História A n g e l - Jikook - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Angel, Anjo, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin
Visualizações 55
Palavras 2.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEEEYYEYEYEYEYEU!!!♡
TURU BOM?!
Como eu prometi, aqui está o capítulo oito.
Depois de 3 meses longe, voltei para finalizar a fanfic ainda este mês.
Bem, fiquem com o capítulo.

Capítulo 8 - Olhares estranhos


Fanfic / Fanfiction A n g e l - Jikook - Capítulo 8 - Olhares estranhos

Abro os olhos e olho em volta; estava no meu quarto. Lembranças de ontem a noite me atingiram em cheio, fazendo-me sentar na cama rapidamente. O cobertor cobria até minha cintura, estava realmente frio estes últimos dias. Cobri minha face com os meus dedos, explodindo de raiva. Quem aquela vagabunda pensa que é para foder com o meu braço desse jeito?! Ah, mas isso não vai ficar assim mesmo! Aquela vadia vai se ver comigo.

Levantei da cama, ainda meio sonolento, olhei para a outra cama e vi que Jungkook não estava ali, já deve ter saído à tempos. Caminhei até o banheiro, somente lavei o rosto e sai. Andei até a porta, a abri e sai do quarto, ali estavam meus atuais companheiros de ala; sentados no chão, em um tipo de roda.

— Jimin-ah! — Taehyung, quando me viu, levantou-se e correu até mim, me abraçando em seguida.

— Hey... — respondi em meio ao abraço.

— 'Tá bem? Conseguiu dormir direitinho? — Taehyung perguntava... preocupado?

— Sim, 'tô bem. Não se preocupe. Apenas meu braço está um pouco dolorido... — falei e ele olhou diretamente para o meu braço.

— Ah, é, tinha esquecido disto... ela é doida, mesmo...

— Doida é pouco! — falei exautado — ela é uma vadia maluca! Eu quero matar ela!

— Jimin, acalme-se — ouvi Jin dizer e os outros concordarem. — Não vai adiantar nada você ficar com raiva; ou querer se "vingar". Ela sempre terá poder aqui dentro, e nós sempre seremos os fodidos.

— A ralé — completou Hoseok.

— Não — Yoongi protestou — Nós somos a ralé da ralé, querido.

— Verdade... — Namjoon concordou e todos ficamos em silêncio.

— Junte-se a nós, Jimin — Dinah disse, chamando-me a atenção. — Nós estamos brincando de verdade ou desafio. Vai por mim, é a única coisa divertida neste lugar.

— Ah, não... — Meu olhar foi direto ao de Jungkook, este que não abriu a boca em nenhum momento em que estive aqui. — Vou procurar a vadia... digo, doutora Yiana. Preciso, pelo menos, perguntar algumas coisas a ela.

— Ok — Dinah concordou. — Boa sorte.

— Obrigado, até... — Despedi-me de todos e sai da ala.

Andei pelo vasto corredor, até chegar no pátio. Atravessei o local e fui para o corredor onde é o escritório da vadia louca. Digo, doutora Yiana. Tenho que chamá-la assim.

Adentrei o corredor e fui direto até sua sala, posicionei-me em frente a porta, respirei fundo e, chamei, com duas batidas leves na porta.

— Espere! — Escutei sua voz gritar do outro lado da porta. — Entre.

Abri a porta e entrei na sala. Ela estava sentada em sua mesa, tinha vários papéis em mãos. Me olhou e bufou. Estranhei seu ato, mas ok.

— É... queria conversar com a senhora, será que posso? — Perguntei meio baixo.

— Olha, seja breve, garoto. Não tenho muito tempo para os seus dramas. — Arregalei os olhos, mas como assim? Que ódio desta vadia.

— Então. Por que diabos você cortou meu braço com a porra de um canivete?! — Também sei ser grosso quando quero.

— Olha aqui garoto, primeiramente me respeite! Não sou a porra de alguns dos seus amigos. Eu sou a porra da mulher que comanda este lugar! — Ela se levantou e veio em minha direção.

— Pelo que eu saiba, o diretor que manda neste local. Já que você é a simples psicóloga... — Não tinha medo dela, não mesmo. Ja estava aqui e não me rebaixaria.

— Saia da minha sala. AGORA! — Olhei em seus olhos pela última vez e sai da sala. Vagabunda, vadia, piranha desgraçada. Eu ainda te mato, doutora Yiana.

Sai caminhando bufando, não acredito que me enfiaram aqui dentro. Que inferno de vida, que inferno! Até sentia saudades dos xingamentos de minha mãe. Era muito melhor do que este lugar.

Assim que virei o corredor, vi um menino sentado no chão, encostado na parede; ele tinha a cabeça no meio das pernas, sussurrava algumas coisas desconexas. Estranho...

— Hey? — Me aproximei do garoto, este que continuou com a cabeça entre as pernas. — Você está bem...? — Me abaixei ao seu lado e o olhei.

— Eles vão nos matar... está tudo perdido... — ele sussurrava essas coisas enquanto se balançava.

— Hey, quem vai nos matar? Por favor, me olhe! — Tentei levantar sua cabeça, mas o mesmo foi mais forte e a deixou enterrada no meio das pernas. O capuz do seu casaco cobria seu cabelo, o tirei e vi que seu cabelo tinha um to de azul escuro. Lindo...

— Não posso olhar... não posso... você tem que fugir daqui! — Ele agarrou meu braço enquanto dizia.

— Me solta, porra! — Soltei meu braço e me levantei. — Maluco... — Sai dali depressa e quando estava no pátio, onde tinha algumas pessoas, respirei aliviado. — O que ele quis dizer...? — Perguntei-me e balancei a cabeça para evitar tais pensamentos.

Decidi andar por ai, procurar algo para fazer, ja que estava morrendo de tédio. Ao caminhar pelos corredores perto do refeitório, deparei-me com uma grande porta, onde tinha escrito "Biblioteca" em uma plaquinha. Rapidamente me animei; pelo menos uma coisa boa neste lugar.

Adentrei o local e me vi boquiaberto com a beleza. Não beleza de móveis lindos ou paredes e chãos brilhando — estes que estavam podres — mas sim a beleza de tantos livros. Eram livros e mais livros. Páginas novas e velhas, capas lindas e algumas feias. Mas relevava isso.

Andei até as enormes estantes, dedilhando os livros, assobiando alguma música aleatória. É a primeira vez que estava feliz desde que entrei aqui.

Olhei todos aqueles lindos livros, mas um me chamou bastante a atenção; "Anjos e Demônios, de onde vêm e como sobrevivem?". Eu estou louco, mas neste livro contém algo sobre mim...? Não sei porquê, mas senti algo me impussionando a pegar aquele livro. Até que o sinal para o café da manhã bateu. Maldito sinal.

— Biblioteca fechada, senhorito — a senhora que estava na recepção disse alto e em bom volume para eu me retirar daquele local. Marquei o livro e a estante na mente e sai do local.

Caminhei em passos lentos até o refeitório, vi que os meninos estavam todos juntos na fila, então andei até eles.

— Jimin! E, ai? Como foi lá com ela? — Namjoon perguntou sorrindo e eu bufei, me colocando atrás dele na fila.

— Foi um cu. Ela sequer me respondeu, apenas me expulsou da sala — contei com raiva. — Mas eu não deixei por baixo e falei umas verdades na cara dela também...

— Jimin, Jimin... se você aparecer morto não se martilize — Yoongi disse rindo.

— Morto? Aquela vadia não faria nada comigo, espero eu... — Respondi e olhei para o chão, pensando seriamente nos meus atos mais cedo, caralho...

— Ah, mas ela faria sim. Aquilo ali não é flor que se cheire, é uma vagabun... — Hoseok que falava mal dela, parou ao vê-la passar por eles.

— Bom dia, garotos — ela disse em bom som.

— Bom dia doutora Yiana, linda como sempre, maravilhosa! — Hoseok disse e ela riu, seguindo seu caminho. — Puta — disse assim que ela se distânciou.

— Mas é muito falso mesmo, meu Deus... — Taehyung disse e todos riram.

— Não é falsidade; é questão de sobrevivência, bebê. — Disse ele rindo.

— 'Tá, né, pelo menos você não é um escravinho sexual dela como alguns meninos por ai... — Tae disse e todos nós o olhamos.

— Como assim, Tae? — Jin perguntou.

— Ah, vocês não sabem? — Perguntou e todos nós assentimos negativamente. — Ela pega alguns por ai, vocês entenderam.

Mas que vadia mesmo, tenho certeza que ela os obriga a fazer tais coisas. Parei com estes pensamentos assim que chegou minha vez na fila, peguei meu café da manhã e segui até a mesa onde os meninos estavam se sentando.

— Como sempre a comida está ótima... — Dinah disse rindo irônica.

— Melhor comida que esta? Não existe! — Yoongi também disse cheio de irônia.

— Se o Jin fosse o cozinheiro nós seriamos sortudos em um nível... — Namjoon disse sorrindo e eu vi que Jin corou e o agradeceu. Suspeito...

— Ugh, se beijem logo, cacete! — Yoongi apontou para os dois, estes que sorriram mais ainda.

— 'Cê me respeita, imprestável — Jin disse e todos rimos.

— Estou apenas apontando a verdade, neném — Yoongi disse dando de ombros.

— Vocês só falam de mim e do Jin. Mas nunca falam de vocês mesmo! — Namjoon disse. — Por exemplo, eu nunca fiquei sabendo nada do Jungkook.

Este que estava concentrado na comida, levantou a cabeça ao ter seu nome pronunciado.

— Eu o quê? — Disse ainda comendo.

— Ja namorou? — Hoseok perguntou.

— Ahn... e o que isso tem haver com vocês? — Ele desviou do assunto e continou a comer.

— Vemos que temos uma pessoa aqui que nunca namorou — Yoongi disse rindo.

— Eu ja namorei — sua declaração fez todos se calarem. — Mas não deu certo, apenas isto.

— E você, Jimin-ah? — Taehyung me perguntou e eu me engasguei com a comida, fazendo com que Namjoon batesse nas minhas costas.

— Eu? Bem... eu ja namorei um garoto, mas ele me traiu e eu terminei tudo... — declarei e todos ficaram surpresos.

— Como alguém teria coragem de traír você? Logo você! — Tae disse e todos concordaram.

— Ele teve. Mas não me arrependo de ter acabado tudo com ele, ele era um canalha. — Falei dando de ombros e continuando a comer.

Senti um olhar em mim e estranhei, logo levantei a cabeça procurando e achei quem me olhava... Jungkook... O que ele quer? Apenas sorri para ele e continuei a comer, o mesmo desviou o olhar e levantou-se com sua bandeija, ja tinha acabado de comer, ja que jogou a bandeija na lata.

Dei de ombros e continuei comendo, era bastante ruim mesmo, mas pelo menos não ficarei com fome igual aquele dia...

— Gente, alguém hoje tem consulta? — Dinah nos perguntou.

— Eu tenho, infelizmente... — Hoseok respondeu e o vi abaixar a cabeça suspirando baixo, logo recebendo carinho de Taehyung.

— Depois eu e o Namjoon que escondemos as coisas... — Jin disse baixinho e eu ri. — E você, Jimin?

— Eu o quê? — Terminei meu café e deixei tudo sobre a bandeija.

— Quando é sua próxima consulta?

— Não sei, ainda não me passaram nenhuma informação... — Falei e ele assentiu.

— Eles devem te entregar as datas brevemente — Yoongi disse e eu assenti.

— Bem, ja vou, até! — Me levantei, peguei a bandeija e a levei até onde deveria ser deixadas, na lata perto do balcão.

Decido voltar até a biblioteca, para ler aquele livro, anjos e demônios... realmente me chamou muita atenção. Sai do refeitório e fui até o corredor, até que escutei alguns gritos do tipo "Me deixa em paz, desgraçado" e algumas risadas. Estranhei aquilo tudo e reconheci aquela voz... Decidi ir até lá ver o que era.

Quando cheguei no pátio, vi que tinham três garotos altos, e o menino de mais cedo, que estava falando aquelas coisas estranhas e não me olhava; estava no chão, com um dos garotos o batendo. Não sei o que deu em mim, mas rapidamente corri e tirei o garoto de cima do maluquinho.

— Mas o quê?! — O garoto me empurrou e veio pra cima de mim. — Quem você pensa que é?!

— Park Jimin, porra! — Gritei, não tinha nenhum medo, e se ele fosse me bater, que bata, mas também vou revidar.

— Who? — Ele perguntou ironicamente e me olhou com ódio. — Por que me puxou?!

— Quem você pensa que é pra bater nele?! — Revidei a pergunta e ele riu sarcástico.

— Não te interessa, playboy. Vejamos então, esse bizarro ai tem um namoradinho... — Apontou para o maluquinho e depois pra mim.

— Não namoro ninguém, retardado — falei com raiva e ele veio pra cima de mim.

— Me chamou de quê?! — Perguntou me empurrando de novo.

— Retardado! Por quê? Vai me bater, porra?! — Perguntei atrevido e ele me empurrou mais forte, fazendo com que eu caísse no chão.

Vi seu punho vindo de encontro a minha cara, mas algo o impediu. Alguém segurou seu pulso.

— Mas o quê?! — O garoto disse antes de ser jogado longe, me assustei e me levantei correndo.

— Jungkook... — Ele me olhou e foi para cima do garoto, que segundos atrás estava a ponto de me bater, mas foi impedido por Jungkook.

Jungkook pegou no pescoço do garoto e proferiu entre dentes;

— Nunca mais mexa com ele, desgraçado! — E, logo após, deu um soco na cara do garoto.


A n g e l

2018.08.04.


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
MORRI DE SAUDADES +-+
Vagabunda... digo, doutora Yiana desgraçada, né?
E esse livro ai? ○-○ sei não, hein...
E o maluquinho? Ventos me dizem que ele será importante na fanfic lalalal
E Jeon fucking Jungkook defendendo o Jimin no final¿¿¿¿¿¿¿
Pra mim o capítulo ficou demasiadamente grande, capítulos desse tamanho está bom para vocês?
Ps: quem não entendeu o título do capítulo 'olhares estranhos', só lerem com atenção que verão que os olhares no capítulo foram bem importantes.
Ps2: eu mudei o nome do lugar, ta? Antes era 'centro de descobrimento' agora é 'descovery center'.


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