História A nova vida de uma pequena shinigami - Capítulo 157


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Categorias Bleach, Gintama, Naruto
Personagens Byakuya Kuchiki, Genryuusai Shigekuni Yamamoto, Hanatarou Yamada, Hinamori Momo, Ikkaku, Izuru Kira, Kenpachi Zaraki, Kurama (Kyuubi), Mayuri, Nanao Ise, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Personagens Originais, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rukia Kuchiki, Sajin Komamura, Shunsui Kyouraku, Shuuhei Hisagi, Soi Fong "Soifon", Toushirou Hijikata, Toushirou Hitsugaya, Ukitake, Yumichika
Tags Ação, Bleach, Byakuya, Drama, Gintama, Hijikata Toushirou, Hisagi Shuuhei, Hitsugaya Toushirou, Kyouraku Shunsui, Longfic, Naruto, Romance, Saga, Shinigami, Songfic, Ukitake
Visualizações 42
Palavras 2.817
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 157 - Seja homem na frente de um capitão


Fanfic / Fanfiction A nova vida de uma pequena shinigami - Capítulo 157 - Seja homem na frente de um capitão

Ukitake fechou a porta daquele quarto também sentindo a cabeça começar a latejar.

Como era possível tanta coisa ter acontecido em tão pouco tempo? E o pior, como ele foi colocar alguém tão desprezível dentro de sua própria casa?

Apesar da sentença já ter chegado aos ouvidos dele e da esposa, aqueles dias de amargura jamais sairiam de suas cabeças, eles jamais perdoariam Yoko por ter colocado a vida de Hinami em risco. Todavia, ainda haviam algumas "linhas soltas" a serem resolvidas, e era isso que ele iria fazer agora.

Após ter deixado Harumi ter seu merecido descanso depois de um momento totalmente desagradável e estressante, ele seguiu em direção a um lugar que ele conhecia como a palma da própria mão: A divisão 9.

Ao chegar, foi direto ao alojamento dos oficiais, até que parou em uma certa porta após a mesma ter sido indicada pela própria capitã.

Naquele momento ele estava mais calmo, aquela intensa turbulência aos poucos se dissipava, tudo que restava agora era o mesmo sentimento de que ele tinha que pôr um ponto final naquilo de uma vez por todas.

O grisalho capitão mais uma vez bateu na porta, ouvindo do interior daquele pequeno quarto os passos de alguém que aos poucos se aproximava.

Momentos depois, daquela mesma porta, um dos subordinados de Harumi apareceu, ou melhor, o subordinado que ele tanto procurava.

Ao olhá-lo à primeira vista, Juushirou ficou um pouco revoltado ao ver a figura do responsável por ter dado início aquela enorme confusão. Comparado à ele, aquele indivíduo era totalmente o oposto da figura que ele tinha em mente. Estatura baixa comparado à ele, que chegava próximo dos 1,90. Olhar perdido e hesitante, diferente do dele, que era gentil, porém firme. Os ombros baixos revelavam a grande insegurança que ele transpassava, novamente ao contrário dele, que era a fortaleza em forma de homem.

Era totalmente o seu oposto. E pra ele, a única coisa que justificava o fato dele ter conseguido  "acertar o calo" da capitã, era o fato dele ter usado as palavras certas pra isso, pois outra coisa ao seu favor sem dúvidas ele não tinha.

O oficial também olhou o capitão de cima a baixo, também estranhando encontrá-lo ali, na sua porta. Ainda assim, por mais que tivesse sentido um frio na barriga apenas por olhá-lo nos olhos, primeiramente ele lhe devia extremo respeito, assim como a sua própria capitã. (Bem, ao menos antes do que tinha feito com ela.)



Ukitake: Olá. - Disse sério, sem querer se prolongar demais.

- U-ukitake taichou... O que faz aqui? - Seu tom de voz hesitante logo revelou ao grisalho algo que ele já desconfiava: ele era alguém fácil de ser manipulado.

Ukitake: Não imagina o que eu faço aqui? - O oficial logo baixou a cabeça, e o capitão não precisou dizer muita coisa pra que ele "confessasse". - Fiquei sabendo de algo que você fez, que me causou um grande problema. Tem alguma ideia do que eu estou falando?

Ele continuou em silêncio. No fundo, estava com medo do que o capitão ou até mesmo Harumi fosse fazer com ele caso o mesmo ousasse abrir a boca.

- Gomen... eu acho que o senhor se enganou...  Eu não faço ideia do que o senhor está falando...

Ukitake: Sério? Mesmo se eu disser que quem me indicou esse lugar foi alguém que você conhece muito bem?

- ...Que seria?

Ukitake: A sua capitã. - Completou.

- ...A H-harumi taichou? - A lembrança da ameaça que a capitã o havia feito novamente o assombrou, e mais uma vez ele sentiu seu próprio coração ficar acelerado. Se os boatos fossem mesmo verdadeiros e sua superior tivesse mesmo batido na empregada por conta do que ela havia feito, o que faria então a ele, que havia começado tudo aquilo? 

Mas agora que ele havia parado pra pensar... Por quê ela não estava ali? (Não que ele queria que ela estivesse, sorte a sua que era o capitão mais calmo de Sereitei que havia vindo lhe confrontar, mas ainda assim, a presença dele ali lhe era muito estranha.)

Ukitake: Sim, ou melhor, a minha esposa. Aquela a quem você disse algo ao meu respeito, algo que fez ela se virar contra mim, algo que eu não gostei. - Ele agora havia ficado sério, e o oficial por sua vez recuou. - Não precisa se afastar de mim, eu não vou fazer nada com você, ao contrário da Kosuri eu não conseguiria bater em ninguém. A propósito, você sabe o que ela fez a nossa empregada ao descobrir o que ela armou pelas costas dela? - Sua voz como sempre era calma, mas os sermões que o grisalho capitão dizia sempre eram pesados, ninguém sabia dizer o porquê.

- H-hai senhor... todos em Sereitei estão comentando sobre a briga que a Harumi taichou se envolveu com ela...

Ukitake: Hai, eu nunca vi a minha esposa tão brava, mas o começo de tudo isso não foi culpa apenas da Yoko, e sim de mais uma pessoa.

- U-ukitake taichou me perdoe...! Eu... digo... Não era pra ser ela que deveria estar aqui?... Eu não estou entendendo o que o senhor está fazendo aqui na minha frente...

Ukitake: Ela não vem, por quê isso aqui é um assunto de homem pra homem, não tem a necessidade de uma moça presenciar isso. Concorda?

- H-hai... - Novamente, apesar de calmo, por algum motivo o platinado capitão conseguia quebrar qualquer um só com suas palavras.

Ukitake: Então me diga, da mesma forma que você foi homem naquele dia, será homem pra me falar a verdade agora?

- Onegai... não faça nada comigo... Eu não fiz por querer...

Ukitake: Eu já disse que não vou fazer nada com você, eu só vim aqui conversar, e quero que você me escute.

- H-hai...

Juushirou respirou fundo, e por fim, continuou a falar:

Ukitake: Você viu uma mulher me abraçando e não perdeu tempo pra ir contar a minha esposa... e isso quase acabou com a minha vida. Sabe, eu sou um homem muito feliz depois que casei com ela, sou completamente apaixonado pela minha mulher, e só de me imaginar com outra pessoa já é algo que não faz nenhum sentido pra mim. Ter me casado foi algo que mudou a minha vida de diversas formas, eu agora tenho algo a mais pra me preocupar, algo a mais pra cuidar, algo a mais pra ocupar a minha mente e coração. Eu agora sou pai, e igualmente amo a minha filha, que foi a maior vítima disso tudo. A Harumi é uma parte importante da minha vida, e ela mudou o meu destino, e eu nunca, ouça bem, nunca, quero me separar dela. Eu sempre digo a ela que não importa o que ela faça, não importa o que ela fale, eu sempre vou continuar a ser completamente louco por ela. Nós dois temos uma vida juntos, uma filha juntos, planos juntos, tristezas juntos, um grande e verdadeiro amor, juntos. E o que você disse a ela naquela tarde... quase quebrou esse laço tão especial que nos une. Esse laço que eu tive tanto trabalho pra construir. Não sei se a Kosuri já estava em um dia ruim quando encontrou com você, mas o fato é que ela ficou muito brava pelo que ouviu naquele dia, e isso causou uma grande discussão entre nós dois. Você tem noção do quanto isso me doeu? Do quanto doeu no meu coração ver a mulher que eu amo batendo a porta na minha cara por algo que eu sequer tinha feito? Por um boato que colocaram na cabeça dela e que eu nem tive a chance de me defender?

Ele não tinha nenhuma palavra que pudesse usar pra se defender. O que poderia dizer ao grisalho após ouvir toda aquela declaração do amor que ele sentia pela esposa? Admirava sua capitã, gostava de ser subordinado dela, por isso agora não entendia mais o porquê de ter se permitido ser manipulado por Yoko. Estava com vergonha de si mesmo. 

- Gomenasai... Foi aquela mulher que me ameaçou pra dizer isso a Harumi taichou... Eu nunca faria isso por vontade própria!

Juushirou suspirou. Como poderia lidar com alguém daquele jeito?

Ukitake: Apenas me responda uma coisa, está bem?

- Hai...

Ukitake: Agora que você está aqui na minha frente, olhando nos meus olhos, você teria a coragem de dizer o mesmo que disse a Kosuri? Você acha mesmo que eu seria o tipo de pessoa que trairia a minha esposa na cara dura?

- É claro que não senhor... Eu esperaria isso de muitos homens em Sereitei, mas do senhor não...

Ukitake: Então me diga, por quê ao invés de ceder as ameaças da Yoko como você mesmo disse, por quê não veio conversar comigo a respeito? Não digo que você teria evitado esse desfecho, mas talvez a minha filha não teria ido parar no hospital, considerando que a Kosuri não teria saído de casa, que ela também não teria dado chance pra Yoko fazer nada pra Hinami, considerando que ela mesmo teria tempo pra fazer isso, e sem contar que a Hinami também não beberia aquele suco, já que estaríamos os dois com tempo pra cuidar dela, assim, ela não precisaria ter ingerido nada feito por outros. - Ele pôs uma das mãos no ombro do oficial, que ao sentir tal gesto, levantou o olhar em direção à ele. - Eu não estou dizendo que a culpa é sua pelo que aconteceu, claro que não, a culpa é exclusivamente da Yoko, eu só quero que você tenha consciência de que um simples ato causou uma grande consequência. Mas que no fim, felizmente tudo deu certo, nós reatamos nosso casamento e em breve a Hinami também terá alta. Eu só quero agora te dar um conselho, não como capitão, mas sim como homem. Não seja tão inseguro, e nem tema as coisas assim tão fácil. Antes de fazer algo que você acha que é errado, converse com alguém antes, você poderá evitar muita coisa ruim se fizer isso. Está bem? - Ele já havia se virado. - Bem, era só isso, até mais.

O oficial viu a silhueta alva do capitão se afastando, mas antes que o mesmo sumisse de suas vistas, ele disse uma última frase:

- Ukitake taichou! - Ele esperou até que o capitão olhasse novamente pra trás, até que continuou. - Me perdoe! Eu não queria atrapalhar o seu casamento! E nem prejudicar você e a Harumi taichou! Me perdoe pela minha covardia! Eu prometo que vou mudar! E que nunca mais vou fazer isso com ninguém!

O capitão apenas sorriu satisfeito e seguiu em frente. Agora sentia de fato seu coração ficar mais leve. Só que o que faltava pra tudo voltar ao "normal" era a sua pequena ter alta pra ele pudesse levá-la pra casa.   

(...)



No outro dia...






No quarto número 115, uma certa menininha já dava sinais de alegria e vitalidade. Estava sentada na cama ao lado da madrinha, quando teve sua atenção voltada à porta quando notou as duas pessoas que ela mais amava entrando no quarto com vários balões coloridos e um enorme bichinho de pelúcia.


Hinami: Mamãe! Papai!


Ah... como era bom ouvir aquela vozinha novamente... Dessa vez sem nenhum sinal de dor ou desconforto... Aquela menina apesar de tão pequena, quebraria os dois fácil se algo acontecesse à ela.

Ukitake: A nossa princesinha está melhor? - Perguntou o pai já se aproximando da filha e beijando-lhe a bochecha.

Hinami: Hai! A titia disse que eu posso ir pra casa!

Da mesma forma que o marido, Harumi deixou os balões e a pelúcia com a comadre e também se aproximou da filha.

Harumi: A princesinha da mamãe está com saudade de casa?

Hinami: Hai mamãe!

Harumi: Que susto você nos deu meu amor... -  A capitã envolveu a filha nos braços, gesto esse que comoveu tanto a médica como o marido. - O papai e a mamãe amam muito você sabia?

Hinami: A Hinami também ama o papai e a mamãe!

Harumi: Ah... eu não aguento ouvir isso... - Ela deu um último aperto da menina, antes de olhar novamente pra Unohana. - Então, já podemos levá-la embora?

Unohana: Hai, não houve sequelas, ela está bem agora. Podem levá-la agora mesmo se quiserem.

Ukitake: Que boa notícia...  Finalmente algo bom depois disso tudo...

Unohana: Que os bons ventos voltem a soprar sobre vocês meus amigos, e também sobre a minha linda mocinha, não é Hinami?

Hinami: Hai titia!

Retsu sorriu, e novamente tornou a perguntar: 

Unohana: Então? Você quer ir com o papai ou com a mamãe?

Ela respondeu sem perder tempo:

Hinami: A mamãe!

A capitã ficou surpresa, mas ao mesmo tempo feliz. Ela estava acostumada a sempre ouvir da menina que a mesma queria "ir com o papai", e ouvir o contrário justamente naquela situação era algo muito gratificante pra ela.

Harumi sorriu e igualmente pegou a menina nos braços. Era engraçado e ao mesmo tempo assustador quando ela se dava conta que a mesma não parava de crescer e de ganhar peso com o passar dos meses. Era estranho pensar que aquela mocinha que agora lhe abraçava o pescoço, era o mesmo serzinho que ela carregou com tanto amor e receio dentro da barriga. 

O tempo era mesmo cruel...


Harumi: Vamos pra casa, juntos... 

Juushirou passou o braço ao redor das duas, e assim finalmente eles deixaram o hospital.


(...)




Era noite, e a capitã havia se encarregado de colocar a menina pra dormir, claro, sem deixar de conferir ela mesma se a sua pequena estava de fato, bem. Ficou aliviada ao ver que a sua pequena mocinha dessa vez dormia bem, tranquila, e o mais importante, saudável.


Harumi fechou a porta ainda um pouco cansada pelo horrível dia e seguiu pelo seu tão familiar corredor, em direção ao seu tão familiar quarto, quando foi obrigada a parar quando viu o que uma certa pessoa havia aprontado ali.

Ukitake havia decorado todo o quarto com pétalas de rosas vermelhas, e também havia levado uma garrafa de vinho e duas taças. Um incenso amadeirado também podia ser sentido por todo o quarto, em conjunto com uma música que também tocava.

Ele a esperava com uma das mãos estendidas, e um sorriso preguiçoso no rosto. E ela por sua vez não sabia nem como reagir.


Harumi: Ah Shiro... Eu não tô com cabeça pra isso... - Ela ainda o olhava sem jeito, mas ele não ia aceitar que ela recusasse assim tão fácil.

Sem perder tempo, Juushirou a puxou pelo braço e a colou no peito.

Ukitake: Vem... dança uma música comigo. - A suave música começou a acompanhá-los, enquanto os dois se balançavam em um só ritmo. - Eu preciso te pedir perdão de novo, dessa vez, por ter colocado a Yoko dentro da nossa casa... a culpa disso tudo foi minha...

Harumi: Não... não foi sua amor, foi uma infelicidade, e eu não quero falar mais nisso... Eu a odeio, e só de ouvir o nome dela eu...  Ah, eu não quero mesmo falar disso... - A capitã agora havia deitado a cabeça contra o peito dele.

Ukitake: Está bem, vamos encerrar esse assunto então. O importante agora é que tudo foi resolvido, e a nossa filha está com saúde de novo, graças a você.

Harumi: A nós. Eu não teria conseguido sozinha, você também foi muito importante.

Ukitake: Eu queria que isso fosse mesmo verdade... - Ele a apertou contra si. - Mas enfim, vamos fingir que isso tudo foi um pesadelo, está bem?

Harumi: Hai... me acorde o quanto antes...

Ele riu.

Ukitake: Pode deixar...







 ♩ Pra você guardei o amor

Que nunca soube dar

O amor que tive e vi sem me deixar

Sentir sem conseguir provar

Sem entregar

E repartir



Pra você guardei o amor

Que sempre quis mostrar

O amor que vive em mim vem visitar

Sorrir, vem colorir solar

Vem esquentar

E permitir



Quem acolher o que ele tem e traz

Quem entender o que ele diz

No giz do gesto o jeito pronto

Do piscar dos cílios

Que o convite do silêncio

Exibe em cada olhar




Guardei

Sem ter porquê

Nem por razão

Ou coisa outra qualquer

Além de não saber como fazer

Pra ter um jeito meu de me mostrar



Achei

Vendo em você

Explicação

Nenhuma isso requer

Se o coração bater forte e arder

No fogo o gelo vai queimar



Pra você guardei o amor

Que aprendi, vem dos meus pais

O amor que tive e recebi

E hoje posso dar livre e feliz

Céu cheiro e ar na cor que o arco-íris

Risca ao levitar



Vou nascer de novo

Lápis, edifício, tevere, ponte

Desenhar no seu quadril

Meus lábios beijam signos feito sinos

Trilho a infância, terço o berço

Do seu lar



Guardei

Sem ter porquê

Nem por razão

Ou coisa outra qualquer

Além de não saber como fazer

Pra ter um jeito meu de me mostrar



Achei

Vendo em você

Explicação

Nenhuma isso requer

Se o coração bater forte e arder

No fogo o gelo vai queimar



Pra você guardei o amor

Que nunca soube dar

O amor que tive e vi sem me deixar

Sentir sem conseguir provar

Sem entregar

E repartir



Quem acolher o que ele tem e traz

Quem entender o que ele diz

No giz do gesto o jeito pronto

Do piscar dos cílios

Que o convite do silêncio

Exibe em cada olhar



Guardei

Sem ter porquê

Nem por razão

Ou coisa outra qualquer

Além de não saber como fazer

Pra ter um jeito meu de me mostrar



Achei

Vendo em você

Explicação

Nenhuma isso requer

Se o coração bater forte e arder

No fogo o gelo vai queimar... ♩








"Nem sempre quem está do seu lado, está com você.



                                              Continua

  










  


Notas Finais


Música: Pra você guardei o amor. (Nando Reis)


Mais um arco finalizado! 🙆
Espero que tenham gostado 😉

Além de saber suas impressões, eu também quero saber mais uma coisa:
Querem que eu faça um especial do dia dos pais pro Ukitake?
A propósito, o que acham dele como pai da Hinami?

Me contem nos comentários!


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