História A menina na beira do trem - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Musica, Radioactive, Suícidio
Visualizações 10
Palavras 714
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic)
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 1 - A menina na beira do trem


Fanfic / Fanfiction A menina na beira do trem - Capítulo 1 - A menina na beira do trem




         ** Narradora On **



Lá estava ela, a coitada menina, no meio da floresta andando pela beira dos trilhos do trem.


Se me perguntarem o por que de ela estar lá a resposta é muito simples.


Ela simplismente cansou de sua vida, e gostaria de sumir. 


Pois, ela era zoada na escola - ou seja, sofria bullying -, os pais a abandonaram, não tem amigos e ninguém gosta dela. 


A única maneira, no início, que ela encontrou para se sentir melhor era se cortar.


Mas... As coisas pioraram. 


Os professores passaram a zoa-la, e mesmo que ela tivesse acertado a prova e atividades inteiras, davam a ela 0 ( zero ).


Depois, começou a tomar antidepressivos, se cortar muito mais. 


Mas....




Nada adiantou.



A coitada, não encontrou outra solução, a não ser se matar. 


" Se eu morrer, quem ligaria? Ninguém gosta de mim mesmo " a menininha de apenas 14 ( catorze ) anos pensava. 


Mas... Havia uma pessoa que realmente se importava com ela. 


Um amigo da escola, que quando os "populares" o viam perto dela, o tiravam de perto, apenas para irrita-la e a deixar muito pior!


" Por que me tiram de perto dela? Nunca vi acontecendo nada com ela... " O garoto pensava, mas o mesmo apenas pensava isso pois quando faziam bullying com a menina, alguém o tirava de perto.


O menino, cujo nome era Diego, estava tentando ligar para a menina, que ele apelidava de " Kari ", já que seu nome era Karine. 


Mas... A mesma não o atendia. 


Ela deixou um bilhete em sua cadeira da escola, escrito " desculpe se piorei a vida de vocês, pelo menos, não me tem mais por perto e não vou piorar mais nada. Adeus "


Diego, voltou para a escola, correndo e chegou em sua sala. 


Olhou a cadeira de Karine, e em volta havia os "populares" olhando assustados e arrependidos para a cadeira.


Quando Diego leu aquelas palavras, começou a chorar. 


Uma menina - que fazia bullying com Karine - tentou o consolar, mas ele simplesmente saiu correndo chorando. 


As pessoas que fizeram isso, choraram e estavam extremamente arrependidas.


Diego, voou - no caso correu extremamente rápido - para casa, e tentou ligar muitas vezes para Karine. 


Em sua 17 tentativa, ela atendeu. 


* Ligação On *



" Olá...? " 

" Karine, por favor, não se mate! "

" Tarde demais para isso, amigo, foi bom os momentos que tive contigo. "

" Por favor! "

" Desculpe... Adeus amigo "


* Ligação Off *



Então, ela desligou o telefone.


Mas no meio da ligação, ele ouviu um barulho de trem. 


A esse ponto, ele já estava jogado na cama chorando muito. Apenas lembrando os bons momentos que teve com sua antiga amiga.




Voltando a Karine 




A menina estava andando por muito tempo na beira daqueles trilhos na floresta.


Até que... Um barulho a assustou. 


Era um galho quebrando.


Ela olhou para trás, e viu que era apenas um esquilo. 


Se acalmou, mas gostaria que fosse um bicho perigoso... Por exemplo... Um urso talvez, ou um lobo. 


- Heh, parece que não vai ser hoje.


Então, a mesma começou a cantar.


* Música On *

Moça, sai da sacada
Você é muito nova pra brincar de morrer
Me diz o que há, o quê que a vida aprontou dessa vez?

Venha, desce daí
Deixa eu te levar pra um café, pra conversar
Te ouvir
E tentar te convencer

Que a vida é como mãe que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais

Pois sabe que faz bem
E a morte é como pai
Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar
Como se não houvesse amanhã

Moça, não olha pra baixo
Aí é muito alto
Pra você se jogar
Vou te ouvir
E tentar te convencer
(Somos programados pra cair)

Que a vida é como mãe
Que faz o jantar e obriga os filhos a comer os vegetais
Pois sabe que faz bem
E a morte é como pai
Que bate na mãe e rouba os filhos do prazer de brincar
Como se não houvesse amanhã

Mas, tudo bem, nem sempre estamos na melhor

Moço, ninguém é de ferro
Somos programados pra cair.


* Música Off *


A música que a guria - Karine - cantou, era Amianto. 


Então... Ela ouviu um barulho de trem.


Quando viu o trem chegando, se colocou na frente dele.



Assim...




Entregando sua vida a Deus.



Em seu último suspiro disse " cuide de quem me amou, e de quem me odiou também, afinal, todos somos irmãos "


Então, ela morreu.



Notas Finais


Triste...

Mas isso pode acontecer.

Tomara que tenham gostado

Até um dia


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...