História A New Love of Carosella - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Farosella, Fogasella, Romance
Visualizações 189
Palavras 1.687
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, leitores ❤ Penúltimo capítulo 😓
Boa leitura.

Capítulo 35 - Paola Florencia Fogaça


Fanfic / Fanfiction A New Love of Carosella - Capítulo 35 - Paola Florencia Fogaça

Henrique

Hoje tinha sido um ótimo dia, primeira vez que tinha saído de casa em meses, tinha voltado ao trabalho, ainda era complicado comanda a correria da cozinha se ainda mancava, ma era bom está de volta a ativa, e agora eu podia trabalhar em quanto Paola ficava em casa cuidando do nosso bebê. No final da tarde, tive uma surpresa doa caras da manda, me levaram para comemorar minha volta a ativa, tocamos um pouco, e agora bebíamos e comíamos no cão veio, ambos nos divertíamos, só faltava Paola aqui para tudo ficar ainda melhor, mas como ela não podia beber, achei melhor não convidá-la. 

Era quase de noite, voltava para casa de taxi. Loquei varias e varias vezes para Paola, mas ela não atendeu, estava ficando muito preocupada, coisas se passavam por minha cabeça do que podia ter acontecido, e todas elas me davam um frio na barriga, a possibilidade dela ter se machucado me assusta, principalmente agora que carregava nosso bebê, qualquer coisa é extremamente perigoso. Faltava alguns minutos para chegar em casa, quando o telefone toca, olho no identificador e era Paola, um alivio me toma.

-- Lindinha, tô te ligando há horas, me deixou preocupado. -- Falei, abrindo um sorriso, e suspirando de alivio. Nada foi dito, então, voltei a me sentir preocupada, talvez até mais do que antes. -- Paola? -- A chamei, começando a sentir meu coração acelerar.

-- Henrique...Henrique. -- A voz de Ana soou. -- Henrique você tem que vir aqui agora. -- Sua voz era pesada, um pouco falha, como se estivesse chorando, isso me deixava preocupado. 

-- Ana...Ana o que aconteceu? -- Perguntei com medo de sua resposta e rezando para que o pior não tenha acontecido.

-- Você precisa vir para o hospital agora...Ela precisa de você...Ela está sentindo muita dor...Vem para cá agora. -- Ana falou aos berros, e pelos seus soluções, era evidente que chorava. 

-- Eu já tô indo. -- Desliguei o telefone, e pedi imediatamente para o taxisista dá meia volta e ir para o hospital. Eu estava desesperado, meu coração batia a mil, eu tremia e agora tudo se passava por minha cabeça. Não era hora, não podia está nascendo, ainda é muito cedo para isso, e bebê ainda não estava pronto, não podia está acontecendo. ' Ela está sentindo muita dor" Essa palavra me doía o coração, Paola com dor era uns dos meus piores pesadelos, só espero que o meu pior não aconteça. 

(...)

           Chegava no hospital. Corri para dentro do local. Sentia meu coração prestes a parar. 

-- Paola...Paola. -- A chamei desesperado, correndo pelos corredores a sua procura. -- PAOLA! -- Gritei pelo seu nome quase, nessa hora era impossível segurar o choro. 

-- Henrique. -- Ana venho correndo até mim.

-- Ana....Ana cade ela? Cade ela? -- Perguntei desesperado e chorando como nuca chorei antes. 

-- Henrique, fique calmo...Ela tá bem. O medico lhe deu alguns remédios para a dor. -- As palavras de Ana me deixaram um pouco melhor, mas só relaxaria quando a visse e quando tivesse certeza de que estava tudo bem com ela e com o bebê. 

-- Me leva até ela. -- Respirei fundo, secando minhas lágrimas. Ana não disse nada, só começou anda rumo ao quarto de Paola e eu a seguia, ansiando para ver minha lindinha bem. Entramos no quarto, me deparo com Paola deitada na cama e com os olhos entreabertos, seguei minha lágrimas novamente e fui  até ela. -- Oi, lindinha. -- Passei as mãos pelo seu cabelo, e ela não disse nada, apenas me olhou com uma expressão cansada. -- Como está se sentindo? 

-- Melhor. -- Foi a única coisa que respondeu com a voz um pouco roca e dando um sorriso fraco no final. -- Um pouco cansada por causa dos remédios. -- Concluiu. 

-- Que bom que está...Me deixou preocupado. -- Depositei um beijo em sua testa e voltei a acariciar seus cabelos com ela gostava.   Logo depois de alguns minutos em silencio. O medico entrou.

-- Como ela está...Minha bebê...Me diga que está bem. -- Paola perguntou com desesperada, com sua voz cansada e quase não abria os olhos. 

-- Vai ficar tudo bem com ela, pode ficar tranquila. Você tem uma garotinha muito forte, pode ter certeza. -- O medico disse,e pude notar o alivio nas expressões de Paola e eu também estava, só que agora um pouco confuso. 

-- Ela? Garotinha? 

-- Eu descobri hoje que é menina...Vamos ter uma menininha. -- Paola sorria segurando minha mão. -- Você vai ter outra princesinha para encher de amor. -- Sorri com esse comentário. Depois levei minha mão para acariciar sua barriga. 

-- Rosângela...Não vejo a hora de te ver, só tem que esperar mais um pouquinho, e vai poder ver como sua mamãe é linda. -- Falei bem próximo de sua barriga, depois depositei um beijo no local. 

-- E vai poder ver o Paizão que ela tem. -- Acrescentou Paola, passando suas mãos sobre minha cabeça. Eu já estava bem melhor só de ver que tudo ficaria bem, ainda não sabia como Paola venho para aqui, mas não queria estragar o momento com perguntas, tudo estava perfeito de mais para serem estragados com palavras desnecessárias. O susto de hoje só me fez percebe que realmente não vivo sem Paola, se tivesse acontecido algo, minha vida teria acabado hoje. Só podia agradecer por tudo está bem e por tê-la todos os dias em minha vida, tornando tudo mais colorido, com seu sorriso e jeito de ser. 

Paola 

          Quase uma semana tinha se passado desde o que Jason fez, eu ainda não tinha contado para Henrique, e nem contaria, ele já passou por tanta coisa, nos já passamos, tantas coisa que queria nos separar, é isso que Jason queria, me ver longe de Henrique, só que não vai o que quer, nunca. No dia seguinte quando tinha saído do hospital, pedi a ajuda de Ana para, arrumamos um bom advogada, fiz um BO contra ele, pedi ordem de restrição, e por fim, abri um processo. Esperava que logo a justiça fosse feita, ele fosse preso, o que ele fez comigo não tinha perdão, podia ter perdido meu bebê, podia ter me machucado, tudo culpa dele e de seus ciúmes, e agora, ele tinha que pagar caro pelo que fez.  Depois que a justiça fosse feita, estaria disposta e esquecer tudo, e pronta para seguir em frente, esquecer o passado com Jason e foca no futuro com Henrique. 

         Nosso casamento estava bem próximo, faltavam apenas um dias, eu estava desesperada, desesperada que chegasse logo a hora. Os preparativos estavam todos prontos, nos casaríamos no lago com Henrique queria. Os convidados seriam poucos, a família de Henrique e alguns amigos mais próximos. Meu vestido já estava pronto, era grande, e não apertava minha  barriga, o que era perfeito, e ainda me dava um ar de elegância, me sentia a noiva mais linda com ele, custou uma fortuna porque era um Pnina, mas era o meu casamento, um dia muito importante, e eu queria me sentir linda nesse dia.   

       Era noite, e estava sentada no balcão da cozinha observando Henrique cozinhar. O admirava com um sorriso no rosto, ele ficava lindo de dolmã, tão serio, mas ao mesmo tempo fofo. 

-- Adoro te ver cozinha, sabia? -- Disse tomando um gole de meu chá. 

-- Que bom que gosta, porque vou fazer isso sempre. -- Henrique se concentra na massa que estava fazendo. 

-- Vou adorar ter você como meu cozinheiro particular...O que vamos ter essa noite chef? -- Me levantei para ir até ele, ficando do seu lado. 

-- Teremos espaguete. -- Sua resposta me fez sorri e ao mesmo tempo querer chora. 

-- Espaguete? -- Me lembrava da noite que Henrique pediu para morar comigo, eu não sabia na época, mas minha vida começaria a mudar naquela noite. 

-- Sim, sei que gosta, por isso decide fazer. -- Respondeu feliz, passando a massa pelo cilindro. Nesse momento o abracei por trás com algumas lágrimas nos olhos. Eu ainda não acreditava que esse homem muito em breve seria meu marido, ele era tão bom para mim, nunca ative duvidas disso. -- O que ouve, lindinha? -- Perguntou preocupada, se virando para retribuir o abraço. 

-- Nada, só queria te abraçar. -- Respondi, afundando minha cabeça em seu pescoço tatuado, e inalava aquele cheiro de canela que eu amava. 

-- Tá nervosa por causa de amanhã? -- Henrique desfez o abraço, e começou a acariciar meu rosto.

-- Um pouco. Eu só ainda não acredito que vou me casar com você. -- Disse deixando as lágrimas caírem por meu rosto, e Henrique as limpava com seu polegar. 

-- Eu também não...Sabe...Você era tudo que eu queria, tudo que eu amei, e pensava que seu amor nunca me pertenceria. Eu também não acredito que isso está acontecendo, mas está, está acontecendo...E eu tô num mar de felicidade sem fim...Você me faz tão feliz, lindinha. -- Henrique também chorava com um sorriso nos lábios, aquele sorriso que eu amava ver, aquele sorriso que me alegrava mesmo estando em um dia ruim, Henrique podia me alegrar mesmo estando em um dia ruim. -- Eu te amo. -- Concluiu tomando meus lábios. O beijo era apaixonado, vivido, nossas bocas se mexiam juntas, nos abraçávamos durante todo o ato, e minhas lágrimas não paravam de cair. Díos, como eu amava esse homem. -- Então, Paola. -- Henrique disse ao se separar de mim. -- Está pronta para se torna Paola Florencia Fogaça?

-- Mais do que pronta. -- O abracei seu pescoço e fitava seus olhos que marejavam um pouco. 

-- Amanhã. -- Henrique sussurrou.

-- Amanhã. -- Repeti, voltando a beijá-lo, o mesmo, correspondeu imediatamente.  Amanhã...Amanhã seria o dia que me entregaria de corpo e alma a ele, Henrique Aranha Fogaça, amanhã seria meu marido. Não teríamos uma despedida de solteiro, só queríamos ficar juntos com espaguete, amor, beijos, e a companhia um do outro, era tudo que precisávamos, está juntos, só nos, sozinhos. Cada um idealizando como seria o dia de amanhã, onde finalmente seríamos casados. 

Continua...


Notas Finais


Próximo será o capítulo final, vou tentar não demorar muito, pretendo postá-lo no domingo ou na segunda.
Espero que estejam gostando do fechamento da história.
Até a próxima
Beijosss


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