História A menina do papai - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Argo Filch, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Ronald Weasley, Severo Snape, Viktor Krum
Tags Draco, Dramione, Harry Potter, Hermione
Visualizações 67
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Café da manhã


Hermione

A vida era só se disfarçar,de todos os momentos que eu estava em reunião com meus pais,na frente de dezenas e as vezes centenas de pessoas, o intuito era me passar pela filha perfeita que eu sempre fui,a cada segundo eu queria começar a gritar e espernear,no momento que conheci Viktor Krum as coisas pioraram.Meus pais são senadores,políticos e os pais de Krum são prefeitos da cidade e para juntarmos os poderes,resolveram ter uma "união" entre eu e ele,afasto esses pensamentos da cabeça e olho para meus pais, Johnson Franklin Granger já é um homem de idade avançada,mas nunca deixa transparecer,ele é muito rígido comigo e com minha mãe e falando nela,sinto um grande aperto no coração ao ver ela tentando disfarçar as lágrimas,Catherine Agatha Granger, era a definição de mãe perfeita mas vendo ela chorar sinto que não será mais assim 

Meus pais viam que o casamento não ia muito bem,então resolveram parar por um tempo,apenas para descansar a cabeça era oque eles iam dizendo,então no dia que fiz 19 anos,a mais ou menos uma semana eles deram a notícia que iriam se separar,aquilo tinha me atingido como um soco no meio do estomago, a nossa família era visto como a família perfeita,sem nenhum problema e mesmo assim,ainda  resolviam fazer aquilo,depois de passar uma ou duas horas conversando com eles,eles me fizeram entender que era melhor assim, nenhum dos dois queriam mais ficar juntos de qualquer jeito, apenas estavam sobrevivendo perto um do outro

-tudo bem querida,está com uma cara estranha-ouço a doce voz de minha mãe e levanto a cabeça que até agora estava abaixada 

-tudo sim mamãe,então...-tento começar a conversar,escolher as palavras certas mas nada me vem na mente,até que olho pela janela e vejo a casa desocupada do outro lado da rua-será que alguém vai se mudar até...-paro antes de completar a frase

-antes de eu ir embora?-minha mãe olha para mim e dá um sorriso de leve-acho que não...sinto muito querida

-me retiro,estou atrapalhando-meu pai diz com tom rude e fala bem baixinho-espero que ainda seja eu que mande nessa casa-e sai da sala de jantar

-não ligue para ele querida,ele não entende qual é o problema que você está passando-minha mãe se levanta,vai do meu lado e passa a mão no meu cabelo,que estava preso num coque,bem amarrado,do jeito que meu pai gostava

-eu queria ir com você,sabe,não quero mais ficar o dia todo aqui e usar essas roupas engomadas-aponto para o vestido de linho que usava 

-calma,um dia ele vai mudar,eu sei que ele vai-ela me abraça e sai da cozinha,subindo até o quarto,talvez terminando de fazer as malas

 

Draco

mais um hotel vagabundo,não podemos ficar em um hotel chique por que meus pais não conseguiriam chegar a tempo,então ficamos nesse mesmo,sentando na mesa de madeira barata,fico olhando pela janela,esperando ansiosamente oque me esperaria na nova cidade e na nova faculdade,espero que seja longe,assim posso ir de moto e minha mãe não pode ficar brava comigo.Ela tem trauma de moto,quando era adolescente,enquanto estava andando de moto com meu pai numa avenida movimentada,a moto acabou se desgovernando e bateu numa mureta,meu pai desmaiou na hora,mas minha mãe foi lançada longe da moto e quase foi atropelada,desde aquele dia,ela não sobe mais em nenhuma moto ou coisa parecida,nem mesmo bicicleta.Olho de leve para os dois,por mais que eles briguem bastante dá para ver que sé amam 

-filho,coma-meu pai diz,empurrando o prato de leve na minha direção-sei que a comida daqui é horrível,mas não pode ir de moto sem ter comido bastante,vai que você passa mal-sussurra a última parte,tentando fazer com que minha mãe não ouvisse

-eu ouvi,e sabe que mesmo sussurrando ainda não aprovo nosso filho andar de moto lucius Malfoy-ela olha por cima da xícara de café que estava tomando e se vira para mim-sei que gosta de andar de moto mais é muito perigoso

-não é,sei andar de moto desde os 16 e já tenho vinte,ou seja mais de 4 anos andando e nunca fui parar num hospital-meu pai dá uma olhada nervosa para mim e minha mãe se engasga com o café-não que...-paro de falar antes que eu fale mais alguma merda

-claro que ele não quis dizer isso querida,fique calma,Narcissa calma-ele dá tapas de leve nas costas de minha mãe e fala para mim-volte para o nosso quarto,e pegue  as malas,vou fazer o check-out-ele se levanta e eu saio da mesa,nervoso e suando frio 

não tenho medo do meu pai,mas as vezes,as palavras machucam e eu tenho medo de falar alguma coisa que ele não goste e ele fique com raiva de mim,não posso tocar no assunto do acidente,porque a minha mãe começa a passar mal e meu pai se sente culpado,mesmo que eu e ela falemos que a culpa não é dele.Pensando nisso saio andando até o quarto,abro a porta que já não está nos seus melhores dias e pego as malas,me certificando que não deixei nada para trás

ouço meu pai me chamando na recepção da espeluncatel e saio junto com eles,meu pai pega a minha mala sem dizer nada,coloca no porta mala,beija a minha testa e fala para eu ir devagar e com cuidado.Entendo sua preocupação,ele quase morreu num acidente,não quer que isso aconteça comigo também,vou caminhando lentamente até a minha moto uma Kawasaki ninja 300,coloco o capacete e olho na direção do carro do meu pai,ele me dá um sinal de luz e eu saio na frente,pronto para mais algumas horas na estrada

 

Hermione

Ela estava na porta de casa,com as malas prontas,esperando apenas o seu carro chegar,paro ao lado de meu pai com a posse profissional,tentando segurar as lágrimas,sentindo uma dor profunda na garganta,quando o carro preto para na calçada de casa,sinto meu coração quebrar,é isso nunca mais verei minha mãe e terei que viver com um pai,que é muito ciumento e machista sem poder dizer um palavra porque senão não serei mais uma garota exemplar 

-filha,eu te amo e nunca esqueça-ela coloca mão na minha bochecha e sai em direção ao carro

-ela se foi-diz meu pai ao olhar o carro virar a esquina e ir embora-você ainda é minha filha,perfeita e invejada-ele sai da porta e vai em direção a sua sala

corro até meu quarto, me jogo na cama e choro por algumas horas,até que adormeço.Acordo com um gosto ruim na boca e vou até o banheiro,olho as horas e veja que já é 3 da tarde,eu dormi por mais de 5 horas.pego meu celular e me apoio na janela,olhando o longe e pegando um vento de leve,me pego olhando para a casa do outro lado da rua 

a placa de vendesse havia sumido  

 

 



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