História A nanny more than perfect -Jeon jungkook - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 83
Palavras 2.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - 03


Fanfic / Fanfiction A nanny more than perfect -Jeon jungkook - Capítulo 3 - 03

P.O.V Camille Segate

- Ok, já entendi. - Repeti pela milésima vez a Ellen. - vai ter um porteiro gato na entrada do bairro. - repeti o que ela havia me dito a alguns minutos atrás.

- Anotou o endereço direitinho?
Porque você é assim, manda virar numa rua vira quinze quarteirões pra frente em tempo de ser estrupada e ter os órgãos vendidos.

- Haja paciência. Em plena quinta feira de manhã e a Ellen já estava me tirando do sério.

- Sim senhora, não vou me perder. Anotei a descrição da árvore que parece um pé de maconha.

- Isso mesmo. Vai ter dois cocos embaixo de uma árvore bem alta...

- Mas na verdade são os cachorros obesos da vizinha, que segundo você parece um mosquito, descansando na sombra depois da caminhada matinal. - me sentei no sofá. - OK, Ellen. Eu já sei, não precisa repetir. As vezes acho que você não é minha amiga e sim minha mãe.

- Credo menina. Até parece que eu só igual aquele troço ruim da sua mãe.

- OK, me desculpe.

- Tudo bem.

- Preciso tomar um banho antes de ir. Até mais

- Não... espera, você anotou o tamanho do pé da...

- Tchau Ellen. - me despedi antes de desligar o telefone. Encarei o endereço que estava anotado em um pedaço dr papel e olhei o relógio que marcava sete e meia da manhã. - Vamos lá. - Me encorajei.

Tomei um banho para acordar e vesti um vestido florido, justo até a cintura, com saia solta até a altura dos joelhos e calcei minhas sapatilhas lilás que combinavam com algumas das florzinhas  da estampa do vestido.

Olhei para a janela e o tempo estava muito bom. Seria umdia de sol maravilhoso!

Fui até a padaria de frente ao meu prédio onde eu trabalhava, até então e após tomar um café bem reforçado voltei para meu apartamento, escovei os dentes, penteei meu cabelo para que ele pudesse ficar solto e após passar apenas um rímel, dei uma última olhadinha no espelho.

- Está apresentável. - Falei para mim mesma me encarando no espelho.

Peguei minha bolsa colocando alguns livros da faculdade para poupar tempo. Tranquei meu minúsculo apartamentoe desci as escadas correndo já que a droga do elevador havia estragado.

Assim que pus o pé na calçada senti um calor infernal. OK... Não seria mais um maravilhoso dia de sol.

- Ei Camille, pra que essa correria toda? - Olhei para o outro lado da rua, onde bianca, minha amiga da faculdade estava acenando para mim como uma louca.

Atravessei a rua quase sendo atropelada por um garoto que estava andando de bicicleta e fui até ela que estava sentada provavelmente esperando um ônibus. A cumprimentei com um abraço e me sentei ao seu lado enquanto a mesma ajeitava seu cabelo que estava bem mais curto que antes.

- Qual o motivo para essa pressa toda?

- Trabalho. - Respondei rindo.

- Mas a padaria é logo ali. - Falou confusa apontando para a padaria que estava na outra esquina.

- Vou fazer um teste em uma novo emprego. - Expliquei a ela eu me abraçou novamente.

- Parabéns amiga. - sorri para ela assim que a mesma me soltou. - Irá trabalhar aonde?

- Não conta pra ninguém, OK? - concordou freneticamente. - se tudo der certo, eu irei trabalhar na casa de jeon jungkook como babá da filha dele. - contei a ela e assim que a mesma ameaçou gritar tampei sua boca deixando se grito abafado.

- O dono daquela revista masculina? - cochichou e eu concordei a fazendo esbugalhar seus olhos castanhos.

- Sim. Chloe conseguiu um emprego lá de cozinheira a alguns anos e pelo visto é uma super amiga dele, e me indicou como babá para a filha dele.

- Oh céus. - se abanou. - Ele é um gato!

- Pelas fotos que vi, é mesmo. - concordei rindo.

- Imagina ver aquele homem pessoalmente. - revirou os olhos. Balancei a cabeça indignada. - Que sorte a sua em...- me encarou de cima a baixo com um olhar estranho.

- Sai pra lá invejosa. - fiz o sinal da cruz para ela que revirou os olhos novamente. - e além do mais ele é casado.

- Eu sei que ele é casado e eu não estou pondo inveje em você. - deu as costas para mim. - Tenho o mecânico. - encarou as unhas.

- Aquele que se possível tenta pegar todas as mulheres do bairro? - perguntei a ela que me deu um tapa me fazendo rir.

-Eu sei que não sou apenas mais uma. - me disse e eu concordei rindo.

Meu telefone começou a vibrar em minha bolsa atrapalhando nossa conversa super interessante sobre o casa de amor platônico de bianca pelo mecânico galinha.

- Esse telefone falsificado...- a empurrei que a mesma encarou meu IPhone (paraguaio) que agora estava em minha mão.

- Calada. - ordenei a ela o atendendo.

- Oi diva, o ônibus já passou? - Era a Ellen...

- Qual o número do ônibus que vai até a casa do seu querido chefe? - perguntei a ela que riu.

- Trezentos e quatro. - Respondeu e eu dei uma breve olhada pela rua.

O avistei a poucos metros de mim vindo em alta velocidade, como se estivesse sem freio. Então eu pensei comigo mesma:

Momento o que eu iria fazer diante daquela situação complicada:

1°- Se eu, com meus um metro e cinquenta e dois de pura sedução e beleza, pulasse na frente do ônibus, eu morreria atropelada e além de não conhecer Jeon Jungkook pessoalmente eu também não iria poder seguir o meu sonho de me tornar um ícone da moda.

2°- Se eu pedisse carona para um estranho, eu correria o risco de ser sequestrada e mantida em cárcere privado até a morte.

3°- Se eu fosse esperar o próximo ônibus, eu provavelmente chegaria atrasada e nem rolaria de fazer teste. Além do mais eu continuaria enfurnada naquela padaria que só vai gente maluca.

-CAMILEEEEEE. - Ellen gritou fazendo meus ouvidos sangrarem.

- Ai Ellen.- apertei meu ouvido. - Calma! Eu só estava pensando no que fazer já que o ônibus passou. - falei a ela avistando o ônibus seguir seu trajeto.

Que morte trágica...

- Vem de táxi. - sugeriu me fazendo rir.

- Atá, bonita. Por acaso eu tenho dinheiro? - questionei a ela que bufou. - Eu ganho um salário mínimo por mês pra poder pagar duas duas passagens de ônibus por dia, o aluguel de apartamento que terá acréscimo esse mês, meus livros da faculdade, essa sendo bolsa de cem por cento graças a deus. Pago meu lanche às vezes fico sem e vou pagar um táxi? - perguntei a ela que se manteve calada por alguns segundos.

- Então vai vir de que? Montada num jegue? De carroça? - Revirei os olho.

- Vou ir montada nas suas costas. - retruquei.

- Ridícula.

- OK... Eu vou de táxi. - falei sem mais nenhuma opção. - Tchau. - desliguei meu telefone o jogando na bolsa.

- Até mais cami. - Bianca falou antes de entrar no ônibus que estava parado na nossa frente.

- Até mais. - acenei para ela assim que a mesma entrava.

Fiquei sozinha no ponto de ônibus e abri minha bolsa. Procurei por algum dinheiro e tinha apenas 3,366,85 wons ( R$ 10 ) guardados na capinha do meu telefone.

- Merda! - resmunguei lembrando que hoje eu ficaria sem lanche.

Olhei para os lados e encontrei um táxi parado na outra esquina. Fui até o carro e bati na janela do motorista, que estava lendo um jornal, e se assustou com as batidas no vidro. O mesmo, assim que viu que eu não era perigosa, abaixou o vidro me encarando com os óculos de grau.

- Bom dia. O senhor poderia me levar a esse endereço? - perguntei lhe entregando o papelzinho amassado que estava dentro da minha bolsa.

- Sim. - ele respondeu com um sorriso no rosto.

Entrei no carro e após uma curta conversa com ele, que era jbastante gentil, o carro parou em frente a entrada do bairro que era bastante monitorada por seguranças.

- Muito obrigado. - agradeci a ele jogando 3,366,85 wons em cima do banco do passageiro.

- Boa sorte no teste. - me devolveu o papelzinho que eu havia lhe entregado.

- Obrigada. Tenha um bom dia de trabalho. - sorri para ele que deu partida no carro e virou a primeira rua à direita saindo do meu campo de visão.

Segui em direção a entrada onde havia cinco seguranças que revistaram minha bolsa e uma outra segurança que me revistou com um detector de metal.
Após ser liberada o portão de grade foi aberto me  fazendo cair o queixo.

Haviam enormes mansões, que apesar do muros altos, eram possíveis de serem vistas. Algumas casa continham muro de vidro que mostravam os enormes jardins floridos e os carros mais luxuosos e velozes estacionados no gramado.

- Meu deus. - senti um nó na garganta.

Era um sonho...

Peguei o papel e comecei a procurar pela casa. Haviam quatro ruas e eu não fazia ideia de qual entrar. Caminhei mais um pouco e avistei uma árvore suspeita.

"Você encontrara uma árvore, que mais parece um pé de maconha" lembrei das palavras de Ellen.

Caminhei até ela e avistei uma rua uma árvore enorme e debaixo dela dois cocos e uma mulher magrela.

"Você irá virar na rua onde há uma árvore grande onde terá dois cocos debaixo dela, mas na verdade..."

- São dois cachorros obesos. - completei me lembrando do que Ellen havia dito.

Caminhei pela rua até me aproximar da árvore onde haviam dois Basset's deitados debaixo dela junto a dona de ambos que mascava chiclete enquanto mexia no telefone.

- Bom dia. - a chamei e a mesma me encarou com os olhos que estavam fundos.

Meu deus... Ela parecia ter saído de um filme de terror.

- Sim. - perguntou arrumando o cabelo lilás que estava un pouco torto.

Espera... Aquilo não era cabelo de verdade.

- Desembucha minha filha. - me despertou dos meus pensamentos.

- Er... Eu queria saber onde é a casa do senhor jeon. - falei a ela que me puxou para um canto.

- Ele já abriu as inscrições para o teste para ser a nova esposa dele?

- O que? - perguntei sem entender. - Ele é casado. - me desencostei dela que riu.

- Querida ele divorciou daquela jararaca. Vi ela saindo ontem com mala e tudo.

- Sério? - concordou.

Então foi por isso que ele estava procurando por uma babá.

- Eu preciso ir. - me afastei dela.

- Se souber de algo me avise. - concordei para ela que se virou e voltou a caminhar me dando a infernal visão do seu corpo ultra magro dentro daquela roupa de malhação branca.

Realmente aquele naquele lugar a Ellen se encaixava. Pelo visto só haviam malucos.

Voltei a caminhar e procurei pelo número 86, que era o número da casa. 83... 84... 85... 86... Encarei o grande muro branco, com algumas partes com janelas de vidro. Avistei Ellen dando ordens a outras mulheres que carergavam roupas dobradas. Todas com o mesmo uniforme azul escuro. Procurei pela entrada e encontrei dois seguranças de frente ao muro alto, marrom claro.

- Não estou armada. - falei a eles que riram enquanto eu erguia minhas mãos

- Deve ser a senhora segate. - concordei. - identidade. - pediram e eu a peguei em minha carteira e os entreguei. Ambos analisaram a foto e depois me encararam. - Seja bem vinda a mansão jeon. - o segurança ruivo devolveu minha identidade enquanto o outro abriu a porta de madeira me dando passagem.

- Obrigada. - agradeci passando por eles. Que assim que entrei, fecharam a porta. - Jesus cristinho. - eu poderia jurar que meus olhos estavam brilhando naquele momento.

A casa era magnífica! Era tão clara e aberta. Era enorme.

Era preciso atravessar um extenso gramado para chegar à frente da casa  que possuía as paredes pintadas de branco. A fachada tinha dois andares.
O primeiro com uma varanda enorme com alguns assentos acolchoados e algumas cadeiras de praia. De longe era possível ver o Hall de entrada com uma pequena cascata de água. Na outra ponta da varanda havia uma piscina com horizonte infinito. O segundo andar, que possuía alguns detalhes em vermelho, a única coisa que era possível ver eram as sacadas dos possíveis quartos que estariam ali. E pelo vidro da piscina era possível ver que embaixo dela havia uma garagem cheia de carros. Era tudo tão maravilhoso.

- AMIGA. - me assustei assim que Ellen pulou em cima de mim me jogando no chão junto a ela. - Ai que saudade. - me deu um abraço bem apertado quase me fazendo morrer sufocada.

- Também senti sua falta. - a abracei. - essa casa é incrível ! - concordou saindo de cima de mim e me ajudado a levantar.

- Você não via nada. - confessou me ajudando a me recompor.

- Bom dia. - me virei rapidamente quase tendo um ataque cardíaco.










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