História A Mulher Mais Forte da Humanidade. - Capítulo 7


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Levi Ackerman "Rivaille"
Tags Haicho, Levi Ackerman, Rivaille, Shingeki No Kyojin, Snk
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Palavras 1.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa madruga meu povo, no capítulo de hoje vocês conheceram um pouco mais sobre a Elisabeth e sua origem, eu tive que dividir em duas partes porque ficou muito grande e eu não queria que ficasse cansativo. Então aproveitem.
Beijackermans pra todos :-*

Capítulo 7 - Elisabeth Reiss Parte 1.


Depois de duas semanas em Trost, Elisabeth se encontrava em uma cela no subsolo de uma prisão, ninguém falará com ela desde o dia que chegou, eles pareciam teme-la e não se aproximavam muito da cela a não ser para lhe darem comida e água ou a levarem ao banheiro, e ainda assim mantinham distância nessa hora, pelo menos dessa vez não colocaram algemas nela, afinal seria perda de tempo porque ela poderia quebra-las facilmente, depois de um par de horas que ela estava sentada na cama divagando, percebeu que alguém a chamava ao virar na direção da pessoa viu Jean.

_ Elisabeth! – Ele chamou tinha uma expressão de preocupação em seu rosto, ela achou que ele tinha coragem, apesar de está em uma cela se quisesse sabia que poderia quebrar o pescoço dele.

_ O quê você quer Jean? Jean, ah esse é mesmo seu nome verdadeiro? Ou é só mais uma mentira como a sua amizade? – Jean olhou pros dois guardas presentes e mandou saírem dali por um tempo e mostrou um papel, que Elisabeth pensou ser uma autorização.

_ Sei que está magoada, por vezes eu pensei em desistir dessa missão, tive que me lembrar todos os dias que você nos tratava como irmãos que eu tinha um papel, você foi a pior missão que recebi junto do Connie. E a razão para que nunca mais eles me mandem realizar uma infiltração. Deus com Reinner conseguiu?

_ Quem é Reinner?

_ Você saberá quando for levada a

_ Julgamento?

_ Não, desta vez a rainha quer falar com você pessoalmente.

_ Uma audiência real então?

_ Sim. – A garota se perguntou porque a rainha iria querer vê-la pessoalmente. Antes que pudesse perguntar Jean falou.

_ É por isso que eu estou aqui.

_ Você veio me buscar?

_ Não, quero pedir que mantenha segredo, a rainha neste momento se encontra em um momento delicado.

_ Tudo bem, não sei o que você quer dizer mais tudo bem. Quando vão vir me levar?

_ Heicho Levi virá buscar você mais tarde.

_ Entendi. – Quando ela lhe virou as costas o garoto disse:

_ Não foi tudo mentira, considero você uma amiga, você nos salvou, se entrar para a tropa terei orgulho de que você seja nossa aliada nessa luta. – E assim ele se foi e os guardas voltaram.

Por volta do meio da tarde Rivaille apareceu eles se olharam e então ela notou a mulher louca ao lado dele, se perguntou se eram um casal, ela não achou que os dois combinavam, definitivamente não combinavam mesmo, a comandante se aproximou da cela e se pronunciou, em nenhum momento Levi tirou os olhos dela.

_ Não vou me apresentar porque você já conhece a mim e ao Levi, nós vinhemos porque a rainha quer falar com você.

_ Estou sabendo, Jean veio fofocar mais cedo.

_ Sim, ele estava muito preocupado com você esses dias.

_ Se você diz. Como anda o meu avô e as pessoas?

_ Eles estão bem, seu avô está com Armin. – Isso a surpreendeu.

_ Armin? Então ele está vivo mesmo?

_ Sim está vivo.

_ Que bom o velhote deve ficar feliz. – Ela deu um sorriso mínimo, que não passou despercebido por Levi. Que resolveu se pronunciar.

_ Hoê para de bater-papo Hanji temos que levá-la logo.

_ Hay, hay você tem razão é feio deixar os outros esperando. – A comandante tirou as chaves do bolso e abriu a cela, os olhos de Elisabeth faiscaram. Enquanto ela saía da cela seguindo Hanji enquanto o Heicho ia atrás delas, ela podia sentir o olhar dele nela a queimando. Já ele estava admirado a visão dela de costas e suas curvas, para alguém mais baixa que ele ela era sobre medida.

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Ao chegar no que lhe pareceu uma espécie de castelo, eles adentraram e foram em direção a uma sala, a sala real, lá dentro se encontrava Pixis, uns senhores que ela nunca viu e sentada no trono uma garota loira de olhos incrivelmente azuis, ela soube naquele momento que ela era sua irmã. Mais o detalhe que lhe chamou atenção foi que ela estava grávida, sentiu pena dela e da criança. História quando a viu sentiu uma ligação sabia que ela era sua irmã, afinal ela lhe lembrará Frida sua irmã mais velha que morreu nas mãos do pai do Eren.

_ Vossa alteza. – Começou Hanji se curvando. _ Esta é a senhorita que lhe falamos, Elisabeth Reiss, como vossa majestade disse que queria vê-la pessoalmente, aqui está ela.

A sala ficou em completo silêncio vendo as duas irmãs se olharem, uma com curiosidade e outra com pena. História disse a Hanji e a Levi que se sentasse, que o restante saíssem exceto o casal de amigos e Pixis. Assim fizeram, História não confiava nem um pouco naqueles nobres sabiam o que eles pensavam de sua gravidez. Naquele momento todos presentes tiveram esperanças pois com uma nova garota com sangue real, não precisavam mais esperar História parir para pegarem o bestial, era notável o sorriso de todos menos da rainha que continuava olhando sua irmã.

_ Sei que Hanji já disse seu nome, mais gostaria de que nos apresentássemos. Meu nome é História Reiss filha legítima do rei, com uma plebéia... – E assim ela contou toda sua história desde que descobriu quem era seu pai até o momento em que assumiu o trono. Nunca deixando de olhar os olhos da irmã, nenhuma vez. Ao final de sua narrativa ela se levantou e ficou a pouco centímetros da irmã. Elisabeth chorava por ela, lamentava pela dor de sua irmã. Os presentes na sala entendiam afinal eles sabiam que a vida da rainha não tinha sido fácil. A rainha então falou.

_ Deixe que eu saiba a sua história. – Ali Elisabeth esqueceu os presentes e com lágrimas nos olhos, olhou dentro dos olhos de sua irmã e começou.

_ “Era uma vez uma garota chamada Elisabeth Reiss, nascida no distrito de Karanese, filha de um nobre misterioso com a filha de um fazendeiro. Minha estúpida mãe sonhava alto, ela sonhava em conseguir um casamento onde não lhe faltaria nada, um marido nobre que não precisava ser bonito, pois se ele realizasse seus sonhos ela o amaria, ela não queria muito, apenas um marido bem sucedido que a amasse e lhe desse filhos, uma vida digna e feliz. Ela queria seu felizes para sempre. Para o azar de minha estúpida mãe seu pai era um homem extremamente ganancioso que só pensava em dinheiro e terras, e um dia soube que um respeitável nobre, conselheiro do rei, hahaha, estava na cidade para uma temporada de negócios, seu nome era Cristóvão Reiss, ele estava ali para checar impostos do Reino, meu avô um homem respeitado e influente líder da família de nobres chamada Ricci uma das principais famílias de fazendeiros da região e que detinha grande poder aquisitivo aproveitou-se de sua influência para conhece-lo. Com o passar dos dias meu avó o convidou para vir as nossas terras, e assim ele veio, minha mãe era filha única a mulher mais linda e bondosa daquela região. Ela tinha o sorriso mais deslumbrante que vocês possam imaginar, era loira, cabelos compridos e ondulados com olhos incrivelmente azuis, você me lembra ela História. Quando ele a viu andando a cavalo, ele a cobiçou, o maldito pai dela sabia que lord Reiss estava interessado em sua única filha, e viu a oportunidade. Ele passou a ficar cada vez mais na casa de meu avô, cortejando minha estúpida mãe, ela era uma menina tinha 16 anos na época, com o passar do tempo ela se apaixonou por ele. Meu avô fez uma reunião com ele, e eles marcaram a data do casamento. Com o passar dos meses minha mãe foi sofrendo mudanças, tonturas, enjoos não era difícil perceber os sinais, e meu avô percebeu, ao ir tirar satisfações com lord Reiss, ele lhe garantiu que se responsabilizaria e disse que meu avô teria a vida que merecia, e que embora ele tivesse brincado com sua adorável filha ele não se casaria com ela, não lhe faltaria nada eles sempre teriam tudo, mais o casamento não, foi então que ele revelou que já era casado e tinha uma família. Meu avô ficou indignado, por que por mais que não fosse lhe faltar nada, ele seria motivo de piada, sua única filha grávida sem marido, seria um escândalo e uma vergonha que ele não suportaria. Minha mãe ao descobrir ficou fora si ela o amava e acreditara nele, os meses foram passando e meu avô tornou a vida dela um inferno, dizendo que devia se livrar da criança, que ele poderia lhe arranjar um casamento se ela não tivesse o bebê. Ela ficou em desespero mais apesar dos mal tratos ela resolveu me ter, porque eu representava para ela o amor que ela sentia por meu pai. E assim ela me deu a luz, meu avô não estando satisfeito, procurou lord Reiss que tinha ido a capital, quando eles se encontraram meu avô ameaçou o expor se ele não se casasse com sua filha, ou se livrasse da criança para que ela pudesse conseguir um casamento. Naquela noite meu pai, disse que ele voltasse para casa que resolveria tudo, todos os problemas daquele velho maldito e os seus negócios em Karanese. E assim foi feito.

No decorrer da noite, minha mãe acordou assustada ouvindo vozes e gritos, ela pegou a mim e tentou se esconder, mais já era tarde, o homem a pegou junto comigo e levaram ela numa carruagem, ao sair da casa viu seu pai morto com vários tiros, levaram minha mãe ao centro da cidade, até umas escadarias e mandaram que ela descesse ou ela morreria, assim ela começou a descer, mais um deles lhe pediu a criança ela ficou desesperada e negou, quando o guarda da polícia militar lhe apontou uma arma outro veio e disse para falar com o cara da escadaria e que ele cuidaria daquilo, quando o outro se foi ele disse que minha mãe corresse o máximo que poderia sem olhar pra trás e que em hipótese nenhuma deveria ir á superfície, pois ela tinha mexido com uma família importante, e assim ela o fez.

Minha mãe era uma infeliz garota que entrará nos seus 17 anos, com uma bebê e que não tinha absolutamente nada, e que fora obrigada a viver no subterrâneo, ela não sabia se defender, não podia correr muito pois era frágil, a única arma que tinha era a beleza. No subterrâneo só existem algumas formas de ganhar dinheiro, ela escolheu a aqui ela tinha acesso prostituição. “

Todos ali ficaram chocados ao ouvir aquela história, ela sofrera demais o que eles não sabiam era que a história estava apenas começando.


Notas Finais


Espero que tenham curtido amanhã tem mais.


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