História A Menina dos Lobos - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lobisomem, Lobos, Maldição, Sobrenatural
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Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction A Menina dos Lobos - Capítulo 1 - Prólogo


 Alaska, 1977



Essa história acontece em um vilarejo no Alaska, um lugar realmente frio. As pessoas costumavam andar de gorros extremamente quentes e confortáveis, porém, uma jovem de cabelos negros sempre estava com seu capuz branco aveludado, desde que sua avó morreu por uma matilha de lobos. Bem, todos da vila em que morava comprimentavam ela, era conhecida, por nunca abaixar o rosto, chorar ou se irritar aos olhos das pessoas. Ela cumprimentava todos com um sorriso no rosto, entretanto, tudo o que ela queria era ouvir algo além de um "Bom dia", que era cotidiano ouvir até de estranhos.

Sua vida não era fácil, mesmo que parecesse, ela era sozinha. Até mesmo em sua escola, tudo de lá era ruim, comida, odiva seus professores, até mesmo ficar pressa naquela sala de aula, deixava ela irritada. Sempre foi acostumada andar pela floresta, seu passa-tempo preferido era visitar sua avó, até que ela morreu, e aí quase não restou nada dela, tirando o capuz...

- Srta. Wolves- era o Sr. Homes, o professor de português da menina, que chamou a atenção da pequena que olhava para a janela desgastada de sua sala.

- Sim?- ela respondeu, olhou para o professor e sorriu.

- Você está prestando atenção na aula ou lá fora?- por um momento ela revirou os olhos para ele, mas voltou a olhar, mesmo que o sorriso de agora fosse falso.

- Me desculpe, eu apenas me distraí- abaixou a cabeça, deixando os fios negros cobrirem seu rosto, naquele momento mordeu com força seu lábio inferior.

- Espero que não se distraía novamente- A aparência dele era seria, logo voltou a escrever no quadro-negro -que mais parecia com "quadro-verde"- e a menina olhou para seu caderno, pegou seu lápis e desenhou um retrato do professor Homes, colocando do lado, a seguinte frase: "Morra!!". Fecho os punhos, fazendo o lápis partir ao meio. 

O sino tocou e todas as crianças sairam de suas salas para o refeitório.

- Ei, Carmen- chamou uma menina de cabelos loiros e então ela a olhou.

- O que foi?- foi em direção dela e olhou atentamente em seus olhos.

- Pode me emprestar um lápis, quando voltarmos para sala?- sorriu envergonhada, não costumava pedir coisas, mas ninguém ligava se ela fazia. Carmen fez o sinal de positivo com a cabeça e caminhou até seu grupinho de amigas.

Ao pegar sua bandeja com o mínimo de comida que aquela escola oferecia, ela tratou de seguir até uma mesa, em qualquer lugar do pátio. Se sentou e lá se alimentou, sozinha, só ela e seus estranhos pensamentos.

Sua escola era realmente velha, mas os cuidados ainda eram bons, o estudo também, mas nada disso fazia diferença. Ela estudava em casa e sempre se destacou na escola, talvez fosse isso que fazia ela ser tão esquecida pelos colegas de classe. Achavam que ela se gabava por ser inteligente ou talvez pensavam que ela não era legal, pelo fato de ser a nerd. Você pode até pensar que era idiota da parte deles, mas você com certeza já fez isso alguma vez, sem ao menos pensar duas vezes.

Desde que ela foi morar no Alaska, ela se apaixonou pelos animais, aqueles de cor aonde se encontra o cinza e o branco, juntos como fumaça e neve. Algo como se o fogo cessase e a neve surgisse. Ouvia sobre lobos com tal cor.

Após comer levou sua bandeija para a merendeira, agradecendo tal comida, que mentiu ser boa. Quando sentou em sua carteira, um dos lápis de Carmen estavam alí, jogado ao lado de seu caderno de capa dura azul com alguns adesivos de flores e corações. Olhou seria para o lápis, tristeza e raiva estampado no fundo de seus olhos.

Carmen poderia ter entregado pessoalmente- pensou indignada.

Aspirou todo o ar e soltou de fora de seus pulmões, sentindo um leve alívio, como se esquecesse os problemas.

Logo todas as aulas já haviam se passado rapidamente, e a menina já estava em casa, jogando sua bolsa levemente em um canto do pequeno e apertado espaço aonde ela chamava de quarto. Seus pais estavam trabalhando naquelas horas e não voltariam tão cedo, trocou suas roupas por algo mais confortável e colocou seu capuz aveludado branco, que destacavam perfeitamente seus cabelos negros.

Saiu e trancou a porta, caminhando com passos firmes e lentos em direção a casa de sua avó, agora falecida. Tinha que passar por um trilho no meio da floresta, naquele dia como em outras vezes, várias pessoas andavam e comprimentavam Mary com um sorriso no rosto, ela apenas fazia o mesmo como resposta.

Na metade do trilho, entrou por dentro da floresta, porém continuava andando no trilho, pois ele era coberto de folhas que caiam de árvores, neve, gravetos e pedaços de madeira que se soltavam quando cortavam as árvores. Por esse motivo não havia nenhuma casa em volta da de sua vó, ela não gostava de estranhos e como todos do vilarejo de Mary, não gostavam da floresta.

- Era mais bonito…- dizia a menina quando chegou, olhando a casa de madeira, despedaçada na neve. Caminhou até lá, desenterrando uma caixinha preta, abraçou bem forte o objeto- Aqueles lobos idiotas!!- Ela nem tentou contém as lágrimas, e já se desmanchava, segurando tristemente a caixa aonde contia as cinzas de sua avó.

CREC

O som do galho era agudo naquele lugar silencioso e quase escuro. Passos, talvez humanos haviam ali presentes.

- Quem está aí?- A menina de cabelos negros falou baixo e nervosa, porém audível.

"Droga Jack, ela nos ouviu?" uma voz no cérebro de Mary se debateu entre sua cabeça, por um momento ela achou que fosse seu próprio pensamento, porém, era masculina demais e preocupada.

- Eu ouvi sim!!- agora gritou, para que ouvissem melhor.

"O-o que? Jack, ela…" a mesma voz gaguejou, ainda em sua cabeça.

"Achei que tinhamos à matado" uma voz agora mais matura e masculina, disse friamente.

O corpo de Mary tremeu, enterrando rapidamente a caixa na neve, e se levantando com pressa. Olhando ao redor, procurando aonde vinha aquela voz, e lembrou que vinha de sua mente. Então opinou em procurar quem falava em sua mente.


E viu...


Notas Finais


Eae, eu continuo? Essa sinopse está boa? Diga o que achou!!

E se devo continuar com "A Menina dos Lobos".


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