História A Mensagem (Three-Shot SasuSaku) - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Tags Sakura, Sarada, Sasuke, Sasusaku, Sasusakusara
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Palavras 2.559
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Parte III - Final


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Não havia preocupações nem suposições sobre o que o outro estava fazendo porque eles estavam tão colados como se fossem um, dormindo como se a catástrofe do mundo pudesse ser resolvida sem eles, como se todo o resto pudesse esperar. E realmente podia, porque as coisas continuaram as mesmas quando acordaram pela manhã.

O despertador de Sakura avisou-a que eram seis horas apesar da cortina pesada ainda criar um ambiente noturno e aconchegante. Sasuke ainda dormia, e os deuses sabiam o quanto ele precisava disso. Contudo, o barulho irritante despertou-o parcialmente. Seus cabelos negros caíam como cascata sobre seu rosto, mas ele pode ver Sakura tentando afastar-se dele para levantar. Ele fez com que ela permanecesse perto dele ao segurar forte sua cintura.

— Sasuke-kun, eu preciso levantar, shannaro! Sarada tem compromisso com o time dela e eu preciso fazer o café da manhã. — Sasuke entendia que ela precisava seguir a rotina, mas não teria problema se por um dia as coisas fossem diferentes. Se bem que não eram as mesmas desde que ele chegou, então evitar mais um hábito familiar não seria um crime passível de morte.

— Agora não. — Ele murmurou ao cheirar os cabelos e a pele dela. Aquele era o cheiro que ele se lembrava ao acordar de manhã. O cheiro do suor deles misturado com a acridez dos líquidos corporais que se espalharam e secaram nos lençóis. Esse era o cheiro do prazer, o cheiro de uma noite de sono relaxante, o cheiro de uma aventura vivida por dois jovens apaixonados viajando pelo mundo. Eram tantas boas memórias que Sasuke pegava-se pensando às vezes como seria se Sakura fizesse as missões com ele.

Ele não seria egoísta a esse ponto. Sarada precisava da mãe, alguém que cuidaria dela caso o pai morresse em uma missão, alguém para criá-la e ensiná-la sobre a vida e fizesse coisas que Sasuke não era capaz de fazer. Era arriscado demais colocar toda sua família na estrada sob a mira de nukenins e antigos inimigos. Elas estariam seguras em Konoha e teriam todo o apoio que a vila poderia oferecer. Não precisavam isolar-se do mundo como ele fazia, acessando dimensões inóspitas e cheias de seres que se chamavam de deuses, quando na verdade eram apenas monstros sugadores de chakra.

Era por isso que Sasuke fazia essa missão – para que nem Sakura nem Sarada e nem nenhum outro habitante do mundo shinobi pudesse se envolver mais na escuridão do que fosse necessário. Ele se negou até mesmo a usar o símbolo do seu clã para não ser reconhecido como um Uchiha e trazer problemas para Konoha com seus métodos de investigação e defesa. O seu hitaiate de genin com o símbolo da folha riscado andava com ele embaixo de sua capa para provar sua origem quando necessário, mas futuramente ele daria esse artefato a Boruto, como sinal de que eles eram shishou e pupilo.

Apenas Sakura e Sarada usavam o símbolo do leque vermelho e branco em suas costas. Aquele era uma mensagem para os habitantes da vila de que o clã Uchiha ainda era parte de Konoha e que seus membros contribuíam tanto quanto todos os outros para o desenvolvimento do mundo shinobi. Assim como em Redaku as pessoas usavam anéis para mostrarem que eram casadas, no País do Fogo as mulheres usavam o símbolo da família de seus maridos, e agora Sakura usava ambos os símbolos. Ele tinha feito um anel para ela com seu próprio chakra e ele faria quantos símbolos fossem necessários para demonstrar o quanto esse relacionamento significava para ele.

Eles eram uma família, a restauração do clã que ele queria, mas muito mais do que isso, a restauração de sua própria vida. Naruto tinha feito com que Sasuke reconhecesse Konoha como seu lar, mas foi Sakura que tornou a vila seu lar. Se a tarefa de Sasuke fosse apenas dar suporte ao Hokage das sombras, ele poderia fazer isso de qualquer lugar do mundo. Mas ele tinha um lugar para voltar, um lugar onde havia pessoas esperando-o para dizer okaeri depois de seu tadaima.

Ele tinha uma filha que seria sua herdeira e precisava aprender certas coisas que apenas seu pai poderia ensinar. Ele tinha uma esposa que fazia por ele coisas que somente ela poderia fazer, como o que eles estavam fazendo agora, deitados e despidos sem quaisquer preocupações. Bom, pelo menos não da parte dele. Sakura ainda tentava se levantar, dizendo que precisava tomar um banho e seguir com suas obrigações. Sasuke deixou que ela fizesse isso. Esperou-a entrar no banheiro e encher o ofurô com água quente. Ele ouviu a esposa entrar na água depois de se lavar.

Sakura tinha o costume de fazer isso todas as manhãs e foi difícil lidar com ela durante a viagem quando ela não podia seguir seu ritual de higiene pessoal. Ela era uma kunoichi treinada e poderia ficar o tempo necessário sem banho, como ela fez várias vezes em muitas missões, mas ela sempre se desculpava dizendo que ela não podia ficar fedendo perto dele e que aquilo era uma viagem e não uma missão. Sasuke levava-a para as termas quando não conseguiam quartos com ofurôs privados nas pousadas. Ele fazia tudo isso com uma cara emburrada porque não queria que ficasse muito evidente que ele nunca negaria algo que ela pedisse.

Uma vez, quando Sakura estava grávida, ele teve que sair no meio da noite para comprar anmitsu sem entender porque ela tinha esses desejos hormonais e porque tinha que ser doce. Sasuke levantou da cama, cambaleante, e seguiu para o banheiro também. Sakura estava recostada com uma toalha dobrada sobre os olhos. Ela não estava vendo a intensidade com que Sasuke olhava para o corpo dela dentro da água turva, mas que deixava-o ver perfeitamente os contornos femininos que ele mais gostava. Sakura assustou-se quando sentiu a água ondular e viu Sasuke dentro do ofurô com a cara mais inocente do mundo. Ele acomodou-se do lado dela, colocando a toalha no rosto também.

— Mesmo depois de todos esses anos você ainda tem essa mania. — Sasuke disse com a voz sonolenta, tentando parecer indiferente. — Isso é muito irritante.

— Não vem reclamar porque você sempre gostou também, Sasuke-kun. Era uma das melhores partes da viagem. — Porque sempre acabava em sexo, ambos acrescentaram mentalmente. Sakura passou a mão por dentro da coxa do marido. — Você parecia se divertir bastante, inclusive.

— Impressão sua. — Sasuke mentiu na maior cara de pau.

— Tem certeza, Sasuke-kun? — Sakura segurou a ereção dele, massageando com precisão.

— Absoluta. — Ele murmurou entre os dentes, mas não parecia tão confiante assim.

Ele realmente gostava do banho quente pela manhã depois de uma noite intensa de exercícios aeróbicos nortunos. Sakura continuou com os movimentos e o corpo de Sasuke afundou um pouco na água pelo relaxamento. Ela desceu as mãos e massageou os testículos, o que fez com que ele abrisse um pouco as pernas para dar-lhe mais espaço.

Aquilo iria acabar como das outras vezes e ele não precisava ter o Sharingan para prever esse tipo de coisa. Em pouco tempo Sakura montou no colo de Sasuke e seus seios apareceram, e ele acompanhou a água escorrendo pelo meio deles hipnotizando-o. Ela apertou-os contra o peito definido e musculoso, resultado de muito treinamento e esforço físico durante as missões. Sasuke sentiu-os redondos e macios contra sua pele, arrepiando-se ao com a respiração de Sakura tão próxima a seu ouvido.

— Eu acho que você se esqueceu. — Ela envolveu os braços no pescoço dele, beijando a mandíbula e o queixo dele, que tombava a cabeça sem que pudesse evitar. — Eu vou refrescar sua memória.

Sasuke não resistiu e beijou-a, sua mão direita descia pelas costas úmidas e contornava um dos glúteos, apertando-o. Sakura reagiu pressionando sua abertura contra a rigidez irresistível entre suas pernas. Ela agarrou o membro dele com uma das mãos e posicionou para que pudesse penetrá-la. Sasuke tocou o clitóris dela, fazendo movimentos circulares e observava a esposa subir e descer sobre ele em uma performance de tirar o fôlego. Não demorou muito e ela atingiu seu limite, abafando o gemido rouco com um chupão no pescoço do esposo.

Ela acariciou os cabelos dele como se agradecesse e levantou-se, rindo como uma criança travessa. Sasuke olhava para ela incrédulo, como se ela fosse deixá-lo daquele jeito depois de ter resolvido seu problema.

— Eu acho que essa era a minha vez. — Definitivamente era a vez dele. Ela já tinha gozado, como assim ela levantaria e iria embora sem fazer o mesmo com ele?

— Levante-se, Sasuke-kun. — Sakura passava as mãos pelas coxas dele, incentivando-o. Ele obedeceu-a, suspeitando o que ela estava planejando para ele.

Ele ficou de pé e a água escorreu por seu abdome trincado, descendo para sua virilha que ostentava sua ereção. Sakura permaneceu agachada e olhou para o membro dele com interesse. Ela segurou a base com uma das mãos e com a outra segurou a cintura de Sasuke, que fechou os olhos por antecipação. Sexo oral era seu preferido, apesar de não ser suficiente para aliviá-lo quando ele estava muito excitado e em abstinência como na noite anterior. Sakura passou a língua pela glande inchada com sangue e desceu lambendo as veias protuberantes, fazendo Sasuke segurar a cabeça dela, conduzindo-a para onde ele queria que ela estivesse.

— Achei que você estivesse com tempo, Sasuke-kun. — Ela provocou o marido.

— E eu achei que você estivesse com pressa. — Ele rebateu, sorrindo com o canto dos lábios.

A visão que Sakura tinha era maravilhosa. Os cabelos negros de Sasuke pendiam emoldurando o rosto tão perfeito como uma pintura. O peito e o abdome definido e trincado era quase divino, perfeito demais para qualquer mortal possuir. O membro dele, que agora estava parcialmente dentro da boca dela, era deliciosamente sedutor. Sakura lambia e sugava com prazer, tornando a visão que Sasuke tinha dela muito melhor do que a que ela tinha dele.

Os cabelos rosados que acomodavam-se sobre os ombros estavam umedecidos pelo vapor. O selo do Byakugou na testa dela era uma uma pedra preciosa enfeitando um anel, tão deslumbrante quanto as duas esmeraldas que eram seus olhos, alterando-se entre permanecer abertos para deleitar-se com a visão do marido e fechar-se para concentrar na sensação que era ter o membro dele escorregando em sua boca. Sasuke não se sentiria nem um pouco culpado caso seu membro escorregasse e seu esperma se espalhasse pela rosto dela.

Os movimentos com a mão acompanhavam as investidas orais – os lábios inchados e avermelhados, a língua explorando as diferentes texturas da pele, a expressão concentrada de Sakura deixava Sasuke a beira do desespero. Aquela era a melhor coisa do mundo. Ele deixou seu corpo relaxar, percebendo a temperatura da água esfriando em suas pernas. O Sharingan debaixo de suas pálpebras fazia com que seu corpo sentisse toda e qualquer movimentação de chakra.

Ele sentia o chakra de Sakura vibrando ao satisfazê-lo, e o seu próprio estava completamente descontrolado. Seu limite chegou sem resistência, e a substância espessa que cortava sua uretra como um jato encheu a garganta de Sakura, que engoliu tudo sem pestanejar. Depois de se situar no tempo e no espaço, Sasuke voltou para dentro da água para limpar-se. Sakura enrolou na toalha e saiu do banheiro, procurando uma roupa limpa para vestir.

Ele fez a mesma coisa logo depois, escolhendo qualquer roupa preta que ele achou em sua parte do guarda-roupa. Eles foram para a cozinha e deram de cara com Sarada preparando tamagoyaki, devidamente usando um avental, com uma das mãos na cintura, olhando indignada. Aquilo era uma coisa que sua mãe deveria estar fazendo, mas parece que ela tinha atrasado fazendo sabe-se lá o quê. Sasuke tinha a mesma expressão de uma pedra, mas Sakura tinha ficado tão vermelha quanto os tomates postos na fruteira.

— Bom dia, querida. Você está fazendo o café da manhã?

— São quase oito horas. Eu vou me atrasar se não comer logo. Está tudo bem com você, mama? — Sarada tinha percebido que a inocência de seu pai parecia suspeita demais ao lado de sua mãe que tentava esconder o nervosismo. Seu bom humor estava muito evidente.

— Desculpe, meu amor. Nós dormimos demais. — Eles estavam acordados desde as cinco e meia, mas podiam omitir essa informação irrelevante.

— O que vocês são, adolescentes? — Sarada ajustou os óculos, estreitando os olhos. Ela não tinha acreditado em nenhuma palavra que foi dita.

— Nós tivemos um dia muito difícil ontem, shannaro! — Realmente, o dia foi realmente um dos mais turbulentos, mas a noite acalmou os ânimos de todos. Sakura e Sasuke não se lembravam de terem dormido tão bem como na noite passada.

Sasuke permaneceu parado como uma estátua enquanto Sakura aproximou-se para auxiliar Sarada colocando a toalha e os talheres na mesa, preparando o chá com a água recém-fervida e pegando as xícaras com estampas de flores de cerejeira.

— Você vai ficar em pé aí o dia inteiro, papa? — Sarada era realmente mandona. Sasuke não estava acostumado a ver essa movimentação em sua própria casa. Não pode deixar de se lembrar de quando era criança e a mesa tradicional de sua casa, baixa e pequena, parecia sempre cheia com seus pais e irmão comendo juntos. Ele assentou-se um pouco constrangido, sentindo-se um intruso com o relacionamento Sakura e Sarada compartilhavam.

Sakura picou um tomate para Sasuke e serviu-o com os tamagoyakis que Sarada tinha feito. Depois serviu três xícaras com chá e assentou-se com eles. Sarada contava sobre como estava sendo o treinamento do time sete para o Exame Chuunin. Sakura fazia pequenos comentários, contando como era na época deles, mas Sasuke absteve-se da conversa. Exames Chuunins não eram seus temas preferidos, depois do que aconteceu com o deles. Aparentemente eles não seguiam o mesmo rigor de antigamente. Sarada terminou de comer rapidamente, pegou sua bolsa de treinamento e assentou-se na beirada da entrada para calçar sua sandália. Sakura acompanhou-a para se despedir da filha e motivá-la com seu ganbatte! Sarada aproveitou a oportunidade para alfinetá-la longe do pai.

— Você parece muito mais feliz agora que o papa voltou pra casa, mama.

— Claro que não, shannaro! — Sakura tinha se desconcertado com a observação da filha. Sarada com certeza era muito mais esperta e madura que seus pais.

— Eu percebo as coisas, mama. Itekkimasu! — Sarada saiu correndo pelo corredor, deixando Sakura com as mãos na cintura, parada na porta, indignada com a ousadia da filha.

— Parece que você também está feliz, não é, Sarada? — Sakura murmurou para si mesmo. A filha não podia escutá-la, mas nesse aspecto ela tinha puxado Sasuke. Ela nunca admitiria que estava feliz pelo pai estar em casa. Ela tinha conhecido Sasuke, despertado seu Sharingan e estava cada vez mais próxima de se graduar como Chuunin. Um nível mais próxima de se tornar Hokage.

Sua admiração pelo Nanadaime Hokage era absurda. Ela definitivamente não queria seguir o mesmo caminho que seu pai. Mas, não importa se os caminhos que eles tinham escolhido fossem diferentes, o que importava é que eles se cruzassem. E eles se cruzariam, definitivamente, muito mais vezes do que eles podiam imaginar. No momento, contudo, Sarada seguia para o campo de treinamento e Sakura voltava para sua rotina agora com a companhia do amor de sua infância que tinha lhe concedido a oportunidade de ter uma filha maravilhosa. Sarada superaria ambos em todos os aspectos e eles não poderiam estar mais orgulhosos e satisfeitos. Satisfeitos em todos os sentidos.

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