História A New Beginning to love - Capítulo 7


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Categorias X-Men, X-Men Evolution
Tags Kurt, Noturno, Personagem Original, X-men
Visualizações 12
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii, está aqui mais um capitulo para vocês kk

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction A New Beginning to love - Capítulo 7 - Capítulo 6

- Ai! – Megan resmungou enquanto se levantava, passando as mãos pelas vestes para tentar retirar o acúmulo de terra e folhas que havia ficado impregnado em suas roupas.

- Ah, foi mal aí, o outro mutante se limitou a apenas coçar a nuca envergonhado, desviando os olhos da menina e encarando o chão sem jeito – Não pensei muito no lugar antes de usar meu teletransporte dessa vez.

- Está bem – ela deu um sorriso para ele de forma a aliviar a situação e lançou um olhar curioso para o local em que se encontravam, sentindo um peso estranhamente familiar se afundar sobre si.

Ela não sabia ao certo o que provocava a sensação, talvez pudesse ser a casa branca aos fundos que se encontrava visualmente abandonada, ou nas árvores extremamente queimadas largadas por todo lado na qual ninguém se dera ao trabalho de recolher.

A natureza ao redor parecia tão morta que chegavam a lhe provocar arrepios. Nada naquele lugar parecia vivo, não havia flores, animais e nem uma alma que pudesse contestar tal pensamento.

- Aonde estamos Kurt? – Meg se aproximou do garoto cautelosa a qualquer provável armadilha e encostou a mão nos ombros dele suavemente – Algo sobre este lugar não me parece certo, eu não sei explicar, mas é como se...

- Estivesse parado no tempo? – Ele arriscou esfregando as mãos nos braços para se proteger do frio, naquela hora se amaldiçoava por dentro sobre não ter ouvido Spyke e ter voltado atrás do casaco que esquecera no dormitório – Para falar a verdade eu não sei – confessou, olhando para tudo confuso.

Ele de modo algum conhecia aquele lugar e como já dissera anteriormente não havia pensado em nada especifico antes de os transportar, sendo assim era bem capaz de seus poderes terem agido sozinhos e seguido algum lugar vindo dos pensamentos de sua acompanhante, mesmo que inconscientemente.

- Tem certeza que não conhece? – Ele perguntou para ela na tentativa de confirmar o rumo de seus pensamentos.

A menina olhou em volta mais uma vez e se preparou para negar quando um vulto passou correndo pelas matas e se dirigiu para dentro da casa, ou o que havia sobrado desta.

Instintivamente seus pés se moveram para a direção na qual olhava e antes que pudesse perceber o que estava acontecendo sentiu uma mão agarra-la pelo braço e puxar novamente para trás.

- Ei, espera – Kurt diminui o aperto, mas continuou a segurando por precaução – Aonde você vai? Não conhecemos nada por aqui, não deveríamos simplesmente sair andando como se fosse o lugar feliz dos contos de fadas.

- Tem alguém lá dentro, eu sei que pode parecer loucura devido as nossas circunstancias atuais, mas eu sei o que eu vi Kurt.

Ele encarou a casa e depois voltou o olhar para ela, hesitante.

- Tem certeza? Pode ter sido apenas um animal ou...

A ruiva apenas se limitou a assentir levemente e ao ver a determinação nos olhos da menina ele suspirou sabendo que não teria jeito a não ser ceder as vontades dela.

- Bom, eu sei que provavelmente num futuro muito próximo eu vou me arrepender disso então é melhor irmos logo antes que eu mude de ideia e saia correndo desse lugar, sério a casa de monstros do halloween do colégio perderia de lavada daqui e olha que nem tem monstros, ou eu espero que não. – Ele riu nervoso da própria piada e se pôs a seguir a menina – Damas primeiro.

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- Você está bem doutor? – Um de seus ajudantes perguntou ao vê-lo se levantar com um pouco de dificuldade e cambalear um pouco precisando ser amparado antes que caísse com tudo – Você já estava apagado quando o trouxemos para cá.

Ele se soltou do companheiro e se apoiou na mesa a usando para se manter de pé.

- Estou – respondeu rude, tentando disfarçar a dor que sentia pela pancada levada – Ah, aquela maldita, mas não se preocupem ela ainda virá atrás de mim, está confusa e vai precisar de respostas e quem melhor do que eu para responde-las? – Com o melhor sorriso diabólico ele fez um gesto para que o deixassem em paz enquanto deixava sua mente trabalhar em melhores castigos para quando a encontrasse de novo, ah, mas ela realmente iria ter desejado ter morrido.

Ninguém o enfrentava e saia impune, estava na hora  de mostrar a sua verdadeira face para aquela pirralha.

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- Não tem nada aqui, pelo que posso perceber está desabitada a um bom tempo, ao menos é o que parece – o azulado observou passando os dedos pelos moveis e vendo as marcas de poeira mancharem seu dedo – Parece abandonada, tem certeza de que viu alguém aqui?

- Eu... eu não sei – Meg olhava para os lados apreensiva em busca de qualquer resposta até que seus olhos se fixaram em algo em cima da mesa, era uma simples cruz de madeira e diferente dos moveis e dos objetos se encontrava limpa, sem nenhum traço de sujeira – Isso me parece novo, o que acha.

Kurt se aproximou para que pudesse enxergar do que ela estava falando, mas assim que seus olhos miraram no objeto ele deu um forte passo para trás se chocando contra uma prateleira e derrubando alguns livros no processo. Ele fechou os olhos e respirou fundo, mas foi inevitável conter a lembrança que vinha a sua cabeça.

Flashback on – Kurt Wagner (7 anos de idade)

O pequeno mutante sorria ao observar os meninos brincaram no pátio da igreja, via os sorrisos e gritos de empolgação como se estivessem se divertindo à beça e ele quase foi se juntar a eles, quase. Antes que pudesse sair das sombras ele se lembrou da cara preocupada da mãe antes de sair e da única coisa que havia prometido para ela. Ele não deveria sair das sombras do sótão por nada, nem ao menos se aproximar muito da janela, mas não deveria haver mal nenhum em apenas observar eles, não é?

A igreja, ficava a poucos metros isolada da cidade, mas o bastante suficiente para que uma caminhada a pé cansasse alguém e para que as casas da vila sumissem de vista. O lugar ao redor era um campo aberto, cercado apenas pelas longas árvores que indicavam o começo da floresta, não era muito bom andar por aqueles lados a medida que escurecia, pois as vezes algum animal selvagem ousava se aventurar por ali.

Kurt varreu novamente os olhos para os meninos e se perguntou por mais quanto tempo eles demorariam ali, não tardaria para escurecer.

E como previsto, não muito tempo depois de sua observação, ele pode ouvir com a sua audição aguçada os sons agudos vindo da floresta, sons de uivados que com certeza não eram de humanos. Será que aqueles meninos não percebiam o perigo de ficar ali por mais tempo?

Ele suspirou fundo pensando melhor no que estava prese a fazer, só dessa vez, uma única vez, ele poderia ajudar, tinha habilidades especiais justamente para ocasiões como essa, ele seria rápido e então ninguém o veria.

- Desculpe mamãe, mas não posso só assistir dessa vez. – E um instante depois de proferir aquelas palavras para o nada ele fechou os olhos e se teletransportou para lá.

Como se só esperasse a sua presença para começar o ato, os lobos surgiram no mesmo instante, cercando os meninos num minúsculo meio circo.

- Corram! – Ele gritou se jogando na frente dos lobos de forma a proteger as crianças.

Os meninos não precisaram de uma segunda ordem para saírem em disparada, mas como se o carma perseguisse aquelas crianças, um deles sem que pudesse evitar tropeçou nos galhos jogados e ralou o braço, um pequeno filete de sangue se escorrendo pudera ser visto.

Os lobos, vendo a fisionomia quase animalesca do estranho recém chegado mutante a sua frente deram as costas e voltaram quase imediatamente para as matas, Kurt sorriu aliviado e se virou para os garotos contente, estava certo que poderiam ser amigos dois de tudo e relevar a questão de sua estranha aparência, mas o que o encontrou ao virar ao invés de alegrar seu pobre coração de criança o fez congelar no lugar.

Não era mais apenas o grupo de meninos que estavam ali, mas sim a aldeia toda.

- Demônio!! – Uma voz gritou ao agarrar o garoto ferido e o levantar no colo – Olhem o que essa criatura abominável fez ao meu pobre filho.

- Eu não... – as palavras mal saiam de sua boca devido ao medo que estava só de encarar as lanças nas mãos de todos os homens e os olhares de ódios lançados na sua direção.

- Ai! – ele gritou de dor ao ser atingido por um objeto pesado e abriu os olhos para encarar a estranha cruz de madeira a poucos passos de seu corpo.

Os homens se aproximaram com cruzes e tochas fazendo Kurt dar alguns passos para trás. Naquele momento talvez ter ido com os lobos fosse uma opção melhor.


Notas Finais


Qualquer ideia que tiverem podem mandar que eu sou toda ouvidos kkk


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