História A Mulher do Meu Inimigo - Capítulo 18


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Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Justin Bieber, Kylie Jenner
Tags Ação, Drama, Hentai, Romance
Visualizações 48
Palavras 1.991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Romance and mystery


Fanfic / Fanfiction A Mulher do Meu Inimigo - Capítulo 18 - Romance and mystery

- Srta. Jenner? 

- Quem fala? 

- Policial Andrew Harris.

- Ah, Olá, senhor. 

- Peço desculpas por esta ligação inesperada, mas preciso conversar com você. Tudo bem se nos encontrarmos daqui a pouco no Cecil's Dinner? 

- Sim. Claro. É sobre o que? 

- Sobre o acidente de seu pai. 

Uma onda de arrepio percorreu pelo meu corpo e memórias me veio na mente. 

- Okay. Estarei lá.

Assim que desliguei o telefone, fui até meu quarto me trocar. Por que ele iria querer falar disso agora? Já fazem 11 meses. Decidi não questionar por enquanto. 

- Onde você vai? - Cam me olhou quando me viu arrumada. 

- Eu que pergunto. - arqueio as sobrancelhas. 

- Eu vou resolver umas coisas - ele passou perfume. 

- Resolver...umas "coisas"? - parei e o olhei séria. 

- O que? 

- Se eu descobrir é pior, você sabe, não é?  

Ele riu.

- Não brinca comigo não, Cameron. - saí do quarto. 

- Pode deixar, gatinha. 

- E não me chama de gatinha - falei enquanto descia as escadas - Cretino - resmunguei. 

- Disse alguma coisa, querida? 

Revirei os olhos. 


Ao entrar, vi o policial Andrew numa das mesas, não estava com uniforme. Deduzi então que até poderia ser uma conversa informal. 

- Sr. Harris? - me aproximei e sorri. 

- Srta. Jenner. Sente - se, por favor. Quer pedir algo? 

- Não, estou bem assim, obrigada. 

- Certo. - ele olhou ao redor. 

- Está tudo bem? 

- Na verdade, srta. Jenner...

- Me chame de Ky - o interrompi.

- Sim, sim.Ky, Eu não sei se é coisa da minha cabeça ou se isso realmente pode ser um fato. - ele se apoiou na mesa se aproximando de mim. - Mas talvez, eu consiga descobrir quem foi o assassino do seu pai. 

- Como? Sr.Harris, a polícia disse que ele foi atacado por dois homens não identificados, não houve rastros deles, as testemunhas não conseguiram descrever o rosto de nenhum deles. Tem centenas desses psicopatas por aí. É como uma agulha no palheiro.

- Eu verifiquei as câmeras de trânsito e talvez possamos verificar identidades.

- Está dizendo que... Mataram meu pai por um motivo maior? 

- Até pode ser. E além do mais... - ele deu uma pausa - Desde o assassinato de seu pai, outros três aconteceram, todos no intervalo de dois meses, e adivinha? Esses mesmos caras aparecem no vídeo. A polícia não procura investigar a fundo acidentes como este. Mas para mim, isso não está certo. E eu tenho que pegar esses malucos, antes que eles encontrem a próxima vítima.

As informações processavam na minha mente, algumas dúvidas rodopiavam, mas o que mais me tinha, era a raiva, raiva por terem me tirado o que mais me valia na vida, por puro capricho. 

- E o que faremos? 

- Temos que descobrir quem são eles e o porquê disso. Depois, tentar salvar a próxima vítima. 

Ele falava com tanta determinação, e eu estava decidida a ajudá-lo, pela vida de meu pai e por mais outras. 

- Pode me mostrar o vídeo? 

- Claro. Eu fiz uma cópia, está no meu computador, no meu apartamento.

Ele me entregou um pedaço de papel com um endereço anotado, analisei, não ficara tão longe dali. 

- Passe lá às 20:00, mostrarei o vídeo e alguns arquivos com mais detalhes dos outros acidentes. Vamos pegar esse cara. 

- Sr. Harris...- falei o acompanhando até a porta. - Por que o senhor procurou à mim e não a polícia? 

- Eu vou te explicar mais tarde, certo? Mas até lá, não diga isso a ninguém. 

Assenti e ele desapareceu dobrando a esquina. Estava parada na calçada quando vi o carro de Cam passar, a mesma loira estava ao seu lado. Revirei os olhos e entrei no carro. 

Estacionei mais atrás e vi os dois entrando numa enorme casa. Cam conversou com um dos seguranças e entrou com o carro. Desci e fui até em frente ao portão do outro lado da calçada. Cam parou o carro e desceram. Quase imediatamente, mordomos pegaram sacolas de shoppings do carro e entraram na casa. 

Aplaudi do outro lado da calçada e os seguranças me olharam. Ri, mas de nervoso. 

- Está vendo garotos? - falei para um grupo de adolescentes que passava - Nunca casem! - rio - É uma verdadeira desgraça. 

Eles riram assentindo. 

- Inferno. - resmunguei e entrei no carro de volta. - Você está brincando com a mulher errada, Cameron. - dei partida e saí cantando pneus. 

•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

19:30 p.m 

Desci as escadas indo em direção a chave do carro que estava sob o sofá.

- Onde você vai? - Cam perguntou enquanto tirava a camisa.

Peguei a chave e saí sem responder. 

O apartamento ficava poucos quilômetros dali. Estacionei e desci indo até a portaria. Andrew deixou o aviso de minha visita mais cedo na portaria, o que facilitou. Peguei o elevador e fui até o último andar. 

Bati na porta três vezes e Andrew ainda não havia atendido. 

"Deve estar ocupado ou algo assim", pensei. 

Bati várias vezes, sem resposta. 

- Que droga. 

Olhei pela fechadura e pude ver o abajur caído. 

- Eu literalmente serei presa por isto - arrombei a porta e entrei - Sr. Harris? 

O apartamento estava de cabeça para baixo. Roupas, livros e arquivos, ocupavam o chão da sala, tornando uma bagunça. 

- Sr. Harris, sou eu, Kylie, Kylie Jenner. 

Fui até a cozinha. Nada. Ouvi uma goteira vindo do banheiro. A água pingava na banheira fazendo um sonzinho discreto e irritante. Parei por um instante. O silêncio pairou, pude ouvir apenas as gotas d'águas caindo, uma de cada vez. Tinha alguma coisa errada. Abri a porta do banheiro e me assustei ao ver Andrew Harris caído na banheira, sem vida. 

Logo, a polícia estava rodeando o apartamento, a perícia se encontrava no local. O detetive me interrogou, então, sem poupar detalhes, contei a ele desde que entrei no apartamento. 

Fiquei na dúvida se contava da conversa com Sr. Harris mais cedo mas optei por silêncio. 

Entrei no apartamento de Andrew e olhei de perto todas as coisas que estavam pelo chão, em busca de seu computador. Silenciosamente, fui até o quarto e procurei. 

Assim que encontrei, pus debaixo do braço e procurei os arquivos, que se encontravam no guarda roupa, saí cautelosamente sem ser vista. Entrei no carro e suspirei. 

- Droga, droga. Que inferno. - resmunguei. 

Eu tinha 90% de certeza que mataram Andrew por conta do que ele sabia, e que agora, eu sabia também. Ficaram sabendo da nossa conversa e por isso o mataram? Então eu estaria na mira também! 

Assim que cheguei em casa, fui até o quarto e escondi o computador e os arquivos. Talvez fosse disso que eles estavam atrás. Não era seguro o suficiente, mas amanhã providenciaria algo mais complexo, afinal, Andrew morreu por isto. 

Cam estava no sofá vendo televisão. 

- Não vai falar comigo? - ele reclamou assim que me viu pegar a chave do carro e ir em direção a porta. Me virei e o olhei séria - O que foi Jenner? 

- Nada. - sorrio irônica e saio. Eu não estava suportando olhar para Cam.

Dirigi até o Cecil's Dinner. 

- Ai droga... - suspirei - Eu preciso beber! 

Fui até o balcão e me sentei. 

- Um Martini, por favor. - pedi e me apoiei no balcão esperando. 

- Dois. 

Olhei para o lado e vi Justin. 

- Cam não tem o menor do cavalheirismo em deixar uma dama beber sozinha. 

- E desde quando você é o príncipe encantado de cavalo branco que bebe com garotas sozinhas? 

- Desde agora.

Pego um dos Martinis postos sobre o balcão. 

- Que droga de vida. - resmunguei enquanto dava um gole na bebida. 

- O que aconteceu, querida? - ele me olhou. 

- Desde quando você se importa? 

- Desde quando eu te vi pela primeira vez. 

- Qual é...eu sou só mais uma - fiz uma pausa - Não sou? - o olhei. 

- Vem, vamos dar uma volta. - ele deixou o dinheiro das bebidas no balcão e se levantou me puxando. 

Entramos no seu carro luxuoso, os vidros eram sufilmes escuros e eu pensei no quanto ele gastara nesse e em outros carros. Ele dirigia velozmente pelas ruas da cidade, abaixei o vidro e deixei sentir o vento em meu rosto, encostei a cabeça para trás e fechei os olhos, senti Justin pegar em uma das minhas mãos e entrelaça-las em seus dedos, senti um calor subir pelo meu corpo pelo simples toque e pela primeira vez, eu estava onde queria estar. Não em seu carro luxuoso se gabando por aí, mas pelo simples fato de estar com ele. 


- Você sempre vem aqui? 

- Acompanhado, não. Você é a primeira pessoa que trago aqui - ele colocou as mãos no bolso. 

Estávamos na parte alta da cidade, dava para ver tudo dali e era tão lindo. As nuvens suaves no céu, os prédios, as casas, as luzes que pareciam dançar pelas ruas da cidade. 

- Como descobriu esse lugar? 

Encostei no capô do carro e o olhei. 

- Eu tinha uns 17 anos. Adolescente revoltado. - ele riu fraco. 

- Acredito nisso mesmo. - sorrio. 

Ele se aproximou de mim, tanto que pude sentir seu hálito de menta e o calor de seu corpo. Ele colocou as mãos na minha cintura e meu coração, estranhamente, batia mais rápido. 

- Eu te amo, Kylie Jenner. - ele disse num tom baixo e suave. As palavras rodopiaram minha mente e eu senti uma súbita onda de intensidade percorrer pelo meu corpo. 

- Eu também te amo, Justin Bieber. 

Ele me beijou. Me beijou e me fez esquecer de todas as coisas que me atormentavam. Me fez sentir completa e não tão sozinha. Meu psicológico se rendeu, assim como meu corpo, e naquele momento, eu me vi apaixonada por aqueles olhos cor de mel, por aquele perfume incrível, por aqueles braços que me envolviam e por aqueles lábios macios que me desejavam tanto quanto eu os desejava. 

Ele me sentou no capô do carro e ficou entre as minhas pernas ainda me beijando. Justin tirou minhas roupas me deixando apenas de roupas íntimas. Tiro sua blusa, ele beija meu pescoço e aperta minhas coxas. E num movimento rápido, ele me vira de costas e abaixa minha calcinha, tira sua calça e me penetra com força. Solto um gemido e mordo os lábios, Justin enrola meus cabelos em uma de suas mãos e faz movimentos ainda mais fortes. 

Meus gemidos eram altos e eu tentava contê-los, mas com Justin, era quase impossível. Ele desceu com beijos pela minha costa, me fazendo arrepiar, gemi seu nome e ele me virou de frente colocando minhas pernas em volta de sua cintura. 

- Adoro quando você geme meu nome, querida - ele sussurrou em meu ouvido. 

Ele foi mais rápido e com força, fazendo meus gemidos saírem altos, arranhei sua costa e marquei seu pescoço com uma grande chupada, em seguida, gozamos. 

- Eu quero ser sua, Bieber. 

- Você é minha. Sempre foi. - ele sorriu e me deu um selinho, ergueu sua calça e vestiu sua blusa. 

Vesti minhas roupas íntimas.

- Feche pra mim - me virei esperando Justin fechar o sutiã. Me apoiei no carro assim que ele foi atrás de mim e me encostei nele, o provocando. 

Ele riu e me virou para ele assim que fechou o sutiã. 

- Você tem certeza que quer me provocar? - ele segurou firme minha cintura.

Sorrio. 

- Depois não reclame - ele me virou de costa, beijou meu pescoço e deu um tapa forte na minha bunda que, se não tivesse com shorts, teria deixado a marca de sua mão. Ele sorriu de canto e entrou no carro. 

- Irei agradecer... - sussurrei. 

- Como? - ele me olhou enquanto dava partida. 

- Nada - rio. 

- Kylie, Kylie - ele sorriu. - Você é incrível. 

Sorrio. 









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