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História A Nerd e o Popular - Capítulo 14


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Notas do Autor


Oiii! ! Desculpa a demora 😅 espero que o capítulo grande compense

Boa leitura!

Capítulo 14 - Um Novo Aluno?


O dia amanhece lindo com vários passarinhos cantando, e uma certa loira baixinha estava que digamos... Irritada, é isso mesmo oque vocês leram(ouviram). 

— Halerquin, seu idiota! Como se atreve a interromper meu sono da beleza?! — exclamou enquanto jogava várias almofadas do coitado do irmão que se desviava com dificuldade. 

Eu já deveria ter me acostumado com isso. E porque a loira não tem despertador? Bom, digamos que com seu gênio maravilhoso, ela tenha quebrado mais de 15 despertadores, então o único que podia sair vivo (provavelmente), era seu irmão mais velho. 

— Elaine! Você sabe que tem que ir pra escola! Oque os nossos avós vão dizer quando chegarem aqui e te verem em casa?! — disse nervoso tentando achar uma desculpa para sair daquela enrascada, e não é que funcionou? Elaine parou na hora e King suspirou de alívio ao ver que sua desculpa havia dado certo. E porque Elaine parou na hora? Bem, digamos que Elaine tem muito carinho pelos avós e faria de tudo para não vê-los tristes, e King sabe disso como ninguém e até de certo modo admira o carinho da irmã pelos velhinhos. E bom, eles virão hoje passar um mês em Camelot, pois uma certa senhora quis passar esse tempo com os netos e especificamente com Elaine. 

— Vou tomar banho — disse mais calma e se retirou do quarto entrando no banheiro que havia dentro de seu quarto. 

— Isso mexe mesmo com ela  — falou King pensativo. O garoto se retira do quarto para tomar seu devido banho e se arrumar para ir a escola. 

***

Os irmãos já haviam chegado a escola e cada um foi pro seu grupo de amigos como sempre foi na rotina. 

— Eae, King? Quando vai deixar a Elaine sair comigo? — Ban perguntou, zombando da cara do amigo, que caiu completamente na brincadeira. 

— No dia de são nunca! — respondeu irritado. Ban riu em resposta enquanto percebeu que Meliodas não parava de conversar com Arthur — Oque será que eles estão conversando? — King perguntou num tom curioso. 

— Eu não sei. Mas parece que tem algo haver com o Escanor e aquela briga no cinema — respondeu ainda encarando os garotos. 

— Está com ciúmes, né? — King lançou um olhar desconfiado enquanto seu rosto estava desenhado um sorriso vitorioso por finalmente irritar Ban. 

— Do que esta falando, tapado? — Ban se fingiu de desentendimento, e o Fairy sorriu mais ainda. 

— Não se faça de idiota. Você sabe do que estou falando. 

— Não sei não, mas acho que é você o idiota — Ban falou e King ficou confunso. 

— Hum? — Ban apontou e King o seguiu com seu olhar e viu Diane conversando com Howser animada. King sentiu seu sangue ferver e com todos os motivos do mundo. 

Howser é caidinho pela Diane e parece que só é ela que não percebe isso. 

— Se eu fosse você eu iria lá. 

— Cala a boca! Você não é eu e não me venha dizer oque devo fazer! 

— Você não vai lá? 

— Não. Eu confio na Diane — King falou confiante e Ban sorriu. 

— Cuidado pra amanhã não vir com um par de chifres! — falou entre gargalhadas e derrepente uma figura feminina aparece atrás do Albino. 

Oque disse, Ban? — perguntou num tom sombrio e o Albino sai correndo para não morrer. King cai na gargalhada e Diane rir junto. 

— Você deveria fazer isso mais vezes! — o baixinho disse enquanto limpava uma lágrima que descia de seu olho. 

— Vou pensar no caso — Diane piscou e King sentiu suas bochechas ficarem quentes. 

— Oque foi? — ela perguntou confusa. 

— N-Não é nada. 

— Tá bom. Vou voltar pro lado das meninas então. 

— Tá bom — King beijou a  bochecha de Diane e se retirou a deixando envergonhada pelo seu ato. 

Horas depois... 

Em um canto qualquer estavam conversando dois garotos que acabaram de largar da escola. 

— Eae, Arthur? Quando botaremos nosso plano em prática? — Meliodas perguntou ansioso. 

— Nesse exato momento, meu amigo. Vou mandar mensagem pra ela nos encontrar aqui — ele disse um pouco nervoso. Não sabia no que aquilo iria dar.

— Certo, mas vai logo por que se não a Elizabeth chega e... 

— Eu oque? 

Meliodas levou um enorme susto ao perceber a presença da namorada. 

— É que eu e o Arthur estamos ligando pra Merlin nos encontrar aqui para resolver aquela parada — o loiro explicou. 

— E porque não queria que eu soubesse? — Elizabeth levantou a sobrancelha desconfiada. 

— É que eu não queria que se talvez desse em briga você visse uma cena dessas. Seus olhos são muito delicados para ver isso — Meliodas falou qualquer desculpa e Arthur segurou a gargalhada que queria sair de sua boca. 

Para tirá-lo daquela situação, resolveu abrir a boca. 

— Pronto, ela já está vindo — avisou o ruivo guardando o celular no bolso e Meliodas suspirou aliviado. 

— Quero ir com vocês — a albina disse convicta. 

— Certeza? Não queria que... 

— Meliodas, pode falar, está com vergonha de mim — Elizabeth abaixou a cabeça com uma expressão triste e Meliodas estava se perguntando como ela chegou naquela conversa. 

— Tá, você pode ir — ele cruzou os braços de olhos fechados. Suas bochechas estavam inchadas. 

— Eba! — ela comemorou alegre. 

— Ela não estava triste até esse momento?! — Arthur perguntou surpreso pela rapidez na qual a colega conseguia mudar de sentimentos. 

— Mulheres meu amigo. Mulheres... — ele suspirou emburrado. 

— Cheguei — Merlin anuncia sua  chegada e Arthur abre um sorriso no rosto. 

— Merlin! Que bom que veio — Arthur falou feliz e Meliodas sorri malicioso. 

— Sate sate sate. Vamos logo? 

— Pra onde? — a morena perguntou curiosa. 

— No caminho te explicamos tudo, bora simbora cambada — o baixinho coloca as mãos atrás da cabeça e começa a caminhar sendo seguido pelos três atrás de si. 

***

— Então quer dizer que vocês querem que eu perdoe o Escanor? — o Pecado da Gula perguntou. 

— Sim! — falaram ambos ao mesmo tempo. 

— Porquê chegaram a conclusão de que eu quero perdoá-lo? 

— Porque você tem um coração bom, Merlin! — Meliodas afirmou tentando convencê-la. 

— Isso não é o suficiente — fez careta. 

— Tá, tá. O Escanor tá sofrendo. Ele não gosta que tenha sentimentos negativos em relação a ele. Por isso viemos te chamar — o garoto loiro explicou. 

— É, até que agora faz sentido — Merlin disse mais convencida. 

— Então quer dizer que isso seja um sim? — o garoto perguntou esperançoso. 

— Sim, dependendo do que ele me dará — Merlin falou com um sorriso macabro e Meliodas fez careta. 

— Só você mesmo. 

Merlin riu mas percebeu que Arthur estava muito calado. 

— Oque foi Arthur? — perguntou ao ruivo. 

— Eu só estava pensando se caso eu não tivesse te seguido até o banheiro, você talvez estaria com o Escanor agora — Arthur falou meio magoado se sentindo um pouco culpado. 

— Arthur, claro que não! Você sabe que eu considero o Escanor apenas um amigo — ela parou seus passos e os três fizeram o mesmo — Será que vocês poderiam ir na frente? — ela pediu a Elizabeth e Meliodas que apenas concordaram e continuaram sua caminhada. 

— Oque será que a Merlin quer falar em particular com o Arthur? — Elizabeth perguntou a Meliodas. 

— Acho que vão ter uns papinhos e se agarrar depois — Meliodas falou calmamente e Elizabeth corou surpresa como o loiro conseguia dizer algo embaraçoso tão tranquilamente. 

— Meliodas! 

— Oque foi? — perguntou confuso. 

— Você é um pervertido! — ela acusou. 

— Você está certa, meu bem — Meliodas vai pra cima de Elizabeth e a puxa para um beco escuro enquanto aperta cada curva de seu corpo. 

— M-Meliodas, p-para! — Elizabeth pediu mas na verdade estava gostando muito. 

— Tem certeza de que é isso oque você quer? — ele sussurrou num tom sensual em seu ouvido. A mesma continuou calada e o loiro aceitou isso como um sim. O baixinho continuou com seus toques e levou seus lábios até o pescoço pálido chupando o local com força deixando o lugar roxo. A albina apenas gemia baixo e suava com o prazer que o garoto lhe preenchia. 

***

— Arthur, porquê você está assim comigo? Já falei que eu não sinto nada pelo Escanor! 

— Eu sei que não, mas não deixo de me sentir culpado por isso tudo. Talvez seria melhor nós... 

— Não complete essa palavra, idiota! — Merlin bateu na cabeça do ruivo que apenas resmungou de dor massageando o local. 

— Porquê fez isso?! 

— Pra parar de ser um tonto! Parece que gosta de sofrer — falou irritada, mas seu semblante muda em seguida para sereno — Você sabe que eu te amo e que isso tudo oque ta acontecendo é para fortalecer nosso relacionamento, e se você não está preparado pra isso eu vou entender. 

— Não, não! Não é isso oque eu quero — abaixou a cabeça. 

— Então deixe de ser bobo. Algum dia isso iria acontecer, mesmo se não fosse você a pessoa que eu amasse — Merlin segura o rosto do Pendragon que apenas a encarava com um olhar surpreso. A morena beija delicadamente os lábios de Arthur que apenas retribuia pedindo para aquele momento demorar. 

Minutos depois... 

Arthur e Merlin já tinham chegado onde o casal estava. 

— Que demora! — Meliodas reclamou — Vocês estavam fazendo oquê, hein? — perguntou num tom malicioso. 

— Conversando apenas — Arthur respondeu um tanto nervoso. 

— Certeza de foi apenas conversa? Oque é isso nos seus lábios Arthur? — o loiro perguntou fingindo inocência e Arthur ficou envergonhado por não ter limpado a boca antes de virem. 

— Nos deixe em paz, Meliodas! — Merlin reclamou — Não nos fale nada já que o seu pescoço está com um chupão — disse apontando pro local do pescoço e Meliodas olha surpreso pra Elizabeth que apenas desvia o olhar envergonhada. 

Essa garota vai me matar algum dia. Ele pensou. 

— Vamos logo? Não quero perder mais tempo, pois tenho coisas pra fazer. 

— Tá. O Escanor já deve ter pegado no sono com a nossa demora. 

Todos voltam a andar como se nada tivesse acontecido. 

***

Meliodas bate na porta e em seguida ouviram passos segundos depois. A porta é aberta pelo ruivo que arregalou os olhos ao direcionar seu olhar pra Merlin. 

— Que bom que veio, Merlin — ele disse feliz pôr vê-la. Na qual significa que ela irá perdoá-lo. 

— Ei, estamos aqui também — Meliodas chamou a atenção do Pecado do orgulho que apenas sorriu. 

— Boa tarde pra você também, Meliodas. 

— Será que podemos entrar? — o loiro perguntou com as mãos atrás da cabeça numa posição relaxada. 

— Sim, entrem por favor — pediu e deu espaço para a visita passar — Seja bem vinda a minha casa, Elizabeth. 

— Obrigado Escanor — Elizabeth sorriu. 

— Não querem nada? Uma água ou suco? — o ruivo perguntou sendo educado. 

— Eu aceito uma água se for possível. Andamos naquele sol quente e minha garganta está seca — o Pecado da Ira falou — Quer também Ellie? 

— Sim... — aceitou envergonhada. 

— Vocês não querem nada? — perguntou pra Merlin e Arthur. 

— Eu vou querer sim algo Escanor — Merlin falou num tom sensual. 

— Oque seria? 

— Depois que você trazer a água dos dois nós conversamos — faz suspense. 

Escanor apenas concordou e andou até a cozinha e na volta trouxe dois copos com água bem gelada. Meliodas e Elizabeth beberam tudo e deixaram o copo na mesa da sala. 

— Obrigado — Elizabeth agradeceu. 

— Não precisa agradecer. Merlin... Eu queria pedir desculpas por tudo oque eu fiz você passar... Eu... 

— Aceito suas desculpas por duas condições — Um — levantou o primeiro dedo — Que continue sendo meu amigo — Dois — levantou o segundo dedo — Que tente se dar bem com o Arthur. Essas são minhas condições para perdoá-lo. 

— Merlin, não precisa... — Arthur tenta falar mais é interrompido. 

— Tudo bem, Merlin. Faço tudo por você — Escanor finalmente aceitou as condições de Merlin, mesmo não gostando muito da última. 

Escanor é gado mesmo. Meliodas pensou fazendo careta, enquanto Elizabeth sorria feliz por finalmente todos fazerem as pazes. Depois de muita conversa, cada um decidiu seguir seu rumo pra casa. 

— Escanor, a conversa ta boa mas eu preciso ir agora. Tenho muita lição de casa — Merlin falou com a bolsa nas costas. 

— Mas não temos lição de casa... Ai! — Meliodas é interrompido por um pisão no pé dado pela Gula — Ah é! T-Temos muita lição de casa pra fazer — ele disse tentando não gemer pela dor. 

— Bom, nos vemos amanhã então — ele disse mais aliviado. 

— A-Até. 

Os amigos se retiram e Escanor suspira de alívio ao saber que a amada havia lhe perdoado. 

— Porquê mentiu pra ele?! — o Pecado da Irá perguntou agora massageando seu pé. 

— Como falei antes, tenho mais oque fazer. Se me dão licença... Arthur vai vir comigo? — perguntou e Arthur em resposta ficou de seu lado. 

— Até amanhã, gente — Arthur acenou e foi embora com a morena. 

— “Arthur vai vir comigo?” — Meliodas tenta imitar a voz de Merlin mas em vão, e Elizabeth rir da tentativa falha. 

— Deixa os dois serem felizes, oras! Vai me acompanhar até em casa? 

— Oque você quiser, princesa — sussurrou de um jeito sensual e a albina apenas cora envergonhada. 

Os dois começam a caminhar em silêncio e Elizabeth sabia oque viria em seguida. 

— Eu não tinha percebido aquele chupão — ele começou fazendo Elizabeth querer enfiar a cabeça em um buraco. 

— D-Deve ter sido na hora na qual você me puxou pro beco. Você deve ter batido o pescoço em algum lugar — a albina inventou, mas não podia enganar o rei dos tarados. 

— Vou fingir que acredito na sua resposta. O Mael vai ficar até quando na sua casa? — perguntou ele incomodado. Sentia que o Albino não era de confiança.

— Não sei. Talvez seja até sua família vir de mudança. E talvez ele fique na nossa escola também. 

— Oquê?! Por quê justo na nossa escola?! — Meliodas se altera e Elizabeth para seus passos um tanto surpresa.

— Porquê não gosta do Mael? — Elizabeth perguntou confusa e curiosa. 

— Q-Quem disse que eu não gosto dele? — fingiu estar indignado. 

— Seu jeito, seu olhar e seu tom de voz muda ao dizer o nome dele — disse todas as suas observações e Meliodas apenas ficou calado pensando quando foi que ela percebeu tudo aquilo. 

— Você está enganada. Nem conheço ele — fingiu um sorriso, mas não se podia enganar a namorada observadora. 

— Vou fingir que acredito na sua resposta — repetiu a mesma frase do loiro momentos atrás. 

— Vamos mudar de assunto? Isso já ta me dando nos nervos! — Meliodas sentiu-se encurralado, então Elizabeth decidiu mudar mesmo de conversa por que se não iriam começar a primeira briga de casal e era isso oque ela menos queria. 

Um tempo depois... 

— Já está entregue — ele disse olhando pra janela do quarto de visita. Já ele viu uma figura alta de cabelos longos brancos os encarando de cima. 

— Obrigado por tudo mesmo — ela sorriu e Meliodas aproveitou a chance para dar um beijo desesperado em Elizabeth que apenas se entregou. Em parte Meliodas desejou aquele beijo, mas na outra metade ele estava marcando território pois não queria perder Elizabeth, e ele sentia que Mael era um rival muito perigoso. O loiro ainda beijando a amada, direciona seu olhar até a janela e não viu mais o Albino lá então decidiu acabar com o beijo e dar mais um selinho nos lábios corados da namorada. 

— Te vejo amanhã! — ele sorriu entre dentes por ter feito o Liones sentir raiva. 

— Até! — ela acenou e adentrou sua casa e Meliodas decidiu voltar para casa também. Queria conversar com o irmão sobre seu pai. 

Elizabeth assim que entra em casa, dá de cara com Mael sentado na escada que vai pro segundo andar. Ela se assusta e põe a mão no peito tentando controlar o coração. 

— Que susto Mael! 

— Desculpa Ellie — ele sorriu amarelo. 

— Vou deixar essa passar. Estava me esperando? 

— Sim. Queria conversar sobre o Meliodas com você. 

Elizabeth levanta a sobrancelha confusa. 

— Ele te disse algo? Posso conversar com ele... 

— Não, ele não me disse nada. Mas não pude deixar despercebido o jeito que ele olha pra mim. É um olhar incomodado. Ele te disse algo? 

Assim que ouve Mael ela vai em lembranças. 

Lembranças On

Elizabeth estava muito animada na mesa já que seu namorado estava junto de sua família. A albina não parava de encarar o loiro com um olhar apaixonado enquanto ele retribuia o olhar gentilmente igual. Mas as vezes ele e seu primo se encaravam de um jeito estranho e com uma certa raiva, pensou que era coisa de sua cabeça, então decidiu deixar pra lá esse pensamento. 

— Vou fingir que acredito na sua resposta. O Mael vai ficar até quando na sua casa? 

Simples palavras mas com um tom desconfortável. Elizabeth percebeu que os dois não se davam bem e resolveu tentar unir esses dois. 

Lembranças Off

N-Não ele nãe disse nada. Porquê? 

— Por nada. Vou subir agora, depois nos falamos — se levantou da escada. 

— A-Até — Elizabeth assistiu Mael subir as escadas, e suspirou de alívio ao ver que o primo não continuaria com a conversa — Esses dois... — murmurou balançando a cabeça em negação. Ela decidiu subir para tomar um banho e aproveitar seu dia. 

Dia seguinte... 

O dia amanheceu e Elizabeth não queria levantar da cama por nada. Mas tinha um relógio que ela não poderia desligar: se chamava Verônica. A garota estava pulando na cama chamando seu nome várias vezes e a albina tinha certeza de que ela ganharia. Seu sangue ferveu e ela pôs uma cara feia pra irmã. 

— Não me olhe assim — sorriu — Você que não quis acordar e o papai me mandou te acordar. 

— Sua sínica! — jogou um travesseiro na irmã mais velha que o agarrou com facilidade. 

— Vamos logo sua dorminhoca! O Mael já está se arrumando — Verônica avisou jogando o travesseiro na cama. 

— O Mael vai pra minha escola?! — Elizabeth perguntou surpresa e Verônica apenas concordou com a cabeça. 

— Sim. O próprio pediu para ir pra sua escola. Tem sorte de ter alguém da família estudando com você. 

— Eu não chamaria isso de sorte — sussurrou de cabeça baixa já imaginando uma suposta briga de seu namorado e primo. 

— Oque disse? 

— Nada não! — riu de nervoso — Já  vou tomar banho — se levantou da cama. Verônica apenas deu de ombros e se retirou do quarto para dar mais privacidade a irmã. 

Um tempo depois Elizabeth já estava arrumada e já havia comido então decidiu descer para ir pra escola pois já estava quase na hora. 

Descendo as escadas, ela da de cara com Mael que lhe encarava com ternura enquanto estampava um belo sorriso em seus lábios. Elizabeth sempre admirou a beleza de Mael, já que os dois não são primos de sangue, na infância teve uma queda por tal mas nunca teve coragem de dizer pois tinha medo de levar um fora. 

— Está linda, Ellie — ele elogiou admirado. 

— Obrigado. Você também está muito lindo — ela sorriu de volta. 

— Já está tudo pronto? O motorista está nos esperando — Mael disse. 

— Sim, sim. Vamos indo? 

— Vamos. 

Os dois albinos se retiram de casa e adentram o carro. 

Minutos depois... 

O motorista estaciona o carro de lado da escola. 

— Lhes desejo uma boa aula — o motorista desejou. 

— Obrigado — agradeceram ambos ao mesmo tempo. 

Saíram do carro e os olhares foram justamente pros dois — corrigindo— para Mael. Elizabeth sentia-se incomodada com os olhares e resolveu falar:

— Parece que você é famoso por aqui — comentou enquanto andava. 

— Que nada. Só conheço algumas garotas daqui — ele respondeu simples com um sorriso. 

— Eu vou pro lado das meninas. Quer vir comigo? 

— Sim, pode ser. 

Os dois vão em direção de Merlin, Diane e Elaine que estavam cochichando do garoto. 

— Oi meninas! Esse daqui é meu primo Mael — Elizabeth apresentou. 

— Oi Mael! — o comprimentaram. 

— Oi meninas muito prazer em conhecer vocês — ele sorriu fazendo Elaine e Diane se derreterem. 

Lá em baixo havia o grupo de Meliodas que não gostava nada disso. 

— Não sei oque essas meninas vêem nesse cara! — King comentou irritado. Vendo sua irmã e quase namorada se derretendo por Mael. 

— Pelos meus cálculos, ele tem 100% de beleza de acordo com todas as garotas da escola. Isso significa que ele está competindo com o Ban e o capitão — Gowther fez seus cálculos. 

— Isso não tem nada aver Gowther! — disse Meliodas irritado — Esse cara ta se mostrando. 

— Oi pessoal, tudo bem? — Arthur chega perto. 

— Não ta tudo bem — Ban reclamou — Você não ta vendo? Aquele cara ali ta chamando a atenção das garotas pra sí. 

— E oque isso tem demais? — o ruivo perguntou confuso. 

— Ah! A Merlin ta babando nele! — respondeu em ironia e Arthur quase teve um treco quando escutou isso e nem quis saber se foi brincadeira ou não e já foi se aproximando da morena. 

— Oque ta pegando? — perguntou e pôs a mão na cintura de Merlin. 

— Arthur! Esse dai é o Mael, primo da Elizabeth — Merlin apresentou e Arthur fez cara de poucos amigos. 

— Oi, muito prazer — Mael comprimentou. 

— Muito prazer — falou pouco interessado — Vou voltar pros meninos. Até mais amor — beijou os lábios de Merlin e saiu de perto. 

— Huuum — as meninas fizeram com malícia. 

— Não comecem suas crianças! — falou irritada. 

Arthur se aproxima dos meninos com cara de  poucos amigos. 

— Eai? No que deu? — King perguntou curioso. 

— Por mim ta tudo de boa. Só a Elaine que ta na maior manteiga derretida — ele falou e King e Ban não gostaram do que escutaram. 

— Oquê?! Eu vou tirar a Elaine de perto daquele cafajeste agora mesmo! — King disse já preparando-se para acertar um soco na cara do albino. 

— Você não aguenta nada, tapado! Eu que vou resgatá-la daquela beleza impura — disse Ban. 

— Vocês não vão a lugar nenhum! — Meliodas disse interrompendo os ciumentos — Não confiam nas garotas? Eu confio na Elizabeth. 

— Você tem razão capitão — King falou. 

— Não era você que disse ontem que confiava na Diane? — Ban provocou. 

— Cala a boca idiota! 

— Vocês são um saco mesmo — disse o loiro entediado — Vamos pra sala? Quero tirar um cochilo antes da aula. 

— Vamos. 

Os meninos vão para a sala e Elizabeth encara  Meliodas que entrava na sala. Porque será que ele não falou comigo? 

— Tudo bem, Elizabeth? — Mael perguntou. 

— A-Ah, tudo sim. Vamos para a sala de aula? 

— Vamos — ele respondeu desconfiado. Percebeu que Meliodas nem veio falar com a prima e sorriu. 

Depois de um tempo os alunos vão para a sala pouco a pouco e finalmente o professor Hendriksen entra. 

— Seja bem vindo Mael Liones — Hendriksen falou. 

— Obrigado professor — Mael sorriu. Meliodas pôs uma cara irritada e apertou seus punhos. Só de ouvir a voz dele já lhe incomodava. 

Então o professor deu início a sua aula e Meliodas fingiu prestar a atenção, quando derrepente sentiu-se ser cutucado no ombro esquerdo: era Ban. Ele fez um movimento com a cabeça querendo saber oque ele queria quando derrepente o Albino estende o braço e nele havia uma carta em sua mão. O loiro fez uma cara confusa mas aceitou a carta a lendo em seguida:

“Meliodas, eu sei oque se passa na sua cabeça e quero que saiba que isso já está ficando chato. Eu escolhi ficar com você e o Mael é apenas um primo no qual amo como irmão. Te vejo na frente do banheiro dos meninos”

Ass: Elizabeth Liones

Ele engole seco e encara Elizabeth que prestava atenção na aula mas sentia o olhar do loiro em si. 

— Eai oque ela disse? — Ban sussurrou. 

— Ela quer me encontrar na frente do banheiro dos meninos no recreio para conversarmos — ele respondeu nervoso. 

— Ih, capitão! Você tá ferrado. 

— Tô mesmo. Fui um babaca com ela. Vou pedir desculpas — Meliodas respondeu culpado. 

— Boa sorte — o Albino desejou. 

— Obrigado, eu vou precisar — ele fechou os olhos tentando se acalmar. Sou um estúpido mesmo! Xingou-se mentalmente. 







Notas Finais


Oiii! Desculpa parar aqui é que o capítulo ta muito longo e eu tô deixando o melhor pra depois 😂😌

Oque será que vai acontecer? Que romance mais complicado kkk

Até o próximo capítulo ❤


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