História A Neutral - Capítulo 5


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Categorias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Soni. Quem é ela? Onde veio? Podemos confiar nela?


Pov Tayla.


   Oie, sou a Tayla e vou contar algumas partes para ajudar a Soni.

   Então, como vocês viram no ultimo capitulo, nós fomos tomar sorvete.

   Enquanto tomávamos, conversávamos bastante e, como sou muito observadora, percebo que Soni ficava a maioria do tempo quieta e fechava os olhos. 

   - Shhhh.. Gente, Soni está dormindo.

   - Quem disse que estou? - responde abrindo os olhos. - desculpa ai, é que eu tenho o costume de fechar os olhos, mas estou ouvindo tudo.

   - Soni... Posso fazer umas perguntas para você? Não tenha medo, só responda, ok?

   - Ok...

   - Qual seu nome completo?

   - Soni Yakamura Sun. Sou descendente de japonês.

   - Quantos anos tu tem?

   - Vou completar dezesseis.

   - Você tá...

   - Posso falar uma coisa? - interrompe-me - isso está me parecendo um interrogatório.

   - Desculpa. Falando sério, eu estou fazendo isso para te conhecer. Quero ter certeza de que eu possa falar qualquer coisa para você.

   - Acredite, Soni. Ela fez isso com todas nós. - acrescenta Evelyn.

   - Pode falar o que quiser para mim. E se quiser que eu prometa, eu vou cumprir.

   - Então você me desculpa por tentar pegar informações da sua vida pessoal?

   - Melhor, eu te perdoo.

   - Quê? - todas nós perguntamos.

   - Na minha vida, eu utilizo a base do desculpar e do perdoar.

   - Como funciona? - pergunta Mary.

   - O desculpar: eu lembrarei o que tu fez, mas te desculpo. O perdoar: eu te perdoo e tudo que tu fez eu já nem lembro mais. - explica.

   Agora sim conheço a Soni <eu acho>.

   Enfim, ficamos conversando por durante mais algumas horas e pelo que Tayran me falou, Soni se parece muito com o Adrien. Ela se entediou muito rápido.

   A conversa estava boa, mas logo ficamos sem assunto. Fomos seguindo até o internato e cada uma vai para seu quarto.

   Indo para o meu quarto, abro a porta e não encontro o Tayran.

   - Cadê ele? Ele não vai me fazer esperar, vai? - eu sou um tanto impaciente. Decido ligar para ele.


{ligação on}


   - Alô?

   - Oi, Tayran, meu amor.

   - Linda.

   - Você não vai vir agora?

   - Mas agora?

   - Sim. Por quê? Não quer ficar comigo?

   - Não é isso. Deixa eu acabar aqui rapidinho.

   - Rapidinho?

   - Já vou, querida.

   - Vem logo então.

   - Ta bom. Já vou.

   - Tchau, amor.

   - Tchau, paixão.


{ligação off}


   Fiquei pensando <se ele me fizer esperar, eu juro que não serei piedosa>.


Pov Soni.


   Aquelas perguntas da Tayla... Coitada, ficou curiosa. Mas eu não sou garota de contar. Gosto mesmo é que os outros descubram e como não deixo pistas, ninguém descobre nada.

   É um pouco estranho e confuso, eu sei, mas pensa, se eu contar não terá mais fic (Autora: Isso é verdade.).

   Enfim, quando eu vou para o meu quarto dou uma olhada no céu. No momento ainda estava claro, mas iria escurecer logo e eu quero estar no meu quarto lendo meu livro ou desenhando.

   Pego o elevador e chego no sexto andar.

   Estou na porta do meu quarto. Pego a chave e... Ouso uns garotos gritando. Abro a porta e:

   - Mas o que está havendo aqui? - parece que atrapalhei uma "briguinha".

   - Uou... Nossa, ficou tão brava com ele que o seguiu? - diz o tal do Tayran.

   - O quê?

   - Eu já aprendi a lição, não se preocupa. - Vitor.

   - Isso é o que eu digo de medo. - acho que seu nome é David.

   - Não é nada disso. Arr... Só não baguncem o quarto. Tive que arruma-lo sozinha. - e pego o meu livro de cima da prateleira.

   - Você nos dá arrepios. - Adrien.

   - Como se você fosse uma coisa boa. - respondo.

   - Se nos permite perguntar, por quê está aqui? - Tayran.

   - Vão me disser que eu não posso ficar mais no meu quarto.

   - Seu? Quem é você?

   - Lá vamos nós. Me chamo Soni, Soni Yakamura Sun. - respondo deitada na cama abrindo meu livro.

   - Ah... Adrien - diz Vitor - você não disse que ia ser um japonês? Um japa?

   - Escuta, meu nome vem de descendência japonesa. E Soni é um nome sem gênero, mas feminino.

   - E quem te perguntou? - Adrien.

   - Acabou de perguntar. Aliás, se me dão licença, tenho que terminar o meu livro. - já estava ficando irritada.

   - Tá. Que seja. - fala saindo todos do quarto.

   Fico lendo meu livro até Tayla entrar no quarto.

   - Oi, Miga!

   - Oi...

   - Que foi? Até parece que brigou com alguém.

   - Não foi nada.

   - Tu tá mentindo?

   - Não. Na verdade eu estou normal.

   - Ok. Soni, posso lhe fazer uma pergunta?

   - Você já fez varias, mas tudo bem.

   - Você já namorou alguma vez?

   - Não. Por quê a pergunta?

   - Posso ser sincera?

   - Claro.

   - É que você não se... - e a Tayla ficou perguntando e ficamos conversando por um tempo.

   Logo aqueles moleques voltaram, o Adrien e o Tayran.

   - Tah, o que faz aqui?

   - Como se você se interessa-se. - diz brava.

   - Cê tá encrencado, Tayran. - sussurra Adrien.

   - Encrencado é pouco. - responde.

   Tayla sai do quarto irritada e o Tayran vai atrás dela com cara preocupada.

   Fiquei sentada na cama esperando algo acontecer, já era noite e estava um pouco frio, porém o tempo estava até que gostoso.

   Não demorou muito para Adrien ir dormir. E como sempre sem camisa, mas com vários cobertores.

   Eu, por outro lado, não estava com muito sono, demorei para conseguir fechar os olhos e sempre sentia um arrepio em minha espinha. Aquela noite foi muito estranha.


Pov Adrien.


   Pronto e acordado, vou para o banheiro e encontro a senhorita Gótica lá.

   - Que susto, Gótica.

   - Para com isso! - <qual é? Não tem senso de humor?> penso.

   Ela sai sai do quarto e eu fico lá sem nada para fazer. Até abrirem a porta.

   - Eai, Adrien? - era o Breno.

   - Eai, cabeçudo? Informante de meia tigela. - respondo me aproximando.

   - O que foi?

   - O que foi? O japa que tu disse que iria vir era uma garota!

   - Calma ai, Adrien. Foi uma surpresa para mim também, não me culpe.

   - E por quê você sumiu por dois dias? 

   - Porque eu estava trabalhando e estudando.

   - Tá. Você tá perdoado, mas avisa da próxima vez. - alguém bate na porta - pode entrar.

   - Adrien? - era a Tayla.

   - Posso ajuda-la?

   - Preciso falar com você, a sós.

   - Claro. Breno, falo com você depois.

   - Ok. Falou. - e saiu.

   - Sobre o que tu quer falar comigo?

   - Soni. - <é sério isso?> penso.

   - Por?

   - Só escuta o que eu tenho para falar - cruzei os braços e fiquei escutando - Soni é uma garota que nenhum de nós já vimos. Conversei bastante com ela e percebi o seu erro e o dela.

   - Tá... E qual seria?

   - Tayran me disse que ter amigos é uma prioridade para você. Eu já sou amiga da Soni, então minha ajuda é...

   - Fala logo!

   - Tá. Soni sempre perdoa as pessoas caso elas peçam perdão. Ela nunca teve amigos nem amigas de escola e isso é novo, muito novo para ela e a primeira impressão sempre vai valer, não importa qual seja. Ela é boa em várias matérias, menos em matemática. A questão é, você a magoou no primeiro dia e agora todos os garotos, para ela, são iguais.

   - Tá, mas por quê eu tenho que pedir se os dois estão errados?

   - Ela percebe que está errada quando mostrarem a ela.

   <Essa garota é mais complicada do que eu pensei> Penso.

   Enfim, Tayla vai embora e eu vou encontrar o povo. Até o próximo capitulo.


Continua...



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