História A New Dark Life - Capítulo 2


Escrita por:

Visualizações 22
Palavras 2.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um cap, espero q estejam gostando😊 boa leitura, bjs😘❤

Capítulo 2 - Tortura


Fanfic / Fanfiction A New Dark Life - Capítulo 2 - Tortura

  Não sei bem quanto tempo fiquei desacordada, só me lembro de estar no meu quarto com aqueles caras e de repente tomar um soco.
-Olha, parece que a princesinha está acordando-ouço um dos caras dizer, enquanto eu abria meus olhos lentamente e sentia o maldito sacolejar daquele carro onde estávamos.
-Pra onde estão me levando?-pergunto ainda meio sonolenta.
-Para um lugar onde não vão nos encontrar-responde.
   Decidi ficar em silêncio para evitar de levar outro soco na cara. Fiquei olhando a paisagem do lado de fora, realmente parecia um lugar bem afastado, cheio de árvores e o chão era de terra, por isso o carro balançava tanto. Logo chegamos até uma pequena cabana no meio do nada, eles pararam o carro e um deles me puxou com força pelo braço. Ao abrirem a porta da cabana, observei que era um espaço bem pequeno, tinha uma pia, uma mesa e três cadeiras, um colchão velho no chão e uma TV antiga, também tinha uma porta ao lado da pia, devia ser o banheiro. Eles pretendem me manter aqui?!
-Eu não vou ficar num lugar sujo desses!-grito.
-E queria o que? Um hotel 5 estrelas? Você não está em posição de exigir nada garota!-o homem me solta brutalmente em cima do colchão.
-Seu bruto! Como se atreve?!-grito o olhando com raiva.
-Ainda não viu nada-ele responde.
   Os três tiram os capuzes e as máscaras e finalmente consigo ver seus rostos, os três eram jovens, deviam ter uns 20 ou 25 anos no máximo. Comecei a estudar seus rostos, quando saísse de lá a primeira coisa que faria era um retrato falado para a polícia. Um dos bandidos, o que parecia ser mais novo tinha olhos castanhos e cabelos pretos, também tinha uma cicatriz na bochecha, o outro se parecia muito com o anterior, a diferença é que esse tinha barba e percebi que não tinha nenhuma cicatriz, por último, o "chefe" parecia ser o mais velho, tinha uma barba mal feita, cabelos castanhos e olhos verdes.
-Por que estão fazendo isso?-pergunto-São jovens! Por que não vão trabalhar em vez de sequestrar filhas de milionários?
-Porque ganhar dinheiro assim é mais divertido-um deles responde.
-Além do mais, ainda podemos brincar um pouco com as vítimas-diz outro.
-O-o que? O que pretendem fazer comigo?-pergunto assustada já imaginando suas intenções, confirmei meu pensamento ao ver os sorrisos maliciosos em seus rostos.
   Me levantei do chão e tentei correr para fora da cabana, mas como esperado eles me seguraram e impediram minha fulga. Ainda lutei para me soltar, até consegui acertar uma cotovelada no tórax de um deles, corri para trás da TV, e como ela era pequena e leve, consegui pegá-la no colo.
-Se vocês continuarem se aproximando eu vou jogar essa coisa em vocês!-grito os ameaçando com a TV.
  Os três riam do meu desespero enquanto me cercavam. Sabia que seria pega de novo, e eles me castigariam da pior maneira. Foi quando me lembrei do pesadelo que tinha tido mais cedo...ele estava realmente acontecendo agora, e eu sabia como isso ia terminar, saber o que aconteceria comigo naquele lugar só me deixava pior e mais nervosa, minhas lágrimas já inundavam meu rosto, foi quando em um impulso joguei a TV, a mesma se espatifou no chão 1 cm à frente do meu alvo, "o líder". Aproveitando meu falho movimento de ataque, os três se aproximaram e um deles me imobilizou por trás, enquanto outro segurava meu braço direito de maneira que ficasse reto, estranhei, foi quando vi o último bandido se aproximando de mim com uma seringa em mãos.
-O que é isso? O QUE VAI FAZER?!-pergunto desesperada.
-Só vou te deixar um pouco mais calminha-ele responde.
-NÃO! NÃO!-grito quando ele injeta o líquido da seringa no meu braço-Seu maldito!
-Em alguns minutos ela vai começar a sentir os efeitos do calmante, enquanto isso amarrem nossa princesa em algum lugar para que ela não tente escapar de novo-ordena ele.
   Os dois capangas me arrastam até uma cadeira e me amarram à ela, eu ainda não sentia nada.
-Ela merece uma lição para aprender a não tentar fugir mais-diz um deles.
-Também acho, ela está merecendo uma surra não acha?
-Tudo bem rapazes, se querem bater na garota tudo bem, mas antes tirem as roupas dela, não vamos querer que o sangue suje essa camisola linda e cara, podemos ganhar um bom dinheiro vendendo ela na internet-diz o chefe.
-Não se atrevam a me tocar! Não se aproximem de mim!-grito quando os dois ameaçam avançar contra mim.
-E o que fazemos? Vamos deixar ela peladinha ou...
-Ainda não é hora de brincar com ela rapazes, já é de manhã, vamos deixar mais para a noite, até lá vamos poder dar mais doses do calmante, ai ela vai ficar mansinha, vai ser melhor-diz-Por enquanto, vistam ela com isso.
  Ele joga um vestido preto para os dois. "É o mesmo que eu usava no sonho"-penso assustada.
-Esse é o vestido daquela garota que era filha de um fazendeiro?-pergunta um deles.
-Sim, é aquela garota que vocês mataram sem querer antes de pedirmos o resgate para a família-responde o chefe-Não façam o mesmo com essa aí, estamos precisando de dinheiro.
-Muito bem, quem começa?-pergunta um dos dois babacas olhando para o outro.
-Ah, pode ir você, eu tenho que vigiar para ver se ninguém se aproxima da cabana, enquanto você cuida dela e o chefe prepara os calmantes-responde o outro.
-Beleza, boa sorte lá, eu vou me divertir um pouquinho aqui-ele ri enquanto se aproxima.
   Os outros dois saem da sala, um vai lá para fora e o  "chefe" vai para uma pia no canto do cômodo, ele parecia estar amassando comprimidos.
-Sai daqui!-grito tentando chutar o bandido que tentava arrancar minha camisola-Não toque em mim! Não! Socorro! SOCORRO!
-Pode gritar o quanto quiser, ninguém vai te ouvir-ele diz rindo-Sempre tive curiosidade em saber se as mulheres usam roupa de baixo mesmo com a camisola...vamos ver.
  Ele puxa a alça da minha camisola e a arranca brutalmente, me surpreende o fato do tecido fino não ter rasgado. Droga! Eu e minha mania de não usar sutiã para dormir, agora estava seminua na frente daquele cara.
   Ele se ajoelha e tenta separar as minhas pernas, tento chutá-lo ainda gritando para que ele se afaste, mas ele não me dá ouvidos e apenas segura minhas pernas com força, assim eu não conseguia mais me mover, estava completamente indefesa.
-Não! Desgraçado! Se você se atrever a fazer alguma coisa comigo o meu pai vai....
-Seu pai não fará nada-ele me corta-Ele nem ao menos vai te ver de novo, acha mesmo que vamos te devolver? Mesmo que ele pague o dinheiro do resgate, vai receber apenas os seus pedaços.
   Fico em choque e me calo no mesmo momento. "Eles vão me matar", essa ideia fez meu corpo todo tremer, o medo me consumiu por inteiro e eu fiquei sem reação, acho que o calmante já estava me fazendo efeito, sentia minhas pálpebras pesando e naquele momento não tinha mais forças para lutar.
-Agora seja uma boa menina e fique quietinha-ele diz.
   Senti suas mãos subirem pelas minhas coxas e chegarem até o cós da minha calcinha, a qual ele puxou com extrema violência, comecei a chorar no mesmo momento em que ele me tocou.
-Você é virgem?-ele perguntou enquanto colocava um de seus dedos na minha entrada. Não respondi, apenas o encarei com a melhor cara de ódio que podia, ele deu de ombros e voltou a atenção para onde cutucava.
   Me assustei quando ele abaixou a cabeça até aquela área, logo senti algo molhado e áspero percorrendo minha intimidade.
-Não....-sussurrei ainda chorando, aquilo era humilhação demais pra mim.
  Perdi a conta de quanto tempo ele ficou lá tentando me masturbar, tentou com a boca e com os dedos, mas ambas as tentativas não foram bem sucedidas, as únicas coisas que eu podia sentir naquele momento eram dor, nojo e ódio.
-Ah que pena, você é difícil hein-ele diz se levantando. 
   Senti vontade de vomitar quando o vi colocar aquela "coisa"que tinha entre as pernas para fora.
-Mas pelo menos você é gostosa, me deixou duro-ele diz começando a se masturbar na minha frente, virei o rosto na tentativa de fugir daquela cena nojenta-Se não olhar eu vou enfiar em você agora, você escolhe, quer agora ou de noite?
   Não tinha uma boa opção para eu escolher...mas era melhor adiar o meu estupro, ainda tinha esperanças que alguém chegasse para me salvar antes de anoitecer.
  Virei meu rosto de volta para ele e fiquei olhando seu ato enquanto ele gemia exageradamente alto e latia vários impropérios para mim, nunca imaginei que uma pessoa podia dizer tanta sujeira para uma mulher dessa maneira, esse tipo de homem me dá asco, cachorro!
   Depois de algum tempo mexendo naquele negócio, ele o aponta em direção aos meus seios e um liquido branco salta dele e gruda na minha pele.
-Que nojo!-grito.
-Nojo é?-ele repete-Agora vou te fazer engolir.
   Ele enfia seu membro na minha boca com violência e me segura pelos cabelos evitando que eu me esquive.
-Agora me chupa sua vadia-ele ordena.
  Tento me soltar, sem sucesso, ele começa a movimentar minha cabeça do jeito que queria que eu fizesse. Começo a chorar mais, esse pesadelo parecia não ter fim, sem nem pensar dou uma mordida em seu pênis, senti um gosto metálico na boca "ótimo, consegui arrancar sangue desse maldito", o ouvi soltar um grito desesperado, no mesmo momento ele retirou seu amiguinho de dentro da minha boca.
-O que foi?!-perguntam os outros dois se aproximando assustados com o grito do homem.
-Essa puta me mordeu!-ele grita em resposta.
-Você mereceu, imbecil...-digo meio sonolenta por causa do efeito do calmante.
   Senti minha face arder, aquele cara tinha me dado um forte tapa, tão forte que fez eu me desequilibrar e cair no chão junto com a cadeira.
-Tá bom, está na hora de dar uma lição nela-um deles diz e os outros concordam.
   Depois disso fui alvejada com socos, chutes e tapas, enquanto os três me xingavam e se divertiam ao descrever como me matariam depois de me estuprar durante a noite.
-Acho que podemos marcar essa linda pele branquinha com um pouco de sangue-diz um dos bandidos tirando um canivete do bolso.
  O primeiro corte foi feito na minha coxa, seguido de vários outros cortes na barriga, nos braços e nas pernas. Estava tão fraca que nem conseguia mais gritar de dor, fiquei preocupada, apesar dos cortes não serem tão profundos ainda sangravam muito, estava começando a perder as forças, lutava contra o sono, não queria dormir, tinha medo de não acordar, não sei se isso era efeito do calmante ou dos meus ferimentos.
-Parem! Já chega! Ela está fraca, se continuarmos ela vai morrer-diz o "líder"-Não estou afim de fazer curativos, então ela tem que durar até a noite desse jeito.
   Ele afasta os outros dois de mim e com um pouco de dificuldade me veste com o vestido preto de antes.
-Tudo bem, vamos lá pra fora vigiar então, qualquer coisa grita-um dos bandidos diz e os dois saem da cabana.
   O bandido restante me desamarra e me deixa deitada no chão enquanto volta a preparar os calmantes.
-Por que....me soltou?-pergunto pausadamente.
-Você não vai ser capaz de fugir do jeito que está, esse remédio é muito bom, logo logo você vai dormir, pra garantir vou te dar mais uma dose-ele responde.
  O vi amassar alguns comprimidos e depois diluir em água.
-É....isso que você....injeta? Qual é....o remédio?-dei uma breve tossida no final da frase, logo percebi que minha boca estava sangrando por causa dos socos, eu devia estar horrível, cheia de manchas roxas pelo corpo, que horror! Esses homens vão me pagar!
-Você sendo filha de médico deve saber de algumas coisas não é, conhece barbitúricos?-ele pergunta.
-Por isso estou com tanto sono...e não sinto mais dor...-digo-Tranquilizante e anestésico...dependendo da dosagem...
-Eu sei, eu sei, deveria me agradecer por isso, estou dando em grandes quantidades-ele diz-Não quero que você morra de dor, mas também não quero que fique resistindo quando formos executar nosso plano.
-Eu nunca...te agradeceria...canalha...-digo-Você....vai pagar...por isso.
-É mesmo? Assim como você está pagando por ser uma patricinha mimada?
-O quê?
-Percebi que desde que chegou você só fez exigências, reclamou, nos xingou e nos machucou, mas em momento nenhum implorou por sua vida ou algo do tipo-ele diz-Isso me faz perceber alguns pontos da sua personalidade garotinha, você acha que o mundo gira ao seu redor, que todos tem que fazer o que você quer quando você quer, isso me faz ter pena dos seus empregados naquela mansão gigante.
   Nesse momento entendi tudo, me veio na cabeça o sorriso de Ruan para mim no momento em que saía de casa.
-Ele mandou vocês...
-Quem?-ele pergunta.
-Ruan, foi ele...ele mandou vocês... não foi? Aquele maldito, desgraçado....devia ter demitido ele há muito tempo!
-Não sei do que você está falando, o remédio deve estar te fazendo delirar.
-Não! Eu sei...eu sei que foi ele...ele me odeia...sei que fez alguma coisa, jogou alguma praga em mim...é culpa dele eu estar assim...eu sei-digo, já estava mais fraca que o normal.
-Shhh, durma-ele diz se aproximando de mim com outra seringa cheia de calmante, sinto a agulha perfurar minha pele e o liquido ser injetado.
-Não...papai...mamãe...-foi a última coisa que eu disse antes de cair em um sono profundo.
.......................................................

 


Notas Finais


-Ana


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...