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História A Noiva Do Demônio - Capítulo 13


Escrita por: Sigyn024

Notas do Autor


Quando pôr o nome do personagem e um (*), mesmo que esteja no momento de outro, será a fala deste.

Espero, que ninguém fique confuso.

Boa leitura!

Capítulo 13 - Ep.13 - Encontros part. 2


> Erika

     🎶 "Asas cortadas" 🎶

Sempre me orgulhei, de toda minha família.

O modo como minha mãe, comandava um reino tão vasto quanto o nosso, sem nenhum apoio (rei), sempre me impressionou.

"Daí você pensa, tá! Mais e os conselheiros, e soldados, para que servem?" 

• Os conselheiros, servem para literalmente dar conselhos, visando o bem-estar do povo ou do próprio reino — ( Mesmo que em minha opinião, eu, poderia fazer isso tudo sozinha ).

• Os soldados, somente serviam para proteger o reino se ele,fosse invadido - ( Há tantas proteções no reino, que isto era quase impossível).

"Não temos uma guerra a tantos séculos, que temas como guerra / fome & miséria, se tornaram piadas pelo reino" - sorriu levemente.

Aos meus olhos e aos de Mey, nossa mãe era como uma deusa -

Caya era uma feiticeira extremamente poderosa, amava nosso povo, tanto que os chamava de "Meus filhos e filhas".

— Ela, era nosso único exemplo, pois, nosso pai havia falecido antes do nascimento de Mey e nossa mãe, jamais se casou novamente.

Minha irmã, se transformou no orgulho de todo o reino White, desde que sozinha entrou na floresta encantada, voltando com um famíliar que nada mais era do que o Rei das florestas sem nome (terras não regidas por seres mortais & imortais).

"Nunca passei tantas semanas, sem vê-la, mais quando retornou parecia mais leve como se.. Estivesse mais feliz, sabe? E olha que Salazar & Mey, sempre brigavam por qualquer coisa" - riu baixinho, sentindo os solavancos da carruagem ao passar por alguns buracos pela estrada de terra batida - "E bem… havia eu.." - seu sorriso gradualmente fora murchando.

 🎶 "Eu era uma coisa quebrada" 🎶

"Sou de Caya a 1° filha, o trono por direito era para ser meu.

Mais sempre pensei que Mey, possuía muito mais capacidade para ocupar este cargo do eu.

Quer dizer foi, uma grande surpresa para mim,ela, ter me posto para sentar no trono.

Quer dizer, eu não sou tão forte quanto ela era, não amo tanto o povo quanto ela, nem sou tão sábia quanto ela.

 Então porquê ela, me pôs lá?

Sinto-me tão desconcertada quando sento naquele trono.. Sabe? Quando você não o merece?

E porquê Mey, sempre foi muito mais inteligente, mais sábia, milhões de vezes mais poderosa do que eu, possui feitiços para quase tudo.

Nunca perde o foco do que quer e, nunca se cansa ao usar tanta magia, parece até que a magia e ela, são uma só.

Ela era.. Perfeita para ser rainha.

Mais pela lei, a 2° filha(o) era para ser general do reino e, sempre proteger o rei/rainha do mesmo. 

Entretanto, aquele decreto caiu por terra.. Ela, conseguiu o mudar e fez isso sozinha"  - uma lágrima solitária escapou de seus olhos - "Só acho uma pena ela, não poder voltar para casa pois, se algum dia ela retornar.. Jamais poderá regressar ao mundo exterior" -secou uma lágrima, ficando séria mais uma vez - "Sinto tanto a sua falta, irmãzinha" - fechou os olhos, respirando fundo, segurando com força as lágrimas que desejavam cair.

 🎶 "Eu tinha voz, tinha voz" 🎶

"Há culpa disso tudo e minha!" - fechou os punhos com força, batendo na coxa esquerda -"Sou muito fraca, para me opor à essas leis antigas, que só atrasam meu reino" - seus olhos ardiam. 

🎶 "Mais eu, não conseguia cantar" 🎶

"Mey, e rainha de 5 das florestas mais assombradas do mundo, Sra. das 55 cidades mágicas, abriu a porta para feiticeiras/ magos de todos os tipos — (Até aqueles cujo, professores (as) são demônios) — Ela, trata a todos com igualdade.
 Mey e mesmo incrível! Queria realmente possuir sua coragem"  —  se entristeceu ainda mais ao se dar conta de quão inútil ela, era.

.. Minha rainha, estamos chegando — um soldado alertou.

_ Siga em frente general, Pierre - grita — O que será que você está fazendo agora minha irmã? — sussurrou, segurando com força  lágrimas que desejavam cair.

~ Eles iam descer logo, e ela, não poderia sair daquela carruagem em prantos,sem motivo aparente.

_ Chegamos, minha senhora - desceu do cavalo, ficando em frente à porta da carruagem, esperando a ordem da rainha, para abri-la.

*Pierre - Desde que a princesa Mey se foi, a rainha sempre se encontra abatida, sorria raríssimas vezes, mal dormia, comia pouco, vivia desolada e raramente saia do castelo.
 Mais, sempre que voltava do tal solstício de inverno, a tristeza se dissipava dos seus olhos, por alguns dias - "Seria realmente uma dádiva, que nossa amada rainha, fosse alegre como antes"  —  pensava, estendendo sua mão para ajuda-la a descer.

~ O reino dos vales, era o mais belo que Erika havia posto os olhos -

Cercado por verde,suas muralhas eram árvores entrelaçadas, um pequeno riacho corria em volta do reino, flores vermelhas com interior amarelo cobriam uma abundante quantidade de espaço fora do reino.

— Flores estás que Erika sabia bem, serem extremamente venenosas - ( Aprenderá com Mey, no grimório das flores, que a mesma havia criado ).

Há proteção era simples, qualquer outro feiticeiro(a) diria que seria extremamente fácil para seu reino, destruir aquele.

     Não era e Jamais seria.

~ Pelo que soube o rei, era um homem frívolo, que não media esforços para proteger os seus - "Ora, mais essa não é a função de quem senta no trono?" —  sorriu brevemente, andando lentamente até os grandes portões do palácio.

___
             > Autora

Do alto da torre, ele, a observava entrar, assombrado com a beleza da mesma — "Talvez aqueles estúpidos conselheiros tenham razão, ao afirmarem que é chegada a hora do reino possuir uma rainha"  — um sorriso brotou em sua face, ele, iria conseguir a atenção da albina, ou ele, não era o rei.

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 .Floresta de Argonne - 19; 49 nt.

A mesa farta estava coberta de farelos, de certo modo ela, se punia mentalmente por apostar quanta comida eram capazes de comer.

Foram longas horas, comendo feito desesperados, seus dedos estavam cheirando a gordura, algumas moscas até os lambiam — ( Tentando retirar algum sabor dali ) — pegaria um guardanapo, se não estivesse tão cheia que mal conseguia se mover, olhou para o lado, vendo um sorrisinho exausto nos lábios do mesmo.

_ Hm.. - sorriu,ao ver os olhos da mesma escurecerem de.. Espera.. Aquilo era desejo? seu sorriso alargou - Acha que exageramos? — sorriu, ao vê-la enojada por ainda conseguir beber um pouco mais de vinho.

_ Comemos muito — retorquiu, olhando para o lado — Acredito que não iremos conseguir ir para cabana nesse estado - concordou consigo — Melhor dormirmos por aqui, mesmo — diz rindo, ao ouvi-lo engasgar na palavra "dormir".

_ Penso que seu familiar, não ira gostar muito disso - lírio, ergueu a sombraselha pra sí — Ele, parece ser muito ciumento com relação a você — bebeu mais um gole de vinho. 

_ Em termos mágicos, ele seria considerado o meu familiar, só que tanto pra mim quanto para ele, essa fase de pôr acima o feiticeiro e abaixo seu guia espiritual, se findou há muito tempo — observou a clara curiosidade nos olhos dele — Quando o mago trata seu famíliar como igual, a magia fica muito mais forte — ela, viu surpresa em seus olhos — Em minha opinião, e pela afinidade que eles, agora possuem — observou as estrelas acima de sí.

_ Nunca pensei nisso, porquê os familiares da família real, são diferentes - pôs a garrafa já vazia, de lado.

_ Explique-se — ficou a sua frente, curiosa.

_ Eles nos tratam com extremo respeito - essa simples frase, a fizera revirar os olhos - Ganhei o meu quando tinha 14 anos, mal conversávamos, pois, sempre estava exausto dos treinos, acredito que tal situação tenha mudado muito pouco, mais não a ponto de o tratar como você e Salazar se tratam - sussurrou, envergonhado de certa forma.

_ Devia se atentar mais a esses detalhes príncipe, pois, talvez podem um dia salvar vossa vida - sussurrou.

_ Ah! é? E como seria isso? — observou sua lírio, atentamente.

~ Por ser uma lendária feiticeira, deveria saber muito mais sobre isso, do que ele.

_ Podemos começar fazendo sua amizade com luas, melhorar a ponto que, sua magia e a dele estarem tão unidas, que uma seria a extensão da outra - viu descrença em seus olhos - Acredite my lord, essa simples coisa poderia salvar sua vida e, talvez até o fazer menos carrancudo - zombou, rindo alto quando ele, a agarrou pela cintura, rindo consigo.

_ Ok, sua sabe-tudo irei tentar do seu jeito — respirou fundo com os olhos em lágrimas por rir tanto.

_ Isso meu lacaio, - ele, se zangou com sua fala - Me obedeça - acariciou os cabelos negros, sentindo a maciez dos fios, notando em como aqueles olhos, pareciam completamente hipnotizantes para sí.

_ Eu, não sou seu lacaio- puxou-a para sí, quase a pondo em seu colo.Ela não reclamou, tampouco se zangou por sua atitude — Sou bem mais do isso — sussurrou, delineando seus lábios, com as pontas dos dedos.

~ Logo se afastou com receio do que a mesma lhe diria pela manhã, se ousasse ultrapassar tais limites.

_ Melhor dormirmos não acha? — sussurrou triste, ao vê-lo recuar pois, nenhum outro recuaria ao ver tamanha oportunidade.

_ Sim, — a soltou, vendo-a sentar ao seu lado, puxou-a para perto ciente de que aquele era o mínimo que poderia fazer-Vamos dormir — beijou seus cabelos, sentindo seu peito se aquecer, provavelmente ela, estava corada, sorriu com aquilo.

"Pela (1°) vez, me sinto segura nos braços de um candidato" sorriu boba, ao se dar conta disso.

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   .Povoado de Wikelia - 19;49 nt.

> Padre

Havia saído da igreja à horas, aquela festa na rua, me era totalmente ridícula.

Pessoas saindo de casa, para ficar vadiando na rua à noite, bebendo como animais, beijando descaradamente suas esposas ou amantes, na frente de todos? Imagino que o inferno seja assim.

Ouvi becos escuros soando sons promíscuos, crianças que deveriam estar em suas camas, brincando á noite? Todos estariam, muito mais seguros em MINHA igreja!

~ Essas pessoas imorais portavam-se diante da casa de Deus, como Santos.
 Talvez para se sentirem mais puros, após cometerem tantos pecados.

> As piores sempre seram as mulheres, seres que constantemente precisam serem corrigidos - { Uma surra bem dada, pode dar conta de sua fraqueza moral & vosso duvidoso caráter }.

Quer dizer, nem a virgem escapou dessa fraqueza.. Jesus não nasceu sozinho não e?

José, não ficaria casado,com uma mulher que não deitasse com ele, sem cumprir com suas obrigações de esposa, você não acha?

> Mais eu, padre Jean Baselaire, estou acima disso!

Deus, me escolheu para ser padre, ele me escolheu para punir os pecadores.

Sou um santo, jamais cometi nenhuma infâmia contra vosso nome.

Pois, sou o machado do senhor, estou acima dessas mentes fracas, acima até mesmo dos Dez Mandamentos, pois eu sou um SANTO <

      •••

.. Sim, padre isso — revirou os olhos, sentindo-o a preencher completamente — mai.. Mais forte.. - sussurrou, sentindo seus cabelos serem agarrados por trás, sentindo ele ir mais fundo — Oh! Deus.. — sussurrou quase sem voz,diante do imenso prazer que ele, a dava.

_ Sim, freira leya? — sussurrou mordendo sua orelha esquerda, a ouvindo gemer mais alto — Sua missão divina e me dar prazer — a jogou na mesa de madeira mais uma vez, não se importando se ela, havia gemido de dor — Agora.. — a soltou, ouvindo-a gemer de insatisfação ao se retirar da mesma — Sente-se aqui — bebeu um pouco de rum soltando a caneca ao seu lado, ela, observou o padre, ele, subia e descia com a mão em seu falo grande e grosso, assentiu, tirando a batina ficando nua em sua frente.

_ Sim, padre - sentou lentamente, sabia que ele, não iria ser caridoso, que ele iria marcar todo vosso corpo, não se importava ela, amava isso nele - Desculpe, padre — sussurrou, beijando vossos lábios,sentindo-o ir bem mais fundo do que era capaz de aguentar. Ele odiava quando leya, retirava sua vestimenta se portando como uma mulher imoral, mais não negava que ver aqueles belos seios fartos subindo e descendo, lhe era extremamente prazeroso — Está quente — sussurrou sincera, aquela noite em especial estava fazendo muito calor ou vai ver que eram eles?

_ Não me importo de tirar o demônio do vosso corpo - puxou seu quadril, a pondo em cima da mesa — Vou me esforçar muito pra isso — riu ao ouvi-la gemer de dor, ao senti-lo ir mais fundo.

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      .Mansão Smith - 20; 30 nt.

> John

Sempre admirei meu pai, ele passou de um humilde ferreiro a um rico dono de terras, com muito esforço e trabalho duro.

Eu tinha 2 irmãos, e os amava muito.

> Jeremy Smith ( o mais velho ) -  Um grande escritor,fala 5 línguas fluentemente, dono de terras no Norte da Itália, se casou aos 16, com uma linda jovem inglesa chamada Ana, duquesa de Cambridge, possuem 2 filhas — Amo, como se fossem minhas próprias.

> Alex ( o caçula ) - Dono de 7 grandes navios, que constantemente transportavam ouro/ diamantes, ao lado leste de Paris, era o mais rico de nós.

Sua filha se chama Jane, em homenagem a nossa mãe, sua esposa era a baronesa, Catheriny, que morrerá no parto. 

Depois do falecimento de Alex, meses atrás, tomei a guarda da jovem,talvez eu apenas precisasse de companhia assim como a própria, para superar tal fase ruim.

Jane, aos poucos está se adaptando.. Claro, houve aquelas peças que pregava em minha governanta Monique, mais nada que umas aulas de educação com a professora Viviane, não resolvessem — "Jane possui 17 anos, já está em idade de se casar, estou velho, e como não possuo herdeiros, assim que minha hora chegar, ela, sozinha herdará todos os meus bens" - assinou os papéis, dando seu carimbo no final da folha — Escute bem, advogado Harry — se aproximou de seu cliente — Minha fortuna passará a ela, e somente a ela — assentiu, para o mesmo — Ninguém poderá tocar além dela e se tiver um filho(a), quando o mesmo (a) crescer poderá também tocar em minha fortuna, somente com a permissão da própria, o Sr. me entendeu? — novamente assentiu, saindo em seguida dali - "Espero estar fazendo o certo.." - suspirou, girando a cadeira para janela de seu escritório,vendo-a sorrir, enquanto colhia flores — "Vou, presenteá-la com um cão de guarda, assim não irei me preocupar tanto quando sair para resolver meus negócios"  —  sorriu, se levantando.

      •••

Deixei o cão na porta da biblioteca, desejava deixar o ambiente mais agradável, passei a conversar amenidades com sr. Tobias, visando ir ao assunto lentamente para que talvez o mesmo, pudesse consider tal proposta.

~ Sr. Tobias Grey, um homem correto em todo sentindo da palavra, não via ir a outro lugar senão a igreja, apesar de ser religioso não era um homem obcecado com leis divinas, ao contrário era um pacífico, trabalhador e honesto.

Nunca o vi em brigas, não gastava dinheiro enchendo a cara de rum ou com mulheres da vida ( como a maioria fazia ) , era o candidato perfeito, para ser marido de minha adorável Jane.

Não irei negar que a beleza & dote, de minha menina, atrairá vários cobiçados pretendentes, mais em sua maioria eram jovens mesquinhos, de índole duvidosa — "E, eu não quero ver essa corja perto de minha menina"  —  respirei fundo, tomando coragem — "Deus à de ser testemunha, que eu tentei"  —  pensava triste, respirando fundo, a passos lentos ia caminhando pela cidade ao vosso lado o presente de Jane — "Ao menos uma das coisas eu consegui" - fechou a porta de casa, procurando-a.

    •••

Após deixar o presente com a mesma, voltei para o escritório, pois, precisava pensar - "Sr. Tobias não aceitou, entendi vosso argumento" —  girou a cadeira para janela, um hábito que possuía desde criança — "Uma pena ele, era meu 1° candidato, talvez eu deva deixá-lo que a veja com seus próprios olhos, se ele ainda não a desejar, irei desistir e tentar com sr. Carter" decretou, se levantando da cadeira.

___
              > Monique

Observei meu chefe, sair do escritório parecendo abatido.

Deveria me sentir mal,por sentir isso por ele, talvez se o dissesse, ele, certamente pensaria que eu, apenas desejo vossa fortuna assim como tantas outras que se jogaram em seus braços.

"Todos os dias desde que a senhoria Jane, chegou o vejo abatido. Sei que ele, disfarça na frente de todos até da própria, a falta que sente do sr. Alex, sei o quão eram próximos" — respirou fundo, bebendo um copo d'água — "Sei também, que jamais iria, dize-lo como me sinto em relação a ele. Afinal, jonh smith, não precisa de mais esse problema. Sei que jamais me demitiria por ser um bom homem porém, seria estranho passar por ele nos corredores.. Jonh Smith, não precisa desse problema"  —  decretou a sí mesma, pondo o copo na bancada da cozinha.

Fechou a porta do quarto, segurando seu desejo quase  incontrolável, de subir aquelas escadas e ter uma noite mais que prazerosa com seu chefe. 



Notas Finais


*Jean — Agraciado por Deus, a graça e misericórdia de Deus,Deus perdoa ou Deus é cheio de graça.

*Monique —  Só, solitária, viúva ou a conselheira ( no decorrer da história vam entender o motivo do nome da mesma ).

Música - Sia ( bird set free ).


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