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História A minha garota (Yuri) - Capítulo 13


Escrita por: Safira83

Notas do Autor


✨ Tenha uma boa leitura ✨

Capítulo 13 - Dia a pós dia


Fanfic / Fanfiction A minha garota (Yuri) - Capítulo 13 - Dia a pós dia

Carla off

Safira on

Safira beijou Bruno, algo que jamais passou pela sua cabeça de acontecer, ainda mais depois de tudo que tinha ocorrido. Bruno quase soltou fogos de artifício, era tudo ele queria, mas Safira permanecia como se nada tivesse acontecido, achava que por conta do álcool tinha dado aquele beijo, e então preferiu se manter em cima do muro. Bruno fazia questão de levá-la para sua casa, e de dar seu boa noite, então eles desceram do carro, e conversaram por alguns minutos na frente da porta da casa, quando ouviram um barulho estranho

Você ouviu isso? -Safira diz

Parece que alguma coisa quebrou lá dentro -os dois entraram desesperados pela porta

Marina? -Safira entrou direto para a cozinha e viu Marina gemendo de dor apoiada na bancada, ela tinha derrubado uma jarra de vidro no chão- Marina! O que você tem?

Eu... -ela passa a sua mão na nunca, com uma expressão de dor- to com uma dor muito forte na cabeça

Você já tomou algum remédio?

Já, eu ia tomar outro, mas a dor está muito forte

Então vamos pro hospital rápido -Bruno e Safira ajudam Marina a entrar no carro dele e saem

Uma hora depois 

Assim que deram entrada, Marina foi levada pela enfermeira sem notícias. Bruno e Safira aguardavam ansiosamente sentados na recepção

Eu disse pra ela, que aquelas dores eram estranhas, ela me disse que ia fazer os exames, mas eu não tenho certeza se ela fez. Tenho tanto medo que seja algo grave

Calma Safira, a gente tem que esperar o que o médico vai nos dizer, não podemos nos precipitar

E por falar nisso, que demora é essa? Já era pra alguém tá aqui, nos dizendo alguma coisa!

Você já ligou pro Pedro?

Já tentei, mas só dá caixa postal. Onde que ele tá numa hora dessas? No trabalho é que não tá -Safira pôde ver o médico entrar na sala, os dois logo se levantaram a espera de uma resposta- então doutor, o que o senhor tem a me dizer?

Safira off

Carla on

Carla estava pouco a pouco se distraindo, ela tinha chegado triste, e cansada, mas com o tempo que passou junto com sua prima e seu pai, conseguiu se alegrar. Depois que os convidados haviam se retirado da mansão, eles se encontravam em uma sala, a lareira estava ligada, Carla e Marcela estavam sentadas em um sofá uma ao lado da outra, o seu pai sentado em uma poltrona e levava um copo de uísque na mão, uma conversa agradável e divertida acontecia alí, mas derrepente quando Carla olhou para aporta viu sua mãe se materialisar

A conversa parece boa, posso ouvir do outro lado do corredor -Adelina aparece no arco da porta, ela está com as mãos na cintura com um olhar sério

Claro tia Adelina, relembrar passado com o tio Charles é sempre divertido, imagino que você saiba muito bem 

Não eu não sei disso, não relembro o passado com ele a muito tempo

Não relembra por que eu não quero é claro -seu comentário faz Marcela rir

Você me dá nojo Charles -diz Adelina em tom de deboche

Não é isso que as outras mulheres me falam -rebate

As outras mulheres ganham pra te chupar meu querido

Sempre equivocada não é?- Adelina da de ombros e se retira

Ela não muda nunca? -diz Carla

Só a cara, com tanta plástica daqui a pouco ficará irreconhecível -os três gargalham

Depois da conversa contagiante, as duas primas foram para a casa. Carla já com sua roupa de dormir, sentada em frente a sua penteadeira, tirava seus brincos, e soltava seu cabelo

Ei -Marcela entra no seu quarto

Pensei que já estivesse dormindo -Carla vai para sua cama e se senta

Não. Posso dormir contigo? Tenho saudades de quando fazíamos isso

Claro, vem -Carla a convidou para deitar consigo, elas entraram debaixo dos cobertores, ajeitaram seus travesseiros, e se deitaram uma olhando para outra. Ela se sentiu aconchegada, até que o sono a alcançou

Dias seguinte 

9:00 da manhã

Carla despertou com a claridade e meio adormecida ouviu a voz de Marcela

Bom dia! -abre as cortinas enormes das  janelas, Marcela já estava arrumada e parecia bem energizada- dormiu bem?

Sim... -se espreguiça- que horas são?

Hora de se levantar, vamos tomar um café e se apressar

Se apressar para que?

A mulher de negócios tem que tirar alguns dias de folga, vamos dar um giro em Berlim!-uma vez que Marcela sai e fecha aporta do quarto, Carla se levanta para se arrumar, quando saiu percebeu que Marcela estava sentada na mesa mechendo no celular

Espero que goste do café -Carla se junta a ela

Quero ver papai

Recebi a notícia que ele saiu cedo para resolver pendências, talvez mais tarde

Há claro, tinha me esquecido de que aqui não tenho o controle do tempo

Então lá você manda em tudo não né?

Sim, eu sei de tudo que se passa

Mas agora você está fora da sua área, anda, se alimente, pois iremos caminhar muito hoje

Após devorar seu café da manhã, sua prima a levou para revisitar alguns lugares que há anos Carla nunca mais tinha visto, ela se surpreendeu ao ver que já não era o mesmo, nem os lugares e nem as pessoas. Por insistência de Marcela, elas estavam em uma loja de artigos de luxo, comprando uma série de coisas

O que acha daqui? -Pergunta Carla

Apesar de tudo, eu gosto daqui sabe?

Gosta é? -diz com irônia

Sim, não é ruim. Eu sou desapegada a tudo, você sabe disso. Deixei meus pais no Brasil para vir pra cá a procura de algo novo

E encontrou?

Sim, lindas mulheres apimentadas, e homens com uma pegada inesquecível! -as duas sorriem- mas eu confesso, queria voltar a beijar bocas Brasileiras

Você não muda né Marcela?

Pelo contrário, tô sempre mudando -Marcela passa seus dedos pelo rosto de Carla

Então vamos

Pra onde?

Para o Brasil. Você não está se auto convidando?

Não, você que acaba de me convidar, eu não me insinuei a nada. Quando decide ir?

Eu ainda não sei, mas não se preocupe, não vou te deixar aqui

Vou viajar de jato particular! -ela disse isso bem alto, e as pessoas que também estavam na loja a olharam estranho, mas ela não se importou- Eu não quero mais nada! Brasil, lá vou eu! -Carla gostava do jeito divertido e alegre de Marcela, isso a contagiava. Elas passaram por várias lojas, fofocando e conversando sobre a vida alheia. Carla mantinha seus ouvidos espertos, escutando tudo atentamente, enquanto as duas faziam compras de roupas e objetos que provavelmente não usariam tão cedo

Horas mais tarde 

Fazer compras e subir e descer de carro com Marcela cansava, parecia que ela poderia continuar por mais algumas horas andando por ali sem fazer esforço. Elas pararam em uma cafeteria próxima e sentaram para descansar, o garçom gentilmente se aproximou e anotou vossos pedidos

Você nunca pensou em se casar Marcela?

Casar? Olha prima, sinceramente, não. Todo mundo vive me dizendo que eu vou morrer sozinha, que depois eu vou me arrepender mas olha, é tão bom isso aqui! Você sente? Olha isso, é a voz da liberdade -sorri satisfeita

Você é um ícone

Claro que sou!

Não sei como aguenta conviver com aquelas pessoas ainda

Não é nenhum favor, é divertido tirar o juíza da sua mãe, e ver o tio Charles tirando onda com ela

Eu não entendo isso do meu pai querer manter sempre a família unida, mesmo que a guerra aconteça dentro da casa. Isso tudo pra mim é muito tóxico 

Isso é verdade, vocês são muito parecidos, mas nesse ponto são  completamente diferentes. Mas acho que é mais pelo patrimônio, o tio Charles é um homem muito importante, manter todos unidos é o melhor que ele faz 

Eu prefiro ficar longe dessa família, se é que eu posso chamar aquilo de família né? 

Família é família, é assim mesmo a gente tem que aturar -o mesmo garçom que havia anotado seus pedidos se aproxima, e as servem, Marcela olha maliciosamente para ele 

Há algo errado senhora? -ele pergunta 

Há algo sim 

O que senhora? 

Quero trocar meu pedido, posso trocar por você? -ele se constrange, e suas bochechas coram 

Com licença senhora -ele sorri tímido e sai 

Uma beldade -ele sorri passando a ponta de sua língua pelos seus dentes superiores, e seus olhos ainda se direcionavam para o garçom

Você não exite! -diz Carla sorrindo 

Carla só imaginava o estrago que Marcela iria fazer quando chegassem no Brasil, era mais uma diversão para as duas, apesar de Carla ser mais fechada, ela se sentia bem ao lado dela 






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