História A message on paper - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Wendy Marvell
Tags Gale, Gralu, Gruvia, Jerza, Nalu, Stincy
Visualizações 55
Palavras 1.338
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Okay, dirty habits well you


Fanfic / Fanfiction A message on paper - Capítulo 1 - Okay, dirty habits well you

Orfanato Fairy Tail.

O estabelecimento era composto por três enormes prédios, sendo um central para recepções, processos jurídicos e atendimento as pessoas, (secretaria). Os outros dois formam os dormitórios do orfanato, sendo separados por homem/mulher, cada pessoa possuiu o seu próprio quarto para melhor controle da segurança e individualidade.

Homens e mulheres não poderiam se relacionar, por isso os dormitórios separados, o que não era desculpas para os jovens não trapacearem e festejarem, sendo assim poderem no mínimo trocar caricias. 

O orfanato abrigava crianças, adolescentes e jovens. Até completar o ensino médio todos devem estudar a escola ao lado, sendo separados por sexo nas salas, ou melhor, por dois prédios, após isso vivem no local até completar 21 anos e ter total liberdade de suas escolhas.

Infelizmente o local não era um dos melhores do mundo, o local era depressivo, nos quartos os jovens se trancavam em seus banheiros para o uso de drogas, cigarro era apenas o básico para aqueles jovens que passaram por muita coisa, sim, existia um trafico ali dentro.

E essa era vida dos jovens, essa era a minha vida. A vida de Lucy Heartfilia, a loira dos pais desconhecidos.

-Vistoria. Portas abertas. – Uma voz rouca através dos autofalantes soa através dos corredores chegando ate o meu quarto, o ultimo do feminino.

Olho em direção a minha janela, que dês de muito anos era a frente a de um outro estudante, não o conheço, não sei seu nome, mas como não havíamos celular na época sempre trocávamos umas palavras por folhas de papel e o costume permaneceu.

E lá estava meu parceiro depressivo, sempre o via com drogas, fugindo, mas agora estava ali com seu cabelo rosado bagunçado e roupas confortáveis segurando uma placa: “Se eu fosse você eu guardava esse cigarro.” 

Abro um sorriso curto e levo o cigarro a minha boca, o rosado apenas me corresponde balançando a cabeça.

Vou andando em direção a porta largando meu cigarro no lixo ao lado, camuflando em meio aos papeis. Por fim abro a porta e me sento perto a janela vendo o quarto do garoto ser revistado a qual não demora para eu estar na mesma situação que o mesmo, homens e mulheres voluntarias olhando cada gaveta, cada canto, cada lixo, cada qualquer merda que eles pensem onde podemos esconder drogas ou bebidas alcoólicas.

-Terminado, seu quarto está limpo. – Um homem alto diz por fim se afastando do meu quarto, deixando aberto. – Não esqueça que este final de semana não haverá nenhuma atividade extracurricular e vocês estão livres para visitar outra pessoa em seu quarto, do mesmo sexo obviamente.

-Vocês evitam tanto sexo e não pensam que existem homo ou até mesmo bissexuais. – Digo em um tom baixo para não ser escutada, não estava afim de ficar de castigo trancada esse final de semana. Afinal ainda era sexta a noite, e eu e as garotas estávamos pensando em fugir para um local aqui perto.

Me levanto para poder trancar a porta que o homem havia deixada aberta e podendo me sentar na cadeira da escrivaninha, pego um papel e uma caneta e logo escrevo: “Você achou mesmo que eu ia ser pega por um cigarro?”. Mostro ao rosado que estava sentado em sua janela tragando um cigarro. O mesmo se vira a mim e solta uma risada, ao menos é o que aparenta.

Após isso vou a minha cama, pegando um livro em baixo da mesma e podendo me aprofundar em seus mistérios nas folhas, poderia ser uma pessoa jovem de apenas dezessete anos neste mundo, mas eu sempre fui apaixonada por leituras e estudos, afinal gostaria de trabalhar com algo que relacionasse a leitura e escrita, jornalismo ou ate mesmo escritora, mesmo não sendo uma das melhores.

E assim passa a noite, rápida como sempre.

Apesar de todo silencio durante a noite a manha começa com jovens berrando, em ambos prédios, afinal era dia de poder dormir ao quarto ao lado.

Com dores devido ao fato de que havia dormido numa péssima posição me levanto da cama, com olhos inchados de ter chorado com o pequeno livro de ontem, ando em direção ao guarda roupa, escolhendo uma roupa por hora, uma calça jeans e uma blusa simples na cor preta, e uma roupa para a noite, um vestido preto e justo que valorizava o corpo que eu possuía, curvilíneo e seios fartos, não era o mais perfeito, devido tudo o que consumia e a falta de exercícios, mas eu sabia o que eu possuía de belo em mim.

Vou ao banho no banheiro que havia no quarto, podendo me trocar logo em seguida e ir em direção ao dormitório da minha amiga.

-Erza, você sabe que é apenas nove horas da manhã, certo? -Digo a entrar e ver a minha amiga segurando uma garrafa de coca, a qual eu sei muito que o conteúdo ali dentro era apenas álcool, no máximo uma mistura de bebidas.

-Como se eu me importasse para horários, mas relaxa loira, isso é apenas para a tarde enquanto nos arrumamos, agora senta, as outras já vem.

Me sento em sua cama e observo a mesma retirar todas as garrafas da pequena geladeira que possuímos e logo alguns cigarros na gaveta das roupas intimas.

-Como que vamos escapar hoje? 

-Meu amigo, ele falou que vai vazar com os garotos do dormitório, perguntei se dava para vocês irem junto.

-O azulado que você sempre fala?

-Esse mesmo.

-Sabe o meu vizinho?

-O que você acha um gato?

-Esse mesmo, ele achou mesmo que eu fosse ser pega de forma burra.

E o dia foi passando, logo as outras finalmente chegaram ao quarto da ruiva, entre elas a nossa parceira que sempre estava por meio de todos os tráficos de drogas do local, Cana, seu pai trabalha aqui e a mesma nunca possuiu coragem para falar a verdade para o mesmo, que nunca soube da sua existência. A outra era uma de cabelos azulados, Juvia, sofria de alguns problemas psicológicos a qual não sabíamos ao certo e nunca tentamos realmente descobrir e por fim a novata de apenas quinze anos, Wendy, a qual estava entrando no “nosso mundo.” 

Com todas presentes começamos com os preparos, vestindo cada uma a sua roupa já escolhida, todas optaram por roupas com o preto dominante, variando em saias e vestidos.

A maquiagem fora feita pela novata, pelo o que a mesma explicou ela foi adota anos atrás, mas logo abandoaram ela, felizmente a mulher a qual fez isso era dona de um estabelecimento de moda.

Com todas prontas vamos as escondidas até o quarto da azulada Juvia, carregando todas as bebidas, pôs seu dormitório era do primeiro andar, assim era pratico de pular para se encontrar com o amigo da ruiva.

Não foi nada fácil passar por todos os homens que ficavam a cada corredor, cada esquina e cada ponto estratégico, contudo apesar de todos os devaneios chegamos ao ponto de encontro. Era de frente ao enorme portão do orfanato, entre o ponto do metro e um pequeno supermercado. 

Lá estava um pequeno grupo de homens, quatro para ser mais exatos, o azulado a qual a nossa a ruiva já foi aos abraços, um moreno de cabelos curtos, outro de cabelos compridos e cheio de piercings, e por fim um rosado a qual eu conhecia.

-Natsu. – O rosado, vizinho de janela, abre um pequeno sorriso ao me ver e logo pronuncia seu nome, voltando a atenção ao seu copo logo em seguida.

-Lucy. – Digo ao passar ao seu lado e sentar no banco ao lado do ponto do metro junto a azulada maior.

-Erza nunca apresentou os amigos dela, e eu me pergunto como.

Solto uma risada fraca com o seu comentário e pego o cigarro de sua boca e levando até a minha.

-Eu só quero me drogar a ponto de não lembrar o que acontecer.

-Você sempre faz isso.

Devolvo o cigarro a ela, mordendo meu lábio enquanto meu olhar se encontrava aos garotos e minhas amigas, essa noite realmente seria diferente.

 

 


Notas Finais




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