História A melodia dos carmesins - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Shouto Todoroki, Toshinori Yagi (All Might)
Tags Bakutodo, Bnh, Musica, Romance, Shipps, Todobaku
Visualizações 26
Palavras 1.263
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii gentee, manooo desculpa demorar tanto tempo, é q eu acabei me enrolando com uma parada chamada escola, mas agora vou tentar postar com mais frequência.
Nhaaa sorry alguns erros e boa leitura
Ass: Beladama

Capítulo 5 - Um rumo a procurar


Fanfic / Fanfiction A melodia dos carmesins - Capítulo 5 - Um rumo a procurar

Você é bem famosinho meio a meio... – disse Katsuki tentando desconversar.

Todoroki por uns instantes refletiu, chegando à conclusão mais óbvia naquele momento, a entrevista. Por razões como aquela odiava aparecer em qualquer mídia, nunca foi fã de holofotes, ao contrário do pai que se esbanjava em frente a qualquer máquina fotográfica. Percebendo o silêncio do rapaz Bakugou decidiu mudar o rumo da conversa, decerto aquele ainda não era o momento para falarem sobre sua “popularidade” no mundo da música.

_ É... Bem eu queria saber qual era a música que você estava escutando aquele dia, parecia ser bem incrível eu diria, pela forma como você se portou... – Disse o loiro tentando arrancar algumas palavras do bicolor.

Shouto se sentiu corar, tudo o que queria era que Katsuki não tocasse nesse maldito devaneio, mas não teve muita escolha a não ser responder à pergunta dele.

_ Era... Can't take my eyes off you – Disse em um tom baixo esperando uma gargalhada ou até mesmo uma repreensão por parte da biribinha, como muitos faziam milhares de vezes, mas o que recebeu o surpreendeu.

_ É você realmente teve motivos para agir daquela forma...

Flashback on

_ Hei filhão quer que o pai toque algo para você? – Disse Otousan de forma animada.

_ Aquela Otousan, aquela! – Disse o pequeno loiro sentado em um banquinho de maneira, enquanto a mãe estava a fazer contas e mais contas para organizar a vida financeira da família, que acabará de começar.

_ You're Just too good to be true

Can’t take my eyes off you...

(Você é linda demais para ser verdade/ não consigo tirar meus olhos de você...)

Okaasan não admitia, mas ela adorava quando o Otousan tocava para ela, seus olhos sempre revelavam um brilho diferente, um que eu não vejo a muito tempo...

Flashback off

Todoroki me encarava com um certo interesse pelo o que eu estava a viajar, porém aquela não era uma boa história para aquele momento.

_ Hm... faz muito tempo que você toca piano? – Disse Bakugou tentando retomar a conversa esquecida por ele.

Todoroki nem ao menos se surpreendeu com a percepção do garoto, sabia que havia deixado claro que o instrumento que tocará era piano.

_ Acho que desde de criança, pela música correr em minhas veias não foi nada tão inédito, no entanto o piano sempre me encantou, talvez por influência da okasan, mas o fato é que o sentimento de transmitir o que você sente através de uma melodia é simplesmente, a ideia mais fabulosa que eu já imaginei. – Disse Shouto, após terminar olhando diretamente para o par de olhos rubros que lhe fitava.

Bakugou notou algo ou melhor sentiu algo, poderia estar louco ou até mesmo não ter lavado o rosto direito aquela manhã, todavia seus olhos lhe diziam outra coisa, que o metadinha a sua frente possuía o mesmo entusiasmo que seu pai quando falava de música e o mesmo brilho na retina, que sua mãe possuía quando falava de algo que amava.

_ Essa foi a maior quantidade de palavras que você dirigiu a mim até agora, devo me sentir lisonjeado? – Disse Katsuki tentando esconder sua surpresa mental.

_ Talvez, gomen não sou o tipo de adolescente sociável; porém a realidade é que apesar de amar a música, ela ainda é um grande mistério para mim, como se ainda existisse um caminho que eu ainda não tivesse percorrido e eu sei bem que caminho é esse, eu não consigo encontrar um estilo próprio, é como se eu estivesse fadado a ser uma sombra do meu pai/ ou de um legado para sempre.

Katsuki meditou aquelas palavras com atenção, para ele não fora fácil se achar no mundo da música, no entanto tinha pistas e acabou seguindo o que o pai e o que o cabelo estranho lhe mostrará, sempre complementando-se com vários estilos diferentes, até porque encontrar um estilo era isso, certo? Contudo ele podia ver que o bicolor se encontrava totalmente desorientado, por que alguém como ele se sentia assim? Com uma família que praticamente levava o legado de toda musicalidade da cultura japonesa, é aquele bicolor realmente era interessante aos olhos de Bakugou Katsuki.

_ 1° você não precisa se desculpar por ser quem é pavê e pra sua sorte prefiro pessoas que não sejam tão tagarelas e 2° cara sinceramente isso é uma grande merda, você devia começar a se dedicar mais a procurar um estilo próprio, principalmente se você toca desde criança, talvez isso seja até um bônus, é meio complexo no começo, mas você logo pega o jeito. – Disse o loiro determinado a fazer o garoto acordar.

_ Então, quer dizer que você tem um estilo próprio? – Disse o meio a meio com uma certa curiosidade.

_ Haaa sim..., mas nada muito complexo, ainda estou trabalhando nele – Disse Bakugou um pouco tímido pela reação do menor.

_ Uau que incrível, hm... Katsuki o que você acha de me ajudar a encontrar o meu próprio estilo já que você tem uma experiência maior... – Disse Shouto jogando as palavras no ar, agora fresco apesar do sol já se encontrar alto.

O sinal tocou novamente para a infelicidade de um certo heterocromado, ele começou a caminhar a passos largos para a porta do terraço, acreditando que seu pedido não fosse nem considerado pelo loiro.

_ Hey playboy – gritou Katsuki para o bicolor, que em um instante girou os calcanhares.

_ Quando acabar a aula, passa em casa, eu lhe darei uma resposta – Disse Bakugou sem insinuar nem um “eu vou aceitar” ou um “eu não vou aceitar”.

Mais tarde naquele dia...

Todoroki saiu apressado do colégio, tanto pela ansiedade que corria em suas veias, quanto pela rapidez que deveria voltar para casa sem que o pai desconfiasse de sua demora. Shouto não demorou muito para chegar à casa de Bakugou, só se encontrava hesitante demais em tocar a campainha... tocou ouvindo o ding dong soar pela casa de aparência simples, logo quem aparece a sua frente é o dono dos cabelos rebeldes com um pirulito nos lábios novamente, talvez aquilo estivesse se tornando um hábito.

_ Entra pavê ou vai ficar aqui olhando para minha cara? – Disse Bakugou com uma leve irritação.

O heterocromado entra não se surpreendendo com o pouco luxo que havia na casa, na verdade acreditava que aquilo a tornava mais aconchegante, do que adiantava uma casa com milhares de quartos se todos eles exalavam um sentimento de frio e de vazio. Todoroki senta-se no sofá e logo Bakugou se põe a falar:

_ Então... Eu pensei e repensei sobre a sua proposta, e eu não sou muito bom com pessoas, elas normalmente me estressam e eu acabo ficando puto com isso, mas...isso normalmente acontece quando eu vejo que as pessoas não possuem interesse ou não fazem o que fazem por amor, ou seja, eu não gosto da grande maioria das pessoa. Bem o que eu quero dizer com tudo isso é que você não parece esse tipo de gente, então decidi lhe dar uma chance, porém terá que seguir algumas condições ... – Disse Katsuki tomando cuidado com suas palavras, não queria dar a impressão de que o bicolor o conquistou com a sua falácia sobre se encontrar no mundo.

Todoroki travou, por instantes não acreditando no que ouvirá, achará que havia falado demais ou tivesse sido evasivo demais quando pediu aquilo ao maior, pasmo era como Shouto estava, mas logo um sorriso se formou em seu rosto pálido, assim ele se pronunciou:

_ E quais seriam as condições? - Disse o metadinha animado pelo que estava por vir.


Notas Finais


Obrigada por ler, Bjsss


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