sorriso orgulhoso no rosto.

Antes que eu respondesse vi uma figura aparecer na ponta do corredor. Meus olhos arregalados foram o suficiente pro Sr. Jorge me empurrar pelo buraco. No segundo seguinte, ouvi sons de tiro.

***

Como eu não estava preparada pra queda, a maneira que cheguei no chão não foi nada graciosa. Acabei batendo a cabeça e fiquei zonza. Não consegui processar as coisas direito; só sei que ainda estava me levantando quando o Sr. Jorge apareceu do meu lado.

“...orra!” Acho que ele tinha dito: corra. Então foi isso que eu fiz. Corri com toda a velocidade que minhas pernas bambas deixaram. Atrás de mim ouvia-se muitos disparos, mas só continuei correndo.

Dois minutos depois, o corredor se abriu pra um hangar dentro de uma caverna e lá na outra ponta, tinha uma abertura que dava pra um precipício. Um pouco mais a frente, um jatinho (super moderno) já estava com as turbinas ligadas, e parecia pronto pra decolar.

Quando cheguei no hangar eu parei de correr, mas agora alguém me empurrava, pra continuar. Nesse momento, a cabeça de um Oliver em pânico apareceu pela porta, que ainda estava aberta.

“Lily! Rápido!” Ele gritou, mas foi puxado pra dentro quando uma bala ricocheteou no jatinho. Foi o suficiente pra faze-lo andar. Se eu não fosse rápida, iria ficar pra trás.

Corri mais do que julguei ser capaz e consegui me pendurar no primeiro degrau. Mas até eu recobrar o equilíbrio e continuar a subir, eu era um alvo fácil; e os inimigos notaram isso.

Eu vi vários deles mirarem suas armas em mim e atirarem; mas eu não senti nenhum desses tiros.

Não era possível todos terem errado; e não erraram. Alguém se colocou na minha frente e os levou por mim. E esse alguém era o Sr. Jorge.

“Não!” Gritei. Eu planejava pular para ir ajuda-lo, mas me agarraram e me puxaram pra dentro da cabine.

 No instante seguinte a porta foi fechada e o jato decolou.

***

Quando notei o que havia acontecido, desabei em lagrimas; não tinha como segurar aquilo.

Senti braços me envolverem, e mesmo sem olhar, sabia que era o Oliver. Assim que ele fez isso, meu choro ficou silencioso e ele começou a chorar também; bem discretamente.

Mesmo quando nossos choros cessaram, não nos afastamos. Nenhum dos dois queria isso e ninguém estava no direito de reclamar.

“Achei que fosse te perder...” Me disse com a voz rouca enquanto enterrava a cabeça nos meus cabelos. Por um momento, encarei o nada.

“Mas não perdeu. Porque um herói me salvou.” Eu disse com a voz mais segura que consegui. Era a pura verdade. Graças ao Sr. Jorge, eu estava ali naquele momento.

Graças a um herói que levou tiros por mim. Um herói que me tratou como sua filha (mesmo que por pouco tempo). Um herói que estamos deixando pra trás. 


Notas Finais


........
Eai? Eu sou má?
Não tenho muito oq dizer aqui; quero ver vcs surtando nos comentários hihi
.
No próximo capitulo não vai ter passagem de tempo, então não fiquem angustiados.
Sem spoiler dessa vez! Quero teorias!
.
Bjossss açucarados!!


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