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História A Noona do Jimin - Capítulo 18


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Notas do Autor


Pessoal, desculpem a demora, mas tô de volta com um capítulo bem gostosinho kkk
Sugiro uma trilha sonora pra ele. Deixarei o link nas notas finais. Acho que vai ajudar a sentir o clima.
Ah, e tem o link do breake dance aí do gif, pra quem quiser dar uma conferida e admirar um pouquinho o talento desse menino.
Bom, nos vemos nas notas finais!
Divirtam-se!!!

Capítulo 18 - Capítulo 18


Fanfic / Fanfiction A Noona do Jimin - Capítulo 18 - Capítulo 18

 

- Você devia ter se disfarçado! – eu o recrimino, enquanto assisto-o tirando a blusa, depois de ter me empurrado bruscamente para a cama. Eu poderia babar agora, realmente, mas me mantenho firme no meu propósito, porque eu também me preocupo com ele.  – Outro dia eu ouvi duas ahjumas do prédio comentando que passaram por um rapaz que poderiam jurar que era um idol. – Conto intrigada, tentando ignorar as chamas que seu olhar sobre o meu corpo nú, ascendem em mim.

Jimin, por sua vez, volta sua atenção aos meus olhos, enquanto alisa o próprio abdômen e me provoca com seu olhar pretensioso. Acho que ele sabe o quanto é gostoso e me desafia a não colar meus lábios ali, agora mesmo. – Hum... quer dizer que elas me acharam bonito, então? – Pergunta totalmente despreocupado, apenas se deliciando com a sensação de ter sido elogiado e eu penso que achariam mais ainda se o vissem assim, mas isso não vem ao caso e volto meu foco para a conversa. Quer dizer, vou tentando, na verdade.

- Meu Deus, mas você fala como se não tivesse que se preocupar com os escândalos. – Argumento, não escondendo o meu assombro. Contudo a essas alturas já não sei se está tão despreocupado assim ou se apenas prefere se divertir com as minhas reações.

- Tsc! Relaxa, noona. – Diz, mal conseguindo segurar seu risinho de satisfação. – O pessoal mal nos conhece, quanto mais as ahjumas e ahjussis... – Comenta, naquele seu tom de voz mais divertido. – Só as noonas conhecem, não é não? – Ele provoca, debochado e se aproximando com o olhar pra lá de malicioso, simplesmente me arrancando um ofego.

Omo, mas por que tão sexy? – Essa é a última coisa que me pergunto antes de tê-lo lambendo deliciosamente a minha barriga.

- Gosto tanto quando você se arrepia todinha assim – ele sussurra, contra a minha pele, alisando a minha cintura com suas mãos macias e eu juro que não sei qual das vontades em mim é mais forte, se a de puxá-lo para baixo, querendo que encontre meu clitóris com sua língua deliciosa, ou para cima, desejando sugar-lhe os lábios indecorosos, então, por fim, só me entrego a inercia e me abandono ao prazer de ser totalmente desvendada por ele. Jimin que decida dessa vez, afinal, ele faz cada escolha ótima.

E assim, seus lábios encontram meus seios e seus dedos, desbravam as minhas dobras, estimulando minha sensibilidade máxima porque a cada encontro ele parece ter entendido um pouco mais do meu corpo, parece até mesmo ter feito lição de casa, rio a pensar, enquanto aprofundo meus dedos por entre seus cabelos e arqueio levemente o corpo. Minhas pernas se apertam uma contra a outra, numa ânsia de mantê-lo dentro de mim e ele reclama, diz que precisa conseguir movimentar os dedos. Eu rio de novo, faço que não e ele ri junto, satisfatoriamente abobalhado.

Afasta-se um pouco e me encara com aquele brilho no olhar, como se um prêmio tivesse ganho. – Está com tanta saudade assim, noona?

Tá brincando?!

- Muita! – Confesso, depois me apoiando sobre os cotovelos, quase colando nossas testas. Provoco-lhe quase o beijando, enquanto ele retoma os movimentos dos dedos depois de lhe dar o pouquinho de espaço que pedia. – Mas antes – sussurro contra seus lábios. Posso senti-lo tenso, a resistir para não me beijar e eu sorrio agora, também de satisfação, e de imediato colo meus lábios contra sua clavícula, empurrando-o em seguida para baixo e acomodando-me sobre ele. Tem ideia da sensação? – Você será todinho meu! – Aviso e começo a minha diversão.

- E quando eu não fui? – Jimin fala quase gargalhando, como se eu realmente contasse uma excelente piada e eu simplesmente me inflo de satisfação com esse poder. Sei que na cama a gente diz qualquer coisa, mas de algum modo, não deixa de ser uma verdade porque ele nunca me esqueceu.

E para o meu deleite, ele se entrega e deixa que eu explore as sensações do seu corpo. Ele é tão sensível ao toque. Uma pequena sugadinha em seu mamilo já o faz se contorcer e já posso sentir o volume que se amplia sob o meu bumbum. Já, já, cuidarei de você – eu penso, numa maliciosa intensão. Hoje quero me servir desse corpo, fazer ao menos um pouquinho do tanto de ações que andei tendo tempo de imaginar durante essas três semanas sem encontra-lo. E confesso, minha ânsia é de já abocanhá-lo, mas ainda há outras partes das quais quero sentir o gosto.

Antes, eu volto a me servir dos lábios porque eles são sempre um convite ao qual não posso recusar. O gosto, a textura e mais ainda, a paixão com que me retorna, com que se envolve em cada movimento, em cada gesto. Mas eu desço, percorrendo a linha do seu pescoço e do peito. Minhas mãos ali se espalmam enquanto e por um instante me afasto apenas para fita-lo enquanto rebolo provocativamente sobre sua virilha, sentindo o prazer antecipado alcançado apenas com essa fricção. Noto que tenho estado cada vez mais sensível...

- Você gosta, não é? – Ele me questiona, depois de sorrir e analisar minha provocação.

- Do quê? – Pergunto, quando meus lábios já se aproximam do abençoado abs. Aqui minha língua se torna minha ferramenta de trabalho e por entre as reentrâncias que destacam os gominhos musculares, eu a arrasto vagarosamente, cuidando para que cada centímetro seja contemplado. Sob meus gestos deliberados ele se contorce levemente. – Do que eu gosto, Jimin-ssi? – O provoco, numa voz levemente sussurrada aproveitando um momento para distribuir-lhe beijos molhados pela área. – Você sabe, não sabe?

Mais uma vez ele ri, se divertindo provavelmente com o tom provocativo que assumo. Acho que não estava tão solta da primeira vez. Eu exploro cada parte e mordo levemente a lateral de sua cintura. Depois arrasto pela lateral das costelas até parte do quadril, as minhas unhas, com a delicadeza necessária para lhe provocar uma ansiedade por um contato maior, querendo que deseje mais. É tão divertido e me excita tanto, mas eu mesma preciso controlar  a minha vontade para não o livrar logo da calça e me pôr a lhe cavalgar. Respiro mais profundamente e me desacomodo dali, antes que não mais me aguente. Foram muitos dias o desejando.

Coloco-me, assim, ao seu lado na cama, e peço para que afaste as pernas. Vou, então, me ajoelhando entre elas e observando o olhar de expectativa que o garoto mantem sobre mim. Volto a tocá-lo, arrastando minhas mãos por suas pernas, reaproximando-me devagar. Deliberadamente arrasto meus seios sobre sua protuberância de sua ereção e acabo por penetrar com minha língua em seu umbigo, detendo-me ali um pouquinho. Ele reage de imediato sob meus estímulos, contorcendo-se e ofegando, deixando-me ainda mais desejosa de o bolinar. O som dos seus gemidos é tão melodioso aos meus ouvidos, que desperta algo ainda mais indecoroso em mim.

Uma porção mais agressiva de mim desperta e passo a distribuir pequenos chupões pela área do baixo ventre e ele sequer reclama que lhe deixarei marcas. Eu tomo cuidado, apesar do desejo voraz de tornar-me mais agressiva à medida que meu próprio prazer com as carícias se intensifica. Eu quero mordê-lo, mas vou me segurando...

Ainda sinto a ponta de seus dedos por entre meus cabelos e isso me amansa um pouco por mais algum tempo, quando desço para as proximidades do cós de sua calça. É preciso um pouco mais de delicadeza por enquanto e fico distribuindo beijos e lambidas na região rente ao cós da calça, até não aguentar mais a expectativa e tirá-la. Enfim, contemplar com o olhar guloso a ereção sob o tecido vermelho da boxer.

Eu rio e anda gracejo “bela cor para apimentar o momento” fazendo-o rir também. Ele diz que nem notou a escolha. Já eu, suspeito que essa não seja uma cor frequente na sua gaveta de cuecas, mas nada digo e apenas vou me aproximando do seu membro rijo, a pulsar, com certeza, desejando a liberdade.

Levemente provocativa, distribuo beijos por sobre o tecido, inalando a mistura entre o cheiro de seu perfume suave com os odores característicos do seu corpo, a sentir-me cada vez mais úmida... enquanto minhas mãos tateam as laterais dos glúteos, os estonteantes glúteos que ainda quero morder, mas por hora, concentro-me aqui, voltando para a linha próxima ao cós da boxer.

Eu realmente quero brincar com ele.

De soslaio observo suas reações e como me acompanha os movimentos com os olhos semicerrados. Daqui de baixo a visão desse rosto a expressar seus momentos de prazer é ainda mais provocante e eu sorrio, com essa apreciação, mas não por muito tempo. Seu corpo simplesmente é um chamado para o meu, que não permite que me distraia. A pele quente e macia, que volto a sentir e a arrepiar, com o contato da minha língua úmida e quente, me extasia. Eu desenho a linha do caminho da felicidade e volto, arrastando-me pela beiradinha do cós. Ele me pede, com ânsia no olhar, que o chupe logo, mas eu sorrio e apenas o acaricio com as mãos, por sobre o tecido.

- Noona, você táÁÁÁ – ele passa do ronronar para o grito, quando mordo levemente a parte interna da sua coxa, próximo a virilha. Eu sei que é uma área sensível, mas não resisto à vontade primitiva que me desperta, rindo com uma nova malícia.

Puxo sua boxer para o lado, deixando exposta a linha da virilha.

- Estou o quê? – Eu o instigo, soprando a região que deixei úmida com minha saliva, junto à linha da sua virilha. Ele geme, enquanto escorrego por ali a minha língua, descendo em seguida e distribuindo beijinhos, lambidas e delicadas mordidas pela parte interna da coxa. Ah, as belas e musculosas coxas de Jimin...Depois, subindo novamente, com o auxílio das unhas, arranho a pele delicada deixando um suave rastro por ali, fazendo o sugar o ar bem forte, delatando a mistura entre a pequena ardência e o prazer maior.

Sorrio internamente, satisfeita, enquanto ele tenta me alcançar com suas mãos, erguendo um pouco o tronco, mas o empurro de volta e volto a me deter pela região da virilha por mais um tempo. Jimin já parece impaciente ainda que se derreta sob meus lábios. Sinceramente, sinto-me livre a me deliciar e toda poderosa a observar como meus toques repercutem nele. Já há algum tempo, antes dele, não sabia mais o que era desfrutar de algo com tanto desejo, com tanta vivacidade. Já há algum tempo não sentia alguém me despertar tamanha intensidade e corresponder assim, do mesmo jeito. É um tipo de cumplicidade que mal me lembro de ter encontrado antes. – O que você pretendia me dizer, Chimchim? – Lembro e o provoco, chamando pelo apelido tão fofo apenas para observá-lo reagir com um daqueles sorrisos que denunciam as proezas que ele é capaz de realizar. Que se dane, chega de me segurar!

Rapidamente o livro da boxer e me aproximo serpenteando meu corpo por sobre suas pernas, sentindo fustigar-me o prazer promovido pelo contato dos meus seios, da minha pele com sua a sua pele.

Cada contato nos envolve um pouco mais.

- O quê, Jimin? O que queria me dizer? – Insisto, enquanto beijo levemente a sua glande, movimentando meus dedos na direção do alvo, que me faz ansiar. Já o sinto por antecipação a deslizar pela minha boca.

- Na..a...aad...a! – Ele geme por fim, quando apanho seu membro túrgido com toque delicado, com todo cuidado e o conduzo provocantemente à minha boca. Ah, como o desejava! Ele simplesmente relaxa, como se em alívio por finalmente toma-lo, ergue os olhos para o teto, lambe os lábios e logo depois, volta a se tencionar levemente, quando o sugo brevemente, mas com força. Apenas um jeitinho de provocar. Depois, relaxo a boca.

Acomodo-me entre suas pernas e me dedico a explorar cada milímetro da pela rosada e lisinha, dedicando-me a lhe proporcionar o máximo de sensações que possa despertar. Ele merece essa retribuição. Eu o envolvo, acomodo sobre a língua, umedeço-o com minha saliva.

Minhas mãos trabalham em conjunto, massageando-lhe os testículos e o ponto delicado entre o saco escrotal e o ânus e ele parece gostar, movimentando seus quadris por mais que tente se controlar, como posso notar. Eu sorrio satisfeita, enquanto me dedico acariciar com minha língua sua glande tesa. Percebo que me observa por entre as pálpebras semicerradas. Ele tem as bochechas afogueadas e imagino que as minhas também estejam. Um calor absurdo consome meu corpo e eu me excito cada vez mais ao lhe ouvir os pequenos ronronares. Repito: Não há coisa mais gostosa de se ouvir...

Então, num impulso ele se ergue, ficando sentado, vindo em minha direção. Apanha meus cabelos com uma mão. Ele quer um melhor ângulo de visão – suspeito... mas com a outra mão apanha-me o queixo e me desvia para seus lábios, me deixando surpresa. Põe-se a sugar os meus, pressionando-me contra si. E Jimin parece ter uma ânsia desmedida, querendo me conduzir para o seu colo.

Eu reluto, quero continuar a saborear... digo-lhe que quero beber do seu gozo e ele se delicia com minha intenção, depois de um brevíssimo instante de confusão. Ri todo contente e me reconduz ao que antes fazia, antes de ser arrebatada por seus lábios.

- Achava que não o faria? – O questiono e ele me sorri quase envergonhado, depois, tremendo um pouco quando volto a suga-lo com mais força. Ele já não segura mais seus movimentos, arremete contra meus lábios, aperta-me contra si e com mais alguns estímulos, Jimin se derrama na minha garganta, com os últimos espasmos.

Ele relaxa e solta um profundo suspiro, depois volta a me observar, ao se apoiar sobre os braços flexionados.

- Não sabia que gostava – ouço-o comentar, por fim, depois de me ver recolher com a língua o pouco de líquido que escorria pelo canto da minha boca.

- E por que não gostaria? – Retruco. Tenho cara de nojenta, será?

Ele ignora minha pergunta, senta-se na cama e me alcança os braços. Apenas me puxa sobre si, voltando a deitar na cama, envolvendo minhas costas nuas com seus braços igualmente nus. Aperta-me fortemente contra si, como que se tivesse fome desse contato e ainda que seja apenas uma suspeita, se Jimin não o tem essa fome, eu a tenho. É por isso que a sensação dos meus seios pressionados contra seu peito, nossas pernas se entrelaçando, nossas intimidades se tocando, me evoca quase uma dimensão do sentimento de estar em casa. Estou intimamente inchada, lubrificada e sentindo as contrações do desejo por ser penetrada, mas ainda assim, não tenho intenção de me mexer, de me soltar ou de agir.

- O que foi? – Indago, percebendo que ele continua apenas me olhando, sem nada falar. Eu também não desprendo dele o olhar.

- Só me dá mais um minuto – ele pede, como se estivesse a adivinhar alguma vontade que eu nem mesma verbalizei e passando o polegar sobre o lábio que eu estava a morder sem nem mesmo perceber, ele move os seus a me falar que fico absurdamente sexy quando assim o faço. “Faço o quê”, eu lhe pergunto. – Morde o lábio e fica me olhando assim.

Ele suspira, enquanto eu rio boba com a forma descontraída com que me elogia.

Algum tempo ainda se passa, que não posso conceber em minutos ou segundos. Tempo em que fico a curtir a sensação da pele contra pele, do seu olhar languido a me observar... os detalhes desse olhar, onde estou imersa e sou despertar, surpresa, com a volta dos movimentos. Sinto que seus braços abandonam meu corpo e que aos poucos Jimin começa a movimentar seu tronco, me deslocando também, sobre seu corpo.

Ele se senta, sem desconectar-se do meu rosto, e espera que me acomode sobre seu colo. Enquanto beijo seus lábios delicadamente, acomodo minhas pernas nas laterais do seu corpo.

Aos poucos, ele vai conduzindo seus dedos delicadamente pelas minhas costas, puxando-me para perto, apoiando as mãos na minha nuca, segurando-me como a um bebê, começa a beijar meu colo, enquanto vou me jogando para trás e ele me mantém segura. Amplio o espaço entre nós e ele pode descer seus lábios para os meus seios, onde se demora em carícias delicadas, que aos poucos começando a evocar uma fome que se apresenta. Seus sucções começam a ser mais intensas, assim como também se adensa o desejo que reacende com toda força. Instintivamente, já me movimento no seu colo, busco o contato cada vez mais íntimo, aperto meus dedos contra as carnes rijas de seus braços e ombros.

Quanto mais o sinto, mais eu o desejo. Meu corpo já se torna um arco, cada vez mais a se tencionar. Jimin segue a me sugar e suas mãos já desceram para minha cintura, acompanhado os meus movimentos sobre seu colo.

Ele já começa a ficar rijo novamente e rapidamente eu noto isso e em meio aos meus ofegos e gemidos, o reconduzo pelo meu canal encharcado. Ele força ainda mais suas mãos em minha cintura, orientando um certo ritmo, mas eu quero fazer o meu ritmo e tenho pressa.

Rapidamente, me aproximo e o empurro para trás. Ele me sorri de lado, como se já o esperasse. Jimin tem cedido o seu controle no dia de hoje e eu me regalo com isso e lanço-lhe um sorriso cheio de promessas, enquanto acomodo-me de um novo jeito.

Intensa, eu cavalgo sobre seu colo, como se me sentisse em uma colina. Estou livre, é como me sinto. É como se esse quarto não tivesse mais paredes, mas ao mesmo tempo, não há resquício de gente nesse mundo.

Apoio minhas mãos no seu peito e aprofundo os movimentos. Eu tenho fome, eu tenho sede dele, eu tenho desespero e o tesão se amplia. As contrações no meu ventre se intensificam levemente e eu aprecio a deliciosa sensação do seu membro deslizando facilmente, retendo-me nessa gloriosa intimidade da qual desfrutamos. A pressão aumenta, as descargas de prazer do orgasmo se aproximam e como tal, intensifico o ritmo sôfrega, apertando meus dedos em sua carne, vislumbrando seu rosto a demonstrar que também saboreia esse prazer.

Ele ainda segue a acariciar as minhas coxas, mas seus dedos também aumentam a pressão como que a me conduzir com mais ímpeto para a minha plena satisfação. Eu gemo... e gemo e rebolo endoidecida, afastando qualquer pensamento racional da minha cabeça. Nada mais importa além de chegar ao ápice, ao êxtase, de explodir em satisfação e é quando já estou quase lá, que Jimin simplesmente me interrompe. Mas não é possível, virou um hábito?

- Já ficou tempo demais no controle – é a sua fala provocante ao me tirar do seu colo e me tombar de lado. – Vira! – ele comanda num tom de voz mais duro, mais rouco, que me arrepia profundamente e repercute no âmago. É assim que colo meu bumbum em suas partes intimas, quase que com raiva. Ah que sensação mais gostosa, sentí-lo todo contra minhas costas. Ele alisa minha coxa e encaixa sua mão atrás do meu joelho. Ergue a minha perna e cola seus lábios na minha nuca e por conta disso, acabo me virando um pouco, colando minha testa do travesseiro, abafando um gemido rouco.

Ele se encaixa na minha entrada, morde levemente a minha nuca. Depois me invade de uma só vez, grunindo contra meus cabelos e como que despertando uma parte arcaica, uma sensação ancestral, eu me sinto puramente um poço de impulsos e desejos e me movimento alucinadamente junto com ele chegando muito rápido ao meu orgasmo, mas eu não paro. De algum modo, sinto que nossas partes mais selvagens assumem o controle e já não mais me importo com os decibéis dos nossos gemidos, dos sons guturais. Somos apenas feras no cio...

Nosso ritmo segue intenso, mas ele me vira de novo, prensa-me contra o colchão, ajeita-me o corpo sem me libertar da penetração. É intenso, rude até, mas simplesmente enlouquecedor. Ele segue arremetendo, com força, quase deitado sobre mim, segurando fortemente as laterais do meu quadril. Sinto seus dedos se apertando contra minha carne, mas longe de doer, a pressão que sofro me faz ter mais urgência e com mais força, forço-me contra ele, desejando que seus lábios também me alcancem e como numa telepatia, segundos depois, eu os tenho novamente contra minha nuca, a morder-me já não tão suavemente e a sussurrar palavras incompreensíveis, em meio a gemidos roucos. E se havia alguma réstia de racionalidade, eu a perco de vez. O animal assume de vez o jogo e eu gemo como nunca, entregando-me a movimentos de uma ânsia violenta até me estremecer no ápice profundo, repetindo seu nome mais uma vez.

Jimin desaba sobre mim, após algumas outras estocadas, libertando um urro gutural durante o espasmo que o faz tremer contra meu corpo.

Nossas curvas se encaixam e eu amo o odor de sexo a impregnar o quarto, a sensação das nossas peles suadas e do peso dele sobre mim. Amo sentir sua expiração contra minha nuca, os beijos suaves a percorrerem meu ombro, as mãos a acariciar-me os braços estendidos agora, na lateral do meu corpo. Eu poderia aqui por horas sem fim, mas a minha urgência por encontrar seus lábios desperta e levemente, tento virar-me para o lado, à fim de buscar o contato. Preguiçoso, ele escorrega por sobre minhas costas e se acomoda ao meu lado. Puxa-me para seu abraço, beijando-me lentamente, como se já não houvesse mais tanta energia.

Eu não falo, mas simplesmente penso, que somos um colosso juntos nessa cama.

- Podemos dormir um pouquinho, Sunhi-ssi? – Ele me pergunta manhoso, afastando um pouco o rosto, a fim de observar meus olhos.

- Mas e o tempo? – Indago bem interessada em aproveitar ao máximo os minutos ou horas que ainda posso estar com ele e sua expressão se ilumina ao me ouvir. Ele contorna minha mandíbula com a ponta dos dedos e se aproxima devagar, fechando os olhos. Beija-me levemente os lábios, provocando uma agradável sensação. Depois reforça o abraço e apoia seu queixo em meu ombro, bem próximo ao meu rosto e em meio a um bocejo, me informa que tem o dia inteiro para nós. – Todo o dia mesmo? – Insisto em perguntar e depositando um beijo em meu pescoço e apoiando ali o seu nariz, como que a dormir sentindo meu cheiro, ele me diz que sim e logo já está ressonando. Já eu, não posso deixar de sorrir, pois esse sim, é um bom jeito de começar o novo ano lunar.

 


Notas Finais


E aí pessoal, como estão? kkkk
Gostaram do Jimin ter mais um tempinho? Como será que vai ser o restante desse dia???

Os links que mencionei... vai valer à pena, acreditem! kkkk
Trilha sonora: https://www.youtube.com/watch?v=TNsOqVBzrYo
Breake dance: https://www.youtube.com/watch?v=7lAKe9tAuoA


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