História A-Next - Capítulo 15


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Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Natasha Romanoff, Nick Fury, Pepper Potts, Personagens Originais, Steve Rogers
Tags Ação, Amizade, Aventura, Colegial, Comedia, Drama, Elizabeth, Escolar, Família, Henry, James, Katherine Mcnamara, Luke, Luta, Mistério, Natasha Romanoff, Originais, Os Vingadores, Parkeson, Romance, Sônia, Teresa, Thomas Sangster
Visualizações 20
Palavras 2.056
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeee, sexta feira mais um capítulo pra vcs... espero que gostem e que deixem seus comentários!!!♥♥♥

Capítulo 15 - I know


James ficou chateado com Elizabeth, mesmo não querendo. Ele não respondeu as mensagens, e não queria falar com mais ninguém. Quando ficava zangado ou chateado com alguém, se isolava, às vezes em seu quarto, às vezes ia na quadra de basquete e lá ficava jogando até anoitecer. A diferença é que quando ele se sentia assim era Elizabeth que o acolhia, quem aparecia na quadra à tarde ou antes de anoitecer, quem do nada estava em seu quarto admirando fotos e auto-retratos. Mas dessa vez, foi até o rinque de boxe onde treinava com seu pai quando era pequeno.      

Você pode até pensar: "Nossa que criancice ficar bravo com a garota que você gosta só porque ela não gosta quando você protege ela, infantil!". Mas pensem, James mora com a mãe no Brooklin, Nova Iorque, já seu pai mora em Nevada, North Las Vegas, do outro lado do país. James sentia a falta do pai, e já era o suficiente ter alguém longe, não queria perder Elizabeth, por isso a protegia tanto, James a amava, e via nela uma grande mulher a se tornar, mas também via uma garotinha que precisava do colo amigo que ele oferecia, e, a teimosia dela a fazia especial, foi isso que o fez se apaixonar tanto, como está hoje. Aquelas palavras, mesmo que sem intenção, machucaram James, ele sabia que ela não as falou por mal, a única coisa que ela estava fazendo era manter sua barreira protetora, ela não gostava e nem dependia dos outros, por isso era daquele jeito, imagina se Elizabeth Parkeson dependesse do carinho e atenção que James a dá? Seria uma fraude.

O garoto desferiu um soco no saco de pancadas. Mais um, outro, e outro. Socou aquele saco, descontando toda a raiva e mágoa. Esmagava-o, como se todos os problemas da vida estivessem ali. Por fim, deu-lhe a última batida, enquanto o suor tomava sua face e o cansaço nas pernas. Cambaleou pra trás, e olhou ara o saco amassado. James era muito forte, e toda a vez que treinava boxe, sua força aumentava. Suspirou por fim, até ouvir o som de palmas serem batidas. 

—Muito bem Jamie.—disse Henry, parando de bater palmas e indo até o irmão.—Massacrou seu recorde.        

—Quê que cê ta fazendo aqui?  

—Vim fazer o cabeça dura do meu irmão parar de ser tão criança.

—Ah, qual é Henry.—riu, em deboche.—Eu tento proteger, ajudar, mantê-la viva!—fechou a cara.—E o quê eu ganho? Um baque de humilhação.

—James para!—Henry o repreendeu. Era raro ver Henry irritado como estava.—Poxa, você ta tentando deixar ela viva mas ta esquecendo que ela quer viver por conta própria!—James trocou suas luvas, e voltou a socar o saco.—E se você vivesse com alguém que teme a sua morte o tempo todo, que vivesse falando pra você, cuidado pra não se machucar em vez de dizer, vai, corre, busque o seu sonho... James, tudo o que ela quer é apoio, os pais dela não concordam, e nunca vão concordar com o fato de ela...

—Se arriscar? Estar à espreita ou sofrer por gente que às vezes nem merece?!—James se alterou.

—Se for o que ela quiser fazer...—seu irmão se calou.—Olha, ela quer fazer isso, quer ser uma A-Next, isso é quem ela é. Tudo o que a gente pode fazer é apoiar e ajudar, porque se a gente não fizer, alguém com má intenção vai fazer, e vai levar ela pra um mal caminho. Ta, talvez ela seja cabeça dura demais pra isso, mas... se a gente não apoiar, ela vai fazer isso sozinha, e aí sim, ela vai se machucar.

James não o respondeu. Parou de bater no saco de pancadas, e olhou diretamente nos olhos do irmão, sem resposta alguma para ele.

—Fala com ela. Eu sei que a Liza já deve ter te mandado umas quinhentas mensagens.

Henry se virou, indo até a saída.

James sabia, e não podia negar. Seu irmão,—apesar de ser o mais novo,—tinha razão, como sempre.       

 ***

Sábado. Finalmente, sábado. Ou seja, hoje, Elizabeth e James cuidavam da cidade. Ótimo, tudo o que Elizabeth precisava era ter que salvar o dia com um James zangado com ela. A garota estava em seu traje e usava seu capacete,—que praticamente funcionava como uma máscara— em cima de um dos prédios da cidade. O central park estava cheio, e a cidade bastante movimentada.

Ela sentou-se na beirada do prédio, enquanto o Sol da tarde jazia seu rosto. Mas... é claro, nada pode ficar parado nem por um dia, e uma cafeteria estava sendo assaltada. 

Elizabeth usou seu cinto, que prendeu em uma das extremidades do prédio enquanto a outra se acentuou no chão, doze andares abaixo. E se escorregou até estar no solo. Depois correu até o local.

—Fiquem todos quietos!—o homem gritou, seus capangas já assaltavam o caixa e mantinham o vendedor de refém junto às atendentes e o confeiteiro.—Escutem bem, a polícia já vai chegar, então vamos logo! Esvaziem as bolsas!!—seus salteadores passavam de um em um nos clientes (também reféns) pegando relógios, dinheiro, e coisas de valor.—Depressa!!

Elizabeth chegou, viu o que faziam. "Típico.", pensou.

—Aí!—adentrou o recinto.—Sabiam que assaltar qualquer lugar e indivíduo é crime?

—A-Next!—o homem não sabia quem ela era, na verdade, ninguém sabia da identidade secreta deles, tudo o que o mundo sabia é que são os A-Next.—A líder.—sabia que ela era a líder por seu capacete azul, diferenciado.

—Sim, eu. E você vai pra prisão!

—Desculpa, mocinha, mas... hoje não vai dar.

—Ok, vou te dar uma escolha... ou você se entrega e agente sai daqui sem se machucar, do jeito fácil, ou vai ser do outro jeito.

—Há, e qual o outro jeito?

—O jeito em que vocês saem feridos...—foi até o centro da cafeteria, ficando com os punhos fechados.—...o jeito difícil!

—Hahahaha, acho que já tem sua resposta!          

—Bom, te dei uma chance.—ele sacou a arma e começou a atirar na direção de Liza, a garota correu até atrás do balcão, ficando ao lado do vendedor e seus companheiros.

Pararam de atirar, as balas provavelmente acabaram e estavam recarregando. A garota aproveitou e pulou no pescoço de um deles, usando suas pernas para acertá-lo. Logo socando a cara de outro tão forte que ele desmaiou. Mas, eles eram em cinco, e só dois deles estavam inconscientes, e os outros três atacavam, e um deles a acertou. Elizabeth caiu e foi puxada pelos cabelos, o bandido a jogou contra a janela, e ela foi parar no meio da rua, atravessando a janela. Liza não desmaiou por sorte, mas estava com o corpo dolorido e com a visão e audição estavam turvas e abafadas, seguido de um zumbido que passava por sua cabeça e a fazia explodir.               

Elizabeth ergueu seu olhar com dificuldade e pode ver os bandidos continuarem seu trabalho.

Computador?—chamou Liza, como o Homem de Ferro com JARVIS.—Procure pelas... ah, pelas...—estava tonta, e quase caindo enquanto se levantava.—... procure pelas viaturas, ah... mais próximas.

As viaturas mais próximas estão na Avenida nº27, à vinte minutos presas no trânsito.

—Não podem vir mais rápido, não? É a polícia!

—As avenidas estão completamente fechadas, e é o mais rápido que conseguem vir.

—Hug.—resmungou.—Preciso de ajuda.

—E a ajuda chegou.—Liza se surpreendeu por ele estar ali, nunca imaginaria que aquela pessoa iria a ajudar, não, não ele.—Tudo bem?—a ajudou a ficar em pé.

—Tudo.—se encararam.—Eles estão assaltando as pessoas, consegui apagar dois... mas...

—Ta, eu dou conta deles, você pega o dinheiro.—correu até eles.

Eliza ficou parada, olhando ele ir, sorriu, sentia a falta dele, ela só... queria que ele a apoiasse mais, que estivesse do lado dela em mais algumas vezes, a apoiando mais, do que protegendo. Saiu de seus desvaneios, e correu até eles, indo até aquele que retirava dinheiro do caixa. Aproximou-se e socou-lhe o  estômago, logo após o passou uma rasteira e ele caiu, deu um último murro na cara antes de ele apagar. Devolveu a sacola com o dinheiro para o atendente do caixa que estava de refém do outro lado do balcão, e voltou a ir contra os bandidos. Seu companheiro derrubou os outros três, e apenas dois estavam em pé. O que estava recolhendo as coisas de valor dos clientes, e o líder deles.

—Acha que consegue parar este assalto, pirralho?!

—Acho que... já consegui!—voltou a travar a luta. Socava-lhe, e, para terminar, usou sua arma de choque e, ainda assim, ele continuou em pé, mas instável. Por fim, esmurrou sua maçã facial, desacordando-o. E quando virou, Liza já estava com os pertences das pessoas, e o capanga com o olho roxo.

Eles se olharam, e palmas invadiram o lugar, começando pelo caixa, depois as garçonetes, e as pessoas em geral.

~...~        

A polícia já colocava os prisioneiros no carro, enquanto três repórteres entrevistavam as pessoas. Liza e seu parceiro vazaram. Olhavam tudo de cima de um prédio, viam os cientes apavorados, e o atendente do caixa falar à todo vapor na televisão. Liza sorriu perante isso.

—Já imaginou se eles soubessem que nós, adolescentes de quase 14 anos, fazemos essas coisas?—Liza se perguntou.

—Nop, eles iam pirar.—Eliza soltou uma risada.

—Desculpe por antes, mesmo, eu nunca quis te magoar, nunca foi minha intenção...—ele a abraçou, então a garota parou de falar. Sentiu os braços fortes à envolvendo, parecia que não o via à séculos, quando na verdade, não deu nem um dia. Seu amigo, não... seu melhor amigo, James, estava lá, quando ela precisou.        

—Eu sei.—a acalmou.—Eu sei, me desculpe por me preocupar tanto. É que, você é especial Liz e ficar vendo você arriscar sua vida o tempo todo é um saco pra mim.

—Acha que eu não sei?!—disse, enquanto se solta do abraço, James se surpreendeu com tal fala.—Acha que eu não fico louca quando vejo vocês se machucarem ou correrem perigo? Eu mal durmo à noite, sabendo que dois de nós pode acordar num hospital na manhã seguinte. Você não é o único que se importa James, coloca isso na sua cabeça!

Ele ficou quieto, depois sorriu, levantou-se e ofereceu sua mão para que ela o usasse de apoio.

—Vamos pra casa.

**Noite, Torre Stark**

—JARVIS, desligue todo o monitoramento dessa sala.—disse Stark, sentando-se.

Sim, Senhor Stark.

—Muito bem... mostre o que já temos.

JARVIS abriu uma tela bem na frente de Stark, em sua mesa, com alguns dados, escritos "Propriedade da S.H.I.E.L.D.", e outras com a assinatura de Stark.

—Temos resultados?

Aparentemente, temos 5.2, 7% de sucesso Senhor Stark.

—Droga!—resmungou.—É pouco. E quanto ao D.N.A. da cobaia?

3,9% de chance de sobrevivência.—Tony massageou as têmporas, os resultados não chegavam nem perto de 80%.

—O que falta? O que eu deixei passar?—pensava se levantando e indo até a janela de vidro.—A matéria do Tesseract e o conteúdo das armas que a SHIELD  não foram o suficiente!?—virou-se, socando a mesa.—JARVIS aceito recomendações.

Recomendo que foque na missão de achar o cetro de Loki com Thor, Senhor Stark.—Stark pensou.

—É, pode ser que a matéria do cetro do mimadinho estabilize a nossa belezinha.

Provavelmente Senhor Stark.—ouviram uma batida na porta.—Devo abrir, Senhor?

—Desligue o modo aprova de som da sala e ilumine aqui.—JARVIS assim o fez, e logo mais batidas na porta foram ouvidas.

Toc, toc, toc...

—Entra.—pediu, ainda massageando as têmporas.

—Tony, por que a demora?—Romanoff entrou.

—Estava usando meus brinquedinhos.

—Achei que você estivesse tentando achar a localização do cetro!—disse,  cruzando os braços e franzindo o cenho.

—E eu to tentando. Já acharam o Banner?

—Tenho meus meios.—cruzou os braços.—Tony precisamos de você focado. Temos que achar esse cetro, sabe-se lá o que vai acontecer com ele em mãos erradas. Só... pense Tony...

—Eu sei.—se encostou na cadeira.—Já acabou?—Nat suspirou.

—O Banner chega em vinte e quatro horas, junto com a equipe.

A ruiva virou-se indo embora. Assim que ela saiu, Tony esperou alguns minutos para que ela se afastasse.

—Ela já saiu?—perguntou à JARVIS.

Sim, Senhor Stark.               

—Comece as pesquisas, temos que achar esse cetro.       


Notas Finais


Eitaaaaaa, olha os mistérios do Stark aí galeraaah!!!!!!!!
Só pra constar pra quem ta confuso, isso foi antes dos Vingadores 2, eles estão se preparando para achar o cetro do Loki e lutar contra a Hidra.
Bjokas, atéééé!!!♥


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