História A Neutral - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Depressão, Original, Policial, Tragedia, Tristeza, Violencia
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Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Capitulo 15


Pov: Adrian

= Como assim "solto"? Eu o prendi e agora ele está ai me procurando...

= Entendemos isso, Agente Yakamura. Mas como a fiança foi paga, nada podíamos fazer. 

= Quem pagou essa merda? = Soni estava muito brava para estar falando desse modo.

= Não se identificou, pagou por correio e enviou alguns documentos também. 

Sinceramente? Não sei porquê estava naquela sala com eles. Soni só disse que precisava de mim e, como sou um recruta, tive que obedecer. 

= Escuta, um dos meus recrutas foram atacados por esse ser que agora está em liberdade, ele está me procurando e eu não quero ser obrigada a dizer "Eu tinha razão" no momento em que encontrar mais vítimas por aí. 

= Faça então um mandato de afastamento. Assim nem você nem pessoas a sua volta ficarão em perigo. = Nem a mim esse policial convenceu.

Soni saiu da sala e eu a segui, ela quase se virou para me dar um soco, mas eu desviei.  

= Pedro fora da cadeia é muito perigoso. Infelizmente terei muito mandato pra fazer. = falava baixo = quero que vá para a sala de treino, eu terei alguns assuntos para resolver...

Quando ia falar algo, ela já tinha saído e precisei obedecê-la.

~x~

= Vocês ficaram moles?! CORRAM!! = Soni não parava de gritar e no momento que fui subir no muro, minha mão escorregou = Adrian, acredito que não queira pagar os castigos. É bom escalar essa parede... 

Termino de subir e volto a correr pelos obstáculos... 

Após tudo isso, ela nos deixa respirar um pouco, mas sua cara demonstrava uma mistura de frustração e nervosismo. 

= Recuperem o fôlego depressa, logo você terão tiro e não vão querer a arma tremendo pela palma de vocês. = ela estala os dedos e um dos policiais vai até si.

Eles se conversam por breves minutos e logo Soni da sua declaração:

= Vocês estarão dispensados, podem seguir o agente David para a sala de tiro. = ela sai e vamos direto para a tal sala.

~x~ 

= Entendeu? Segure o fôlego no momento em que sentir que o alvo está na mira. Mas você não estava fazendo nada errado, foi ótimo. = diz o professor, me deixando contente.

Quando saio da sala, vejo Soni com sua bolsa, seguindo até a entrada do departamento. 

A alçanço, mas ela parecia absorta de tudo. 

= Ah, Soni? 

= Eu estou ouvindo, pode falar. = diz ainda encarando o chão.

= Ah, Não é nada demais. Só queria saber se você conseguiu resolver o lance sobre o tal Pedro. 

= Tô pensando nisso agora mesmo... entenda, mesmo que eu faça mandatos, as pessoas que não estiverem naquele papel ficarão em perigo querendo ou não... = nunca ouvi Soni tão tranquila para transmitir um pensamento dela para outras pessoas = isso seria irresponsabilidade minha, pois sei do risco dele e poderia ter avisado. 

= E se você avisar a diretora? Assim ela fará algo para que Pedro não venha para a escola.

= Não é uma má ideia, mas preciso pensar corretamente sobre essa situação... = ela suspira, esfregando a pálpebra dos olhos = por que esse idiota tinha que voltar?

Chegamos no Instituto, indo para o quarto e nos arrumamos para dormir. Mas, claro, Soni foi de cara para o computador.

= Você não vai dormir?

= Não, tenho que encerrar um caso. = fico olhando para ela = O que foi? É irritante você ficar me olhando desse jeito. 

= Que jeito?

= Esse jeito de bobão... diz logo o que quer. = ela escreve algo em um caderno enquanto vê a tela do notebook.

= Não é nada de mais, mas... Por que esse Pedro está te procurando? O que aconteceu? = fico mexendo no celular, fingindo ser uma pergunta comum.

= E por que quer saber? = ela tira seu foco da tela e me olha séria.

= Eu apanhei dele por não ter certeza de onde tava, meio que preciso saber o motivo de ter apanhado. 

= ... = cruza os braços = conheço ele desde os dez anos. Ele era da minha sala. 

Ela volta a escrever no caderno.

= Pedro não é o cara, digamos, amigo de todos. Ele zoa qualquer coisa de uma pessoa, é ignorante e bate... ele se acha o tal, mesmo tão novinho. Eu não conversava com ninguém da escola, ficava na minha e fazia minhas atividades. Foi então que ele começou a me zoar...

Ela fecha o computador, caminhando até sua cama. 

= Ele é um idiota e ficou me irritando. Acho que a essa altura do campeonato, você sabe que eu não tenho uma paciência com pessoas que enchem o saco. = engulo em seco = ele ficou me irritando uma aula e eu, com muita raiva, segurei sua cara e quebrei seu nariz... 

Soni é tão forte assim? Eu já vi que crianças podem brigar, mas chegar a quebrar o nariz? Nossa...

= Desde esse dia eu estudo em casa. = diz e se cobre, virando para o oposto a minha cama.

= Mas ele está vindo só por isso? E não faz muito sentido, ele queria te dar um recado de alguém. 

= Escuta, Adrian, isso aconteceu há muito tempo, por mim, basta. Ele é louco e faria tudo pra tentar me "vencer". Agora chega de perguntar, precisamos dormir. 

Tudo que Soni me disse não fazia tanto sentido. Tá, ele quer bater nela, mas nao faz sentido ele falar que precisava dar um recado de alguém.

Acabo indo dormir, mas estava incomodado com isso...



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