História A nossa descoberta... - Capítulo 24


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Categorias Meninas Super Poderosas (The Powerpuff Girls)
Tags Blossom, Brick, Ppg, Romance, Rrb
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Palavras 4.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oioioi gnt, desculpa a demora é que eu não estava tendo tempo, sempre ocupada e nem sei como estou vindo aqui postar e, como está sendo na pressa, peço perdão se tiver incoerente ou com erros muito graves. É isso, boa leitura!!!!

Capítulo 24 - 4.4 Welcome for your new life...



— Vai me dizer o que está te incomodando ou, vai permanecer distraída como está agora? — Blossom se quer ouvira o que ele havia perguntado, até se assustou com a voz grave e alta ao seu lado, aliás era o único jeito de tirá-la de seu devaneio. A ruiva arfou desapontada.


— Carmélia me ligou... — Brick assentiu, em silêncio, a ruiva não continuo a falar, aquilo estava o irritando.


— Isso não é bom? Indica que ela não morreu no incêndio. — Disse sem pensar, Blossom o encarou com raiva e o rapaz deu de ombros. — Vai continuar ou não? — perguntou impaciente.


— Eu achei que tinha me livrado dessa história toda Brick, mas não, ele me persegue mesmo estando morto. — Brick ergueu a sobrancelha ruiva, ainda a observando enquanto se dirigiam para um bar há alguns metros de distância do campus. Os demais casais seguiam normalmente a frente dos dois, conversando animadamente.


— Poderia ser mais, objetiva... adivinhação não é o meu forte. — Respondeu sarcástico a ruiva, que revirou os olhos.


— Carmélia me ligou. — Disse novamente.


— Isso eu já entendi, mas e daí? — Blossom suspirou, as palavras travadas em sua garganta. A ruiva estendeu o braço, fazendo com que o ruivo parasse e levemente se espantasse com a reação, a garota deixou que o espaço entre eles e o grupo mais a frente fosse consideravelmente seguro. — Então? — A incentivou, visto que tinha dificuldade.


— Ace deixou todo o dinheiro que tinha, cada mísero centavo para Carmélia... — Brick apertou um pouco os olhos, mas nada em sua expressão demonstrava surpresa. — E um pedido estúpido também, — Admitiu, pondo os fios de cabelo ruivo, levados pelo vento, para trás da orelha. — Ele pediu que ela distribuísse todo o dinheiro para as mulheres que trabalhavam para ele.


— Que generoso da parte dele. — Debochou, revirando os olhos. — Por que está achando ruim? Agora você pode viajar sem preocupação. — Voltou a andar, Blossom ficou confusa com o que ele dissera e o puxou para trás para que parasse de andar. — O quê? — Perguntou impaciente.


— Está me dizendo com palavras simplistas, que tenho que aceitar o dinheiro de um traficante, rodando na minha conta bancária como se não me afetasse em nada? — Perguntou incrédula. Brick estava com as mãos nos bolsos, apenas levantou e baixou os ombros. — Você é inacreditável. — Balançou a cabeça em negação.


— E por quê? — Perguntou sério. — Foi uma herança, não podem te ligar a nada do que aconteceu, eu fui o responsável pelo incêndio e mesmo que eu tenha deixado provas, nunca saberiam que você ou meus irmãos, — Olhou para os mesmos, que riam e brincavam mais a frente. — Foram meus cúmplices. — Brick voltou a olhar para Blossom, ela estava claramente perdida no assunto. — Aceite a grana, com ela, você não precisa pensar em consequências... — Incentivou. — Além do mais, o futuro das suas irmãs está em jogo. — Voltou a andar, deixando a ruiva para trás.


[...]


— A jogada final deles foi incrível Blossom, pena que você perdeu. Eles foram tão rápidos, o cabeça de fósforo jogou a bola, o diabético derrubou um cara e Butch correu como condenado. — Elogiou Buttercup animada, relembrando a partida. — Não vejo a hora de voltar a jogar. —  Admitiu, Blossom baixou a cabeça, mas antes viu que Brick lhe olhava, um olhar bastante significativo.


— Com licença. — Disse a ruiva, levantando-se para ir ao banheiro. Abriu a porta e certificou de estar sozinha no lugar, lavou o rosto e segurou o mármore da pia com força, nada estava certo, nada estava batendo com coerência, ela precisava de tempo, de bem mais tempo do que realmente tinha.


— Acha mesmo que ele gosta de você? — Perguntou o demônio, em seu ouvido. Com gozação estampando seu rosto de traços afeminados. — Olhe para você. — A provocou, sua mão fechou em punho. — Você nem chega aos pés dele, vamos ser francos... — A analisou detalhadamente, sendo criterioso em sua avaliação. —  Tudo bem, terminei a avaliação. — Brincou. — O ruivo lá fora, acha mesmo que ele gosta de meninas do seu tipo? — Perguntou retórico, com tom de provocação exalando pelo banheiro feminino.


— E qual o meu tipo? — Indagou, sua voz deu algumas falhadas e Him sorriu com isso, ele sentia o sentimento de raiva, remorso, culpa e o pior, o de destruição que ela emanava.


— Há... não sei, — Divagou, caminhando pelo espaço atrás da ruiva, que permanecia parada encostada a pia. — Fútil talvez... ele já usou essa palavra com você, não? Deixe me mudar então... — Riu escandaloso e claramente extasiado, era tão divertido. Blossom fechou os olhos para não lembrar do seu passado, Brick não fora o único menosprezar a ruiva, antes de conhecê-la. — Inútil? Há, essa se encaixa perfeitamente a sua personalidade. — A observou atento a suas expressões, sua aura irradiando frieza e malevolência. — Ou será... não, alguém tão boa como você? — Caçoou mais uma vez. — Uma meretriz sem repúdios. — Concluiu por si, sorrindo ao máximo que suas bochechas permitiam. Blossom socou o ar, a aparência do demônio sumindo assim que ela o fez, em uma fumaça ou poeira, como se ele nunca estivesse estado lá. Seria sua mente lhe pregando uma peça, ou ele tinha mesmo essa capacidade de enlouquecê-la.


Depois da partida de Him, sua respiração falhou e ela ofegou com dificuldade em adquirir ar, seus pulmões pareciam queimar como brasas, sua pele tão fria quanto uma raspadinha que recém saiu do triturador de gelo, sua epiderme ficava mais clara a medida que seus lábios escureciam. Não. A ruiva ergueu a cabeça para encarar o próprio reflexo, seus olhos tão intensos e brilhantes eram tão apavorantes que ela mesmo não teve coragem de encarar, os fechou com tanta força que a machucou, aquilo estava acontecendo de novo e sem necessidade alguma. Pouco a pouco, estava tornando-se frequente.


— Do que tem medo? — Blossom vagarosamente abriu os olhos novamente. — Não sou outra parte ou outra personalidade... eu, sou você. — Disse orgulhosa, era estranho ver a si mesma de outra maneira, ou conversar com si mesma ainda mais, tendo alguém para respondê-la. — Você precisa me aceitar.


— Eu não quero, então não insista. — A quem Blossom denominou de Berserk, podia vê-la com os braços cruzados e obviamente, não com uma expressão muito agradável no rosto.


Sabe que suas irmãs são como você, não? — Berserk parecia entusiasmada. — Cada uma com uma habilidade específica... pensa pelo lado bom, somos mais resistentes que essas pessoas que convivemos. — Disse com desgosto, repulsa. A ruiva suspirou, como ela poderia ser assim? — Não vejo a hora de reencontrar as minhas irmãs. — Blossom estreitou os olhos, aquilo tudo estava a deixando tonta. 


— Não vai vê-las, minhas irmãs são mais fortes que eu. — Berserk riu alto, tão alto que a ruiva fora obrigada a tapar os ouvidos como se isso fosse protegê-la de si mesma.


Aí que você se engana minha Flor, você é insistente e só me deixa ajuda-lá em momentos de pura raiva... quando eu particularmente não posso fazer nada— Rosnou. — Não tem problema, você será obrigada a me aceitar, mais cedo ou mais tarde... aliás, — Blossom novamente sentira uma dor no peito, mas nada comparado a falta de ar antes de Berserk aparecer. Eu sou você. Novamente a ruiva olhou-se no espelho, suas íris foram perdendo a tonalidade avermelhada e sua pele voltara ao tom normal. 


A ruiva pensou por um momento se ela devia realmente, mas não. O rosa cintilou, Blossom mostraria que era mais forte do que demonstrava, ela conseguia manter suas habilidades sob controle, se não fosse esse o caso, já teria causado inúmeros acidentes. A ruiva voltou a mesa e a mesma, estava com algumas garrafas e copos de bebida vazios isso a fez ficar um pouco mais tonta do que já estava, ela podia beber para tentar esquecer os problemas, não faria mal deixar a mente vagar desconexa por algumas horas. Blossom direcionou a mão para alcançar o copo, no entanto, Brick a impediu.


— Você não vai beber. — A desafiou. Ninguém a mesa prestava atenção para o casal, estavam animados demais por causa da bebida e já não se importavam mais com o rumo das coisas.


— Qual o seu problema? — Indagou irritada.


— Você não está bem e perder a consciência em um bar, não resultaria em coisas boas. — Por um lado ele estava certo, no que ela estava pensando, se ela bebesse com certeza perderia o controle e as pessoas, sofreriam com isso incluindo suas irmãs.


— E elas? — Estava preocupada, as duas estavam estranhamente animadas.


— Meu problema, — Não a encarou nos olhos. Virando uma dose de tequila. — É só você. — Blossom permanecera quieta depois disso. Brick estranhou, não era normal alguém como Blossom ficar quieta por muito tempo, mas ela estava se superando.


[...]


— Não parece preocupada dessa vez. — A provocou. Blossom colocara o cinto, mas já pensava em tirá-lo e desistir da carona, Brick estava insuportável com ela essa noite e sua paciência não estava das melhores.


— Buttercup vai sair com seu irmão, que por um acaso é um caso perdido que nem ela... — Divagou um pouco. — Bubbles queria privacidade com o Boomer, apesar de bastante lerdo ele enfim percebeu e foram, ou para um motel ou para a casa de vocês, tenho quase certeza que ela não o levaria para a nossa casa. — Brick soltou um riso em sinal de troça, e a mesma apenas cruzou os braços.


— É isso que pensa de nós, bem... é interessante. — Blossom revirou os olhos, drama não é um ponto positivo de Brick, apesar de toda a beleza e a personalidade forte.


— O que eu quis dizer, é que confio nos seus irmãos. — Proferiu de uma vez e Brick ficou surpreso, mesmo não transpassando a ela. Blossom virou o corpo em direção a janela, ainda estava agitada com muitas coisas, incluindo o acontecido no banheiro, ela não esqueceria as palavras de Him, até que Brick provasse o contrário mas, como ele faria isso se nem ao menos sabia o que se passara com ela. 


— Continua inquieta, ainda sobre o dinheiro? — Perguntou como se não o interessasse, mas no fundo ele sabia que sim. A ruiva piscou algumas vezes desacreditada e logo se volto para o ruivo, que ultrapassava os semáforos vermelhos, isso já não importava mais.


— Eu, — Travou. — Eu não sei. — Gaguejou para falar. Blossom não tinha notado mas Brick estava sem boné e já havia prendido os cabelos em um rabo de cavalo. Percebeu também que tinha uma queda por homens de cabelos longos e os de Brick eram tão belos quanto o seu próprio, a ruiva virou no banco irritada. — Como consegue ter um cabelo tão...


— Fala sério, está chateada por isso? — Riu, a garota revirou os olhos novamente. — O que foi, quer brincar de fazer tranças no meu cabelo? — A ruiva o observou incrédula e sorriu, Brick com certeza é um idiota. — Se for esse o caso Pink... quando chegarmos, deixo você trançar. 


— Brick, só cala a boca. — O rapaz dirigiu um pouco mais rápido. — Estamos indo para onde? — Acabou por perguntar, mas se achou uma idiota por isso. — Esquece...


— Ia te levar para casa. Sozinha você pode enlouquecer. — Blossom assentiu, se fosse antes ficaria com raiva, no entanto ele estava certo. — O professor? — Perguntou vago, a ruiva encarou a janela do carro novamente.


— Só sai para comer e ás vezes, tomar banho. — Admitiu, conversar com Brick não era tão difícil, ele conseguia ser legal quando não está sendo um completo e bonito idiota de cabelos longos, tatuado e... — Você tem piercings. — Mais afirmou do que realmente perguntou. O rapaz sorriu. — Posso? — Brick acenou e a ruiva, tirou os cabelos soltos que a orelha do rapaz. — Você tem uma tatuagem atrás da orelha também. — Voltou a sentar. 


— Você também tem, então por que a surpresa? — Droga, Brick era perfeito e, por que logo agora ela estava vendo isso? Está certo, ela não gostava do boné porque lhe cobria os belos e exóticos olhos, mas a peça já fazia parte do rapaz e vê-lo sem era até um pouco estranho.


— Cadê o boné? — Brick ergueu a sobrancelha, a pergunta não tinha nada ver com o assunto que estavam tendo há pouco.


— Eu guardei. — Blossom ficara inquieta.


— Por quê?— Perguntou incerta sobre a resposta. Porém, o que significaria? Independente da resposta?


— Por ser um presente. — Blossom crispou os olhos, a insegurança e o que mais acompanhavam esse sentimento, sumiu com a resposta, o que prevaleceu fora apenas a curiosidade, não fazia sentido algum guardar uma coisa ao qual usa muito, por isso ela escolhera um boné.


— Não é por ser um presente que você deveria usar? — Brick sorriu, sincero e contido, era um sorriso estranhamente bonito e ela descobriu que adorava o ver sorrindo assim, espontâneo, sem deboche, malícia apenas um sorriso, que a deixou um pouco corada.


— Blossom, isso é realmente importante? — A ruiva deu de ombros e um silêncio adentrou entre ambos.


Brick novamente havia a levado para a casa onde morara quando era pequeno. Agora, ela tinha utilidade, já que tendo a ruiva ali, não era tão solitário mesmo não admitindo em alto e bom som, até se divertia quando ela estava com ele. Também chegaram a usar a lavandaria o que ele não esperava tirar proveito tão cedo. Antes de Blossom, ele se quer ia aquela casa, tendo apenas ele dentro parecia uma imensidão de quartos e lugares silenciosos, em que apenas sua solidão prevalecia embora goste muito de ficar sozinho. Entretanto, naquela casa, era um pesadelo pernicioso. Quando juntos, o rapaz normalmente cozinhava e Blossom cuidava do resto, como preparar o ambiente ao qual ficariam, que fora o ocorrido da última vez que ela estivera ali.


— Sei que não está com fome. — Brick deixou as chaves em um chaveiro, em cima do armário, logo que entraram. — Sabe onde fica o quarto, toma um banho e depois passo lá. — A ruiva assentiu, se direcionando a escada. — Mesmo sabendo que não está com fome, quer algo? — Blossom sorriu, sabia que Brick tinha chocolates na geladeira. — Entendi. — Negou, ela voltou a subir as escadas e, como da outra vez, o ruivo ficou a olhando. Que porra. Se amaldiçoou, mordendo a bochecha até que sangrasse, era um jeito estranho de se manter controlado perto da ruiva.  Assim que desviou os olhos das pernas e bunda da garota de longas madeixas, tirou a camisa pondo no ombro e indo em direção a cozinha.


[...]


Brick socou o azulejo a sua frente. Ainda pensativo no que disse ela, não queria pressioná-la a decidir em ficar ou não com o dinheiro, mas ele precisava da ajuda da garota e, para que ele pudesse lhe contar a verdade, teriam de estar a uns bons quilômetros de distância do demônio. Pensou realmente se valeria a pena, parecia tão arriscado e, por em perigo a vida de pessoas inocentes estava começando a incomodá-lo, aliás Blossom não tinha nada a ver com o demônio para que ela o ajudasse, por outro lado, elas seriam bondosas o suficiente e os ajudariam. Brick passou as mãos pelos cabelos molhados impaciente, o tempo ficando cada vez mais curto e ele a cada dia mais angustiado, era um sentimento que ele não desejava a ninguém.


Saiu com a toalha envolta da cintura e encarou o próprio reflexo, ele estava muito bem com o seu outro eu, apesar dele ser sensível e um tanto preocupado com as pessoas, o que Brick normalmente esconde de todos. Ambos aprenderam que se apegar as pessoas não seria bom para nenhum dos lados e por isso, decidiram se fechar para o resto do mundo. Seus irmãos não foram diferente, teriam de passar por isso em alguma hora, era um fato e um efeito colateral


Brick tirou o excesso de água dos cabelos e logo se vestiu, ainda pensativo. Um porta retrato o fez ficar ainda mais agitado, seus irmãos supostamente iriam querer uma família no futuro e para isso, consequentemente eles teriam que ter um futuro. Suspirou, o oxigênio do quarto por um momento parecia pesado e estava sufocando. Você precisa dela. Brick olhou para as próprias mãos.


— Eu nunca precisei de ninguém. — Disse a si mesmo. Ele queria convencer a si mesmo, mas não seria tão fácil quanto simplesmente falar. Não até agora. Brick largou a fotografia e se dirigiu ao quarto com porta quase de frente para o seu, ele bateu e não obteve uma resposta, entrou encontrando Blossom no chão, sobre os joelhos, trançando desleixadamente os próprios cabelos, estava tão distraída que nem se quer o ouvira chegar. — Os chocolates estão no frigobar. — A ruiva assentiu e não o olhou.


— No que ainda pensa? — Ela fechou os olhos.


— Eu não consigo parar de pensar. — Brick ficou a encara-la, ele com certeza tinha escolhido uma boa camisa para ela, mesmo ela estando ajoelhada, via até onde o tecido ia, cobrindo pouco mais que a metade de suas coxas. 


— Te ajudo com isso. — Brick a segurou, com sua mão alcançando o pescoço e seu rosto e a beijou. Blossom não o afastou, apenas o recebeu, como se esperasse por aquele carinho há tempos, o ruivo não era delicado e muito menos pedia passagem. Ela pouco se importou com isso, já não estava se importando com as coisas há um tempo. A procura de mais contato, Blossom se colocou de pé e para isso teve que cessar o beijo, ficaram a se encarar por um tempo, estavam confusos e sedentos, tinham apenas um ao outro ou seria isso, ou nada. Brick cedeu, ele tinha noção que a queria, tanto que até o preocupava e, caso Blossom não sentisse o mesmo, poderia muito bem pará-lo, mas isso não aconteceu, ela o puxou pela camisa, o ruivo fez questão de fazer seus corpos chocarem ficando em atrito. Como o esperado ele estava quente, ardendo e era bom, ela gostava disso. Brick a levantou com facilidade e a mesma cruzou os pés ao redor do corpo másculo, ele apertou suas nádegas e ela, puxou seus cabelos molhados, aquilo estava indo longe demais.


O ruivo a colocou na cama, já estava sem a camisa e Blossom também, trajava apenas sua lingerie e para o deleite de Brick, era vermelha escarlate. O rapaz mordeu o lábio inferior ao vê-la em peças íntimas, era ainda mais bonita do que imaginara, encaixou-se entre o meio das pernas roliças, esfregando suas intimidades e a beijou novamente, selvagem e voraz enquanto apertava suas coxas, cintura e seios com pujança, em uma massagem prazerosa. Mordeu e sugou o caminho do queixo, pescoço e clavícula, a ruiva soltara suspiros sôfregos em resposta e isso o fez sorrir, beijou o meio dos seios de Blossom e a encarou, provocativo.


— Eu te mato, se você o fizer. — O rapaz revirou os olhos, puxando a peça a surpreendendo. Brick beijou seus seios e o quente de sua boca a fez arfar, a sensação de sua língua brincado com seu mamilo enrijecido e sensível fora insano, ele os mordeu e deixou chupões fracos descendo por sua barriga a fazendo arrepiar e ter um comichão delicioso entre as pernas. As mãos passeando por todo o seu corpo, até que chegou a calcinha. O ruivo beijou sua intimidade através dela e outro suspiro lhe saiu dos lábios.


Os olhos do rapaz queimavam sobre ela e a calcinha ele podia muito bem rasgar, ela não tinha por que relutar, no entanto Blossom não servia apenas para ser dominada. A ruiva o puxou pelos cabelos sutil e forte o suficiente para que pudesse fazê-lo se mexer. — Você não está... —


— Na verdade estou, já tirou peça demais.


[...]


Brick havia a estocado, a ruiva estava tão molhada que ele não podia tardar mais o que já era inevitável e quase de extrema urgência para os dois. Uma incomoda dor fora sentida, não que ainda fosse virgem mas o rapaz era dotado, por assim dizer. O ruivo fora fundo a fazendo gemer e a sensação que tinha era de ter sido preenchida, outra e outra vez aumentando o ritmo e a força. O ruivo era bom, ela tinha de admitir, era grande, grosso e sabia como usá-lo. Mais alguns movimentos fundos e rápidos e ela alcançou o primeiro orgasmo, Brick logo depois, ambos sabiam que não seria o suficiente. Blossom trocou as posições ficando por cima e o ruivo levantou o tronco, a ruiva sentou lentamente sobre seu membro remexendo-se vagarosamente, um gemido rouco e falho escapou de sua boca avermelhada, Blossom sorriu em resposta a reação do mais velho, que fechou os olhos por um instante. Endireitou os joelhos deixando ao lado da cintura do rapaz para recebê-lo melhor, ele estava tão quente e ainda mais pulsante, ela podia incrivelmente senti-lo, Brick sentia as paredes da ruiva comprimindo seu pênis, tornando as cavalgadas lentas em um ato prazeroso e torturante. Ele a ajudou com os movimentos a empurrando cada vez mais para baixo, intensificando as estocadas brutais, profundas e intensas os levando ao delírio. Brick puxou os fios ruivos enquanto ela se movimentava sobre seu membro e deixou a área do pescoço e clavícula livres para que sua boca explorasse como quisesse, chupões fortes, mordidas, beijos molhados, sopro e sorrisos conta a pele sensível em união com sua mão a massageando satisfatoriamente, influenciavam para que ela se aproximasse do clímax.


O rapaz a calou quando começou a massagear seu ponto g, o gemido seria alto e mesmo que gostasse de ouvir os sons que ela fazia enquanto ele a fodia, era bom ter certeza de que nenhum vizinho os ouviriam. Brick a estimulou, a ajudando aumentar os movimentos e permanecendo com a mão a masturbando deliciosamente. Não demoraria muito para que ela alcançasse o ápice. Com o segundo e intenso orgasmo, seu líquido e o gozo do ruivo, Brick sorriu ao vê-la daquele modo, era excitante e nostálgico. Ela tinha lhe saciado, pelo menos por aquela noite. Sugou os próprios dedos, levando-os aos lábios de Blossom que não tardou a fazer o mesmo, seus fluídos misturados tinham um gosto exótico e estimulante. 


O ruivo roubou-lhe outro beijo dos lábios avermelhados de Blossom, a trazendo para cama, a ruiva ficara a brincar com as pontas dos fios acobreados do rapaz, que revirou os olhos e sorriu com o modo dela pegar no sono, mesmo que ela ainda não quisesse. — Você precisa dormir. — Puxou o lençol para cobrir ambos os corpos nus. Era a primeira vez que Brick não expulsou uma garota, depois de uma noite tão turbulenta, e ainda mais contraditório, estava pedindo para que ela dormisse e continuasse ali, pelo menos até que o sol raiasse.


Brick estava com sono, mas não conseguia se quer fechar os olhos. Agora sim, ele estava fudido, ele se envolveu com o que seria sua salvação e pior, tinha noção que algum sentimento tinha de sua parte, mesmo que não aceitasse. Ficou a pentear os cabelos da ruiva, enquanto a cabeça da mesma repousava em seu peito, ainda estavam próximos, colados de tão perto mas eles não sentiam calor, a noite fria influenciava para isso. O perfume de Blossom também o entorpecia, um aroma de rosas ao qual fazia jus ao seu apelido. O rapaz suspirou, de algum modo precisava dormir, pelos menos umas duas horas.


[...]


Blossom levantou, o corpo quente ao seu lado estava adormecido e com uma expressão suave. Ela levantou o tronco, segurando o lençol para que não escorregasse pelos seus seios, ela precisava de um café. Levantou, vestindo a primeira camisa que encontrou pela frente e, fechando a porta com cautela, vagando a casa descalça para não fazer barulho, chegou a cozinha, remexeu em algumas coisas e meia hora depois, quase para finalizar o café, ouviu o chiado da cadeira contra o chão amadeirado.


— O café não impede o funcionamento do anticoncepcional? — Perguntou rindo, sabia que o café não influenciava em nada e pouco impedia o funcionamento, apenas queria provocá-la.


— Então sabe que uso anticoncepcional. — Comentou, pondo a jarra de café fervente na frente de ambos, enquanto se dirigia aos armários com as canecas, todas brancas assim como as xícaras, no alto e com portas em vidro espelhado. 


— Se não fosse isso, não teria transado comigo. — Respondeu, dando de ombros. Blossom colocou duas canecas e logo se serviu, sem olhar para o rosto do rapaz.


— E você não tem camisinha? — Perguntou, fazendo Brick sorrir, enquanto levava a caneca fumegante a boca.


— Criado mudo, a esquerda da cama, na segunda gaveta.


Notas Finais


Oiiii gente, sei que esse hot ficou tão bom, mas faz tempos que não escrevo algo do tipo então Pfvr relevem. Desculpa a demora mesmo, bjo, amos vc até o próximo Cap... e .... ELES ESTÃO JUNTOS PORRRRRAAAAAAA!!!!!! FINALMENTE!!!!!!!


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