História A Mentira ( Imagine T.O.P) - Capítulo 4


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Categorias Big Bang, T.O.P
Personagens Personagens Originais, T.O.P
Tags Choi Seung Hyun, Top
Visualizações 16
Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Não criar grandes expectativas


Acordei tão animada nesta manhã, e o motivo da minha animação é porquê mais tarde eu vou jantar com o Seung Hyun. 

Preparei o café-da-manhã ouvido as músicas favoritas da Yumi. Eu não curto muito música pop, mas eu precisava escutar algo mais alegre. A primeira música a tocar foi What is love do Twice, eu sabia a letra dela inteira e cantei; mas tanto a música e a minha voz  estavam baixas para não acordar a Yumi e o resto do prédio, já que as pessoas daqui gostam de dormir até tarde no domingo. 

A música do Twice acabou, agora tocava uma que eu nunca ouvi, mas uma voz familiar começou a cantar — é a voz do Seung Hyun. O nome da música é let's not fall in love e de início ouve-se o TOP cantando : " Não vamos nos apaixonar, ainda não nos conhecemos muito bem. Na verdade, estou um pouco assustado, me desculpe. "

A voz dele é tão linda, meu coração acelerou as batidas só de ouvir. Prestei mais atenção na letra da música e pensei em algo. As vezes eu escuto as músicas favoritas da Yumi, mas hoje é a primeira vez que eu ouço essa. Seria um aviso divino me dizendo para eu esquecer o TOP? Ou só é uma coincidência estranha? Pronto! Comecei com as paranoias. 

Sendo um aviso ou não isso realmente me fez pensar, é melhor eu ir com calma em relação ao TOP e não criar grandes expectativas. 


[...]


Precisei de 3 horas para me arrumar, por causa do meu disfarce de Kim Yumi; vocês não têm ideia de como é difícil colocar uma peruca e fazer com que pareça mesmo ser seu cabelo natural. É difícil 'pra quem não tem prática como eu. 

E além dessa maldita peruca, tinha a maquiagem, acabei com o meu estoque de corretivos em apenas dois dias por causa dessa make. Dá trabalho, mas tudo isso é necessário, afinal eu tenho que ser outra pessoa. 

A escolha da roupa foi fácil, optei por um vestido azul simples e ao mesmo tempo elegante. 

O Jantar será em um restaurante no centro, está marcado para as 20 horas. TOP até que insistiu para vim me buscar aqui em casa, mas recusei. É arriscado demais ele saber onde eu moro. E o local onde vamos jantar fica apenas a 4 quarteirões do meu prédio. 

Saí de casa me lembrando que esse jantar é para falar sobre o quadro, somente isso. Como eu disse antes, não posso criar grandes expectativas. 

Tenho tudo bem detalhado na minha cabeça o quê eu tenho que falar sobre a pintura, Yumi me explicou tudo. 

Chegando na rua do restaurante, avistei o Seung Hyun do lado fora do lugar.

— Yumi — ele disse assim que me viu.— Você é bem pontual, são 19:59.

— Não gosto de chegar atrasada em nenhum compromisso. — exceto a escola em que me atraso sempre. 

— Você está muito bonita. — minhas bochechas esquentaram só de ouvir esse elogio. 

— Obrigada. 

— Vamos entrar, nossa mesa está reservada. 

Entramos no restaurante e fomos para a nossa mesa. Um garçom nos atendeu, pedimos os pratos e de bebida escolhemos vinho, nós não, Seung escolheu. Sorte dele que eu também adoro vinho. 

— Então...— ele começou a conversa. — Porque um quadro cheio de cores vibrantes e alegres se chama "trevas"?

— Por que nem tudo parece ser o quê é. — respondi. — Algo que pareça belo e bonito à primeira vista pode se tornar uma coisa horrível. Você deve ter notado que a obra representa uma tragédia, — ele prestava muita atenção a tudo o quê eu dizia. — tragédia essa que eu escondi com cores que lembram o arco-íris, que trazem uma sensação de conforto e paz. Quando as pessoas vêem o quadro pela primeira vez elas pensam que se trata de algo relacionado à felicidade, mas quando elas olham melhor a tela percebem que não tem nada de feliz representado ali. Entendeu? 

— Sim, entendi. É genial. Você é genial. 

— Obrigada. — a Park já me avisou que todos os elogios que ele fizer ao quadro eu tenho que falar a ela. Mais tarde eu digo que o TOP a chamou de gênia. 

— Fiquei muito feliz por você decidir vender o quadro. Tomara que eu consiga arremata-lo.— ele sorriu. Ah, esse sorriso. Eu adoro esse sorriso. — Também estou muito ansioso para conhecer suas outras obras. A quanto tempo você pinta?

— Desde...— e começa mais um episódio da série "pensando em uma mentira".— Eu não me lembro bem, acho que desde sempre. — a partir de agora eu vou começar a contar numericamente as minhas mentiras. 

[...]

Eu não vou negar, eu esperava que o Seung Hyun tivesse segundas intenções com esse jantar, mas ele ficou a noite inteira falando sobre arte. Se tem uma coisa nesse mundo que eu não entendo é artes plásticas. 

Teve uma hora que ele falou algo sobre Dadaísmo e Cubismo, e eu disse que não conhecia esses artistas. Ele riu, dizendo que eu era muito engraçada. Mas o quê eu disse de tão engraçado? Eu realmente não conhecia aqueles artistas. 

O pior foi quando ele inventou uma brincadeira chamada "Quem fez? " — Um de nós falava o nome de uma obra e o outro tinha que dizer quem pintou.— Ele disse Santa Ceia e eu falei Leonardo DiCaprio ao invés de Leonardo Da Vinci. Foram muitos micos para uma noite só. Tirando esses pequenos detalhes até que a noite foi perfeita. 

— Eu gostei muito dessa noite. — ele disse.— Faz tempo que eu não dava uma boa risada. Podíamos marcar de sair mais vezes, é sempre bom ter mais uma amiga 'pra conversar. — mais uma amiga, eu sou apenas mais uma. Já devia saber. 

Claro. Podíamos sim. 

— Tem certeza que não quer uma carona 'pra casa? 

— Não é necessário, eu não moro muito longe daqui. 

Nos despedimos, ele entrou no carro e foi embora. Talvez essa noite eu sonhe com aquele sorriso. 



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