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História A nova integrante do Time - Capítulo 11


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Notas do Autor


Pessoal, os textos estão longo demais? Está cansativo para ler?

Capítulo 11 - O jogo com a Epsilon - com ou sem Goenji


Estávamos os três vidrados na tela, e então o apito tocou, o time da Epsilon saiu com a bola, eles corriam em uma velocidade grande e faziam passes rápidos e precisos, driblavam nossos jogadores sem dó, em menos de um minuto, já fizeram a primeira tentativa de gol, três jogadores, de cabelo lilás, verde e branco saltaram e juntos fizeram o Ataque Gaia, eu não havia reparado, mas Endo estava jogando no gol, fui tomada por uma onda de empolgação:
- A treinadora deve ter mudado de opinião. - falei
- Tenha certeza que foi uma exigência do Desalmado, para eles tudo é assim, ou do jeito que eles querem, ou ameaçam destruir uma escola.

Goenji estava nervoso, muito nervoso, e Yuuka estava emburrada pelo irmão não estar no jogo.

Endo fez o punho da justiça, ele tinha uma força muito grande no gol, confesso que quando vi ele como líbero eu até pensei que ele não tinha nada demais como jogador, mas como goleiro é diferente, até o poder de capitão é maior, ele nem fez tanto esforço para defender, o nosso time estava satisfeito, já o adversário não esperava nadinha por isso. As atitudes de Endo ditam o ritmo do time, em poucos segundos a defesa estava totalmente motivada, e nenhuma bola chegava perto do gol, estávamos indo muito bem, acho que Goenji poderia relaxar um pouco, mas não era o que estava acontecendo, ah droga, as mãos, ele as apertava com uma força extrema. Me sentei ao seu lado e peguei suas mãos, já estavam machucadas, mas ainda não sangravam, comecei a acariciá-las. 

Rika fez o primeiro ataque com Chuva de Rosas, eu particularmente acho essa técnica bem fraca, não me surpreendeu a facilidade com que o goleiro defendeu, até porque a técnica dele sim parecia forte, não seria fácil fazer um gol nele. 
- Não vamos ganhar nunca desse jeito. - Goenji resmungava. - Vai Fubuki, reage.
- Ele deve ter algum problema - Goenji me olhou - um trauma, sei la. 
- Se tiver, ele precisa superar. - ele sabia de alguma coisa que eu não sabia. 

Para nossa surpresa, não era só a gente que esperava uma reação de Fubuki, Desalmado, jogou a bola nos pés dele, era um desafio pessoal, que deixou o time bem relutante, o garoto aceitou o desafio, mas seu semblante normalmente dócil e acolhedor agora era agressivo, seus olhos brilhavam laranja, o mesmo brilho de quando falou comigo quando me conheceu, aquilo me soava estranho demais, ele avançou com fúria, e quando colocou suas mãos no chão, neve começou a o rodear, e então fez o Vendaval Eterno, a técnica era incrível e linda de se ver, mas o goleiro utilizou a Broca Destruidora, que nada mais era do que uma broca gigante, dessa vez ele teve um pouco de dificuldade, isso me aliviava um pouco, mas pelo jeito a Goenji não, minha mãos estava doendo. Então começaram, sucessivos ataques com o Vendedal, uma atrás da outra, sendo defendida, até que, eu não pude acreditar, sem nenhuma técnica especial, Desalmado defendeu.

Não é possível ouvir direito, mas minha habilidade de leitura labial viu um "suas técnicas são um lixo", isso atingiu Fubuki de uma forma que ele por um momento ficou paralisado, e depois, como se tivesse sido atingido por um tiro em seu ponto mais fraco, caiu no chão, aquilo partiu meu coração, eu sentia uma conexão muito grande com ele, me levantei imediatamente, querendo poder fazer algo, dar colo, não sei, era nítido que eu sentia muito. Yuuka bufou entediada e irritadiça, Goenji pediu na sua mão:
- Ta tudo bem Yuuka, eu to aqui.
- Pois isso é exatamente o que eu não queria, que você estivesse aqui. - ela afastou a mão dele, percebi que isso o deixou triste.
- Não entenda mal que ela quis dizer.
- Eu queria que você estivesse lá, fiquei um tempão sem ver você jogar, e agora que eu posso você não joga. - ah, garotinha esperta, já entendi.
- Não tem como Yuuka, o jogo já começou.
- Tem um carro lá embaixo te esperando. - falei.
- O que? Você vai junto? - ele parecia surpreso.
- Quer que eu vá? 
- Quero, mas Yuuka não pode ficar sozinha. - agora preocupado. 

A campainha do quarto tocou, bem na hora, abri a porta.
- Cheguei o mais rápido que pude Alana. - o detetive falou, Goenji ficou sem entender. 
- Toma sua mala, você se troca no carro, o detetive fica com a Yuuka, qualquer coisa pode me ligar, mas ela está bem. - Goenji ficou parado - Vamos! Você tem uma garota para impressionar. E dessa vez não sou eu. 

Ele deu um beijinho na testa de Yuuka, que passou de emburrada para extremamente empolgada, saltitante e gritadora. 
- Vamos!

 



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