História A Nerd e o Popular ( Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 37


Escrita por: e leetrist

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé
Tags Bangtan Boys, Bts, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Rap Monster, Rose, Suga
Visualizações 742
Palavras 2.703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


> Me desculpem pela demora. Sei que prometi que sairia vários capítulos no mês de Julho, mas infelizmente não deu muito certo.😓

> Não sei como vai rolar sobre atualizações, minha aulas começaram, é muita matéria para mim estudar, já que minhas provas começaram semana que vem, já.

> Estamos de capa nova!!

> Obrigada por todos os favoritos. 😁

> Desculpe mais uma vez ^^ 😥😥

<> Boa leitura <3

Capítulo 37 - Verdade.


Uma dor insuportável, era o que eu sentia. Meu coração batia forte e rápido, minha respiração estava acelerada e ofegante, como se eu acabasse de ter um orgasmo.

Segurei alguns fios de cabelo entre meus dedos e deixei a tristeza me consumir. Meu olhos estavam marejados, eu chorava como uma criança que acabou de perder a mãe. Literalmente.

Por mais que eu tentasse limpar ou evitar de deixar mais lágrimas cair, era impossível. Fechei os olhos, mordi o lábio e soltei um grito.

- Isso... Não é possível! - deixei meu corpo cair para a frente, apoiando as mãos no chão, evitando um impacto - Não, não... - sussurrei.

Apertei o retrato contra meu peito e continuei a chorar.

Talvez para algumas pessoas isso não fosse uma surpresa. Eu não tinha nada a ver com Hwasa. Ao contrário dela, que tinha uma pele morena e cabelos e olhos escuros, eu mantinha uma coloração um pouco mais clara nos cabelos, minha pele, branca como um papel, e com os olhos verdes. Sou exatamente igual a mulher da foto.

Aviam mentido para mim, por desessete anos. Minha vida inteira foi uma farsa. Peguei novamente o papel sufite na mão e comecei a ler o grande texto escrito.

'Nome: Park ______.'

'Tamanho: 59 cm.'

'Pais Biológicos: Joy (Park Soo-young) e JB (Im Jae-bum)

'Pais Adotivos: Hwasa (Ahn Hye-jin) e Kai (Kim Jong-in)'

Chocada? Estava. Além de ser adotada tenho que lidar com um falso sobrenome. Wang? É sério. Até meu próprio sobrenome.

- Park ______. - li meu nome em voz alta. - Eu realmente sou adotada. - abaixei o olhar ao ler novamente a coluna 'Pais Adotivos'.

Enxugue mais algumas lágrimas que aviam caído de minhas bochechas. Peguei minha mochila, a revirando, a procura de meu celular. Peguei o aparelho nas mãos e o liguei. Foi nos contatos e procurei o nome de quem queria, o achando sem muito esforço.

Eu poderia tirar satisfações com somente uma pessoa. E tenho certeza de que ela não irá mentir a respeito deste assunto. Cliquei para ligar, logo sendo atendida.

"- Vó? - a chamei"

"- Minha filha, a quanto tempo. - a mais velha pareceu animada ao ouvir minha voz. - Você está chorando pequena? - perguntou ao ouvir uma fungada."

"- Vó, a senhora está em Busan? - perguntei mudando de assunto."

"- Estou minha querida. - respondeu. - Por que a pergunta?"

"- Posso fazer uma visita para a senhora? - perguntei esperançosa. - Hoje mesmo?"

"- Mas é claro minha neta. - ouvi seu tom de voz animado. Sorri. - Pode vir quando quiser, já lhe disse isso. - riu."

"- Que bom. - suspirei. - Irei arrumar minhas coisas, vou pegar o primeiro ônibus para Busan. - disse"

"- Ok minha querida. - respondeu. - Irei preparar alguns dos seus biscoitos preferidos.".

"- Obrigada, Vó. - agradeci. - Até logo."

"- Estou te esperando minha querida. - disse. - Até logo."

Enterrei a ligação e respirei fundo. Minha vó seria a pessoa certa para me explicar sobre o assunto. Já que Hwasa seria minha tia, não tenho dúvidas que ela é realmente minha vó.

Peguei a mochila que estava no chão e subi para meu quarto. Joguei todos os materiais que estavam dentro, em cima da cama. Abri uma das diversas gavetas e peguei algumas roupas, o necessários para passar uns cinco ou seis dias.

Não iria avisar ninguém, nem mesmo Jungkook, sobre essa viagem repentina. Peguei uma camiseta grande, uma calsa jeans e um tênis e os vesti, fechei a mochila e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo.

Junto com o celular coloquei o carregador em um dos bolsos da bolsa e sai de meu quarto, indo para o andar de baixo. Olhei ao redor. Meus olhos pararam no chão, me ajoelhei e peguei a foto juntamente com a folha que comprovada minha adoção. As guardei no bolso principal e me levantei novamente.

Já na porta de entrada, peguei uma chave em cima da mesinha de canto e tranquei a porta. Suspirei e limpei uma lágrima que caiu em minha bochecha. Funguei e puxei meu cabelo com força. Está fazendo uma loucura. Ir para uma vir até vizinha sem nem ao menos avisar alguém, era algo idiota e perigoso de se fazer.

Os meninos e as meninas iram ficar muitos preocupados, principalmente Jungkook. Mas essa era a única alternativa que eu tinha. Precisava saber a verdade.

Liguei para um Uber, que sem muita demora chegou em frente a minha casa. Adentrei o veículo, falei o endereço para o motorista, que seguiu caminho até a rodoviária.

Olhava pela janela, reparando em todos os prédios e lojas que a grande cidade continha no centro. Seul sempre foi muito atraente e bonita. Vários turista vem somente para a Coreia, apenas pata visitar a grande cidade. Além de ser uma das principais e mais importantes cidades, ela também fornece empregos bons, principalmente em empresas famosas. Proporcionando uma vida boa para todos.

Fechei os olhos e a imagem de meus pais verdadeiros vieram a minha cabeça.

Minha mãe é realmente muito bonita, pela foto da para perceber que sua beleza era de invejar. Os lábios grossos como os meus, o rosto gordinho, mas bem definido, os olhos castanhos e pequeninos, os cabelos escuros e compridos. Sou a cara dela.

Digo o mesmo de meu pai. Cabelos escuros e olhos bem puxadinhos, seu sorriso na foto realça sua beleza, e faz seus olhos quase sumirem, virando um risquinho.

Não estou tão confiante em chamar eles de pai e mãe, nem os conheço, e pelo jeito nem vou conhecer.

" - Sabe. - esticou o papel em suas mãos. - ela era uma pessoa legal e adorada por todos. - a olhei sem entender. - linda, e todos os homens da cidade a desejava, tinha um corpo magnífico de dar inveja em qualquer mulher. - sorriu malvada. - doce, fofa, engraçada, e uma futura modelo. - mordeu o lábio. - mas infelizmente ela morreu, sabe por que? - perguntou e eu apenas neguei com a cabeça. - sua própria irmã a matou. - sorriu satisfeita."

As palavras de Hwasa realmente me machucaram muito. Saber que ela não era minha mãe biológica, e ainda esfregar na minha cara que tinha matado a própria irmã - minha mãe - me partiu no meio.

Eu realmente não sei o que fiz para merecer isso. Hoje está sendo um dos piores dias da minha vida. Fui "espancada" por três meninas na escola, fui obrigada a lidar com sangue saindo do meio das minhas pernas, minha parte íntima doendo e quando chego em casa, nada melhor do que receber a notícia de que minha vida foi uma mentira. Ironicamente falando.

- Chegamos senhorita. - sai de meus pensamentos com a voz do motorista. Peguei o dinheiro atrás de meu celular e paguei o motorista. Sorri e sai do carro, o vendo sumir pela rua.

Suspirei. Comecei a andar calmamente. A rodoviária não estava muito cheia hoje, o que me fez agradecer por isso. Comprei a passagem e me sentei em um dos bancos de pedra. O horário de saída seria as 15:30, era exatamente 15:00, então não teria que esperar muito pelo ônibus.

Peguei minha mochila nas costas e segui até o meio de transporte. Mostrei e entreguei minha passagem para o moço e entrei dentro do ônibus. Não estava muito cheio então sentei em dois bancos, ocupando um deles com a bolsa.

Peguei meus fones de ouvido e me ajeitei no banco. O conectei no celular e coloquei uma música aleatória, mas que não era muito animada. Fechei meus olhos, não demorando muito para adormecer profundamente.

**

O motorista do ônibus avia chamado os passageiros que aviam dormido, avisando que já havíamos chegado em Busan. 

Peguei minha mochila e me levantei do acento, entrando dentro da fila para a saída do ônibus. Coloquei minha mochila em um de meus ombros, logo reclamando de dor por conta do peso. 

Após sais do transporte, comecei a andar pela grande e moderna rodoviária. As pessoas andavam de um lado para o outro, algumas com um rumo e outras sem ao menos saber aonde estava. Eu ao ver o desespero de um casal ao ver que aviam vestido as malas. Não que eu esteja debochando da cara deles, pelo contrário, apenas lembrei de um dia que avia acontecido a mesma coisa comigo. 

Peguei meu celular em minha mochila e procurei, novamente, o nome de minha avó nos contatos. Após achar liguei para ela, avisando que avia chegado e se ela poderia vir me buscar. Depois de confirmado que conseguiria ir para a casa da mais velha sem me preocupar, me sentei em um dos bancos de pedra do local, e confesso que acabou me causando uma leve dor nas costas e no pescoço após dormir no banco desconfortável do ônibus. 

Imaginado como seria a reação se Jungkook ao não me ver na escola ou em casa. Prometi para mim mesma que não iria responder e nem atender a suas ligações, e faria o mesmo com o resto do pessoal. Esse assunto é delicado e ninguém, além de mim, precisa saber.

Mesmo confiando muito nas meninas e no Jungkook, ainda não criei coragem para expor isso, afinal, preciso tirar essa história a limpo para saber a verdadeira verdade sobre meus pais. Ainda estou confusa e atordoada em relação a isso, mas por enquanto, meu objetivo será: Não dar nem um sequer sinal de vida para meus amigos, e namorado.

Suspirei e arrumei meu cabelo. Cansada de esperar por minha avó, me levantei do banco público e comecei a andar pelo grande local. Meus olhos sempre estavam nas pessoas, a procura de algum conhecido no meu de toda a multidão. 

Passei as mãos pelos cabelos novamente e mordi o lábio inferior. Novamente, dando mais uma olhada pelas pessoa avistei - finalmente - um conhecido meu. 

- Aí meu deus. - Momo veio praticamente pulando em meus braços. - Que saudades que eu estava, prima. - deu pequenos pulinhos entre o abraço me tirando algumas gargalhadas. 

- Você está tão bonita e diferente. - a olhei de corpo inteiro depois de nos separarmos. - Aish. Quanto tempo. - sorri meu lembrando da nossa última vez juntas. 

- Pois é, _____. - pegou minha mochila, que antes nas costas estavam em suas mãos. - Vem, vamos. Vovó está nos esperando na fazenda. - me puxou pelo pulso, animada. 

Momo e eu somos primas de sangue, mas com todas essas coisas acontecendo, não sei se é por de mão ou por de pai. Crescemos juntas na fazenda da vovó. Como avia bastante animais e as livre, para nos divertir na época, nos saímos de casa escondidas, ou, íamos no celeito, aprontar com as galinha ou saíamos correndo pelo grande e extenso gramado verde.

Nos divertimos bastante. Digamos que, esse é o passado que não conto para ninguém. Na minha cabeça, como a maioria das pessoas me veem triste, não tem motivos para saberem já fui realmente feliz. Não que Jungkook, não me cause felicidade, pelo contrário, ele até agora, foi minha única esperança é sempre está ao meu lado.

- Como vai o colégio? - Momo perguntou assim que entramos no carro. Me sentando ao seu lado no banco do passageiro. 

- O de sempre, Momo. - respondi desanimada. - Mas as coisas não estão tão ruins assim, melhorou um pouco. 

- Não me falar que você conheceu um garoto - me encarou com um sorriso. Assenti. - Meu Deus prima! - disse animada. - Isso é sério? 

- Sim! - disse animada, me lembrando de Jungkook. - Ele é perfeito Momo. - mordo os lábios a olhando. 

- Mas, estão apenas ficando ou estão namorando? - fixou o olhar na rua. - Hum? 

- Estamos namorando! 

- Minha bebê cresceu. - retirou as mãos do volante para bater rápidas palmas. 

- Ei, foque na estrada. - disse rindo. - Depois lhe conto tudo. - ela sorriu animada e continuou o caminho sem tocar mais no assunto. 


Peguei minha mochila que estava no banco de trás e sai do carro junto com Momo. A casa da vovó continuava a mesma coisa, cheia de árvores e flores enfeitando o quintal. Momo me puxou pelo braço, correndo até a porta de entrada. 

Estava com saudades de minha avó, faz realmente muito tempo que não a vejo. Entrei na grande casa logo sentindo o cheiro gostoso de comida. A comida da mais velha era extremamente gostosa,  olha que não estou exagerando. 

Momo pegou minha mochila e subiu as escadas, me avisando que iria colocar no quarto onde eu iria dormir. Me deixando sozinha na sala de entrada, segui até a cozinha, avistando minha avó de costas e cozinhando alguma coisa, provavelmente por minha causa, pensando em que eu estaria com fome quando chegasse de viagem. Realmente, estou faminta. 

- Vó? - a chamei. A meus velha tomou um susto ao ouvir minha voz, soltei um leve riso c9m o pulinho que avia dado. - A senhora não cansa de cozinhar, né? - Coloquei as mãos em minha cintura. 

- Minha neta! - veio até mim depois de se recuperar do susto. - Como estás linda. - passou as mãos pelos meus cabelos. 

- Obrigada vovó. - agradeci. 

- Estava com tanta saudade. - sorriu com algumas lágrimas nos olhos. Como sempre, muito sentimental. - Me desculpe. - passou a mão pela bochecha. 

- Ei, não chore. -  puxei para um abraço. - Também estáva morrendo de saudades. - a apertei mais em meus braços. 

- Minha filha - me olhou. - estas muito triste, qual é o motivo? - perguntou.

Achava incrivel como minha vó me conhecia tão bem. Mesmo tentado ao máximo disfarçar era impossível, dava para perceber de longe a tristeza que me consumia. Nem eu sei como Momo não percebeu. 

- Vó, eu vim para cá com um objetivo. - a senhora enchugou as mãos em um pano de prato e me guiou até a sala de tevê má sentando no sofá, fazendo o mesmo.

- Qual é o motivo pequena? - perguntou curiosa. - Em? 

- Bom... - suspirei. Passei as mãos pelos bolso de meu moletom, não achando a foto e o comprovante de ser adotada. Estava em minha mochila. - Vó, vou subir para pegar uma coisa, prometo não demorar, fique aí. - pedi. 

Subi as escadas com preça. Espero que Momo não tenha em minha mochila. Encontrei o quarto de hóspedes e não avia ninguém. Minha mochila estava em cima da cama, abri o zíper da bolsa e para minha felicidade a foto e o papel estava ali. A fechei novamente, logo descendo as escadas. 

A senhora continuava sentada no sofá. Fui até ela e me sentei ao seu lado. E sem ficar nada apenas entreguei a foto, vendo-a arregalar os olhos e engolir seco. 

- Vó, da para me explicar sobre isso? - entreguei o papel de adoção em sua mão. 

- Eu não fasso a mínima ideia do que seja isso. - esticou o barcos com a foto na mão, querendo que eu pegasse. 

- Não minta, vó. - pedi. - apenas me diga a verdade. 

O local ficou um completo silêncio. Senhora Park - minha avó - parecia pensar no que iria me falar. Passou o dedão em cima da garota que estava na foto, percebi uma tristeza vindo dela quando me olhou. 

- Como soube? - perguntou. - Quem lhe contou sobre isso ______? 

- Hwasa. - sussurei. 

- Diga mais alto. 

- Hwasa. - praticamente gritei, percebendo tê-la ofendido. - Desculpa.

- Aquela idiota! - disse brava. - Ela não sabe nem mesmo guardar um segredo! 

- Vó, se acalme. - pedi. - Apenas me conte a verdade. 

- O que Hwasa lhe falou sobre isso? 

- Ela me disse que essa garota e o homem são meus pais verdadeiros. - apontei para a mulher na foto. - E que avia a matado... - apontei para a mulher, dei uma pausa. - Por inveja. 

- Me desculpe _____, mas isso é mentira. - arregalei os olhos. - Apenas sobre Joy ter morrido. 

- Park Soo-young. 

- Sim. - firmou. - Mas todas a chamavam de Joy. Agora, você pode chama-lá de mãe. 

- Então é verdade? - perguntei. 

- Sim, é verdade. - disse triste. 

- Mas, como assim Hwasa mentiu para mim a respeito de minha... mãe e meu pai estar mortos? - perguntei tremendo. 

- Porque, eles não estão mortos!


Notas Finais


Eita, meu deus.
Joy e JB não estão mortos.
(S/n) viajou sem avisar Jungkook e os amigos, prometendo não dar nenhum sinal de vida.😦😥
Hwasa cuzona, e vovó querendo mentir para a neta. Que coisa feia 😂
#VaiDarMerda

Altas surpresas nos proximos capítulos!!!!

<> Beijinhos, meus solzinhos ☀️


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