História A Mentira ( Imagine T.O.P) - Capítulo 2


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Categorias Big Bang, T.O.P
Personagens Personagens Originais, T.O.P
Tags Choi Seung Hyun, Top
Visualizações 16
Palavras 1.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Amor à primeira vista.


Ontem eu estava agradecendo aos céus por ser sexta-feira e não precisar acordar cedo para ir a escola no dia seguinte. Infelizmente sempre dá algo errado na minha vida, pois Yumi acabou com meu tão precioso sono me acordando as cinco da manhã. 

Se ela não fosse a minha melhor e única amiga eu já teria a matado. 


— Dá 'pra você me explicar logo o porque de ter me acordado a essa hora? 

— Lembra do quê eu disse mais cedo?


Yumi chegou bêbada em casa essa manhã, por isso não dei muita bola para o quê ela tinha me dito antes.

Mas parece que o quê ela falou foi sério.


— Aquilo que você me disse é verdade? — cruzei os dedos torcendo para ela dizer que não. 

— Sim, é verdade. — droga!

Porque você mentiu sobre quem pintou o quadro? 

— Eu ia dizer para o diretor do Museu que o quadro era meu, mas eu encontrei com o meu irmão lá, que por acaso é genro do diretor do Museu. 

— E daí? 

— Daí que o meu irmão adora acabar com a minha vida! Eu não podia contar a verdade senão ele falaria para os meus pais e tudo iria dar errado. Entende? 

— Mais ou menos. 


Talvez eu entenda um pouco o lado da Yumi. Ela depende muito dos seus pais e faz de tudo por eles, mesmo que tudo o quê ela faça nunca os agrade. E se os pais dela descobrissem sobre a Yumi ser pintora, eles parariam de sustenta-la.


— Por favor, diz que vai me ajudar. — ela implorou. — Vai ser por pouco tempo, até eu criar coragem de falar com os meus pais. 

— Tudo bem. — concordei mesmo não querendo .— Agora me diz porquê você me acordou a essa hora. 

— Precisamos fazer compras e as lojas fecham cedo hoje. 

— Compras?

— Claro. A Kim Yumi precisa de roupas, sapatos e de uma peruca. 


[...]


Se você for fingir ser alguém que nem existe é claro que precisará de um disfarce para que as pessoas não te reconheçam, é óbvio. 

No meu caso, acho que a Yumi exagerou comprando uma peruca loira para mim, mas ela me disse que era totalmente necessário.  Além da peruca,  eu tinha que usar 'uns "10 kilos" de maquiagem para disfarçar perfeitamente o meu rosto, o que deu muito certo; com a maquiagem eu fiquei irreconhecível, meus olhos ficaram maiores, meu nariz e rosto mais finos. E eu ainda tinha que usar um óculos de lentes falsas. 


— Está perfeita! — exclamou Yumi.  Parei para me olhar pelo vidro de uma vitrine, no caminho ao museu. — Você está irreconhecível. 

— Eu estou com um pressentimento ruim, tenho certeza que algo vai dar errado. 

— Fique calma, vai dar tudo certo. Vamos logo para o museu!


Caminhamos por mais dois quarteirões e chegamos ao Museu, que é o mais famoso da cidade. 

Um senhor muito simpático nos recebeu. 

— Sejam bem-vindas!

— Como vai, sr. Bang? — Yumi o cumprimentou. — Essa aqui é a minha amiga Kim Yumi. Ela pintou o quadro trevas. 

— Sim, eu estava muito ansioso para conhece-la, senhorita Kim. O seu quadro é fabuloso, assim que vi quis ele exposto no meu museu. Qual foi a sua inspiração para compor aquela obra? 

— Foi...— formulei uma resposta na minha mente. — Eu criei sem querer. — como eu já disse antes, eu não sou inteligente e essa foi a melhor resposta que consegui pensar. 

— Bom, está quase na hora de expormos o seu quadro. A imprensa já está aqui, espero que você esteja preparada para responder as perguntas deles. 


O senhor Bang nos guiou até a ala onde o quadro está. Já havia vários fotógrafos e jornalistas aqui, isso aumentou ainda mais a minha insegurança. Eu odeio ter que falar em público, esse é um dos meus motivos por nunca me dar bem na escola. 


— Acho que eu não consigo fazer isso. — falei para Yumi. — Eu 'tô muito nervosa. 

— Fique calma! Vai dar tudo certo.— onde foi parar aquela Yumi pessimista de ontem? Sinto falta dela. 

— Senhoras e senhores...— Bang começou com a apresentação. — Tenho a honra de apresentar a vocês essa incrível obra nomeada de "trevas".— ele retirou o pano branco que cobria o quadro revelando a pintura. O pessoal começou a fotografar, os flashes das câmeras me incomodaram. Eu não gosto de aparecer em fotografias, e daqui a pouco eles irão tirar fotos minhas. Mesmo eu estando irreconhecível e fingindo ser outra pessoa isso ainda me incômoda. — A responsável  por essa obra é uma jovem artista de 22 anos; Kim Yumi. 


O senhor me apresentou e todos começaram a tirar fotos minhas, meu nervosismo aumentou. Ainda estou com aquele pressentimento de que algo vai dar errado. 


— Senhorita Kim? — Um dos jornalistas me chamou. — Porque o nome da obra é trevas? — Eu não sabia o porque desse nome, eu nem sabia que Yumi tinha dado um nome antes de levar para cá. — Você tem mais quadros iguais ao estilo desse?


Minhas mãos começaram a soar de tão nervosa que eu fiquei. Não sabia responder aquelas simples perguntas, quero me esconder por está me sentindo tão desconfortável. 

Pensei em uma maneira de fugir daquela situação — fingir ter um desmaio. 

Todos se assustaram assim que eu caí no chão, alguém pediu 'pra chamar um médico. Ouvi os barulhos das câmeras, achei uma falta de respeito eles tirarem fotos minhas enquanto eu estou "inconsciente".


— Leve-a para a minha sala. — disse o sr. Bang.


Senti alguém me pegar, tive vontade de abri os olhos só para ver quem me carregava. Era um homem, com certeza, notei o cheiro bom de  perfume masculino. 

Me contive em abrir meus olhos, não podia fazer isso enquanto ainda estivessem tirando fotos minhas. A pessoa que me carregou me deitou em um pequeno sofá, que a propósito é bem confortável. 


— Ela costuma desmaiar assim, senhorita Park? — era a voz do sr. Bang de novo.

— As vezes. — essa é a voz da Yumi. — Mas não precisam se preocupar, ela logo acordará. — ela sabe que estou fingindo. 

— Me assustei quando a vi cair. — disse uma voz masculina, bem grave. Acho que é a do homem que me carregou. A voz parecia meio abafada, talvez ele estaria usando uma máscara.— Está tudo bem mesmo? 

— Sim, sim. Está tudo bem. — respondeu Yumi. — Vocês podem me deixar sozinha com ela, depois que acorda de um desmaio ela costuma ficar irritada. Provavelmente ela não vai gostar de ter gente desconhecida perto demais dela. — Yumi é tão boa mentirosa quanto eu. 

— Tudo bem, me avise quando ela acordar. — disse o sr. Bang.


Ouvi o barulho da porta abrir e fechar, o Bang e o outro homem saíram da sala. Esperei alguns segundos para abri os olhos. Até Yumi falar.


— Pode parar de fingir. — abri os olhos e vi o quanto ela estava irritada. — O quê deu em você? 

— Desculpa, e-eu fiquei nervosa. Eu não quero continuar com isso! Vamos acabar logo com essa mentira antes que as coisas fiquem pior para o nosso lado. 

— E os meus pais? E se-

— Você viu a quantidade de pessoas que vieram ver o seu quadro? Depois de hoje você nunca mais vai precisar do dinheiro dos seus pais. 

— Tem razão, é melhor nós acabarmos logo com isso. Eu não devia ter tido essa ideia idiota. 

— Vai chamar o senhor Bang. 


Yumi saiu da sala deixando a porta entreaberta. Alguém empurrou a porta devagar, era um homem alto, de cabelos pretos. Ele usava uma máscara,  só dava para ver os seus olhos. 


— Com licença. — reconheci aquela voz grave. Era do homem que me carregou. — Você está bem? 

— Sim, eu estou. Obrigada.

— Deixe eu me apresentar. — Ele retirou a máscara. Pude ver o quanto o homem na minha frente é bonito. Meu coração começou a palpitar de uma maneira estranha, senti um arrepio por todo o meu corpo. O quê está acontecendo comigo? — Sou Choi Seung Hyun, o TOP do Bigbang. Você já deve me conhecer não é? 

— Na verdade não, desculpa. Mas é um prazer conhece-lo.

— Igualmente. — Nos cumprimentamos. — Eu trouxe você aqui quando desmaiou, está tudo bem mesmo? Você ainda parece nervosa. 


E eu ainda estou nervosa, mas agora não é pelo mesmo motivo de antes. Vocês acreditam em amor a primeira vista? 


Eu estou bem sim. Não se preocupe. 

— Que bom. — ele deu um sorriso. Que sorriso lindo. — Eu vi o seu quadro, achei ele incrível. Adoraria te-lo pendurado na parede da minha sala. Mas ele foi exposto aqui, não estará a venda, não é? 


Quando eu ia responder,  Yumi entrou na sala junto com o Bang.


— Oh meu Deus! — Yumi gritou ao ver Seung Hyun, mas ela não fez isso antes quando eu estava "desmaiada". —Como não percebi antes? Você é o T.O.P! Posso tirar uma foto com você? 

— Claro. — respondeu Seung Hyun. 

— Como você está, srta. Kim? — perguntou Bang. — Sua amiga me disse que vocês tinham algo muito importante para me dizer.

— Melhor a gente dizer logo. — Yumi falou assim que terminou de tirar a foto. — Queremos di-

— Queremos fazer um leilão. — interrompi a Yumi. — É legal ter ele exposto aqui, mas eu gostaria muito que alguém o adquirisse. — Yumi me olhou perplexa. — O quê você acha?

— Gostei da ideia. — disse Seung Hyun. 

— Bem, isso aqui é um museu e não uma galeria, mas eu também gostei da ideia. — disse Bang. — Poderíamos fazer um leilão beneficente, estamos precisando arrecadar fundos para a nossa instituição de caridade. 

— Ainda bem que gostaram da ideia! Poderíamos também fazer o leilão de outras obras minhas.  — sugeri.


A Yumi deve está planejando a minha morte agora. 



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