História A Menina Nova - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
Tags Amigos, Festa, Melhores Amigos, Romance
Visualizações 32
Palavras 1.979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente esse cap tá tão sentimental que eu aconselho lerem com uma música romântica de fundo, obrigada a você que está acompanhando! Boa leitura! ❤️❤️❤️

Capítulo 24 - Eu te amo!


Era bom ter todos ali comigo novamente, tudo tinha voltado ao normal, as piadiadinhas pervertidas do Will, os palavrões que saiam de cada frase do Leo, a ternura e inocência do Gui, Gaby e seu fogo no rabo, Edu e sua amizade mais que verdadeira, ele era meu porto seguro, e  agora, Tamy, a garota bonita, alegre, confiante, e quase sempre com um sorriso caloroso no rosto. Eu os amava; eles me amavam, cada um com seu jeitinho.

Leo: Caralho a gente tá de volta! - Abriu um sorriso.

Eu: Senti saudade.

Gaby: Eu acho que nunca vou dar certo com ninguém! - Exclamou brincalhona.

Gui: Eu não teria tanta certeza. - Pensou alto, assim que percebeu que todos nós tínhamos escutado ele corou.

Tamy: Mily, você não quer ir jantar lá em casa amanhã? Os meus pais estão ansiosos pra te ver. - Abri um sorriso, também estava com saudades.

Eu: Claro, que horas?

Tamy: As sete, pode ser? - Assenti.

[...]

Eu: Para! - Eu gritava e tentava bater no Will em meio a risadas. Ele me fazia cócegas.

Will: Só se você me der um beijo! - Eu queria parar de rir e bater em sua cabeça, mas eu simplesmente só conseguia me contorcer e rir.

Eu: Nunca!

Will: Então eu não vou parar! - Fez ainda mais cócegas.

Eu: Eu...te...odeio! - Disse entre gargalhadas.

Will: Eu sei que você me ama!

Empurrei suas mãos com toda a força que consegui reunir, ele quase caiu e se apoiou na cama, pude sentir sua respiração.

Will: E a idéia de me beijar?

Eu: Cala a boca! - Lhe dei o tapa na nuca, ele merecia. Ele abriu um sorriso terno. - Tá sorrindo por quê?

Will: Nada. 

Ele pareceu observar cada detalhe do meu rosto com cuidado, eu deixei que ele fizesse isso, por mais que eu não queria, eu deixei, foi simplesmente automático, por mais que meu cérebro dissesse: "Saía daí o xingando!", Eu permaneci imóvel. Ele abriu um sorrisinho de canto e soltou um leve suspiro, e então me beijou, me beijou como se me desejasse desde que me viu pela primeira vez, e talvez tivesse sido isso mesmo. Eu deixei que ele me beijasse, deixei que ele passasse suas mãos pelo meu corpo, permiti que ele explorasse casa centímetro do meu rosto, porque quando nos beijávamos, só o que eu queria é que nunca parassemos, que seu corpo fizesse parte do meu, apesar de eu lutar contra isso, meu corpo sempre desejava o seu, e eu me irritava com isso, mas agora, enquanto ele me beijava, eu só o desejava. Nos separamos por falta de ar, maldito ar. Ele abriu um sorrisinho sarcástico e arqueou uma das sombrancelhas.

Will: Eu sinceramente achei que sairia daqui me xingando. - Abri um sorrisinho com seu comentário - Mas isso foi infinitamente melhor. - Me afundei em seus olhos azuis.

Eu: Isso está errado, somos melhores amigos. - Disse sem desviar o olhar.

Will: E desde quando você faz só o que é certo? - Revirei os olhos.

Coloquei uma das minhas mãos em sua nuca e acariciei seu cabelo, ele soltou um suspiro e relaxou o corpo, deitou ao meu lado e se afundou em meu cabelo, como costumava fazer.

[...]

Acordei radiante, ter beijado ele não pesou nem um pouco na minha consciência, eu estava feliz, e era isso que importava, o importante é ninguém saber. Estava comendo meu café sorrindo lembrando do dia anterior.

Ma: Eu posso saber o por que desse sorrisão? 

Eu: Não é nada... - Diminui o sorriso.

Ma: É o William, não é? 

Eu: Como você sabe!? - Ela abriu um sorriso, olhou pra trás de mim, me deu uma piscada e saiu.

Will: Oi, boneca! - Entrou na cozinha.

Eu: Bom dia! - Me virei e ele me roubou um beijo. - O que é isso? - Abri mais um sorriso.

Will: Só senti saudades.

Eu: Mas nós dormimos juntos!

Will: Se dormimos sete horas foram sete horas sem te ver nem te beijar. 

Eu: Você consegue passar mais tempo que isso.

Will: Não tenho tanta certeza. 

[...]

- William! Será que você pode me ajudar com a lição de química? - Disse uma menina chegando perto de nós.

Will: Eu não sou muito bom em química. - Disse frio, o lancei um olhar de desaprovação. - Me desculpe, mas eu sei que não é só o dever de química, e eu não estou interessado. - Disse sinceramente, sem nenhum tom de grosseria na voz. Ela saiu desapontada.

Leo: Que porra foi essa?

Will: O quê?

Gaby: Tá brincando?

Gui: Você foi fofo com uma garota, onde está o nosso William? - Todos rimos.

Will: Eu só... tô mudando. - Olhou pra mim, desviei o olhar, não queria que todos ligassem os pontos.

[...]

Edu: Você pensa que eu não vi? - Estava em sua casa, pronta pra receber seus pais a qualquer momento.

Eu: O quê? 

Edu: Você e o William, eu sempre soube.

Eu: Como assim? - Ele revirou os olhos e bufou. 

Edu: Não adianta fingir que não sabe de nada pra mim porque eu conheço vocês, ainda mais você. Eu vi o jeito que ele te olhou e o jeito que você desviou o olhar e começou a mexer no cabelo, desembucha, o que aconteceu entre vocês? 

Eu: Como faz pra esconder as coisas de você? Tudo bem, a gente se beijou, com mais vontade do que normal, e o normal seria nos desafios e tal, eu só, sinto que não consigo mais ficar longe dele.

Edu: Eu sabia! Você está apaixonada!

Eu: Que porra apaixonada o que. - Ele abriu um sorriso.

Edu: O Will está.

Eu: Por que você pensa isso?

Edu: A garota que ele dispensou mais cedo, era tão bonita que eu acho que se ela pedisse, até o Guilherme teria aceitado ficar com ela. O Will não recusaria, se não estivesse apaixonado.

Pensei um pouco, será? Não é possível.

Jaq: MILY! - Meus pensamos foram interrompidos quando a voz estridente da tia Jaqueline ecoou pela sala de estar - Você está linda! - Me deu um abraço apertado.

Eu: Obrigada. - Disse um pouco sufocada. - Onde está o tio Bruno?

Jaq: Ele já já aparece do trabalho. - Assenti e fomos em direção a sala de jantar. - Estou tão feliz por te ver novamente, como você está?

Eu: Muito bem...

Contei tudo o que ela precisava saber sobre o quão confiável era tia Audrey, logo depois o tio Bruno chegou e fez perguntas sobre os namoradinhos, ele é com certeza o que todos chamam de o "tio do pavê", porque ô cara pra fazer piadinhas sem graça, mas apesar de tudo, eu sempre ria muito com ele. O jantar foi incrível e eu consegui matar a saudade daqueles dois, os abracei novamente e o Edu me levou pra casa.

Edu: Vá voltar para o seu homem! - Disse como se em um filme de princesa, eu mandei o dedo do meio pra ele, o que o fez rir.

Eu: Eu te amo seu desgraçado.

Edu: Eu também te amo esquentadinha. 

Entrei em casa e Will desceu correndo, me pegou pela cintura e me beijou. Sorri com seu gesto romântico.

[...]

Will: Eu preciso conversar com você. - Por um segundo eu fiquei preocupada, mas logo passou depois que percebi que o sorriso em seu rosto permaneceu largo e radiante - Vamos pra um campo, é longe daqui, mas é perfeito! 

Já tínhamos almoçado e ele apareceu no meu quarto assim, do nada. Ele nem me deu tempo de responder e já me puxou pra fora de casa, entrei rapidamente no carro - quase empurrada - e sorri.

Eu: O quê é tudo isso!?

Will: Você verá, em breve.

A viajem durou muito tempo e quando chegamos todas as horas tinham valido a pena, já estava quase totalmente a noite, eu pude ver vagalumes, que a muito tempo eu não via, as luzes do local eram simplesmente lindas e pareciam perfeitas refletidas no rosto e corpo do Will, a grama verde estáva levemente alaranjada. Passei os olhos pelo local e vi uma toalha forrada com uma cesta, não havia ninguém no local, além de nós.

Eu: É perfeito! - Dei um pulinho de empolgação.

Will: Que bom que gostou.

Nós comemos, fizemos cócegas um no outro, ele fez cafuné em mim, e depois resolvemos brincar de pique-pega como crianças - que a propósito eu ganhei - quando finalmente nos cansamos nos jogamos na toalha, o sol já tinha se posto totalmente e a lua cheia parecia iluminar somente a gente, como um olofote.

Will: Então, Mily... - Engoliu em seco - ...eu sinceramente não sei o que sinto por você, eu posso ficar com todas as meninas do mundo, mas eu só consigo pensar em você. Você chegou e virou minha vida como uma garota nunca fez, e é por isso que eu te amo, eu te amo Camily, te amo com todas as minhas forças, te amo como se tudo que eu sou dependesse de você pra sobreviver, cada batida acelerada do meu coração quando sinto seu toque, cada cafuné seu, cada sorriso que eu consigo arrancar de você, a maneira como você mexe no cabelo quando fica envergonhada, até sua revirada de olhos é diferente. Eu não consigo e nem quero parar de te admirar, você é especial pra mim, e talvez seja muita coisa pra processar, mas só quero que tenha uma certeza que agora eu tenho, nenhuma ou qualquer garota nesse mundo vai mexer com o meu pisciológico quanto você mexe com o meu. E hoje, eu só quero te chamar de minha, quero que você me chame de seu, e quero poder sentir seu cheiro na minha camiseta pra sempre. Você não age como as outras meninas quando eu faço um comentário com você, você simplesmente me bate e eu adoro isso! Você não faz o que eu mando como todas, você faz o contrário, e isso me deixa cada vez mais apaixonado por você.

 Só agora eu tinha me dado conta de que havia começado a chover, nós estávamos encharcados, mas isso não importava, não importava nada ao redor, eu só conseguia encara-lo, eu estava me afogando naqueles incrivelmente irresistíveis olhos azuis, encarando sua boca rosada e levemente contraída por causa do nervosismo, seu cabelo claro molhado grudado em sua testa, ah, eu o desejava tanto! Lágrimas ameaçaram cair de meus olhos, ele esperava uma reação, mas palavra nenhuma conseguia expressar o que eu sentia naquele momento, nem ao menos consigo explicar como eu me senti, posso dizer que me senti, completa. Meu ser se encheu de tal forma que achei que iria transbordar, eu teria achado o amor da minha vida? A pessoa com quem eu estaria do lado pra sempre? Sempre imaginei alguém como o Miguel, mas nunca achei que seria capaz de sentir algo pelo maior pervertido que conhecia, que eu acho que mudei, eu consegui mudar seu jeito de pensar, e sem perceber, nos apaixonamos, as vezes coisa do destino. Eu engoli em seco e abri - o que acredito ser - o melhor dos meus sorrisos, e um dos mais sinceros também, o puxei e o beijei, e mesmo com a chuva cada vez mais forte caindo sobre nós, o beijo estava tão bom quanto nunca, colei meu corpo ao seu na tentativa de transmitir tudo o que eu estava sentindo por ele, interrompemos o beijo por falta de ar e colamos nossas testas.

Eu: Eu te amo William Evans. - Sussurrei - Eu te amo William Evans! - Dessa vez mais alto. Separei nossas testas - EU TE AMO WILLIAM EVANS! - Gritei, o mesmo soltou uma risada.

Will: EU TE AMO CAMILY! - Gritou. Nos olhamos e depois nos deitamos rindo.

Ele subiu em cima de mim e voltou a me beijar, separei nossos corpos.

Eu: Vamos acabar ficando doentes se não sairmos da chuva.

 Ele levantou e guardou tudo no porta malas do carro, me empurrou e me deixou contra ele e seu automóvel, voltou a me beijar e abriu a porta, me deitei no banco de trás com ele por cima de mim.

Will: Dessa vez eu posso tirar sua roupa molhada? - Eu ri.





Notas Finais


QUE CASAUZAUM GENTE, não pensem que a fanfic está acabando, tá? Falta ainda alguns quinze episódios e sério, eu não tô preparada pra acabar com essa fic, vou aumenta-la o quanto eu puder, agora tudo vai se encaixar e vocês vão ficar "UOUU", acredito. Até o próximo cap! Amo vocês e continuem comentando porque super me incentiva, beijos! ❤️


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