História A Noiva Sacrifício - Capítulo 10


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Star1200alice
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Palavras 2.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu demorei, eu sei disso, mas não foi a mesma demora que antes. E espero que vocês não tenham me abandonado porque as coisas vão começar a esquentar a partir de agora. Hehehe. Desculpa pelo mínimo spoiler.
Espero que gostem do capitulo e boa leitura.

Capítulo 10 - Capitulo XX


Era a segunda vez que eles se beijavam e Jade ainda não tinha acabado de processar nem a primeira vez que isso ocorreu meses atrás. Os braços fortes do albino se encontravam envolta da sua cintura, o que a impedia de fugir e a mantinha colada a ele. Todo esse contato parecia fazer seu coração explodir de tanto bater.

Suas línguas dançavam de maneira lenta e, de certa forma, sensual, já que o simples toque dela entre si fazia a esverdeada sentir algo estranho e diferente na região de seu ventre. Os beijos quentes de tirar o fôlego de Laito não causavam esse tipo de sensação em si. Será que era diferente por ela sentir algo pelo albino?

Ela sentia mesmo algo a mais? Ou estava só mais confusa do que antes?

A Aiko não conseguia raciocinar naquela situação. E ela queria raciocinar? Queria quebrar todo aquele momento para pensar sobre questões consideradas sérias para o seu psicológico? A resposta é óbvio que não, mas ela sabia que era necessário.

No entanto, não foi a pequena que quebrou todo aquele contato. Subaru foi o primeiro a se afastar, bem devagar, mas não deixa de ter sido o primeiro. Os olhos cor de jade se encontraram com os vermelhos do mais alto e não se desviaram por um longo tempo. O que será que ele está pensando neste exato momento? Ele deve me achar uma piranha por beijá-lo assim no meio do corredor, mas...foi ele quem me beijou. AI MEU DEUS! Foi ele que me beijou! De novo!

- Jade, eu... - ele parou para pensar no que iria dizer. - preciso fazer um suco de laranja. Volto já.

Ele a soltou rapidamente e foi em direção a cozinha a passos apressados. Fazer um suco de laranja? Por que ele precisaria fazer um suco de laranja bem naquele momento intimo deles? O que aconteceu pra ele ficar daquele jeito meio inquieto. A esverdeada ficou um bom tempo encostada na parede do corredor da mansão pensando sobre o que poderia ter causado a suposta sede no vampiro até que algo fez sentido em sua cabeça.

O Sakamaki não se alimentava dela havia uma semana. Por pedido dela para que se mantivesse longe , Subaru não comeu nem tomou seu sangue por uma semana inteira e estar tão perto como eles estavam minutos atrás... Faz todo o sentido! Assim que ela se tocou do que poderia ser uma das causas da reação inesperada do albino, Jade foi andando até a cozinha.

Ao chegar no recinto, ela encontrou o vampiro encostado na bancada com um copo de suco de laranja fresco e natural em mãos e ao seu lado uma jarra grande do líquido alaranjado. Era uma cena engraçada na visão da menor, porém, ela se deu um tempo para apreciá-la. Nunca tinha pego um dos irmãos Sakamaki naquela situação, como se eles parecessem pessoas normais e não seres sobrenaturais que boa parte da população terrestre acredita que não existam e "brilhem no sol".

Subaru parecia calmo e contemplativo naquela cena. Seu rosto estava voltado para a janela e seus olhos olhavam para além delas e sua mente aparentava se encontrar em pensamentos cada vez mais profundos e de temas variados. Se ela tivesse uma câmera ali, com certeza, sem dúvida alguma, fotografaria aquele momento, todavia, precisaria guardar a cena toda em sua mente para se lembrar de que eles não são inteiramente monstros. São seres vivos diferenciados e continuam a ter sentimentos, emoções e um coração, mesmo que este não bata.

Assim que os olhos vermelhos se voltaram para a Aiko o momento se perdeu. A garota sentiu o rosto esquentar e desviou o olhar para vários lados. Estava morrendo de vergonha por ter sido pega o observando.

- O que foi Jade?

- Eu...

O que diria pra ele? Como explicaria o fato de tê-lo observado em silêncio e sem que ele percebesse? Pensa rápido, Jade. Pensa rápido, sua mente mandava.

- Eu vim atrás de você para saber como você estava, já que saiu correndo para vir fazer suco de laranja. E desculpe por...espioná-lo. Não era a minha intenção.

O mais alto piscou os olhos algumas vezes e depois começou a rir. A menor não entendeu qual era a graça da situação. Ela estava pedindo desculpas por ele ter ficado bravo porque ela o estava espionando. Ou ele não ficou bravo com ela?

- Qual é a graça, Subaru-kun? - perguntou sem entender.

- Eu não pensei que estivesse me espionando. Eu já escutei você se aproximar e depois fiquei escutando as batidas do seu coração enquanto observa lá fora. Não precisa pedir desculpas. - abriu um leve sorriso.

- A-ah. Desculpa. - ela riu envergonhada.

- Chega de pedir desculpas. Por que veio aqui?

- Eu já disse. Você saiu correndo e eu queria saber como você estava, já que você não se alimenta direito tem uma semana por minha causa...

- Você me pediu para não me aproximar. Acatei ao seu pedido, mesmo que eu tenha tentado puxar assunto. Você não me queria por perto.

- Você foi um babaca, Subaru-kun.

O próprio soltou um suspiro pesado.

- Eu sei e peço que me perdoe por tudo o que te falei. - se aproximou dela e fez carinho em seu rosto. - Eu estava fora de mim e quando percebi tinha falado demais. Não consegui controlar. Raramente tenho perfeito controle sobre mim quando estou com raiva.

- E por que você estava com raiva?

***

Yuma entrou na mansão Mukami e deu de cara com seu irmão criação Ruki. Não estava com a mínima paciência de ter que lidar com ele mais uma vez sobre o mesmo assunto: Jade. O de cabelos escuros não gostava da idéia do amante de cubos de açúcar ficar investindo na noiva sacrifício de outros clãs de vampiros da região.

- Onde estava, Yuma?

- Você sabe a resposta, Ruki. Por que ainda preciso te responder?

- Para eu saber se você foi lá para resolver tudo de uma vez e deixá-la em paz.

- Não vou deixá-la em paz. Gosto dela de verdade.

- Yuma, nós temos a nossa. Deixe a dos Sakamaki em paz.

- Eu não quero o sangue dela, seu tapado.

O outro revirou os olhos e deu-lhe as costas. O moreno ficou sozinho na entrada da mansão olhando para a escadaria que seu irmão subiu antes de tomar a direção de seu quarto para se trancar em mais um mundo literário novo com o livro que acabara de comprar. Estava cansado de tentar convencê-lo de que realmente gostava da Jade mesmo que não tenha trocado muitas palavras direito com ela.

Respirou fundo e foi cuidar da sua horta. Aquele era um dos poucos lugares daquela casa que lhe ajudava a pensar direito sobre tudo o que acontecia ao seu redor e o das pessoas muito importantes para si. Enquanto cuidava dos seus tomates, a mente de Yuma trabalhava sem parar relembrando do quase beijo que roubou da dona dos olhos cor de jade e da noite que a encontrou chorando na sala de música.

Como quis socar a cara do platinado por tê-la feito chorar. Como alguém tinha coragem de ser grosso com aquela pessoa? Ele sabia que o jeito gentil, doce e inocente, bem inocente, dela pudesse irritar, mas não ao ponto de ser grosso até fazê-la chorar. Poderia tê-la tirado da casa daquele seis vampiros sádicos e pervertidos naquela noite mesmo, no entanto, não o fez e ainda se perguntava o porquê disso.

Se perguntava dia e noite, noite e dia, porém, não chegava em uma resposta. Talvez não o tenha feito porque sabe que ela gosta daquele lugar e estaria fazendo mal a ela tirá-la contra a sua vontade se ainda não queria sair, concluiu em pensamentos. Poderia realmente ser isso. A tiraria da mansão Sakamaki quando a própria pedisse por isso a ele.

- Onde sua cabeça está irmãozinho?

O moreno virou o rosto e encontrou uma cabeleira loira chamativa que fazia muito sucesso tanto com garotas vampiras como com humanas. Seu irmão Kou poderia ser descrito com um pedaço de mal caminho sem sinal de dúvida. E no momento, parecia que ele tinha acabado de tentar convencer a noiva sacrifício deles a dar-lhe um pouco de sangue, mas não terminou como ele queria.

- O que quer Kou? Saori não cedeu aos seus encantos com facilidade como qualquer outra garota teria feito?

- Aquela ruiva ainda vai me matar, Yuma, e não estou brincando. Quero dizer literalmente.

- Você que é galinha e tenta conseguir direto dela, sendo que a própria entrega uma cápsula como as de um remédio para nós com sangue dela para tomarmos.

- Mas eu não sou um doente pra ficar tomando "remédio".

- Sabe que ela não é realmente nossa noiva, neh? Ela veio morar com a gente porque precisava de uma casa que fosse perto da faculdade e em troca de uma moradia ela nos daria pequenas quantidades de sangue.

- Então que nos mandem uma!

- Você vai mesmo ficar aqui? Meu ouvido não é penico, Kou!

- Ta bom, ta bom. Calma, Yuma. - o próprio sorriu de lado e seguiu em direção a mansão.

O moreno continuou a cuidar do seu refugio então viu um vulto de cabelos vermelhos longos bem chamativos andando em sua direção. Aquela era sua "noiva sacrifício" Saori Kai. Estudava medicina na faculdade da cidade e tinha uma das melhores notas nela. Tirando os cabelos vermelhos naturais e chamativos, outras características bem marcantes dela eram seus olhos azuis intensos e suas orelhas levemente pontudas. E para os sobrenaturais o seu cheiro era bem chamativo também, o que deixava todos os vampiros da mansão receosos sobre o que ela poderia ser, além da parte humana que também tinha. Mas isso não impedia o Kou de tentar dar umas investidas nela.

- Tomatinho, como está?

- O quer elfa?

- Já falei que não sou uma elfa, então pare com isso.  - bradou já meio irritada. Sempre era fácil de tirá-la do sério.

- Não. O que você quer?

- Apenas te avisar que a janta está pronta.

- Você cozinha?

- Como você acha que eu sobrevivi sozinha durante muito tempo? E é óbvio que eu não deixaria nenhum de vocês cozinhar no dia que fui chamada para fazer um estágio com meu professor no hospital que ele trabalha. Provavelmente vocês queimariam até água.

- Ai.

Ela sorriu de maneira provocadora e saiu andando de volta para a mansão. Ela era uma garota bonita com um temperamento bem forte, contudo, se irritava com facilidade, o que deixava complicado para se aproximar e por isso os dois discutiam sem parar. No primeiro dia dela na mansão Mukami só faltou ele pular no pescoço dela e tomar todo o sangue dela para que ela caísse morta no chão do tanto que ela o tinha tirado do sério. Depois desse pequeno incidente, seus irmãos tentavam manter um longe do outro para que a casa não explodisse.

- Vem logo comer, Tomatinho! - ela gritou e entrou.

- Eu pelo menos sou gostoso! - retrucou o próprio que logo seguiu para a cozinha.

***

- Por que você estava com raiva, Subaru-kun? - Jade perguntou mais uma vez, já que Subaru ainda não tinha lhe respondido nada.

A humana ainda não entendia o que levou o platinado a ficar com raiva sendo que ela simplesmente tinha mencionado como passava o tempo com os meninos que ela mais se dava bem na mansão. Eles não faziam nada demais e ela também não tinha sido indelicada nem grossa quando os dois estavam conversando, então por que ele ficou com raiva? E por que ele estava demorando todo esse tempo para responder uma simples pergunta?

- Subaru-kun?

- Senti raiva porque estava com ciúmes.

- Ciúmes do que?

- De você falando do Ayato e do Shu. - as bochechas dele ganharam um tom rosado.

- Você...está com vergonha, Subaru-kun?

- N-não, é reflexo dos meus olhos na bochecha...

- Mas isso não é possível de acontecer. - a menor riu e ele a acompanhou. - Você está com vergonha...isso é fofo.

- Não tenho nada de fofo, Jade.

- Tem sim!

- Não, não tenho, pequena.

Ela cruzou os braços e o encarou meio emburrada. Como ele podia negar que era fofo sendo que com aquelas bochechas brancas levemente cor de rosa estava com uma aparência que dava muita vontade de apertar. E foi o que a Aiko fez. Ela se aproximou dele e apertou as bochechas do mais alto, o que fez ele ficar com um biquinho e ela riu.

- Que gracinha. - sorriu a garota.

Subaru segurou suas mãos e as tirou de seu rosto devagar.

- Não tenho nada de gracinha, Jade. Você que é uma graça. - ele a olhou nos olhos com intensidade.

Seu coração começou a bater mais rápido e não conseguiu desviar o olhar. Subaru foi aproximando o rosto do dela e Jade não recuou em nenhum momento. Não recuou quando suas respirações se misturaram, quando o nariz dele tocou o seu e quando seus lábios se tocaram de vez.

Aquele beijo foi diferente dos outros para Jade. Não foi algo inesperado que aconteceu por impulso por parte de um dos dois, na verdade, por parte do Sakamaki, mas algo que os dois queriam e sabiam que queriam. E isso deixou aquele contato intimo mais intenso e prazeroso do que os anteriores.

E o toque foi se intensificando por parte dos dois. Jade passou os braços envolta do pescoço de Subaru enquanto que o próprio a puxava para cima, a segurava pelas coxas branquinhas e a colocava sentada na bancada. Seus corpos se chocavam arrancando suspiros de ambos e as mãos pequenas, delicadas e habilidosas da pianista se enroscavam no cabelo do vampiro e puxavam vez o outra, o que fazia o mesmo soltar uma espécie de rosnado contra seus lábios.

Não se separaram em busca de ar dessa vez. Continuaram com o beijo ali mesmo até que a Aiko sentiu Subaru pegá-la pelas coxas de novo e andar com sua velocidade de vampiro para o quarto dele. Mais uma vez, a menor não conseguia raciocinar direito, mas isso não a preocupava mais porque ela já sabia o que sentia com relação a ele.

Sentiu uma superfície macia em suas costas, suspeitou que fosse a cama do Sakamaki e de repente uma picada aconteceu em seu pescoço. Ele a mordeu. Jade soltou um suspiro baixo e manhoso ao senti-lo tomar seu sangue por um tempo relativamente longo, já que uma semana tinha se passado desde a última vez que o próprio havia tomado uma gota dele. E ao retirar as presas ficou de quatro por cima da garota.

- Eu quero você, Jade.  - ela arregalou os olhos. -Eu gosto de você e quero você para mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e que comentem. Poucos comentários tem aparecido e isso me deixa um pouco triste porque sinto que ninguém está realmente acompanhando e gostando. Não posso ficar implorando por comentários, mas pelo menor dois comentários por capítulos seria legal.
Me desculpem pelo o que eu falei. E obrigada por me acompanharem até aqui.
XOXO
Star


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