História A Mulher Mais Forte da Humanidade. - Capítulo 8


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Levi Ackerman "Rivaille"
Tags Haicho, Levi Ackerman, Rivaille, Shingeki No Kyojin, Snk
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Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como prometido minna.
Beijackermans pra vocês :-*

Capítulo 8 - Elisabeth Reiss Parte 2.


Ao notar o olhar de História, ela se deteve sem falar que se sentia extremamente exposta na frente daquelas pessoas, mais sabia que aquilo era necessário, talvez até se sentisse mais leve depois de contar a alguém. Sendo assim tomou coragem e continuou.

_”Ela fazia o que podia, não é fácil cuidar de uma criança sozinha, e como eu era uma garota ela me escondia e quase não me deixava sair, ela sabia que era perigoso para uma garota, com tantos monstros a solta, não é difícil pensar no que eles fariam se tivesse uma oportunidade. Mais apesar do sofrimento minha mãe nunca me culpou, ou me maltratou, ela era carinhosa e dizia que eu dava sentido a sua vida. Tinha um cliente que era frequente, seu nome era Kenny Ackerman, ele parecia gostar dela e ela sempre ficava feliz ao vê-lo.” – Neste momento Levi sentiu como se tivesse levado um soco. _”Ela contou tudo a ele com o tempo, eles sempre conversavam quando ela não estava trabalhando pra ele, ela pediu a ele que lhe fizesse um favor, que se algo acontecesse a ela ele deveria me ensinar a me virar, ela o pagaria da única forma que podia, mais que ele jamais deveria me tocar, não sei se ele gostava mesmo dela ou se foi pena, mais ele aceitou.

Pouco tempo depois minha mãe ficou doente, começou a definhar, assisti ela decair, até não ser capaz de se levantar ou comer. Kenny soube e veio me buscar, ela sofria com dores mais quando o viu sorrio e agradeceu a ele, ele percebeu que ela sofria então pra poupar seu sofrimento ele a matou.

_ Vocês devem pensar que sou um monstro certo? Mais eu via seu sofrimento, quando Kenny perfurou seu coração ela sorrio, grata a ele.

Depois disso ele me treinou, me tornei baste útil a ele, ele cumpriu sua promessa, me ensinou a me virar e nunca pediu nada em troca. Trabalhei com ele por 3 anos e ele me conseguiu a cidadania para viver na superfície. Depois disso ele entrava em contato esporadicamente. Na época que eu consegui a cidadania, já havia acontecido a invasão dos titãs. Foi também quando descobri que Kenny trabalhava para meu pai. O homem que foi responsável pela desgraça da minha família, fiz o que qualquer adolescente em fúria faria, eu tentei matar o rei, mais ele tinha Kenny e equipamentos, coincidentemente foi no mesmo período que enxotaram as pessoas para vorarem comida de titãs. Eu não era páreo pro Kenny e seu exército. Mais ainda assim, não sei se foi porque de certa forma ele me criou por um tempo, ele não me matou apenas me deixou incapacitada. Como os que era julgados como não úteis iriam pra fora das muralhas eu não tive escolha e fui.

Lá eu encontrei o gigi, ele tomou conta de mim e me contava histórias de lugares além das muralhas, mais um dia fomos atacados pelos titãs. E foi quando eu descobri que podia fazer coisas.”

_ Que coisas? – Perguntou sua irmã.

_ Posso controlar titãs, se eles beberem do meu sangue ou posso me transformar em um e estraçalhar-Los.

Elisabeth falou isso com um sorriso enorme, e todos presentes Na sala ficará chocados. Mais ela ainda tinha mais uma habilidade diferente.

_ Se me permite perguntar, como vocês sobreviveram por tanto tempo? – Perguntou Pixis.

_ Além dessas habilidades, tenho outro dom excepcional, mais que tenho que ter cuidado ao usar.

_ E o que seria? – Perguntou Hanji.

_ Eu congelo.

_ Congela? Você é um titã e ainda congela? – Hanji-san estava ficando empolgada.

_ Sim, eu congelo coisas mais só acontece quando perco o controle, não sei usar ainda, funciona eu estando transformada ou não.

_ Incrível não é Levi? – Levi por sua vez olhava a garota como se ela fosse um E. T , estava chocado por ela ter conhecido Kenny, além de que se ela tivesse nascido uns anos antes talvez eles tivessem se encontrado no subterrâneo, se Kenny não tivesse sido um filho da puta, eles poderiam até terem se tornado amigos por causa de seu tio. Mais nasceram em épocas diferentes, se ele a tivesse conhecido antes naquele lugar maldito, a teria protegido e eles viveriam juntos, mais que merda Levi pare de fantasiar coisas impossíveis, isso não combina com você. Você já brincou de casinha com Farlam e Isabel e agora seus irmãos estavam mortos, sim irmãos era assim que ele os considerava, e derrepente ele sentiu a dor queimar, começou de leve mais foi se intensificando.9 Até que ele resolveu dar um basta já tinha anos que ele aprenderá a anestesiar sua dor, não ia se permitir sentir aquilo. Ele estava com tanta raiva que nem respondeu Hanji, ele sabia que só estava sentindo aquilo por culpa daquela garota. Mais ele não ia se permitir abalar nem por ela nem por ninguém. Ele era impenetrável e assim continuaria. Neste momento História começou a falar com a garota de novo.

_ Quantos anos tem Elisabeth?

_ 23.

_ Quê? Você parece ter bem menos.

_ Se você diz.

_ Com licença majestade mais creio que está na hora de decidir com quem Elisabeth ficará.

_ Comigo é claro.

_ NÃO! – Gritou Levi, todos olharam para ele. _ Com todo respeito, não ela tem que entrar na tropa, tenho certeza que ela irá concordar, isso tudo de certa forma é culpa da família real, sei que não é justo os filhos pagarem pelos pecados dos pais, mais ela é forte, e pode usar seus poderes onde mais precisamos no campo de batalha.

_ Ele tem razão. – Disse Elisabeth. _ Não é nossa culpa, mais se essas pessoas precisam de nós, é nosso dever ajuda-Los e protegê-Los. E para isso proponho um acordo.

_ Acordo?

_ Sim majestade.

_ Diga.

_ Se me prometer, se me der sua palavra que as pessoas que estavam ao meu lado nos últimos 5 anos e o gigi estariam protegidos, eu lutarei contra seus titãs. O que me diz?

_ Tem minha palavra como rainha e sua irmã que eu os protegerei.

E assim, todos os preparativos foram tomados as irmãs se abraçaram, Elisabeth Reiss era oficialmente da tropa de exploração. A comandante Hanji lhes explicou tudo desde o começo, do ataque dos titãs, sobre Eren e Armin, a trégua de Paradis com Zack e tudo mais. Ao final do dia a garota sentiu como se todas suas energias tivessem sido consumidas. Hanji seria sua responsável e não via a hora de fazer seus experimentos com a jovem. Já Levi já imaginava a dor de cabeça que ia ter. Enquanto as irmãs tinham um conversa privada que ninguém teve acesso, Hanji-San começou a encher seu saco.

_ kkkkkkkkk.

_ Do que está rindo sua estúpida?

_ Você ainda pergunta? Todo mundo viu seu interesse na garota Levi.

_ Você é louca.

_ Não, sou só observadora. Olha lá vem ela. – Eles olharam pela janela, Elisabeth se aproximou e entrou. Ela não sabia o que tinha acontecido ali, mais o capitão parecia que iria matar um.

_ Bem, bem Elisabeth, nós vamos pro alojamento da tropa, espero que você goste, deve ser difícil ser uma cadente agora.

_ Na verdade não comandante.

_ Ah, por favor me chame de Hanji.

_ Tem certeza?

_ Sim.

_ Bom neste caso me chame de Lize.

_ Perfeito. Bem Lize deixe-me perguntar você tem namorado?

_ O QUÊ? – Perguntaram ela é Levi.

_ Tem ou não?

_ Não. – Respondeu a garota corando.

_ O quê isso tem haver quatro-olhos?

_ Nada Levi só acho que é importante.

_ Sei. – Apesar da postura Hanji percebeu quando o homem ao seu lado seu um leve sorriso de canto. Ela sentia pena dele pobre Levi tinha acabado de achar seu ponto fraco, e riu internamente. No resto do caminho suas perguntas foram feitas de forma mais profissional e assim os três seguiram para o castelo da tropa.



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