História A Namorada do Diabo - Imagine Kim Taehyung (BTS) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Imagine Bts, Imagine Kim Taehyung, Imagine V, Kim Taehyung, Taehyung
Visualizações 71
Palavras 1.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Saga, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltouuu ksksk
Me desculpem por ter ficado todo esse tempo sem postar. Estive com um problema de saúde e enfim, não estive com cabeça para escrever. Preferi não escrever nada do que fazer algo ruim.
Sem mais enrolação, curtam o capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction A Namorada do Diabo - Imagine Kim Taehyung (BTS) - Capítulo 3 - Capítulo 3

Taehyung  p.o.v’s

- Fala. – sussurrei  para Jungkook ao outro lado do telefone. O filme já havia acabado, e agora S/n e eu estávamos em um dos restaurantes da praça de alimentação.

- Amor ! O que eu disse sobre ..

- Shh. – a interrompo. – E então, o que descobriu ?

- Rastreei aquele número que te enviou as fotos. Há poucos minutos ele estava a caminho do shopping.

-  O que ? E agora ? Onde ele está ?

- Não sei. Perdi o sinal.

- Merda ! Ande logo com isso. Vou dar um jeito de sair daqui depressa.

Encerrei a ligação e apoiei os cotovelos na mesa, pressionando as têmporas com as pontas dos dedos enquanto respirava fundo.

- Está tudo bem ?

- Está sim. – suspirei – Só coma logo, temos que ir embora.

- Mas já ? Você nem comeu sua comida.

Dei uma olhada ao redor e em seguida encarei-a nos olhos.

- S/n, temos que ir embora.

Ela abaixou a cabeça e assentiu.

- Tudo bem... Só vou terminar de comer.

Confirmei com a cabeça e olhei para o relógio. 21h31.

- Vai demorar muito ?

- Kim Taehyung ! Já é muito raro sairmos juntos. Será que ao menos eu poderia comer em paz ?

Mordisquei a parte interna de minha bochecha.

- Tá, me desculpe. Mas não demore.

Joguei meu corpo para trás no banco estofado e fiquei mexendo em meu celular até que, depois de poucos segundos, um outro número me manda uma mensagem.

Outra foto. Mas desta vez era minha e de S/n ali, exatamente onde estávamos. Foi tirada do andar de cima, e a legenda dizia ‘’Na mira.’’

- Tá de brincadeira... – sussurrei, levantando meu olhar a procura do desgraçado. E foi quando eu vi um rifle apontado exatamente na nossa direção. – S/N ! Abaixa ! – gritei, forçando sua cabeça para baixo.

E então os tiros começaram.

- O que está acontecendo ?

- Eu te garanto que também não sei.

S/n respirava de modo ofegante. Estava assustada, assim como as outras pessoas que corriam de um lado para o outro.

- Temos que sair daqui.

- C-como ?

A encarei.

- Você vai segurar minha mão, e nós vamos correr muito. Mas sem olhar para trás, ok ? Vem.

E assim fizemos. Desviando dos tiros e das pessoas, nos apoiando de pilar em pilar, parede em parede, até chegarmos ao corredor de emergências.

- T-tae !

Olho para trás e vejo que ela tinha perdido um dos sapatos.

- Ah, porra ! O que disse sobre segurar minha mão e não sair do meu lado ? Depressa !

Logo S/n me alcançou e voltamos a correr até chegarmos ao carro.

- Se eu ao menos tivesse trago uma arma ... – disse enquanto entrávamos – Por que esqueci essa merda logo hoje ?!

- Eu trouxe uma.

- O que ? Por que não me disse antes ?

- Queria mesmo que te entregasse ela dentro do shopping ?

- Tanto faz. – peguei a arma e inseri nela um cartucho de balas. Em seguida me virei para S/n e depositei um breve selinho em seus lábios. – Eu amo você.

Liguei o carro e acelerei em direção a uma das saídas, mas uma moto parou subitamente em minha frente, me impedindo de continuar o trajeto. Ela acelerou uma, duas, três vezes, e em seguida começou a andar em alta velocidade.

- Merda, merda, merda ! – dei meia volta e fui em direção a outra saída.

- Estamos realmente sendo perseguidos ? 

- Aparentemente sim.

- Mas por que ?

- Eu não sei, S/n ! Não sei ! – alterei a voz. – Apenas faça o que eu disser, tá legal ? Se segure para começar.

Ela permaneceu imóvel, apenas me encarando com os olhos marejados.

- Vamos ! Se segure !

Desta vez me obedeceu. Então passei a marcha e acelerei o máximo que pude.

- Tae ? Amor, o que está fazendo ?

- Tirando a gente daqui. Se abaixa !

Colidimos com o carro a nossa frente, gerando um impulso a ponto de quebrar a barra do pedágio da saída. Exatamente do jeitinho que queria. Mais ilesos que o automóvel a frente.

- Já pode se sentar.

- O que quer que eu faça ?

- Bom que perguntou. – entreguei a arma de volta para ela – Atire nele.

- O que ?

- Atire nele ! Não queria participar dos negócios ? Comece atirando nele.

Encarou a arma e então assentiu.

- Pode deixar. – se inclinou para trás e posicionou a arma. Estava quase pronta para puxar o gatilho.

- Merda ! – um outro carro da mesma gangue se pôs ao nosso lado. – S/n, senta.

- Mas eu tô quase ..

- S/n, senta !

Ela disparou. A moto parou de andar, mas em compensação o carro ao nosso lado começou a se colidir em nós propositalmente dezenas de vezes.

- Presta atenção no que eu vou te dizer. Passe para o banco de trás, se agache, e mire no pneu neles. Agora vai, vai, vai.

Outro tiro. Este foi disparado pelo carro ao lado enquanto ela se dirigia para o outro banco, fazendo com que ela caísse ali.

- O que ? Seus filhos da puta ! Filhos da puta ! Vão se foder !

Eles aceleraram o veículo e tomaram outro rumo. Aproveitei para parar o carro no acostamento e ver a situação de S/N.

- Merda... Você está sangrando.

- N-não, eu tô bem .

- Aqueles vagabundos me pagam ! – soquei o volante.

- Tae, fica calmo ... – disse fraco, e eu suspirei.

- Vamos ao hospital, ok ? Em seguida voltamos para casa.

- Não precisa, foi de raspão.

- Por precaução, hm ?

Ela assentiu de leve e em seguida voltei a digirir, tomando rumo ao hospital.

Foi preciso de raspar um pouco de cabelo na lateral de sua cabeça para que os pontos  e o curativo pudessem ser feitos. Sabia o quanto ela era apegada ao próprio cabelo, e estava sofrendo por ter que fazer isso.

- Pode me dar um minuto ? – pedi a enfermeira e ela concedeu.

Agachei na frente de S/n e segurei em suas mãos.

- Escute, meu amor. Mudanças são necessárias, hm ? Não fique insegura. Amanhã podemos ir ao melhor salão para terminar de ajeitar isso. Vai continuar linda, está bem ?

.

.

.

Passados mais alguns minutos, já estávamos de volta em casa, deitados em nossa cama.

S/n se encontrava deitada sobre meu peito, enquanto eu acariciava seu braço.

- É por isso que não podemos sair, né ?

- Não é isso. Sabe quem eu sou, e algumas outras pessoas também sabem. Como aquelas. Isso acaba te deixando exposta e em perigo. Mas eu juro que não vou deixar mais nada acontecer com você. – beijei o topo de sua cabeça.

Permanecemos em silêncio por alguns segundos, até que ela resolveu quebrar o gelo.

- Tae ..

- Hm ?

- Por que não me conta o que está acontecendo ? Sei que é perigoso e quer me proteger, mas se quer mesmo me ver segura, tem que me deixar a par de tudo. Por favor. – ela se virou para mim.

- Você tem razão. – encarei o teto. -Vou contar tudo o que sei, ok ? – ela assentiu.

- Hoje cedo deveria ter chegado um caminhão cheio de mercadorias no galpão. Além de ter sido roubado, os homens que estavam no local para recebê-lo foram mortos. Depois disso, um número começou a me enviar fotos. Duas fotos. Mas antes que pudéssemos rastrear o número, ele foi alterado. Então recebi desse outro número uma foto nossa na praça de alimentação. Foi quando  começou os tiros. Eu não faço ideia do porquê disso e, para ser sincero, minha cabeça está uma bagunça. Muita coisa para um único dia.

Respirei fundo. Voltei minha atenção para S/n, e vi que ela me encarava com um meigo sorriso no rosto.

- O que foi ?

Ela me beijou. Me beijou e se deitou novamente sobre meu peito.

- Muito obrigada. Muito obrigada por me falar a verdade,e  também ...muito  obrigada por ter saído comigo no dia do meu aniversário.  

 

 


Notas Finais


O que acharam ? Comentem para que eu possa saber ! Hahahah
Caso esteja gostando, não se esqueça de deixar seu favorito.
No próximo capítulo tentarei trazer dias e horários fixos para facilitar a postagem e não deixar vocês na mão.
Um beijo, e até o próximo.


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