História A Nereida - Capítulo 1


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Categorias Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Poseidon
Tags Anfitrite, Deuses Gregos, Mitologia Grega, Poseidon
Visualizações 27
Palavras 720
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores!!
Não me matem!!
Eu sei que eu deveria estar postando capítulos para as outras histórias... mas esse será o meu próximo livro... e eu darei continuidade a ele primeiro..
espero que gostem..
Sorry mesmo

Capítulo 1 - Capítulo Um


Fanfic / Fanfiction A Nereida - Capítulo 1 - Capítulo Um

            O adeus a luz solar naquele dia estava mais intenso do que o de costume, seus raios filtravam a calmaria das ondas salgadas e o seu calor trazia o conforto no coração da pequena nereida. A imensidão azul cercava os seus dias, e haviam coisas ainda não descobertas pelos próprios seres marinhos, das quais ela gostaria de desvendar. Havia algo incontrolável dentro dela e com o tempo não seria mais contido. Dóris sabia disso e tentava enturma-la o máximo possível em suas 49 irmãs, Anfitrite precisava ser normal como as outras.

            No entanto, sua mãe ainda não tomava as diferenças da pequena criança como graves, deixaria que a mesma vivesse os sonhos de seu próprio mundo. Por um lado, estava contente em ver que ao menos uma delas possuía um senso comum. Algumas nereidas eram mais velhas e outras mais novas, eram como a luz do mar e levavam a alegria aos seres marinhos, Nereu o velho deus do mar a tinham como seu tesouro. E Anfitrite era sua preferida.

            Observava a mesma todos os dias, sua silhueta pequenina encontrava-se sobre as pedras na superfície, quando o sol baixava para repousar em seu sono, Anfitrite subia para aprecia-lo. Ela irradiava o calor, seus cabelos negros traziam a noite nas profundezas do oceano e seus olhos ao olhar para seu pai, carregavam uma luz infinita.

____Querida, não se distancie. Sua mãe fica muito chateada quando se separa de suas irmãs, você precisa começar a dar prioridade as suas tarefas. ____Nereu acariciava os cabelos longos da filha, era quase impossível brigar com Anfitrite, seu semblante doce e único não permitia tal ato.

____Mas estava apenas apreciando o por do sol. ____sua voz suave tocavam os ouvidos do velho deus como as mansas águas tão raras. ____O senhor precisa aprecia-lo também, é tão bonito quando refletem na água.

            A pequena nereida nadava em círculos, parecia empolgada e cheia de energia, ela possuía uma fonte vital inesgotável disposta ao que for preciso. O deus analisava aquela curiosa expressão, os golfinhos geralmente a seguiam para onde ela fosse, talvez Anfitrite sempre estaria protegida.

____Prometo que olharei o pôr do sol com você algum dia. ____ele concordou para que ela se aproximasse. ____Mas agora, quero que se recolha para o palácio e arrume-se para que possa jantar com suas irmãs.

            Anfitrite resmungou de braços cruzados, chateada por não poder ganhar os mares naquela noite. Seu pai gostava de estragar seus momentos de diversão, mas ao menos não era sua mãe que lhe tirara o gosto de brincar. Dóris era muito mais exigente.

            A pequena nereida cruzava os portões rapidamente, os corais alaranjados lhe pareciam borrões, mas mesmo assim a decoração do jardim de sua casa reluzia sobre sua passagem.

____Olá senhor Portuga. ____a nereida sempre que cruzava os portões, era gentil com os empregados do palácio de seus pais. Poucas de suas irmãs tinham o hábito, mas Anfitrite passava a maior parte do seu tempo nadando ao lado de seres como aqueles. Os mesmos acenavam em gestos lentos e transmitiam em seu pensamento as saudações.

            Chegando as portas do palácio, ainda sobre velocidade a pequena adentra o salão provocando euforia aos serviçais dentro do local. E não houve tempo para sua parada, pois sua mãe arrumava uma grande mesa e somente parou sobre a cauda da mesma.

____Anfitrite, eu avisei sobre parar com esse costume. ____a deusa furiosa mantinha as mãos na cintura olhando fixamente para a filha aos seus pés.

____Eu sinto muito, mamãe. ____a pequena nereida tentou se ajeitar, encolhida sem encarrar o rosto da oceânide.

____Mamãe essa menina precisa de concerto, talvez devesse ser levada as profundezas, no palácio de Oceano. ____disse Glauce, tão bela e vibrante uma das mais velhas entre as irmãs. Seus cabelos avermelhados reluziam como chamas, uma beleza rara e incomparável, estava prometida a um humano muito rico.

____Suponho que sim, mas vou lhe dar mais uma chance. ____Dóris segurou a menina no colo e a olhou intensamente. ____Quero que vá para o seu quarto e se arrume, trate de ser mais responsável, Anfitrite.

A pequena concordou com a cabeça e saiu em disparada assim que a oceânide a largou, a nereida era jovem demais para entender o mundo adulto, mas mal sabia ela que tudo aquilo um dia seria maior e que teria os mares aos seus pés.


Notas Finais


Bjokaaaaaaaas, espero que seja uma história incrível, espero todos para o próximo capítulo!!


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