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História A mentora - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oláaa. Este capítulo será dividido em duas partes porque ele ficou enorme rsrs... prestem atenção porque aqui vocês talvez entendam o motivo de JK ser agressivo... Boa leituraaa

Capítulo 5 - O lado da sombra PT 1


Fanfic / Fanfiction A mentora - Capítulo 5 - O lado da sombra PT 1

                            GEONG-GUK 

 Entro no meu carro seguido por meus amigos. dirijo sem prestar muita atenção a nada, estou nervoso, ansioso e com raiva. Tento me convencer de que todos esses sentimentos são pelo fato de que discuti com minha namorada e de que ela só vai aceitar dormir comigo hoje porque o Taehyung estará com a gente, mas na verdade, pela primeira vez, desde que começamos com isso eu não estou me importando se ela vai sentir medo de mim, não me importo se meu amigo vai tocá-lá e não me importo com o fato de que ele vai proporcionar prazer para minha garota. Estou com raiva, muita raiva porque ela, a brasileira tinha que ser tão alto confiante, porque ela tinha que me enfrentar e por que diabos a droga do perfume dela tinha ficado empregando nas minhas roupas, no meu corpo e na minha cabeça? Haa a única coisa que quero agora é esquecer tudo enquanto toco a pele macia de Sun hee, vê ela se acontecer com a dor que geralmente causo em seu corpo e com o prazer que Taehyung oferece para a mesma.

 — Bom garotos cheguei ao meu destino, vocês vêm comigo? – Namjoon pergunta para Jimin e Yoon-gi que estão no banco de trás com o Tae.

   — Mas é claro, eu não fui convidado pra festinha do Jk.

  — Tudo bem Jimin eu também não fui, só o Tae aqui pode tocar na preciosa Sun hee.

  — Elementar meu caro Yoon, agora desce logo que eu tenho que passar pro banco da frente. – Tae chuta de leve o Yoon-gi fazendo o mesmo descer do carro.

   — E você, – Namjoon aponta o dedo indicador na minha direção – É para relaxar hoje, mas não ultrapasse os limites, nem seus e muito menos os daquela garota que você insiste em chamar de namorada. Toma conta dele Taehyung.

  — Pode deixar comigo, não vou deixar ele fazer nenhuma besteira – Tae põe a mão no meu ombro – Pelo menos nada que eu não faria.

 — Então ferrou Namjoon, tu sabe que fazer besteira é a especialidade do Tae – Jimin diz com o sorriso debochado de sempre.

  — Eu não me chamo Park Jimin.

Taehyung sorri e pela janela do carro soca o braço do menor, dou a partida e dirijo em direção a minha casa.

  — A gente não vai pegar ela primeiro?

  — Não, vou pra casa preciso tomar um banho. Você pega ela okay?

  — Okay, mas você está bem irmão?

 — Sim por que? – Pergunto sem interesse nenhum na resposta.

 — Porque você nunca me deixa ficar sozinho com a Sun hee e agora quer que eu vá buscá-la... – Ele sorri confuso – Sozinho?

 — É cara, sozinho. Você não consegue dirigir e trazer ela até meu quarto? Minha cama? É tão difícil assim pra você irmão? – A última palavra sai com uma dose de ironia que eu não queria.

— Jeong-guk se é tão difícil assim pra você me ver ficando com ela... por que você aceita? Eu não entendo.

    — É você não consegue entender muitas coisas mas a única que precisa saber é que não importa o que fazemos juntos em um quarto, sou eu quem controla a situação porque ela é MINHA namorada e você é MEU amigo. É só isso que tem que entender. – Ele me olha com uma expressão magoada e depois volta os olhos pra estrada, percebo que fui longe de mais. –... Cara desculpa, eu não quis gritar com você, é que eu não... desculpa irmão.

  — Está tudo bem, eu sei. Mas você precisa se acalmar okay? Lembra do que o Nam sempre diz... Você tem o controle.

   — Eu tenho o controle – repito comigo mesmo e respiro fundo – obrigado.

Ele me abraça e dá um soco leve no meu ombro. Assim que chegamos na entrada principal, sem ao menos desligar o carro eu abro a porta e desço, meu amigo assume o volante e dá a partida. Entro em casa e não vejo ninguém então subo as escadas mas ao chegar em frente ao meu quarto ouço a voz da Carla seguida de outra...a brasileira, não entendi nada do que conversavam porque elas falavam em português mas também não estava interessado. Rapidamente me livro das minhas peças de roupas, vou até o sexto e as coloco lá, ligo o chuveiro pego o sabonete e o esfrego com força, na intenção de tirar o cheiro dela de mim, fico uns quarenta minutos em baixo do chuveiro até  que ouço passos no meu quarto, respiro fundo inalando o doce perfume de cereja que minha namorada usava, não me incomodo em pegar uma toalha, saio do banheiro e a vejo sentada na minha cama e o Tae em pé ao lado dela.

   — Você me deve um pedido de desculpas Sun hee.

Ela caminha em minha direção se livrando das roupas, com uma expressão de medo no rosto e nada me deixava mais excitado e feliz.

 — Por isso o Taehyung está aqui? Você está tão puto comigo que ele teve que vir pra você não me machucar?

 — Talvez... – Puxo a mesma pela cintura levantando o seu corpo fazendo ela prender suas pernas em meus quadris – Mas você já deve saber que vou te machucar de qualquer jeito.

Tae vem por trás dela e beija seu pescoço, a mesma arqueia o corpo precionando sua intimidade contra minha ereção já existente, mordo com um pouco de força seus pequenos seios enquanto o outro sela suas costas, ela sai dos meus quadris, caminha devagar para a cama e fica de quatro apoiando o corpo sobre os braços. Com o dedo indicador a mesma chama meu amigo, Tae olha em minha direção e eu afirmo que sim. Ele fica de pé em sua frente e ela começa a masturbá-lo, eu vou por trás e entro nela de uma só vez, com força a fazendo soltar um gemido de dor, com uma mão seguro o cabelo extremamente liso da garota e com a outra aperto seu pescoço. Ela começa um oral em Tae que por sua vez agacha na frente dela, com uma das mãos acaricia o bico dos seios e com a outra estimula o seu clitóris.

Preciono ainda mais a sua garganta, mordo seus ombros e a penetro cada vez mais fundo, mais rápido e mais forte enquanto a ouço gemer de dor e prazer eu me perco e explodo dentro dela, mas só depois de os dois também chegarem ao clímax. 

Nós três ficamos ali, suados e respirando fundo até que Sun hee levanta da cama e vai até s sua bolsa que estava em uma poltrona, ela tira uma embalagem com cocaína e vai até a minha escrivaninha, eu a observo, detesto que ela use essa porcaria. Tae se joga na cama e fica olhando para o teto do quarto.

  — Você disse que tinha parado – levanto de uma vez e vou até a garota que enrolava uma nota para cheirar uma das carreiras já bem divididas na mesa, aperto o pulso da mesma e amasso a nota que estava em uma das mãos, ela me olha com raiva e tenta se afastar.

   — Jk não enche meu saco, não é nada de mais é só pra me distrair.

   — Eu e o Tae não somos distrações suficientes pra você?

   — Você? – Ela olha por cima do ombro onde se vê ainda  sangrando em sua pele branca  a marca dos meus dentes, então volta a me olhar. Eu largo o braço dela e me afasto.

     — Quer saber? Que se foda, faz o que quiser.

Pego uma calça moletom, visto e saio do quarto. Vou até a cozinha pego um copo de leite e kooks, enquanto estou comendo, sentado no  sofá da ante sala, lembro de quando minha mãe fazia leite com chocolate em pó pra eu comer com biscoitos, sinto tanta falta dela. Abraço meus joelhos com força e choro baixinho, fico uns trinta minutos esperando no fundo que minha namorada apareça ali, me abraçe e diga que vai ficar tudo bem, que apesar de tudo ela me ama e nunca vai me deixar, mas ela não vêm, seco as lágrimas e fico encarando o escuro até que vejo alguém descendo as escadas, por um segundo penso que é Sun hee, a silhueta bem feita vai até a cozinha e quando ascende a luz eu a vejo, a brasileira. Ela está com os cabelos soltos, usando uma camisola amarela que se ajusta perfeitamente as suas curvas e me permite ver suas pernas bronzeadas, respiro fundo para sentir o perfume cítrico dela, fico olhando ela preparar um sanduíche e comé-lo. Enquanto ela lava a louça de costas pra mim eu olho para seu corpo até que ela termina, apaga as luzes e começa a subir as escadas, ela percebe minha presença e olha em minha direção e por um momento penso que ela vai ascender a luz e me ver na aquela situação... de olhos vermelhos por estar chorando sozinho no escuro. Mas não, ela simplesmente se vira e continua em frente.

 

 

  

 

 

 

    

 


Notas Finais


Bom espero que gostem... e lembrem-se, não devemos nunca julgar o outro pelas ações do mesmo e sim por seus sentimentos.


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