História A nossa história - Capítulo 66


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Tags Adaptação
Visualizações 96
Palavras 1.327
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E aqui eu deixo vocês, com o ultimo cap...sei que não foi o melhor final.
Obrigada por cada comentario, cada curtida, obrigada por simplesmente acompanharem!
Até mais florzinhas...

Capítulo 66 - FIM


Fanfic / Fanfiction A nossa história - Capítulo 66 - FIM

Suas mãos agarraram meus cabelos novamente e começaram a puxar ao mesmo tempo em que ela erguia os quadris do colchão, rebolando enquanto eu chupava e lambia, sabendo quando acelerar e quando ir mais devagar, sabendo como arrancar os gemidos roucos de sua garganta e fazendo-a gozar, para em seguida diminuir o ritmo cada vez mais, sorrindo diante de seus olhos fechados de alívio e seus lábios brilhantes de suor. Eu me ajoelhei e deslizei meus dedos dentro dela, olhando de cima enquanto a penetrava.

Já vi Giovanna nua de todo jeito possível aberta debaixo de mim, tomando banho sozinha, implorando por mais prazer ou menos dor, perdida em meu toque e ignorando minha proximidade e havia algo tão íntimo, tão seguro, em compartilhar essa visão dela, sendo o único privilegiado que podia tocá-la e conhecer cada um desses momentos mais discretos. Ninguém a veria dando à luz nossa filha ou se abaixando para depilar as pernas no banho, ninguém a veria dormindo, abraçada a um travesseiro em nossa cama ou dando de mamar às quatro da manhã.

Os donos de cada par de olhos lá fora observando-a gozar com meu toque nunca, nem em um milhão de anos, seriam capazes de dar a ela aquilo que eu dei. Para minha esposa nada a excitava mais do que minha total e profunda adoração. Cada segundo que a amei uma história de amor inesquecível condensada em menos de dois anos  se concentrava neste único toque. minha mão diminuiu a velocidade, tirei os dedos cuidadosamente e me abaixei para cobrir seu corpo com o meu, depois sua boca com a minha. Eu estava quase duro novamente e então a penetrei, querendo estar dentro dela quando ela explodisse em êxtase.

Suas pernas envolveram meus quadris, as mãos deslizaram por minhas costas enquanto ela soltava seus perfeitos gemidos em meu ouvido, dizendo que estava quase lá, pedindo para ir mais rápido, para chupar, para ir mais forte e mais forte. Ela estava melada com meu orgasmo, leite, suor e uísque. O prazer se acumulou gota a gota até ultrapassar aquela sensação que era intensa demais para simplesmente ser chamada de prazer, e quase dolorosa de tão boa. Eu a beijei mais uma vez, num gentil grunhido e uma leve mordida antes do meu controle evaporar e eu enlouquecer por completo, fodendo com investidas molhadas e selvagens.

Eu me esfregava nela, sentindo a tensão se acumular até explodir, gozando com um grito. Embaixo de mim, ela soltava gemidos baixinhos que seguiam o ritmo de seus espasmos ao redor do meu pau.

“ Aleee...” – ela sussurrou enquanto me abraçava, num movimento que raspou sua pele sensível em meu corpo, causando-lhe calafrios. Comecei a me retirar, mas ela me impediu deslizando as mãos sobre minhas costas suadas. – “Fique aqui dentro.”

Recuperei meu fôlego na pele macia ao lado de seu pescoço, quase sem conseguir manter meu peso fora dela. Suas unhas arranharam de leve para cima e para baixo em minhas costas, suas pernas ainda enlaçadas em meus quadris.

“Tudo bem?” – Ao meu lado, ela assentiu.– “Isso foi divertido” – murmurei, depois senti seu sorriso quando ela beijou meu rosto.

“ Bem-vindos de volta, sr. e sra. Nero” – ela disse.

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Na volta, sentamos juntos no banco de trás do carro enquanto Marcos dirigia pelas ruas da Copa Cabana. Eu me sentia solto, capaz de liberar a tensão pela primeira vez em meses, e só agora percebi o quanto estive aterrorizado, eu não sabia se um dia encontraríamos o caminho que nos unia ou se, de agora em diante, sempre haveria algo mais... filhos, carreira, a vida em si  fazendo essa ponte entre nós dois.

Não teria sido uma tragédia se isso tivesse acontecido, se o segredo que compartilhamos sumisse com o tempo nos forçando a encontrar nossa intimidade de outras maneiras. Mas  saber o quanto era fácil voltar para isso, e que poderia acontecer quando bem entendêssemos, aliviou uma culpa e um peso que havia dentro de mim.

“ O que você está pensando?” – ela perguntou, como sempre fazia justamente quando eu menos queria admitir meus pensamentos.

“ Algo não muito louvável.”

“ Ah, então agora você precisa me contar.” – Eu me virei para ela e tomei sua mão na minha.– “Eu estava pensando o quanto estou aliviado por ainda termos isso. Pensei que se acabasse, ficaria tudo bem, mas acho que eu me sentiria um pouco devastado a princípio. Posso compartilhar você com vários filhos, desde que exista um pedaço de você que seja apenas meu.”

“ Existe muito mais do que um pedaço que é apenas seu” – ela disse, olhando para mim um pouco surpresa. – “É o nosso casamento, é algo entre nós que precisamos cultivar, sabendo que um dia vamos acabar sozinhos novamente naquele apartamento enorme.”

“ Se você quiser mais filhos, sabe que não poderemos ficar na copa pra sempre” – eu disse...ela pousou os dedos sobre meus lábios, dizendo

“ Shhh. Vamos curtir essa nova fase por enquanto.” – Nós nos endireitamos e percebemos ao mesmo tempo que o celular não tinha tocado nenhuma vez durante toda a noite.

“Merda” – ela sussurrou, procurando na bolsa. – “Será que eu desliguei o celular sem querer?”

“ Eu não desliguei o meu” – eu disse, apanhando meu telefone no bolso. Não havia mensagens nem ligações perdidas, nada. Eu rapidamente digitei para Aninha

-Está tudo bem? Estamos voltando– Sua resposta veio quase imediatamente.

-Tudo está bem. Helo está dormindo. Até.

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Minha irmã estava esparramada sobre o sofá de couro na sala de estar, assistindo netflix na televisão. Nossa pequena Helo estava dormindo no meio de suas pernas, com uma das mãos na boca e a outra segurando seu cobertor com estampa de leões.

“ Então a noite foi boa?” – ela perguntou com a voz baixa, olhando para nós enquanto pendurávamos os casacos.

“ Foi ótima” – eu disse, registrando aquela cena. – “Você tem certeza que não quer ser minha vizinha? Tem um apartamento à venda, seria bastante conveniente para nós.” – Ela riu.

“ É tentador. Seu prédio é muito luxuoso, e esta pequenina aqui é sensacional.”

“ Valeu, mana” – eu disse discretamente. – “Você permitiu que a gente se esquecesse das preocupações.”

Ela sorriu para mim, olhando daquele jeito que dizia que eu era um bobão sentimental, depois pousou a mão sobre a barriga da Helo

“ Foi realmente legal, talvez algum dia você possa retribuir o favor.” – Seu sorriso apagou por uma fração de segundo, e nesse instante eu senti todo o peso da sua decepção com o casamento.

“ Sem dúvida” – completei.

A Gio foi tomar banho e se trocar e eu apanhei a Helo com a confiança de um pai que espera que a filha continue dormindo. Mas não continuou desta vez ela acordou, e seu rostinho lindo se fechou quando ela começou a chorar.

“ Ah, desculpe, desculpe” – sussurrei, balançando-a gentilmente. – “Só mais um pouquinho e sua mamãe já vem.”

Ela não queria ser balançada nos braços de ninguém ela queria a Giovanna, e o som de seu choro frustrado causou dor em meu peito. Mas não me afetou do mesmo jeito que me afetaria apenas alguns dias atrás, eu me sentia recarregado como uma bateria, cheio de paciência, calma e paz, resultantes de um contentamento genuíno.

Gio apareceu no corredor e tirou a  Helo de mim, aproveitei a deixa pra ir tomar um banho tambem...logo em seguida as segui até o berçário, observando as duas ajeitadas na cadeira de balanço.

“ Que bela visão, minhas duas garotas juntas.”

“ Ela provavelmente é a bebê mais linda do mundo” – Gio disse, sorrindo para mim. Tão relaxada, tão contente. Era como se ela soubesse o tempo todo que terminaríamos bem aqui, nesta noite. Eu me aproximei e beijei o rostinho macio de Heloisa enquanto ela começava a mamar.

“ Você puxou o lado sensível do seu papai” – sussurrei. – “Foi mal aí, garotinha, mas também puxou-o lado forte da sua mamãe, então no final das contas, você vai se dar bem na vida....

THE END


Notas Finais


BEIJO DE LUZ


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