História A Mulher Mais Forte da Humanidade. - Capítulo 6


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Levi Ackerman "Rivaille"
Tags Haicho, Levi Ackerman, Rivaille, Shingeki No Kyojin, Snk
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Palavras 1.743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Minna, eu sei que disse que ia postar dias de segunda e terça-feira, mais infelizmente não vai dar, minhas aulas na faculdade começaram essa semana então conciliar é difícil, por tanto vou postar os dois capítulos um no sábado e outro no domingo, porque aí eu terei o final de semana pra escrever pra vocês.
Estou muito ansiosa pra escrever o próximo capítulo porque irei contar a história da Elisabeth pra vocês, já tenho fleches de imagens então vou só colocar no papel depois, pois quero que seja especial, enfim está aí mais um capítulo pra vocês espero que gostem.
Beijackermans pra todo mundo é boa madrugada. ;-D

Capítulo 6 - De Volta à Trost.


Fanfic / Fanfiction A Mulher Mais Forte da Humanidade. - Capítulo 6 - De Volta à Trost.

Finalmente chegou o dia, Rivaille estava em êxtase ele finalmente colocaria as mãos em Elisabeth, segundo Jean e Connie a garota e seu grupo de humanos conseguiram limpar metade do território dos titãs, ou seja eles havia recuperado metade do território em termos de extensão dentro da muralha de Maria, segundo os rapazes todos lá viam ela como uma heroína, alguém que veio para salva-Los, eles comunicaram também que ela vivia com um senhor idoso que para a surpresa dos rapazes acabaram descobrindo que era o avô do Armin, ao ficar sabendo disso Armin chorou como nunca antes de felicidade, pois seu único parente estava vivo, é claro que Hanji é Levi ficaram preocupados mais o garoto garantiu que os ajudaria com o plano, pois assim teria a garota do lado deles e seu avô de volta. O plano consistia simplesmente em captura-lá e para isso eles teria que usar um método sujo pois o único jeito seria usar as pessoas e o próprio avô de Armin para fazer a garota ceder. E para que isso desse certo várias forças deveriam trabalhar juntas, a tropa de exploração, a polícia militar e até as tropas estacionárias, e assim deu-se início ao plano, todos se dividiram em grupos pois teriam que render pessoas, todos se prepararam e quando ainda era noite eles cercaram o vilarejo que era enorme com casas em um estado considerável para um território que até poucos meses pertenciam aos gigantes. Quando o sol começou a nascer todas as tropas se mobilizaram e agiram rendendo os moradores. As pessoas ficaram apavorada em verem humanos de dentro das outras muralhas ali prendendo-os, então o general Pixis tomou a iniciativa.

_ Meus caros, não vinhemos aqui com a intenção de ferir vocês, sei que parece que sim, mais não é essa nossa missão nós apenas estamos procurando por uma garota chamada Elisabeth Reiss, vocês a tem como uma comandante. – Se dando conta que todos se entre olhavam, Pixis percebeu que todos a viam como uma heroína de fato, não era pra menos afinal ela os salvou e cuidou deles, resolveu então tentar conforta-los. _ Garanto a vocês que não queremos machucar ou prender está garota queremos apenas pedir que ela nos ajude na luta da humanidade contra os titãs e seus verdadeiros inimigos.

No entanto ele não estava preparando para o que a população sentia, os moradores começaram a gritar e tentar revidar.

_ Mentirosos, vocês são um bando de malditos a 5 anos atrás nos expulsaram como se não fossemos nada, eu perdi minha esposa e meu filho, vocês só querem nos destruir novamente.

_ Não meu senhor eu lhe garanto, dou minha palavra como general que não queremos isso para vocês.

_ Mentiraaaaaa. – Gritou uma senhora. _ Agora que temos esperanças de um futuro eles querem nos tirar Elisabeth, não veem eles vão mata-lá só porque nós ajudou e nos deu a chance de vivermos em paz.

_ Não minha senhora, nós realmente só queremos a ajuda delas.

Mais as pessoas não queriam ouvir estavam todos com medo, apavorados com a ideia de voltarem a ficar indefesos e esquecidos, sabiam que se ficassem sem sua comandante eles provavelmente perderiam seu norte e acabariam morrendo depois. Eles começaram a lutar contra os guardas que infelizmente precisaram usar a força para conte-los. Ao longe dali Elisabeth estava tomando banho em um rio, quando resolveu voltar pois seu instinto dizia que tinha algo errado, pediu seu dmt e saiu voando entre as árvores quando percebeu todas aquelas pessoas que ela ajudará e reconheceu como seu dever proteger estavam lutando e sendo agredidos por oficiais, estes que só poderia ter vindo de dentro das outras muralhas, ela pensou que poderia usar seu trunfo ali mais havia muitas pessoas ali e os riscos de machuca-los seria grande, poderia usar sua outra habilidade mais como não controlava muito bem, não dava para confiar, mais aí viu um dos seus ser agredidos e seu instinto de proteger falou mais alto, quando deu por sim voou com o dmt é pousou ao lado do guarda lhe dando um soco fazendo-o com que ele caísse. Neste momento vários moradores se agitaram pois sua comandante estava ali tentando defende-los. Pixis viu a garota lutar com vários guardas sem cançar e os moradores soltos começaram a lutar junto dela, até que ela parou e olhou para ele e todos os demais mais seus olhos pararam quando se fixaram em alguém em especial, no capitão da tropa de exploração e sorriu, Levi também fixou seu olhar nela e foi como se o tempo parasse ele lhe devolveu o sorriso, ambos se lembraram do beijo ela ficou vermelha e Rivaille sabia que enchia com ela, até que se deram conta de onde estavam, e ele viu o olhar dela queimar com ódio que estava sentindo. Então ela se manifestou.

_ Imagino que todos do exército devem estar sem ter o que fazer para vir até aqui é atacar essas pessoas, não já basta o inferno que todos passamos para sobreviver e quando conseguimos vem até aqui tentam nos aniquilar? – Nesse momento todos pararam de lutar. O general então observou a jovem, realmente havia um fogo em seus olhos, uma determinação.

_ Não queremos lhes fazer mal, eu lhe asseguro criança.

_ Então o que significa isso? Olhe ao redor, todas essas pessoas rendidas, apavoradas e o senhor quer que eu acredite que não veio os fazer mal?

_ Sim minha jovem, vinhemos porque queríamos conversar com você.

_ Comigo?

_ Sim.

_ E o que querem comigo?

_ Elisabeth, queremos sua ajuda?

_ Ajuda? Como sabe meu nome?

_ Não poderíamos vir até aqui sem informações. – Então a garota entendeu, existia um traidor entre eles. Ela sorrio com escárnio.

_ Olho por olho e dente por dente não é?

_ Infelizmente sim, neste caso.

_ E o que quer conversar.

_ Preciso que venha conosco senhorita.

_ O caralho que eu vou. Acha mesmo que vou cair nessa? Que irei com vocês e vão mantê-los protegidos? Que no momento que pisar em Trost não vão degolarem minha cabeça como tentaram fazer a 5 anos atrás?

_ Tentaram matar você há 5 anos? Mais porque?

_ Pergunte seu antigo rei, aquilo filho da luta maldito.

_ Ele está morto.

_ É uma pena gostaria de colocar minhas mãos nele. – Naquele momento ela transbordara ódio. E a temperatura começou a esfriar.

_ Criança por favor venha conosco. Lhe garanto que vamos protege-los História a atual rainha é uma pessoa bondosa e gentil ela irá mantê-los seguros dentro das muralhas.

_ Não me diga!

_ Caso contrário faremos você vir de outra forma.

_ E que forma seria essa?

_ Rapazes.

_ E quando ela olhou viu Jean e Connie ao lado do vovô. (Avô do Armin). O senhor que a recebeu como uma filha, lhe contou histórias de lugares de fogo e gelo, do mar azul e tudo mais. Ela ficou em choque seus olhos se encheram de água, pois soube que cometeu um erro, baixou sua guarda para aqueles garotos, nós últimos meses os via quase como seus irmãos e agora estava ali, tendo que lidar com a traição e pior ainda correndo o risco de perder a única pessoa que a tratara como família, o velho senhor Arlet a encontrou e a adotou ela era uma criança e ele a protegeu e a alimentou, nunca tentou lhe cobrar nada ou tentou fazer algo desagradável com ela, uma vez ela perguntou:

_ Gigi ( é o mesmo que vovô) porque você me acolheu? – O velho senhor lhe olhou e respondeu com água nos olhos. _ Você me lembra meu neto.

_ Onde ele está?

_ Dentro da outra muralha.

_ Sinto muito gigi.

_ Não é culpa sua, eu sonho que ele encontrará um lugar que pertença e ele tem bons amigos que iram protegê-lo.

_ Então eu prometo que vou proteger você gigi!

_ Eu a você.

E agora estava ela ali, sem saber como olhar para ele, ela não cumpriu sua promessa, afinal não conseguiria protegê-lo, e nem aquelas pessoas, pessoas que lutaram ao lado dela durante aqueles anos, e agora tudo estava se perdendo diante de seus olhos. Rivaille ao ver a dor em seus olhos se sentiu estranho, como se lhe faltasse o ar, e isso era irracional ele não deveria se sentir daquele jeito, ele sabia que precisavam assusta-la para que ela fosse com eles, foi o mesmo que Irwin fez com ele para que ele entrasse na tropa anos antes, mais isso não o impediu de sentir por ela, então perdeu sua compostura foi em direção a garota ainda seu cavalo, todos ficam olhando para ele pois ele descumpriu as ordens, afinal Pixis era de uma patente superior, ainda assim ele não pensou naquilo foi em direção a ela, e quando ela se virou para ele, ele lhe estendeu a mão e disse:

_ Tem minha palavra que todos eles estarão seguros, ninguém irá machuca-los, nem ao seu avô, mais precisamos que venha conosco eles também viram claro. Sei que a maneira que estamos fazendo isso não é justa, mais estamos em guerra e precisamos de você. Não temos tempo para sermos gentis ou fazer negociações o tempo está correndo E não temos muito tempo. Você poderia confiar em mim e vir conosco? – Ele sabia que tinha passado dos limites, pensou naquele momento que tinha ficado louco, ele jamais falaria isso, ele era Levi Rivaille Ackerman, não era uma pessoa de muitos sentimentos, na verdade muitas vezes ao longo dos anos aprendeu a não sentir empatia pelos outros, e agora estava ali tendo sensações estranhas por causa de uma estranha. Durante meses ele pensou como se vingativa dela pelo que aconteceu, e agora que virá a dor nos olhos dela a única coisa que ele queria era reconfortá-la. Elisabeth por sua vez ouviu e olhou diretamente nos olhos de Levi ali ela viu que ele a entendia, não soube explicar o porque mais confiava nele, precisa disso, sua vontade era de abraça-lo e pedir conforto, então enquanto os instantes passavam e eles se encaravam ela olhou para a mão do capitão estendida e a segurou, ele a ajudou a subir no seu cavalo. Naquele momento ela só sabia que está nas costas de Levi, sentir seu perfume de perto e poder segura-lo para não cair lhe dava a sensação de segurança que tanto queria e assim ela foi com ele.



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