História A noite é vermelha - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, TWICE
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Chaeyoung, Dahyun, Do Kyung-soo (D.O), Jackson, Jeon Jungkook (Jungkook), Jeongyeon, Kim Jong-in (Kai), Mina, Momo, Nayeon, Park Chan-yeol (Chanyeol), Sana, Yugyeom
Tags 2yeon, Bruxa, Bruxas, Chanbeak, Girlxgirl, Kaisoo, Lobisomem, Lobisomen, Markson, Michaeng, Samo, Vampiro, Vampiros
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Palavras 2.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo três - vermelho e de capa dura


Aquela manhã, quando Sana chegara na escola, correu direto para a biblioteca. Não queria ficar sentada com seus amigos, escutando as idiotices de Jongin, ou Nayeon e Jeongyeon o zuando, e o resto rindo.

Procuraria ler algo, algo que a levasse para longe da realidade chata em que vivia. Cansada da mesmice de todos os dias, procuraria por um livro interessante que a prendesse por tempo o suficiente, até o início das aulas daquele dia.

Correu para a sessão de fantasia, e acariciou os livros com a mão esquerda, enquanto observava os poucos nomes de livros que ainda não havia lido. Não reparara quando trombara, sem querer, com alguém.

Estacara no mesmo lugar, ao perceber que ninguém mais que Hirai Momo estava a sua frente. A garota, mais uma vez, vestia-se de preto, igualmente ao dia anterior, uma blusa preta e uma jaqueta de couro faziam-se presente em seu corpo.

O olhar penetrante da outra japonesa sobre Sana a deixava acuada, o medo de mexer-se para a esquerda e Hirai se irritar por isso a impedia de, até mesmo, respirar corretamente. 

Não deixou de notar, enquanto estava parada como uma idiota em sua frente, algo bastante diferente. Curiosamente, Momo tinha olhos de cores diferentes. O direito era vermelho, bem saturado, enquanto o esquerdo era um castanho claro e modesto, como caramelo. Minatozaki perguntou-se se olhos vermelhos realmente eram reais, aquilo podia ser apenas uma lente de contato, não é?

Hirai pigarreou, chamando a atenção de Sana que ficara longos segundos encarando a outra japonesa. Percebendo aquilo, sentiu seu rosto queimar, e teve certeza que estava corando, desviou o olhar o mais rápido que pode. Quando Momo soltou uma leve risada abafada e contida, só piorou o vermelhidão envergonhado no rosto da mais nova.

— Bom, tenho que perguntar, está tudo bem com você? — a voz rouca e calma de Momo atingiu fortemente os ouvido de Minatozaki, que voltou seu olhar para a mesma instantaneamente.

— S-sim, está tudo ótimo — respondeu, praguejando-se por ter gaguejando miseravelmente.

Sana repreendeu-se mentalmente por estar agindo igual a uma boba em frente à mais velha, que claramente não gostara do trombão que levara.

Também, quem é que gostava de esbarrar em alguém desatento e desastrado como Minatozaki? Era óbvio que a garota estava irritada com a situação. Deveria ao menos se desculpar, e não acabar com sua reputação de boa garota assim.

— Tudo bem, sei que meu olho é um pouco diferente, mas não precisa ficar assim assustada — comentou a mais velha risonha, ao perceber mais uma vez que Sana se calara por muitos segundo. — O gato comeu a sua língua?

— Não, não é isso! É que, eu- — Bufou e respirou fundo. — Me desculpe, não te vi aí, não queria ter me esbarrado em você, foi sem querer, me perdoe.

— Está tudo bem, não foi nada — Hirai respondeu, sorrindo graciosamente. — Não transforme essa situação em uma tempestade em um copo de água.

A japonesa mais velha se inclinou vagarosamente para frente, fazendo uma reverência, e saiu, deixando Sana ali embasbacada com ela.

Sentiu-se estúpida. Nem conhecia a garota, não podia sentir-se nas nuvens apenas por trocar meia dúzia de palavras com ela.

Decidiu então voltar sua atenção a imensa estante de livros, e vasculhou com o olhar algo que lhe agradasse, tão logo um livro vermelho e de capa dura lhe chamou a atenção. Porém, na altura em que o livro estava, se tornava impossível alcançá-lo.

Pôs-se nas pontas dos pés, deu pulinhos, e até tentou pegar um banquinho, mas ainda assim não conseguia pegar o bendito livro vermelho e de capa dura.

— Vejo que alguém não consegue alcançar seu objeto de desejo — Uma voz grossa e calma soou logo atrás de Sana, que deu um pulinho de susto, caindo desastradamente no chão.

Minatozaki franziu o cenho, levantando-se e olhando de cara feia para aqueles que a viram cair. Voltou seu olhar para o garoto de antes, notando ser Mark Tuan, o garoto novo.

Ele vestia uma calça jeans preta, folgada, uma camisa branca e um tênis da mesma cor. Sana observou o rosto do garoto, e constatou que ele era realmente muito bonito. Arqueou a sobrancelha ao notar que os olhos do garoto eram de uma cor caramelo, assim como o olho esquerdo de Momo.

— Ele está muito no alto — ela disse.

— Dizem que não devemos desistir de nossos desejos — ele falou, um leve tom de deboche na voz, encarando os olhos de Sana profundamente —, acredito que consiga, em algum momento, tomar aquele livro para si.

Sorriu galante para a japonesa, e continuou andando, ignorando a garota que precisava de ajuda.

Sana, extremamente, indignada com a ação do garoto, pigarreou e o olhou de cara feia quando o mesmo virou-se em sua direção com o esboço de um sorriso sarcástico no rosto.

— Oh, que modos os meus? — Fingiu estar comovido pela mais nova, e voltou a caminhar em sua direção, parando logo em sua frente. — A Srta. gostaria da minha ajuda para tirar o livro do alto da estante?

— Seria muito bom se você me ajudasse — respondeu, de forma frustrada.

— Muito bem.

Mark subiu no banquinho trazido anteriormente pela japonesa, e pôs-se nas pontas dos pés. Alcançou o livro sem muitas dificuldades, e o observou pensativo. A capa vermelha chamativa, com o título escrito em dourado. Abriu o mesmo, e fingiu surpreender-se ao ler as primeiras palavras apresentadas dentro dele.

Olhou para Minatozaki logo em frente e sorriu, desceu do banquinho e saiu andando, com o livro vermelho e de capa dura em mãos.

Sana indignada, arqueou as sobrancelhas e levantou os braços na altura de seus ombros.

— Ei! — exclamou. — Eu vi esse livro primeiro!

Tuan virou-se, mas não parou de andar, e respondeu em meio a um sorriso:

— Mas eu o peguei primeiro.

Minatozaki bufou frustrada, qual era o problema daquele garoto? Roubara seu livro na maior cara de pau!

Duvidava que agora teria tempo de ler algo antes do início das aulas, levando em consideração que gastou quase dez minutos tentando alcançar o inútil do livro vermelho e de capa dura, para que no fim, alguém o roubar de si. O sinal, tocando logo em seguida, só confirmou seu pensamento.

Sana caminhou para a saída da biblioteca em meio a fortes pisadas, transparecendo toda a irritação vinda de momentos antes. Atravessou as grandes portas de madeira escura, e se espremeu pelo corredor lotado de alunos correndo para suas salas.

Logo avistou Jongin caminhando em sua direção. A japonesa olhou para os lados, procurando, discretamente, um lugar para se esconder, antes que o amigo a visse.

Não que a japonesa não goste do rapaz, jamais diria isso. Apesar dos diversos comentários desnecessários e a falta de variedade de assuntos do garoto loiro, ele era realmente atencioso com a mais baixa, e se preocupava com ela, como se fossem perfeitos irmãos.

Mas aquele não era o momento exato para que Kim viesse se preocupar com Minatozaki, já que a mesma se encontrava em brasas de raiva por Tuan e sua insolência.

Contudo, com a falta de um lugar para se enfiar, além de uma lata de lixo – lugar onde jamais a japonesa entraria –, Minatozaki teve que respirar fundo antes de encarar o rosto do amigo.

— Hey, Sana! — o garoto chamou. — Onde você estava?

— Hey, Jongin, estava na biblioteca, por quê? — perguntou a mais baixa, sorrindo para o mais alto.

— Ah, por nada, só estávamos combinando de fazer uma grande festa nesse fim de semana na minha casa. Estamos no início do inverno, queríamos comemorar.

Sana franziu o cenho de forma discreta. Por que o início do inverno era um motivo de fazer uma festa? Isso não fazia muito sentido.

Mas, levando em consideração que, nem tudo em volta de Jongin fazia sentido, uma festa de inverno era até que aceitável.

— Você vai, não é? — ele perguntou, com seus olhos de cachorrinho abandonado, tentando convencer a amiga.

— Me dê um motivo para ir?

A japonesa realmente não tinha a intenção de ir àquela festa, estava atolada de atividades para fazer, a professora de biologia, a Sr. Moon, não poupara na hora de mandar deveres para casa.

Além disso, pretendia passar o final de semana inteiro enfiada embaixo das cobertas, na intenção de se proteger do frio que viria, enquanto bebericava de uma caneca de chocolate quente e lia um livro vermelho e de capa dura que daria algum jeito de reconquistar.

— Bem, a minha presença não é o suficiente? — ele perguntou brincalhão. — Tudo bem, estou brincando, mas é que o time de basquete vai fazer uma festa e eu preciso mostrar que somos mais fortes, fazendo nossa festa bombar mais. E já que você é uma das mais populares, sua presença vale por dez, por favor — suplicou, quase se ajoelhando no chão.

Minatozaki arqueou uma das sobrancelhas, finalmente entendendo que o inverno não tinha nada a ver com a motivo da festa, e sim o time de basquete.

Tudo bem, Sana também não gostava do time de basquete, já que eles se achavam os gostosões, enquanto na verdade o cérebro deles funcionava menos que o cérebro de uma água-viva – e sim, águas-vivas não têm cérebros. Mas aquilo não deixava de ser rídiculo, essa competiçãozinha era bastante infantil e idiota.

E era exatamente por isso que ela iria, além, é claro, de tirar um aproveitamento da situação

— Tudo bem, mas eu quero que você compre sorvete para mim todos os dia, durante o resto dessa semana — Exigiu.

— Claro, eu compro! — Jongin deu de ombros concordando. — Creme, ou chocolate?

— Flocos. — A mais nova fez uma careta.

— Okay!

O capitão do time de futebol abriu um sorriso imenso, voltando a andar confiantemente para sua sala de aula; Sana fez o mesmo.

Tão logo, a japonesa se arrependeu de ter aceitado ir à festa. Com o assassinato de três estudantes de sua escola, ela não deveria sair muito durante a noite.

Se bem que, uma casa cheia de jovens não é um lugar muito bom para se cometer um assassinato, muito menos drenar o sangue alheio. A menos que todos esses jovens estejam todos bebados e indefesos.

De qualquer forma, Sana não beberia muito e não iria sozinha, teria seus amigos por perto, ela ficaria alerta.

Dando de ombros, Minatozaki voltou a caminhar para sua sala de aula, onde teria biologia com a Sra. Moon, que provavelmente, contava os segundos de seu atraso para esfregar no rosto do diretor mais tarde.

Aquela mulher era uma víbora.

Quando chegou em frente à porta amarelada da sala seis, a japonesa deu três leves toques na mesma, antes de entrar.

— Srta. Minatozaki, você está seis minutos atrasada, espero que tenha um bom motivo para isso. — A voz argentina da Sra. Moon adentrou os ouvido de Sana, que sorriu falsamente.

— Estava na biblioteca, Sra. Moon, me desculpe — respondeu.

— Espero que isso seja verdade, Srta. Minatozaki, aposto que seria bem triste manchar seu histórico escolar apenas por isso — alfinetou, enquanto voltava sua atenção ao quadro limpo. — Sente-se.

Sana caminhou até sua mesa, notando Momo ao fundo da sala a olhando com a cabeça vagarosamente tombada para o lado. Sentiu-se intimidada, e não conseguiu impedir a si mesma de ruborizar, era tarde demais, seu rosto queimava enquanto sentava-se na sua carteira.

Subitamente, Minatozaki lembrou-se dos lindos olhos de Momo. A anormalidade heterocromática, e a raridade de um olho vermelho, a fez questionar-se novamente se realmente aquilo era possível: ter um olho vermelho. Anotou mentalmente que deveria descobrir sobre isso, mais tarde.

Queria poder olhar aqueles olhos novamente, queria ter certeza que vira o vermelho certo. Discretamente, a japonesa virou seu rosto para o fundo da sala, constatando que Hirai continuava a fitá-la descaradamente.

Novamente, ruborizou, decidindo dessa vez, não voltar a olhar para trás.

E ela conseguiu, graças a algum ser superior, porque Sana estava bastante curiosa. Será que Hirai a encarara durante a aula de biologia inteira? Não, claro que não! Aquilo era ridículo.

 

No refeitório, decidiu apenas pegar uma maçã, então rumou direto para a mesa onde sempre se sentava. Enquanto dava uma enorme mordida em sua maçã vermelhinha – o que, diga-se de passagem, a fez lembrar dos olhos heterocromáticos de Hirai –, não notara que outra pessoa vinha em sua direção pela direita. Apenas percebeu, quando estava caída no chão, com uma dor terrível na bunda.

As pessoas em volta já observavam a cena.

— Oh! — exclamou falsamente. — Me desculpe, não vi você aí, estava distraído com meu livro vermelho e de capa dura!

Sana respirou fundo, buscando forças do além para que não voasse no pescoço de Tuan, e assim, verdadeiramente manchasse seu histórico escolar, assim como a Sra. Moon comentara mais cedo.

— Seu estúpido! — Minatozaki exclamou. — Primeiro rouba meu livro, depois se esbarra em mim e finge ser culpa do meu livro!

— Não é minha culpa se eu consegui chegar no seu objeto de desejo antes de você — ele respondeu calmamente, mantendo um sorriso triunfante no rosto bonitinho. — E outra, pensei que o livro pertencesse à escola.

— Você é muito idiota sabia? — perguntou sarcasticamente.

Pela visão periférica, a japonesa pode notar a aproximação de Jongin com uma cara feia direcionada a Tuan, logo atrá Kyungsoo e Baekhyun, igualmente irritados. Chanyeol vinha encolhido logo a uma certa distância, arrumando o óculos que escorregava de seu nariz constantemente.

Chaeyoung, Mina, Nayeon e Jeongyeon mantiveram-se na mesa retângular, observando de longe, enquanto cochichavam uma para a outra alguma coisa.

— Mark, não acha que já chega por hoje? — Antes mesmo que um dos quatro garotos pudessem se aproximar o suficiente de Sana para bater boca junto de Tuan, Hirai Momo já encontrava-se atrás do mesmo.

— Ah, Hirai — o garoto reclamou —, me deixe!

— Deixar que você humilhe a garota em frente a escola? — ela perguntou de forma rude. — Quando foi que você se rebaixou tanto?

O rapaz virou-se e encarou profundamente a japonesa mais velha. Estavam próximos, talvez apenas trinta centímetros de distância. Seus olhares faiscavam ódio.

— Desde que voc- — Mark começou a falar, mas fora interrompido por uma terceira pessoa.

— Ah meninos, por que essa barulheira? — Sana reconheceu ser Dahyun.

A garota falara de uma forma brincalhona, mas seu cenho se encontrava sério e impassível. Mas aquilo não fez nem Mark, nem Momo se afastarem.

Por estar próxima, Sana conseguiu notar os que os olhos de Dahyun eram avermelhados, assim como o direito de Momo. Aquilo chamou sua atenção, qual era o problema com aqueles três?

— Vamos, deixem isso de lado, estamos no meio do refeitório! — ela exclamou irritada, mas o cenho ainda sério.

Minatozaki sentiu braços em seus ombros, e notou que Jongin e Baekhyun a puxavam para sentar-se na mesa com eles, tentando tirá-la do meio dos três alunos novos.

— Mas antes — Dahyun voltou a dizer —, Mark, dê o livro para a garota, e deixe de birra.

O rapaz manteve-se firme, olhando nos olhos de Hirai por mais alguns segundo, antes de virar-se para a japonesa mais nova, que lutava contra andar de volta para mesa, e lhe entregar o livro vermelho e de capa dura.

Sana pegou o objeto, com o cenho franzido em confusão, e rendeu-se a se sentar.

— Que bosta foi essa? — Jeongyeon perguntou depois de um tempo, comendo um bolinho de arroz de seu prato.

Os quatro garotos se juntaram as garotas e deram de ombros, sem responder a pergunta de Yoo.

— Mark, o garoto novo, ao invés de me ajudar a pegar o livro no alto da estante, hoje mais cedo na biblioteca — explicou Sana —, pegou o livro para si.

— E por que ele te derrubou no meio do refeitório? — Chanyeol questionou, tomando um gole de seu café.

— Eu não sei, ele ficou falando sobre objetos de desejo e como não devemos desistir deles, que acreditava que eu conseguiria alcançar meu objeto de desejo e blá, blá, blá.

— Esse cara é maluco, já está na minha esquerda — Jongin comentou, mastigando raivosamente sua salada verde bastante temperada. — Ele que se cuide.j

— Mas essa cena toda — falou Mina —, foi muito estranho.

— Então — concordou Baekhyun. — Vocês viram as faíscas saindo dos olhos da Momo e do Mark?

— Problemas no paraíso — comentou Jeongyeon, com a boca cheia de bolinho de arroz.

— Você acha que eles namoram? — Chaeyoung perguntou, comendo sua maçã.

— Eu não! — respondeu. — Mas da forma que são bonitos, só podem ter vindo do paraíso.

O grupo riu,

— É, realmente. — Chanyeol bebericou, mais uma vez, da sua garrafa térmica de café.

Sana se mexeu na cadeira, desconfortável. Precisava descobrir qual era o problema daquele trio logo, antes que sucumbisse no meio da sua curiosidade.

Olhou para o livro vermelho e de capa dura em seu colo, e lembro das palavras de Mark no início daquele dia. Se ele estivesse certo, Minatozaki não desistiria de seu desejo tão cedo.

Decidiu se desprender-se do seu grupo, e olhou para a mesa perto da janela do refeitório, onde os trio de alunos novos estavam. Observou-os atentamente, tão logo Momo fez o mesmo, encarando Sana.

Dessa vez, Minatozaki segurou o olhar, fitando de volta a japonesa. Algo de errado aquela garota tinha, e Sana iria descobrir.



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