História A morte - Capítulo 3


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Categorias Lendas Urbanas
Tags Anjos, Assassinato, Drama, Guerra, Lutas, Original, Poderes, Revelaçoes, Romance, Suspense, Yuri
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Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 3 - O destino


Fanfic / Fanfiction A morte - Capítulo 3 - O destino

Podia sentir o cheiro doce das flores chegarem até mim, minhas mãos tocavam as flores em volta. Eu estava morta, eu sabia, mas eu nunca havia me sentido tão viva como naquele momento, lágrimas caiam em meu rosto, lágrimas de felicidade genuína eu finalmente estava livre, livre pra partir.
         Me  deixei deitar sobre as flores e relembrar tudo o que havia vivido em um tempo não muito distante.
        Eu era uma criança a felicidade transbordava de mim, ser criança não é a perfeita definição de felicidade ? Talvez seja, talvez não, mas quando se caí  na maldição do tempo e tudo passa diante os seus olhos e você se vê  introduzido nessa competição voraz que nos convenhamos chamar de vida, deixamos nossos  brinquedos de lado em busca de novas aventuras e o que nos  deparamos  é apenas solidão, sofrimento e dor.
        Mesmo com tudo que eu havia vivido até ali eu podia sentir a minha vida cair no esquecimento, eu era apenas mais um corpo morto em uma cama de hospital e logo seria esquecida e não sabia o que aconteceria  comigo, talvez eu ficaria a mercê  do meu novo destino, mas qual?  O que o destino reservaria para uma garota morta ?

- Amélia -

    Era mais um ciclo, mais uma morte, mais um número na estática nojenta  dos humanos. Coloquei ela sobre meus ombros de maneira delicada,  sua respiração leve e seu peito mexendo devagar, nunca entendia o propósito da vida humana, se nasce para morrer, se morre pra nascer de novo, caixões são enterrados a todo momento sem parar a cada segundo, mas eles continuam a amar a vida como seu maior e mais precioso  bem que lhe foi dado, inútil não?  Mas sem dúvidas curioso.
       Pensei novamente no Paraíso, era lá que eu tinha que leva-la, mais uma alma celestial,  mas alguém para usar aquelas asas enormes e sair por aí a exibindo por aí como seu maior tesouro. Já nos mortes temos que pegar pelos pecados de nossos antepassados, quando somos escolhidos temos as asas arrancadas, como um lembrete da fraqueza e fracasso de nossa antepassada no qual os demais não foram capazes de perdoar e preferem sacrificar asas do que  deixar isso pra lá, mas no fundo pouco me importa porque de maneira ou outra isso me deixaria igual  aqueles seres que egocêntricos que ironicamente são denominados anjos.
        Entro no portal que se materializa  em minha frente, que me leva ao Paraíso, anjos voando descontroladamente  pra todos os lados, continuo a caminhar divagar pelo lugar caótico, só deixá-la em algum lugar e tiraria o dia de descanso e me isolaria em um canto qualquer, já chega de drama família por hoje

- Preciso que leve ela para o setor de reencarnação, você  sabe que não é  aqui Amélia - pude ver os olhos frios da Anja a minha frente,  sempre cruzo com ela quando trago os especiais pra cá 

- Essa é especial-  coloco o corpo adormecido no chão - tem que classifica-la e treina, essas coisas que vocês anjos fazem
          A pequena anja se abaixou em cima do corpo adormecido, Emily tinha ouvido seus familiares gritando pelo nome dela, os murmúros da Anna poderiam ser ouvidos de onde estava, era assim que funcionava, ela há fazia chorar e de acordo com a cor de sua lágrimas a classificação vem

 - P-preciso que chame um superior senhora - As mãos da Anja estavam visivelmente trêmulas, e visivelmente em choque não demorei muito pra perceber o alguém desse fato, as lágrimas da adormecida escorriam completamente vermelhas

- Sangue  - A única coisa que poderia sair de meus lábios, quando sentia a cicatriz de minhas asas queimarem dolorosamente, estava acontecendo de novo, o ciclo estava se repetindo.



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