História A Mulher do Imperador (Imagine Namjoon - BTS) - Capítulo 3


Escrita por: e GabiKook

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Gabikook, Harem, Ikimjunhee, Imagine Namjoon, Imperatriz, Xkjunheex
Visualizações 108
Palavras 1.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 02: Capítulo.


Fanfic / Fanfiction A Mulher do Imperador (Imagine Namjoon - BTS) - Capítulo 3 - 02: Capítulo.

– Como estão os novos prisioneiros, General? – questionou o Imperador, analisando a uva que pretendia colocar na boca.

– Já estão trabalhando, Majestade. – Jung respondeu de cabeça baixa.

– E as terras adquiridas? – perguntou agora se dirigindo ao Wang. 

– Temos um bom número de soldados tomando conta e organizando! 

Assim que o conselheiro terminou de falar, um soldado entrou a sala do trono indo diretamente ao general atraindo a atenção de todos, inclusive do Monarca que observava tudo em silêncio. Todos se atentaram quando o soldado se retirou.

– Majestade, a Médica Imperial acabou de chegar ao Palácio! – informou Jung.

– Chame a Consorte Gu e os príncipes para se apresentarem à médica. – Namjoon ordenou logo sendo obedecido.

Não demorou muito para todos estarem presentes como o Kim havia mandado. 

– Majestade, Consorte Gu, Altezas.. esta é Jung Ana Gabriela, Médica Imperial. – apresentou o general. 

A mulher sorriu gentilmente se curvando diante o Imperador.

– É um prazer conhecê-lo, espero atender com excelência seus pedidos, Majestade. – a Jung falou escondendo um sorriso. O Soberano a analisou por alguns minutos assentindo logo depois. 

– Hm, pois bem, estão todos liberados, pode acompanhá-la até os aposentos Wang. – acenou para que se retirassem.

Jackson acompanhou a Jung que antes de sair não hesitou em lançar um olhar para o Príncipe Herdeiro, Hyung Sik. Ela porém recebeu um olhar à mais, do Príncipe Jeongguk.



[....]



Enquanto andavam para o local de treinamento, JunHee percebe que seu filho mais velho se encontrava inquieto. A mais velha o observou analisando suas expressões, soltou uma risada atraindo a atenção do moreno. 

– Qual seria o motivo dos seus risos, omma? – Jeongguk perguntou com sua sobrancelha arqueada.

– Está desatento e isso é raro, por que estás assim? 

– Omma. – Jeongguk parou de andar assustando sua progenitora. – Quero me casar com a Jung Ana Gabriela! Não Acho que Hyungsik seja o homem ideal para ela.

– A médica? – ele assentiu com certeza. JunHee o olhou pensativa. – Vou pensar! – falou vendo os olhos de seu filho brilharem com emoção. 

A Consorte desviou o olhar de seu filho para algo atrás do mesmo. A nova concubina do Imperador andava pelo Palácio, cabisbaixa. Sorriu se despedindo do seu filho antes de se aproximar da mulher ainda desconhecida por si. 

– Olá! – parou em sua frente a assustando. – Me desculpe pelo susto, não era a minha intenção. – sorriu meiga não sendo retribuída pela mulher. – Tudo bem, não deve estar se sentindo bem não é? Qual é o seu nome?

– S/N. – murmurou abaixando a cabeça apenas para não olhá-la nos olhos.

– S/N, sou Gu JunHee, mas pode me chamar apenas de Jun. – sorriu mais uma vez esperando alguma reação da mulher à sua frente, que agiu da mesma forma anteriormente. 

S/N não respondia por um motivo: ela estava desconfiada da Consorte Gu. Não confiava, ela decidiu não confiar em ninguém daquele palácio. JunHee ia falar alguma quando um grito a impediu.

– Omma! –  JunHee escutou o grito do seu mais novo, o Príncipe Taehyung. 

Ela se desesperou porque sabia que aquele grito não era o que estava acostumada a ouvir. A Consorte correu em direção à gritaria sendo seguida por S/N e Jeongguk, chegando lá quase desmaiou ao ver uma concubina do Imperador fazendo seu pequeno de refém, ela conhecia a história daquela mulher, sabia que JiYeon odiava a Família Imperial e apenas esperava a oportunidade certa para se livrar da mesma, só nunca imaginou que poderia colocar a vida de seu filho em risco.

– Solte meu filho! – Junhee mandou mas a mulher não o soltava, o pequeno príncipe chorava chamando pela mãe enquanto a faca era pressionada contra seu pescoço. A Gu viu Hoseok se aproximar por trás e acenar com a cabeça para si, que negou levemente com a cabeça, movimento esse que não passou despercebido por S/N. 

Em um movimento rápido o General Jung puxou a concubina pelo braço, liberando o Príncipe. No mesmo movimento, a puxou para si enfiando sua espada em sua barriga.

– Omma! – Taehyung chorava abraçado à JunHee, esta que chorava olhando a mulher morta no chão. 

– Você está bem, Alteza? – Jung passou por cima do corpo sem vida no chão se aproximando dos dois. A Consorte apenas assentiu em gratidão ainda chorando vendo que seu pequeno apenas com um pequeno ferimento no pescoço, antes de fechar os olhos da falecida com dor no olhar, pobre JiYeon. Só assim o General notou a presença de S/N que havia presenciado tudo e estava impressionada com a sensibilização pela morte da concubina. 

– General! – Jackson chegou ao local junto com outros soldados, se assustando pela concubina morta.

– Levem o corpo! – General Jung falou frio, voltando sua atenção para Wang.

– A concubina do Rei, que estava gestante de seis meses, perdeu o bebê! — Jackson falou fazendo Jeongguk que segurava um Taehyung choroso nos braços esgasgasse surpreso vendo a mãe fazer a mesma coisa.

— O quê você disse? – a voz rouca do soberano soou fazendo com que todos paralisassem em seus lugares. — Melhor, o quê aconteceu aqui? Taehyung, você está machucado?

— Majestade. — todos o saúdam tensos. Principalmente S/N, que se sentia desolada ao ver uma morte tão de perto, de uma mulher igual à si. 

— A Concubina JiYeon fez o meu irmão de refém. — Jeongguk respondeu tentando acalmar o mais novo que chorava agarrado ao seu pescoço. — O General Jung o salvou.

— E a Lalisa, Majestade. — Jackson engoliu em seco sentindo o olhar pesado sobre si. — Ela perdeu o bebê.

— Joguem o corpo no Rio e não quero ver nada que pertença à Manoban no Palácio de Lee. — o tom de Namjoon era ríspido sem pingo algum de empatia. — Prepare-se, S/N. Porque você me acalmará esta noite.

— Majestade- — JunHee tentou intervir, finalmente se levantando do chão ao ver o estado de choque em que a nova concubina se encontrava, porém o Kim a calou com o olhar.

— Hyungsik, compareça as próximas reuniões de hoje, é o seu dever como príncipe herdeiro. — Namjoon continuou a ordenar vendo o citado anuir com a cabeça o cumprimentando antes de sair do local acompanhado por sua comitiva. — Meu amor. — seu tom se tornou carinhoso ao que acariciava o rosto da Consorte. — Fique com os nossos meninos, sim? General, aumente a segurança e faça com que Ana Gabriela examine minha mulher. E leve Lalisa para o quarto.

— Sim, Majestade. — Hoseok bateu o punho direito no peito se curvando para então conduzir a Consorte Gu e seus filhos para seus aposentos no Palácio, deixando-os sozinhos.

— Venha comigo. – ordenou começando a puxá-la pelo braço. 

Assim que chegaram ao mesmo quarto onde o Kim tirara a virgindade da concubina, o Soberano rasgou suas vestes a deixando apenas com a camisola e a lançou num sofá fazendo com que a mesma ficasse empinada para si.

— O que você vai fazer? — S/N perguntou sentindo Namjoon levantar sua camisola, colando sua pélvis às nádegas passeando seu abdômen com suas mãos enquanto lambia as costas da mulher. 

— Vou aproveitar o que é meu... Preciso me acalmar e não ser bruto com minha mulher. — Namjoon falou enquanto brincava com seus mamilos, a fazendo ficar ofegante ao sentir sua respiração contra sua espinha. — Sabe... Eu sempre tive gostos excêntricos... — falou descendo suas mãos ao elástico de sua calcinha a fazendo engolir seco. — E agora tenho alguém pra testar!  — falou abaixando sua calcinha até seus joelhos, alisando as coxas subindo para suas nádegas onde ele deixou um aperto forte. - E farei isso agora! 


S/N o sentiu separar suas nádegas e sentiu sua respiração em uma das bandas, onde ele lambeu em círculos antes de chupar a área. Ela se sentia novamente exposta e minhas lágrimas caírem. 


Até quando sofreria esses abusos? 


Onde depois cravou seus dentes segurando a mesma banda com força e separava a outra circulando seus lábios com o indicador, S/N soltou um grito alto e lágrimas grossas deixavam seu rosto.


Ela seria apenas isso pra ele? 


Uma qualquer para o satisfazer? 


— Rrrr — grunhiu afundando seus dentes em sua carne e a penetrando com o quatro dedos sem preparo algum, a fazendo gritar de dor novamente. — Ah, você é maravilhosa! — falou depois de lamber o local mordido continuando a estocar violentamente, com sua mão toda dentro de S/N, enquanto a outra a puxava pela cintura dando mais profundidade a penetração. 


— Por favor... — sussurrou suplicando. — Para... — pediu quando o mesmo a virou pra si, ela não tinha forças para continuar ajoelhada, então seus braços enlaçados a sua cintura a sustentando, nesse mesmo tempo, uma mulher vestida apenas de camisola adentrou o local.

O semblante abatido, olhos vermelhos e não demorou muito para que S/N percebesse que fora ela quem perdera o bebê. 

— Fique tranquila, Lisa, hoje você não fará o trabalho pesado. — Namjoon disse em tom debochado tirando suas próprias vestimentas sentando-se na cama. — Venham as duas.

As duas concubinas tiraram suas roupas e se sentaram uma em cada coxa do Imperador, que levou suas mãos até os seios de Lalisa os apertando e sorrindo satisfeito ao ver o leite sair. Com uma das mãos, segurou a nuca de S/N a obrigando a tomar do leite da desconhecida, que se mantinha paralisada em seu lugar, enquanto sua outra mão envolvia seu membro, subindo e descendo pelo mesmo. Quando o leite passou a escorrer pelo queixo de S/N, Namjoon a afastou deitando-se nas coxas de Lalisa.

— Sente-se em mim, S/N. — mandou vendo S/N trincar o maxilar antes de obedecê-lo.











(...)











— Esse é o culpado pela confusão na plantação? — Hyungsik perguntou em desdém. 

— Ele se diz pai de S/N, vossa Alteza. — o guarda respondeu.

— A nova concubina? — o Herdeiro voltou a perguntar vendo o guarda anuir. — Matem-no.





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