História A Neta do Barão e o Motorista - ( Imagine JungKook - BTS ) - Capítulo 18


Escrita por: e Srta_Baby

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Chen, Colegial, Do Kyungsoo, Drama, Hoseok, Imagine, Jeongyeon, Jimin, Jin, Jungkook, Min Yoongi, Namjoon, Taehyung
Visualizações 540
Palavras 3.780
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hola >.<

Tô com sono, então não tenho nada pra falar.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 18 - A Verdadeira História


Fanfic / Fanfiction A Neta do Barão e o Motorista - ( Imagine JungKook - BTS ) - Capítulo 18 - A Verdadeira História

JungKook

Pisco algumas vezes, fecho e abro os olhos tentando ouvir as palavras de papai. Nem sei ao certo o que sentir agora, só penso em como (S/N) pode reagir a isso. Agora eu entendo a nossa aproximação tão rápida, SeokJin me acolheu e me tratou como um neto, ele até me ajudou a ficar com seu neta. Só não consigo aceitar o fato dele ter falecido sem eu saber antes. Tantas perguntas se criam na minha cabeça agora, que se torna impossível descobrir a reposta de todas.

Ainda me recordo do meu primeiro dia como motorista, SeokJin disse que era temporário mas que não iria me demitir do nada. Para falar a verdade trabalhar como motorista foi uma forma para eu poder ter mais tempo para pensar no que vou fazer, tinha acabado o último ano do colegial e ainda não sabia o que iria cursar. No final de tudo eu era só um garoto com medo do mundo, com medo de dar um passo em falso e cair, ouvir os risos das pessoas por verem você errar aquele passo mais difícil da coreografia. Jin e eu conversamos bastante, foi com ele que eu e decidi no que irei trabalhar independente de opiniões alheias, seguir o meu sonho, sempre.

— Então quer dizer que SeokJin teve você fora do casamento? – pergunto e ele assente. Respiro fundo e tampo o rosto com as mãos, evitando um grito de agonia. — POR QUE VOCÊ NÃO ME DISSE ANTES?! EU... – engulo em seco e sinto meus olhos arderem. — Meu avô não era o meu avô... – sussurro abaixando as mãos e deixando as lágrimas caírem.

Se eu não sabia a sensação que a (S/N) sentiu quando descobriu a verdade sobre o seu avô, agora eu sei, porque por coincidência, nosso avô é um só. Sinto raiva, ela subindo nas minhas veias, porém mais do que tudo eu sinto tristeza, saber que o homem que eu sempre amei e respeitei nunca foi aquilo que eu pensava. Me pergunto se essa dor no peito é algo comum que acontece, se a vontade de chorar para sempre vai passar, se as lágrimas vão parar de cair.

— Você sabia desde o começo, não é?! – o olho com raiva e fecho os punhos, não ligando quando minha mãe entra no quarto. — FALA!

— Eu não sabia, JungKook. – rio em desânimo, olho para mamãe que está com lágrimas nos olhos. — Se acalma.

— Você também sabia, não é? – olho para a mulher que me deu a luz e ela assente sorrindo fraco. — Pensei que confiava em mim como eu confio em você. – seguro o choro e enxugo as lágrimas. — (S/N) tem razão em não confiar nas pessoas, porque sempre haverá uma mentira!

Levanto e visto um casaco preto com capuz, pego o meu celular, minha carteira. Meu coração está acelerado, minha boca está seca e um nó está formado na minha garganta desde que meu pai começou a contar a verdade. SeokJin traiu a esposa, minha avó não quis o procurar e mentiu para o meu "avô", sendo que ele sempre tratou papai como um filho de verdade. Quando penso que serei feliz, vem algo e me atinge profundamente​. Droga, mil vezes droga!

— Aonde você vai? JungKook! – ignoro a voz desesperada da mais velha e saio do quarto. — Menino volta aqui! Jeon JungKook! OLHA QUE EU TE PEGO DE PAU GAROTO!

— Omma, me deixa, por favor. – me viro e a olho pela última vez antes de bater a porta.

Peço mais um copo para o dono do bar e suspiro olhando para a rua nada movimentada. Beber às vezes é bom para esquecer aquilo que nos faz sentir mal, mas não pense que sou um maluco, bebo com moderação até porque só tenho dezenove anos.

Queria muito estar com ela agora, em seus braços pequenos e fofos, entre os seus lábios que me deixa sem ar só de ver. Em outras palavras, queria estar afundando nela agora, ouvindo os seus gemidos, sentindo a minha pele ser maltratada por suas unhas. Mas com ela não posso fazer isso, não desse jeito bruto que costumo fazer. Minha princesa precisa de carinho e calma na sua primeira vez e tenho medo de a machucar por um mero desejo. Vamos transar sim, mas do jeito certo e o menos doloroso possível...Digamos que quando tirei a virgindade de uma garota ela gritou tanto que chamaram a polícia pensando que tinha alguém em perigo.

Tomo mais um copo de soju e respiro fundo sentindo a minha garganta arder. Um homem senta ao meu lado e logo percebo que aquele amigo dela, o tal de "Hobi". O encaro por um longo tempo sorrindo, acho que o efeito do álcool já começou.

— JungKook. Está tudo bem? – o ruivo indaga e eu rio alto jogando a cabeça para trás. — Quantos copos você bebeu?

— Uns cinco. – balbuço e inflo as bochechas, soltando o ar na sua cara. — Você é muito lindo moço, sabia?! Me beija. – inclino a cabeça para o beijar, porém a sua mão não deixa. — Por que?!

— Eca, que nojo. Segura a sua onda, vou te levar até a (S/N).

— Minha princesa. – abro um sorriso largo e o abraço. — EU TE AMO HOSEOK!

Já dizia meu avô que cu de bêbado não tem dono.

Dia Seguinte

Abro os olhos acordando aos poucos. Abraço o ser ao meu lado e sinto o seu cheirinho que nunca irei esquecer. Arregalo os olhos ao ver (S/N) sorrindo fofa, ela segura o meu rosto entre as suas mãos e me olha me analisando. Sento na cama me afastando dela e abraço um travesseiro, olhando ao redor. Senhor, como eu vim parar aqui? Com ela? N-Nós transamos?!

— C-Como... – engulo em seco e respiro fundo, lembrando somente da parte em que cheguei no bar. — Como eu vim parar aqui?

— Bom dia pra você também. – sua voz sai baixa e ela senta sobre as minhas coxas e me olha nos olhos. — Está sentindo algo? – coloca a sua mão quentinha na minha testa.

— Não... – seguro a sua mão e a afasto. Mordo o lábio e olho mais uma vez ao redor, talvez seja só um pesadelo, o maior deles. — Aish... – tampo o meu rosto com as minhas mãos. — Não me diga que a gente...

— Transou? – destampo o rosto e assinto curioso. (S/N) ri baixo e nega com a cabeça, se levanta e cruza os braços me olhando séria. — Não transamos, mas você bem que tem uma mão safada, não parava de alisar o meu bumbum. – sinto as minhas bochechas arderem e sorrio pequeno. — Não fica vermelho se não eu te mordo.

— Pode me contar o que aconteceu e... – olho para mim por debaixo do cobertor. — Cadê as minhas roupas?! – pergunto ao perceber que a roupa em meu corpo não é a minha.

— Calma, eu vou te contar. – ri perversa e senta na cama, a menor segura a minha mão e o riso. — Mas não me culpe se eu rir, foi você quem bebeu até não aguentar.

— Fala.

— Hoseok te trouxe aqui ontem e era bem tarde, quase de madrugada. – a neta do Barão dá uma pausa e continua. — Você estava bêbado JungKook, falava coisas engraçadas e loucas. – ela ri e tampa a boca com um mão. Balanço a cabeça e peço para ela continuar. — Te dei um banho frio e te coloquei pra dormir, só isso. Ah, além claro da parte de você ficar apalpando o meu bumbum enquanto dormia...Estava sonhando com o quê?

Suspiro e passo a mão no cabelo, a olho e sorrio fraco. Pelo menos não contei sobre a verdadeira história. (S/N) me olha esperando uma resposta, porém só de lembrar do sonho minhas bochechas ficam quentes.

— Com nada. – minto e me levanto, ela faz o mesmo e para na minha frente. — Foi você quem me deu banho?

— Não. – diz simples e sorri ladino. Às vezes tenho medo dessa menina, juro que se ela sorri safada, não dou chances e agarro ela aqui mesmo. — Meu irmão deu um banho em você, essas roupas estranhas são dele.

— Ata. – alcanço as minhas roupas dobradas na poltrona, percebo que elas foram lavadas, secadas e passadas. — Onde eu posso me trocar?

— Não quer saber o que me disse ontem quando chegou? – entreabro a boca e puxo o ar soltando o mesmo pelo nariz. A mais nova na minha frente começa a rir e eu fecho a cara. Eu odeio quando as pessoas riem sozinhas, como se eu fosse um palhaço para rirem da minha cara. — Você disse...Que ama o Hoseok! MAS QUE MERDA É ESSA JUNGKOOK?! DÁ PRÓXIMA VEZ QUE FALAR AQUILO EU TE BATO! – sorri fofa e cerra os olhos. — O banheiro é logo ali, vou te esperar lá embaixo para o café.

A vejo sair com seu pijama curtinho e fechar a porta. Agora sei o porquê deu ficar apalpando o seu bumbum.

(...)

(S/N)

Sento sobre a cama e penso, daqui a pouco iremos até o escritório do advogado do vovô para a leitura do testamento. Não sei se SeokJin fez aquilo que disse, que ele iria nos tirar tudo, mas sei que ele não deixaria a sua família sem nada, eu vi nos olhos dele antes do mesmo morrer. Mamãe está melhor, já não chora mais e a nossa aproximação ainda não aumentou, ainda estou muito ferida com as atitudes dela e do papai. Aliás, devo falar sobre o que Namjoon fez por mim nessas vinte e quatro horas que se passaram desde o enterro do vovô?

Primeiro Namjoon me fez carinho e assistiu dorama comigo, justo aquele que me faz chorar rios, ele comprou doces – poucos porque não posso comer muito – e digamos que ele tentou me comprar com tudo isso. Também fez o meu café da manhã e deixou JungKook dormir comigo, coisa que foi difícil de acontecer mesmo com a colaboração da minha mãe. Kim Namjoon aceitou mas ficou emburrado e tenho certeza de que ele nos vigiou pela porta, tentando ouvir algum barulho ou gemido. Isso é o que acontece quando seu pai pensa que você será virgem para sempre.

Ouço batidas na porta e peço para a pessoa entrar. Para a minha surpresa é a Baronesa que nem parece mais pálida ou triste. Observo em como ela está vestida, eu queria ter metade da vaidade que ela tem, mesmo tentando não consigo ficar em cima de um salto por mais de uma hora. Mamãe senta ao meu lado e sorri para mim, retribuo um pouco desconfiada e ela leva o seu olhar para a minha cama.

— Seu namorado já foi embora? – pergunta voltando a me olhar.

— Já. – respondo simplista e entorto o canto dos lábios. A mais velha respira fundo e eu faço o mesmo. Clima tenso. — Está preocupada com o testamento?

— Se dissesse que não estaria mentindo. – mamãe suspira e sorri mais uma vez. — Mas não vamos nos preocupar com isso, está bem? – assinto e ela segura a minha mão. — Vamos?

Assinto mais uma vez e nos levantamos. Tudo bem, podemos fazer isso.

(...) 

Brinco com Taehyung e rimos enquanto esperamos sei lá quem que chegue. O advogado do vovô pediu para esperar até que chegue esse alguém. Bom, o tio Choi viajou de novo e sumiu no mapa, não conheço mais ninguém que precisa estar aqui. Só espero que não tenha mais surpresas porque para mim já deu, se tiver mais uma eu enlouqueço de vez.

Aperto o nariz de Tae rio quando seus dedos desocupados entram em contanto com a minha barriguinha, me fazendo cócegas. Começo a me contorcer e a cair em cima de Namjoon, que sorri mostrando as suas covinhas. Dou um tapa na bochecha do meu irmão mais velho e ele para me olhando incrédulo. Nem foi tão forte. Peço desculpas e beijo a sua bochecha. Meu lindo, meu Oraboni, meu chimpanzé reumático.

— Papai, o Tae disse que vai me bater. – conto para Namjoon que olha para Taehyung. Sorrio sapeca e abraço papai como se fosse uma menina indefesa. — Só porque dei um tapinha na bochecha farta dele. – lhe mostro a minha língua.

— Vocês dois quando se juntam só faltam se matar. – papai nos olha com seus olhos cerrados e sorri mostrando as suas covinhas. Deus, prenda essas covinhas ilegais antes que eu as roube. — Nem parecem que cresceram.

— Eu cresci, quem não cresceu foi essa pessoa ao meu lado. – Taehyung aponta para mim sorrindo vitorioso. Aigoo. — Fala pirralha, quantos metros cresceu desde que fui embora?

— Nenhum, já você cresceu tanto que parece um cano de encanamento. – caio na risada junto com papai e mamãe, deixando o único com uma cara nada boa o meu Oraboni. — Te amo abestado.

— Por que não vão beber uma água para se acalmarem? – mamãe pergunta num tom autoritário e assentimos. — Não molhe a sua irmã Taehyung. – avisa quando nos levantamos.

— Pode deixar, eu só vou afundar a cara dela no bebedouro. – reviro os olhos e saio da sala do advogado tendo Tae no meu encosto.

Ficamos quase dez minutos para beber água, andamos pelo prédio e entramos em algumas salas, até passamos um trote. Se alguém aparecer com uma pizza atrás da Jubiscréia, diga que ela se mudou para "Jubiscréialândia". Voltamos para a sala e nos sentamos, o advogado já está de volta sentado no seu lugar e lê alguns papéis. Batuco os meus pés no chão e fito os meus pés, que ficam bonitos de saltos mesmo eu não aguentando ficar em pé depois de sessenta minutos.

— Parece que quem estávamos esperando já chegaram. – o senhor Kang diz ao desligar o telefone e levanta deixando os papéis na sua mesa. — Senhora Kim, o Barão não contou isso para ninguém, mas ele teve um filho fora do casamento.

Olhamos para a mamãe boquiabertos, a mais velha franze o cenho e respira fundo assentindo. Pisco algumas vezes sentindo meu coração acelerar de algum jeito, por algum motivo. SeokJin traiu a vovó, então quer dizer que...Ele tem um verdadeiro neto ou neta. Sinto meu peito apertar e meus olhos arderem. Uma bomba gigante caiu de novo e o meu colete já está acabado.

— Por favor, entrem.

A porta é aberta por sua secretária e três pessoas entram devagar.

Droga.

Por que?

Por que ele?

Por que sempre há algo no nosso caminho?

Abro a boca deixando um grunhido de dor sair, deixo uma lágrima cair e meu peito doer intensamente. JungKook está parado me olhando triste, como se também estivesse sentindo a minha dor. Olho de relance para os seus pais, seu pai nos olha sem expressão e a minha sogra sorri para mim. Aperto os olhos deixando mais lágrimas percorrerem a minha face, me levanto e fecho os punhos olhando para a minha família. Eles estão mais surpresos do que eu.

— Que palhaçada é essa?! – mamãe berra e se levanta também, junto com papai que a segura. — SeokJin não pode ter traído a minha mãe!

Mordo o lábio negando olhando para o motorista e saio correndo para fora da sala, subo as escadas indo para o térreo e ao chegar apoio as mãos na berrada de ferro, praguejando tudo.

Mil vezes droga.

JungKook

Molho os meus lábios ao ver ela sair correndo com lágrimas nos olhos. Era esse o meu medo, de como ela reagiria. Vi quando seus dedos apertaram a barra do seu vestido que a deixou linda, em como seus pés se movimentaram para ficar de pé e em como seus punhos se fecham demostrando a sua raiva. É tão difícil para mim quanto para ela.

Saio correndo atrás dela e a sigo até o térreo. A observo de costas para mim, o pôr do sol que reflete em seu corpo e em como os seus cabelos voam com o vento, tudo nela me tira o ar.

— Parece que nunca poderemos ser felizes. – diz ainda de costas ao perceber minha presença e me olha por cima dos ombros. — Por que não me disse? – se vira e se aproxima de mim, deixando os nossos corpos próximos. — POR QUE?!

— Porque eu também não sabia. – respondo baixo e forço um sorriso. — Acredita em mim princesa, eu só fui saber ontem. Por isso eu bebi, por medo do que poderia acontecer. – explico e enxugo as suas lágrimas. (S/N) mantém uma expressão fria em sua face.

— Como posso confiar em você JungKook? – pergunta chorosa e morde o lábio desviando o olhar para os prédios altos de Seul. — Que droga! É como se nada estivesse dando certo, entende? Tudo colabora para o fim.

— Está me dizendo que quer terminar? – engulo em seco e ela me olha, sorri pequeno e entrelaça as nossas mãos. — Não tenho culpa nisso, você sabe.

— Eu sei. Não quero terminar, mas...Não sei como as coisas vão correr daqui pra frente. – a mais nova respira fundo, fecha e abre os olhos. — É como várias caixinhas surpresas, cada uma me faz acreditar menos que posso lutar por esse sentimento.

— Então vamos abrir cada uma delas, (S/N). – acabo com o espaço entre os nossos corpos e seguro seu rosto entre as minhas mãos. — E em cada uma que abrimos, descobriremos a verdadeira história e então vamos lidar com essa verdade. Me prometa que não vai desistir e que vai confiar em mim, prometa e entregue o seu coração para mim, Kim (S/N).

Você é o meu tudo, garota.

— Eu prometo. – diz sem hesitar e abre um sorriso lindo que me faz sorrir bobo. — Pare de sorrir e me beija.

— Certo. – rio e tomo os seus lábios para mim, peço passagem e ela cede, fazendo o meu coração acelerar. Aprofundo o nosso ósculo e seguro firme na sua cintura, desço a minha mão para a sua coxa a apertando de leve. — Acho que precisamos ir um pouquinho mais afundo no nosso namoro. – digo ofegante e sorrindo para ela.

— Também acho. – sorri e me dá um selinho. A pequena fita o chão e torce o nariz. — Precisamos enfrentar aquilo, não é? – assinto e respiro fundo, a puxo para um abraço e a anjinho nos meus braços.

— Vou estar com você, meu amor. – sorrio ao falar tais palavras.

(S/N) e eu voltamos para a sala e todos nos olham curiosos. Nos sentamos um do lado do outro, aperto a sua mão contra a minha que está sobre o meu joelho e faço um carinho em seus dedos, sentindo a sua pele se arrepiar. Sorrio.

— Podemos começar a leitura do testamento?

Então, o advogado começa a falar de toda a história antes de contar o que todos querem saber que é sobre os bens.

Não faço a mínima ideia do que vai acontecer, mas (S/N) aperta a minha mão cada vez mais, me fazendo engolir seco e ficar tenso. Nossos pais focam nas palavras do advogado, ele diz primeiro sobre quem ficará com a empresa.

— Deixo a empresa nas mãos do meu filho de que nunca cuidei e também nas mãos da minha filha, a qual eu amo mesmo que não seja do meu mesmo sangue, diz SeokJin. – olho rapidamente para a garota ao meu lado, que respira fundo tirando parte de um peso das suas costas, assim como eu.

— Deixo a minha casa para os meus dois netos, (S/N) e JungKook. Façam o que quiser com ela, contando que os dois estejam de acordo. O resto dos meus bens ficará dividido entre todos para que não haja discórdia. Aos meus três netos, dou quinze por cento dos meus bens para cada um, o mesmo para os meus três filhos. Os dez porcento que sobram ficará para os meus bisnetos, então Taehyung, JungKook e (S/N) entram em um consenso e dividam entre os seus filhos.

(...) 

Talvez estivéssemos muito preocupados com o dinheiro, tanto que não conseguimos perceber o tamanho do nosso amor. Mas cara, eu tô rico, se eu quiser nem trabalhar preciso. É como se a vida tivesse aprontado uma enorme para mim, me assustando e depois me deixando feliz.

— Isso não é bom? Não vamos precisar trabalhar. – digo enquanto (S/N) e eu caminhamos pela calçada.

São quase seis da tarde e eu a chamei para ir ao cinema ver "Os Vingadores*, ela aceitou mas só depois de me fazer prometer ver "Os Incríveis" com ela. Digamos que agora só precisamos de um tempo para a gente, um tempo para nos aproximarmos mais e curtir um ao outro.

— JungKook. Eu quero trabalhar, sabia? Ainda pretendo ser veterinária. – diz como se estivesse discordando comigo.

Respiro fundo e assinto parando de andar. A sua carinha de "que merda você está fazendo" é a melhor. Abraço ela apertado e depois voltamos a caminhar até o shopping que não fica muito longe daqui.

Senhoras e senhores se preparem para ver o fim de muitos heróis.

Tentarei não chorar, mas prometo ser forte, em nome de Thor, de Lok, do homem de ferro amém.

(S/N)

Espero JungKook comprar os ingressos enquanto tento alcançar a pipoca com a boca. Dois braços, em cada um deles um pote de pipoca e nas minhas mãos os refrigerantes, a minha única opção e alcançar a pipoca com a boca. Sorrio vitoriosa mastigando, eu sou demais. Respiro fundo tentando achar meu namorado na fila gigante dos ingressos. Péssima ideia vim ver esse filme justo na semana da estreia. O pior é que os meus pés estão doendo por causa dos saltos, viemos andando por uma escolha de um ser estupidamente lindo.

Então, o famoso furador de filas aparece com os nossos ingressos e finalmente podemos entrar na sala. O maior me ajuda levando os refrigerantes, porque a pipoca é minha e da minha barriga, mais conhecida como "o grito".

Estava indo tudo bem até que uma garota de cabelos longos e pretos aparece e começa a conversar com JungKook, me excluindo. A observo melhor, o jeito de que ele está vestida, de um jeito sexy, mostrando as suas curvas. Respiro fundo e inflo as bochechas, me segurando para não interromper a conversa deles que parece animada demais para acabar em um minuto, justamente o tempo para o filme começar.

— Er...Oi. – sorrio sem mostrar os dentes. — Quem é você? – pergunto educada, "educada" mesmo.

— Ah, eu sou Lee Hi, ex-namorada do JungKook.

Parece que encontramos uma do time do Thanos aqui, pena que não vai durar nada nas mãos da viúva negra


Notas Finais


Primeiramente, me perdoem se não está bom ou perfeito, mas eu realmente tentei de tudo para postar o capítulo hoje ;-;

Motivo: estudar cedo tem os seus contra, é preciso vencer o sono.

Ps.: caso eu não goste do capítulo amanhã, há uma grande chance deu reescrever.

Obrigada pela atenção e eu espero que tenham gostado, menos dessa Lee que vai causar a primeira dr do casal ^__^

Até •.•

🐼🌈💞


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