História A Monster - Capítulo 11


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Visualizações 168
Palavras 521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Slender convencido; Eyeless, O Irresistível e Soul empregada


Fanfic / Fanfiction A Monster - Capítulo 11 - Slender convencido; Eyeless, O Irresistível e Soul empregada

Soul POV

Conversamos por um tempo, até começar a chover. Nós fomos para a sala, já que não tinha nada mais pra fazer.

Jeff e Eyeless ocuparam todo o espaço do sofá, o resto sentou nas poltronas e no chão, e como não tinha outro lugar pra ir, deitei com a cabeça no colo de Eyeless e da cintura pra baixo em Jeff.

Jeff - folgada.

Soul - é inveja que se chama? - ele revirou os olhos.

Masky - se comam logo.

Lhe mandei o dedo do meio, eTod saiu do colo de Eyeless, e deitou na minha cara.

Jeff - achamos um jeito de te deixar bonita, Soul!

Soul - daqui a pouco eu acho um jeito de calar a sua boca - tentei dar um chute, mas como tinha uma raposa na minha cara, acho que errei.

Jeff - vai ter que fazer melhor que isso, Soru.

Slender - Soul?

Soul - oe!

Slender - não esqueça que tem aula amanhã! E eu não vi você treinando aqueles poderes.

Soul - é que ta chovendo, como quer que eu treine fogo com chuva?

Slender - seu inimigo pode facilmente tentar lutar com você na chuva, o que vai fazer?

Soul - er... tem razão.

Slender - claro que tenho - convencido. - vou deixar passar dessa vez, já que quase morreu carbonizada ontem.

Soul - antes de você ir, tenho uma pergunta: qual meu real sobrenome?

Slender - não sei. Seu livro de feitiços era da sua mãe, deve estar lá - e escutei ele saindo.

Toby - por que você tinha o sobrenome japonês difícil?

Soul - Nakatsukasa? Não é difícil. A família que me adotou, os filhas da puta, tinham descendência japonesa.

Toby - mas por que continua falando "Soru"?

Soul - peguei a mania. Eu sempre falei desse jeito, mas sei lá.

Tod começou a se remexer na minha cara, e voltou para o colo de Eyeless.

Soul - por que ele gosta tanto de você?

Eyeless - eu sou irresistível, baby.

Revirei os olhos, e escutei minha barriga roncar.

Soul - hey, tem algum mercadinho aqui perto?

Masky - pretende sair agora? De dia?

Soul - hm, sim?.. nada da minha aparência mudou, eu continuo com essa carinha de bebê inocente.

Todos os meninos falaram um "arrã" irônico.

Soul - é o seguinte: eu ainda sou considerada uma pessoa normal.

Jeff - sem um olho.

Soul - eu ainda tenho meu olho! Eu só não o deixo a vista! Ele é antissocial, oras.

Levantei do sofá, fui pro quarto, peguei um pouco de dinheiro do meu cofre e voltei pra sala.

Soul - alguém quer alguma coisa? Faço uma vaquinha e compro!

Ben, Toby, Jeff e Masky levantaram, me deram umas notas e me expulsaram da casa.

Reconhecendo o caminho, estava na rua. Quanto tempo que não volto aqui, socorro.

Fui em um mercado, comprei uma carne de coelho (pra raposa, óbvio), e comprei umas porcarias aí. Voltei saltitando pra mansão, guardei as compras, dei uns pedaços de carne pro Tod e sentei no chão, ao lado de Hoodie.

Eles estavam assistindo Goosebumps, um filme meio ruim, mas legal ao mesmo tempo, sei lá.

Como estava no começo, fiz pipoca de micro-ondas e voltei pra sala. Preciso mencionar que os meninos roubaram mais da metade?

É triste a vida de empregada.


Notas Finais


O cap foi meio descontraído porque senti dó da nossa pequena "Soru".


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