História A Minha Madrasta - Jeon Jungkook (BTS) - Capítulo 41


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Girls' Generation, Red Velvet, Super Junior, TWICE
Personagens Cho Kyuhyun, G-Dragon, Irene, Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mina, Park Jimin (Jimin), Xiumin, Yuri
Tags Bts, Exo, Hoseok, Imagine Jungkook, Jin, Jungkook, Kook, Seokjin, Suga, Tae, Taehyung, Xiumin
Visualizações 333
Palavras 1.774
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⚠Aviso rápido⚠

>Quero avisar á vocês que estamos em contagem regressiva, só restam apenas 10 capítulos daqui pra frente para a A Minha Madrasta está finalizada.

Boa leitura!

Capítulo 41 - Chapter Forty One


Fanfic / Fanfiction A Minha Madrasta - Jeon Jungkook (BTS) - Capítulo 41 - Chapter Forty One

{Rabech}

Sabe aqueles sonhos estranhos e ruins que quando você acorda não se lembra como foi mas sabe com quem foi!? Pois é, passei a noite sonhando com Jiyong.

Aigo, eu não sei quando ele será solto e nem sei o que fazer quando ele for solto. Afinal, ele cumpriu sua pena. Só peço á Deus que ele tenha se arrependido do que fez e siga a vida dele, coisa que eu acho difícil.

— Já acordou, meu amor?! -Meu namorado falou rouco ainda sonolento envolvendo minha cintura com seu braço.

— Uh, nós vamos visitar seu pai, lembra? -Ele assentiu manhoso com seu olhinho fechados.

— Amor! -Me chamou baixinho me puxando para ficarmos mais juntinhos. — Ainda nem acredito que estamos juntos de verdade. E principalmente acordar pela manhã ao seu lado sem medo de sermos pegos. -Sorri.

Era a primeira vez que dormimos juntos sem preocupação, sem culpa. E isso me deixa muito feliz, há anos que sonhávamos por um momento desse.

— Está quase perfeito. -Abriu seus olhinhos e me olhou doce. — Tudo ficará perfeito quando se divorciar do meu pai.

— Eu irei. Mas não agora, tenho que esperar o julgamento do seu pai ai Yoongi irá me ajudar no divórcio.

— Entendo. O que importa é estarmos juntos. -Sorriu.

— Sim. -Selei rapidamente nossos lábios. Fiquei com vergonha nós ainda não tínhamos escova os dentes.

Levantei rapidamente e me dirigi ao banheiro. Me desfiz do meu pijama e entrei no box. Liguei o chuveiro e deixei água cair sobre meu corpo. Lavei meu cabelo e saboeei todo meu corpo.

— Amor! -Kookie falou atrás da porta dando duas batidinha na mesma. — Me deixa tomar banho com você? -Abriu a porta colocou somente a cabeça pra dentro. Assenti, o chamei com a mão.

Jungkook se despiu no lado de fora da box e logo entrou. Eu lhe puxei pra debaixo do chuveiro fazendo o mesmo se molhar. Continuamos nosso banho com algumas mãos bobas e só.

Depois do banho nos arrumamos pra sair, mas antes preparei o café e algo pra comer.

— Jungkook e eu vamos visitar seu pai, não quer vim? -Falei lhe servindo café.

— Eu já perdoei appa. Acho que não tenho nada pra falar. -Respondeu.

— Tudo bem. -Dei de ombro e tomamos o café da banho tranquilamente. — Uh, eu queria o número do Jimin.

— Quando o seu celular estava comigo eu coloquei o número dele nos seu contatos.

— Pra quê quer o número do Jimin? -Jungkook falou rapidamente enciumado.

— Pra agradecer pelo que ele fez. -Respondi. Dei de ombros pro seu ciúme. — -Já acabou Jungkook? Ainda pretendo ir pro hospital hoje mesmo.

— Ah, então também vou pro hospital e espero vocês lá pra tentarmos resolver a situação daquele hospital. -Tae aviou. Assenti.

— Ok, vamos? -Jungkook falou ficando de pé. Assenti pegando minha bolso e me despedindo de Taehyung. Caminhamos em direção do meu prédio residencial. Destravei meu caro que o fez fazer uma suadinha. — Me deixa dirigir?! -Estendeu a mão pedindo a chave. — Na verdade eu queria ir no meu, mas deixei pro Taehyung pra ele ir pro hospital. -Lhe entreguei as chaves e sentei no banco do passageiro.

Jungkook sentou no banco do motorista e logo deu partida. Ao chegar na delegacia tivemos que esperar uns minutos para os guardas trazer Xiumin.

Depois de alguns minutos a porta foi aberta revelando Xiumin com uma roupa de preso e com as mãos algemadas. Ao nos vê ele ficou pálido.

Os guarda saíram da sala e nos deixaram à sós. Xiumin sentou na nossa frente e encarou Jungkook e eu como se já estivesse deduzindo que estamos juntos.

— Está melhor? -O mais velho me olhou se referindo às agressões que eu sofri do mesmo. Assenti sem dar uma palavra. — Bom... -Respirou fundo. — Eu queria pedir desculpas á vocês. Não foi fácil pra mim saber que minha esposa estava me traindo com meu filho.

— Eu sei o que nós fizemos não foi nada certo, mas também não precisa ser desse jeito. -Jungkook se pronunciou rapidamente. — Armou pra que eu fosse preso e sequestrou Rabech, abusou e agrediu! -Deu um breve suspiro. Você nos ensinou a conversa e tentar resolver a situação de um modo civilizado.

— Perdi a cabeça! -Seu pai falou alterado e impaciente. — Jungkook! Você é meu filho... -Deu uma leve pausa. — E me traiu. Eu sempre achei que você era o mais parecido comigo, o modo de pensar e tal. Isso me dói. Eu sei que causei dor em vocês, mas a dor que vocês causaram em mim foi pior.

— Se todos os maridos resolveram se vingar de uma traição nesse mundo não haveria mais casamento algum. Aconteceu appa! Foi errado? Foi, mas aconteceu, só resta aceitar.

— É fácil falar assim, não é Jungkook! Estão juntos, não é?! Já pensou daqui pra frente? Quando ela te trair, saberá o que eu senti. -Xiumin falou.

— Hey!-Lhe chamei atenção firmemente. — Eu não aceito que fale assim de mim, principalmente depois de tudo que me fez!

— Tudo que eu fiz por amor. -Falou triste me olhando nos olhos. — Eu ainda te amo. -Estendeu seu braço pegando na minha mão.

— Eu já te amei, mas acabou. Te peço que aceite e siga sua vida. -Segurei sua mão. — Não devemos guardar as memórias ruins das pessoas e sim as lembranças boas. Já fomos muito felizes juntos e devemos seguir com a nossa felicidade. Um dia será solto e encontrará uma mulher que te ame na mesma intensidade.

—  É... Meio difícil.

— Xiumin, na hora da raiva falei coisas de um modo que não deveria ter falado.

— Ah sim, está falando do dia na nossa despedida de solteiro, você estava comemorando com meu filho. -Falou irônico puxei sua mão me fazendo solta-la. Jungkook arregalou os olhos surpreso por que ter revelado isso. — Se não me amava por que se casou comigo?

— Eu o amava sim, mas também estava sentindo algo por Jungkook e eu não sabia entender o que era. E se fosse algo momentâneo eu não poderia arruinar meses de planejamento do casamento. Então me casei e só depois com o tempo percebi que eu o amo.

— Aí passou 4 anos me enganado! Me fazendo de trouxa debaixo do meu próprio teto.

— O que queria que eu fizesse? Chegasse pra você é falar "Quero o divórcio por quê estou apaixonada por seu filho."? Eu tive medo, Xiumin. Mais cedo ou mais tarde você ia descobrir e sua reação ia ser a mesma, ou não?! -O questionei. Xiumin respirou fundo e assentiu. — De um modo ou de outro todos nós iríamos nos machucar.

— Mas o que conta agora é o presente. -Jungkook falou. —  Estamos juntos, appa. Não encare mais como se eu tivesse roubado sua esposa. A gente se ama e eu ainda te amo, ainda espero que seja muito feliz, appa.

— Também te amo, filho. -Falou baixinho que mal o escutamos. — Peço desculpa mais uma vez.

— Você nos perdoa? -Xiumin me olhou e assentiu de leve. — Os meninos estão morando comigo no meu antigo apartamento. Sua casa está do jeitinho que estava só esperando por você voltar. Os meninos irão cuidar do hospital, mas a sua parte sempre estará guardada. E o divórcio virá após do seu julgamento, e não se preocupe. Não pedirei nada no divórcio, deixarei seus bens do jeito que estão.

— O hospital é seu também, peço que trabalhe nele e ajude os meninos no que eles precisarem na administração. -Xiumin falou.

— Obrigada. Agora... Temos que ir. -Falei.

— Tchau appa. -Jungkook falou baixo enquanto se levantava da cadeira. Aproximou-se de seu pai que também havia se levantado.

— Tchau filho. -Abriu levemente os braços com receio na espera de uma abraço. Jungkook hesitou por um momento mas logo sorriu e abraçou seu pai.

(...)

Chegamos ao hospital nos deparamos com os funcionários na sala de espera juntamente com Taehyung. Ao me ver correu em minha direção um tanto quanto preocupado.

— Noona, os funcionários não querem mais trabalhar pois Irene acaba "demitir” todos.

— Como é que é?! -Indaguei indignada. Andei pra mais próximo dos funcionários os fazendo exaltarem.

 

— Até que enfim alguém apareceu! -Uma enfermeiro falou irritada. — Será que dar pra nos explicar que palhaçada é essa? Irene nos demitiu sem nos pagar os nossos salários atrasados.

— Alguém resolve isso, se não irei colocar o hospital na justiça! -Outro funcionário falou.

— Nenhum de vocês estão demitidos. -Falei alto em bom som. — Irene não manda em 'porra nenhuma aqui. -Joguei minha bolsa em qualquer canto e respirei fundo pensativo. — Quero todos trabalhando normalmente fazendo os horários exigidos do hospital, como sempre foi! Jungkook e Taehyung irão resolver e acertar o salário de vocês. -Meio incertos os funcionários assentiram. Mas quando todos estavam voltando ao seus serviços Irene aparece chamando atenção de todos.

— Você não manda aqui! Xiumin me deixou no comando. -Irene aproximou-se de mim.

— Irene... -Respirei fundo buscando paciência pra não partir na cara dela. — Você poderia me dizer se alguma vez já teve experiência no ramo administrativo? -Negou levemente. — Nos conte se tem alguma formação administrativa? -Negou mais uma vez irritada revirando os olhos. — Mas ao menos tem um documento que prove essa transferência de controle de Xiumin pra você?!

— Não, não tenho. -Respondeu. — Mas ele me deixou no comando por quê não iria deixar a esposa traidora no comando. -Escutei alguns comentários dos funcionários. Dei de ombros e ri de canto.

— Sabe qual é o seu problema?! É que você se mete onde não foi chamada. Minha vida não te interessa e nunca te interessou. E é por ser intrometida que eu poderia te 'tascar um processo bem bom em cima de você, pra você aprender a não se meter na vida de mais ninguém.

— Processo? -Riu debochada. — Que processo?

— Falso testemunho! Acusou uma pessoa inocente de um crime que não cometeu. Quer mais? Eu posso te tirar o restinho de dinheiro que você tem. -Vi arregalar os olhos, seus lábios começaram a tremer. Tentava falar algo mas não saía. — Sabe o que isso significa, Irene? -Levantei a mão e lhe mostrei a minha aliança.

— Ca-casada? -Gaguejou.

— Eu não escutei. Você pode repetir mais alto?!

— Casada! -Falou mais alto.

— Isso mesmo. -Falei. — Querendo ou não, eu ainda sou A Senhora Kim MinSeok. Esse hospital é meu, e você não manda em porra nenhuma aqui! -Ouvi alguns funcionários aplaudirem. — Irene, me escute bem! Eu não sei quantos anos de vida eu tenho, só Deus sabe. Mas enquanto eu viver nessa terra, eu não quero nunca mais vê sua cara novamente, entendeu?

— Ca-calma... Eu irei sair da cidade. Não faça nada comigo, não me processe, eu nem tenho muito pra você tirar. -Falou nervosa.

— SAI! -Gritei fazendo a mesma se assustar e sair correndo em direção à saída do hospital.


Notas Finais


Rabech rasgou com Irene, kkkk eu adorei e vocês?
Espero que tenham gostado do capítulo de você.

Me sigam para mais atualizações @Bechinha

Meus Imagines: https://www.spiritfanfiction.com/listas/meu-imagines3-3712376

Meus Oneshort: https://www.spiritfanfiction.com/listas/minhas-oneshort3-3489188

Tchau!


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