História A neta do 17 - Capítulo 2


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 17
Visualizações 20
Palavras 837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Famí­lia
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - É apenas o começo


Suri seguiu com a  gravidez normalmente, 17 precisou de um tempo para esfriar a cabeça de todo aquele stress, Suri teve medo, seu pai quando se stressava não era nada de legal, se lembrava de algumas lembranças de quando era  criança, como gostava de fazer bagunça no carro dele com seu irmão, quando aprontavam, de brincar de esconder pela floresta e o pai ir procurar eles, tinham herdado alguns poderes do pai como voar e lutar. Suspirou indo tomar um banho após fechar seu livro na cama. Já estava no seu sétimo mês até que sentiu uma pontada forte na barriga e percebeu estar sangrando. Estava perdendo as forças, suas mãos escorregavam pela parede, tentou gritar ajuda mas a voz não saía. Acabou por desmaiar. Sua sorte era que estava na casa da tia e  sentiram seu ki alterar.

Acordou  o hospital dois dias depois no hospital, tinha tido um deslocamento de placenta e a perda de sangue agravou a anemia que tivera durante a gravidez. Sua visão enxergou sua tia 18 que suspirou aliviada e ....seu pai que estava mais afastado olhando sério algo no bercinho do lado de sua cama... olhava a menininha que estava ressonando e se  remexendo de leve desviando o olhar para a filha com as mãos nos bolsos. Se manteve em silêncio, sua ex estava a trabalho e não sabia do que ocorreu com a filha, suspirou pesadamente olhando a menina e a pirralhinha que dormia ao lado, ver aquela criança sentiu algo forte dentro de si, ela era a cópia perfeita de Suri que tinha seus traços mas algo naquele pequeno ser dizia que iria lhe dar um digamos certo...trabalho. ainda estava bravo mas preferiu se calar e saiu do quarto mudo.

- Não ligue para seu pai, ele ainda está se acostumando com a ideia - Falou 18 pegando o bebê e acariciando dando para a sobrinha que fitava a filha muda e encantada.

17 e 18 ainda mantinham a aparência bem jovem e bem conservada, uma genética que seria herdada por seus herdeiros. Suri beijou a testa da filha e a acalantou no colo.

- Como se chamará? 

- Yuna.

- Lindo nome!

O pai de Yuna também não estava presente e não sabia o que aconteceu.

Cuidar de Yuna foi meio trabalhoso pois Suri teve de  conciliar as coisas mas sabia que conseguiria, quando a  filha estava prestes a completar 1 ano precisou prestar algumas provas para fora da cidade e não tinha com quem deixar. Seus tios estavam treinando opor uns tempos longe, sua mãe sempre lhe ajudou mas seu serviço pelo mundo a  negócios lhe tomava tempo, só restava seu pai que disse que ficaria com a neta, ele de vez em quando ia  visita-las.

Chegou o dia e precisou se despedir, ia ser apenas uma semana fora. Se despediu da filha e do pai indo para o avião. 17 carregava a neta no colo que fez bico de choro, revirou os olhos não estando afim de ouvir berreiro.

- Ora não chore, ela vai voltar...parece que somos só nós, sua tia Bra está ansiosa. - Falou enquanto carregava a menina no colo com o braço e o outro empurrava o carrinho da mesma em rumo ao estacionamento do aeroporto enquanto as mulheres lhe flertavam pelo caminho.

Chegou ao carro e depositou a neta na cadeira de bebê que esperneava um pouco e afivelou o cinto indo guardar  o carrinho no porta malas, depois de tudo pronto fechou a porta de trás e adentrou o carro ligando o mesmo e colocando um metal no mp3 para tocar num som baixo para não incomodar a menina. Observou a neta pelo retrovisor que apenas observava tudo ao redor.

Yuna estava com um brinquedo nas  mãos e quando seu avô parou o carro num sinal levantou a mãozinha e quando o carro deu partida novamente, atirou o brinquedo no vidro do carro fazendo dezessete freiar bruscamente.

- Da próxima atiro ele pela janela! 

Ralhou com a neta jogando o brinquedo que tinha caído perto dos pedais para o banco do lado, estava distraído e o susto lhe fez freiar. Yuna baixou o olhar não entendendo. Chegaram algum tempo depois na casa do avô. Dezessete deixou as coisas da menina no quarto que separou para ela.

- Yuna vem cá! 

Falou Bra sorrindo e meio receosa  da menina não querer, não tinha muito contato com Suri devido a distância mas jamais desejou mal para seus enteados, sempre aconselhou o marido a procura-los.

A menina apenas sorriu tímida ficando quieta nos braços da azulada depois que o avô passou do colo dele para o dela e a mesma ficou brincando com a bebê.

Dezessete pensava em Suri enquanto sentava na cama olhando a foto dela no porta retrato que tinha em seu quarto, esperava que ela passasse nas provas, sabia que tinha se afastado demais dela e talvez Yuna poderia ter vindo mais na frente se estivesse cuidando dela todo dia, não sabia se culpava ela ou a si mesmo.

 


Notas Finais


Olá. Espero que gostem. ^^
Esses primeiros capítulos parece que o tempo corre mas é apenas para introdução, o foco é fazer a convivência de Yuna com 17 e acreditem que ainda vai acontecer é coisa com esses dois kkkk


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