História A Nova Vida de Vergil - Capítulo 10


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Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Dante, Devil May Cry, Lira, Nero, Vergil
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Palavras 2.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai galera esse capitulo faz parte dos que eu estou repostando tem leves modificações espero que gostem.

Capítulo 10 - O Passado.


No dia seguinte Vergil ainda se recuperava da luta, então ligou para Alex pedindo que ele cuide da biblioteca por alguns dias enquanto ele tirava alguns dias de folga. Duas semanas depois Alex estava cuidando bem do lugar quando uma visita inesperada abriu a porta enquanto ele jogava em seu celular encostado na poltrona e com os pés na mesa de Vergil. 

- Olá! Boa tarde! Uma voz tímida se aproximou dele - Oi Alex, tudo bem? Ele se desesperou um pouco tentando guardar o celular.

- Oi Jussara, estou bem e você? Ela é uma bela garota que trabalha em uma padaria não muito longe. Loira com o cabelo liso ate o pescoço com ondulações nas pontas, olhos verdes como esmeraldas com quase 1.65 de altura magra e tem um lindo sorriso. Ela estava com um vestido azul claro e uma sapatilha branca e trazia uma sacola com o emblema da padaria.

- Eu estou bem, é que já que passou das duas da tarde e eu estou no horário de almoço então eu gostaria de saber se você quer um pedaço de bolo? Ela mal olhava para Alex e estava com o rosto corado.

- Claro eu adoraria ele se levantou pegou uma placa que estava em uma gaveta da mesa e foi até a porta. Colocou a placa nas maçanetas com a palavra fechado. Quando voltou ele levou Gabriela para a sala atrás da mesa, ele pegou um prato e dois garfos os dois se sentaram e Alex entregou o outro garfo a ela e eles dividiram o bolo. Após meia hora de conversa o horário de Gabriela já estava terminando e ela precisava ir. Alex a levou ate a porta e se despediu dela, ele ficou esperando enquanto ela descia as escadas e outra mulher subiu. O sol ofuscou os olhos de Alex por um segundo, mas ele a reconheceu era Lira que procurava por Vergil. Ela estava com os cabelos presos e óculos escuros de grandes lentes e uma fina armação prateada, um colar dourado simples com uma pedra vermelha, a blusa um pouco folgada amarela com um desenho sombreado e com mangas ate os cotovelos e uma calça legging preta e um tênis baixo. 

- Olá Alex o Vergil está lá dentro? Ela perguntou assim que terminou de subir.

- Ele ainda está de férias, acho que está em casa você sabe onde é?

- Não será que você poderia me levar Lá?

- Posso, mas não agora assim que fechar a biblioteca eu te levo.

- Tudo bem eu vou comprar algumas coisas e volto mais tarde, até mais. 

O dia passou e Alex estava organizando os livros e esperando por Lira que estava demorando enquanto seu expediente vencia e ele ficava ansioso para ir para casa então ela voltou à biblioteca com três sacolas de lojas de roupas. 

- Pensei que não viria já estava começando a fechar. Disse Alex enquanto organizava alguns livros que estavam na mesa de Vergil.

- Sinto muito eu perdi a noção do tempo espero vou esperar, estou um pouco cansada. Lira foi até uma poltrona que ficava perto de uma mesa para leitura colocou as sacolas na mesa e relaxou um pouco.

Alex terminou de fechar o prédio e foi até ela.

- Pronto já podemos ir. Disse Alex ajeitando a mochila nas costas. Lira pegou suas coisas na mesa e se levantou com um sorriso.

- Vamos. 

Assim que saíram Alex trancou a porta da frente ele disse que levaria as sacolas de Lira ele pegou e os dois desceram as escadas e tomaram a direção da casa de Vergil. No caminho uma conversa começou por parte de Alex. 

- Posso fazer uma pergunta? Ele disse com um pouco de pesar na voz.

- Claro que pode. Ela olhava para ele com um olhar curioso

- Você sabe o que aconteceu com o Vergil, ele não me disse o porquê das férias repentinas, já que vocês parecem estar bem próximos.

- Ele está doente... Lira não sabia se devia contar que ele é um demônio.

- Ele não está ferido ou machucado? A voz de Alex mostrava preocupação. - Ele é muito forte, mas não precisa aguentar tudo sozinho. Ele já me ajudou muito e eu queria poder retribuir de alguma forma.

- Você o conhece de verdade?

- Sim. Ele me salvou antes de nos conhecermos, mas isso já tem tempo, quando eu era um garoto idiota, desde então eu sou amigo dele.

- Ele também me salvou, e é por isso que ele se machucou. O olhar de Lira era triste. - Eu não queria isso. Vendo a expressão de Lira Alex colocou a mão em seu ombro e disse.

- Não fique assim, se ele fez isso é por que ele sente apreço por você talvez até algo mais que isso, mas como ele nunca foi uma pessoa de muitas palavras talvez ele não tenha dito ainda e depois que conheceu você ele tem falado mais comigo, chega ao trabalho sorrindo. Alex deu uma pequena pausa e com um sorriso continuou. – Você o faz feliz! Por acaso estão namorando?

Vendo que a face de Lira ficou corada Alex deu uma risada e contou sua história com Vergil. - Quando eu o vi pela primeira vez foi há um ano...

 

Um ano atrás.

 

- Alex você precisa estudar, suas notas estão muito baixas e se você quiser seguir meus passos precisa ler mais e se tornar um grande homem de negócios. Dizia John pai de Alex e prefeito de Fortuna.

- Mas eu não gosto daquele lugar e menos ainda de ler. Dizia Alex com o rosto virado.

- Mas você vai. - A voz do pai ficou enérgica. – Ou não poderá sair durante um mês. Podem levá-lo. Então dois seguranças que estavam na porta  acompanharam Alex até a limusine. Ricardo e Miguel gostavam de Alex mesmo ele agindo de forma mimada na maioria das vezes, mas eles sabiam o quanto era difícil para ele ser filho do prefeito e depois do falecimento de sua mãe o garoto tinha dificuldades em se relacionar com os outros.

- Não fique assim, seu pai só quer o seu bem. Dizia Ricardo

- É nos compramos um sorvete no caminho. Disse Miguel.

- Não quero sorvete e não quero que fiquem com pena de mim eu não sou criança. Alex olhava pela janela encostando-se à porta. 

Assim que chegaram até a biblioteca Alex ainda estava com uma expressão de raiva, mas carregava um sundae de morango. Os seguranças o acompanhavam mais de longe. Enquanto ele andava sem rumo ele tropeçou no pé de um homem que estava muito concentrado na leitura. 

- Ei olhe onde seu pé está eu quase cai. Ele se virou para o homem que apenas fechou o livro e retrucou. 

- É você que devia olhar por onde anda e se dirija aos outros com mais educação, eu não tenho paciência para aturar más criações de um moleque como você. O homem se levantou estava vestido com uma camisa preta de mangas longas e uma calça da mesma cor os sapatos também é os cabelos brancos despenteados. Ele se levantou colocou o livro sobre a mesa na recepção. Alex ficou irritado com a atitude do homem e jogou o copo do sundae nele. Mesmo de costas ele desviou pegou o copo que passou por cima de seu ombro esquerdo o jogou no lixo e saiu pela porta. Alex ficou furioso e tentou seguir o homem, mas quando chegou perto da porta foi barrado pelos seguranças. Seus olhos estavam frios e eles empurraram Alex para trás que se desequilibrou e caiu. 

- Por que fizeram isso? Ele perguntou perplexo. A resposta veio em forma de. Rosnado Ricardo se contorcia parecendo sofrer e disse.

- Alex corre, foge daqui. Seus olhos viraram para dentro e se mancharam com sangue e depois veio o grito. Vendo aquela cena aterrorizante Alex se levantou com lágrimas nos olhos e correu. Os dois seguranças que estavam possuídos foram na direção dele, que corria entre as estantes derrubava livros e escadas eles não paravam Alex avistou a porta e gritou por socorro para a recepcionista que estava deitada na mesa, mas o corpo dela se levantou com a cabeça virada para trás. Alex não parou de correr apenas pegou uma vassoura que estava em seu caminho e é a usou como uma lança com um golpe no peito derrubando ela perto da porta ele passou por ela é saiu do prédio correndo sem rumo. Enquanto isso em uma padaria não muito longe o homem de cabelo branco tomava um café sentado em um balcão conversando com uma garota. 

- Acho que conheci o garoto que você me falou. Dizia o homem.

- Quem o Alex? E o que você achou dele? Ela disse apoiando os braços na bancada olhando para ele.

- O achei um garoto mimado e sem educação. A expressão dele continuou indiferente enquanto a da garota se mostrou triste.

- Bem nem sempre foi assim ele era uma pessoa boa e conversava muito comigo, mas de uns tempos pra cá ele está distante. Ela olhava pra fora da vidraça e viu Alex correndo de duas pessoas com as roupas rasgadas e partes do corpo deformadas.

- Aquele é o Alex aquelas coisas estão atrás dele. O homem olhou pelos ombros sem se mexer. - Eu preciso ajudá-lo! A garota tirou o avental e saiu do balcão.

- E o que acha que vai poder fazer contra aqueles demônios? O homem perguntou a ela.

- Eu não sei, mas não posso ficar aqui sem fazer nada! Ela parou perto da porta e continuou – Olha eu sei quem é você. O homem se espantou um pouco. – Você é o Devil Hunter da cidade o tal de Dante, eu sei que não gostou do Alex e eu não tenho dinheiro para te pagar por isso não pretendo pedir sua ajuda. Quando ela se virou para sair foi impedida de passar e puxada para trás o homem passou a sua frente e correu na direção de Alex enquanto ela se ajoelhou com lágrimas nos olhos. 

Alex que corria sem rumo chegou a um beco sem saída e ficou encurralado. Os monstros se aproximavam e Alex desesperado procurava uma forma de fugir ou lutar, mas não encontrou a esperança deu lugar ao desespero ele se ajoelhou e fechou os olhos. Um forte estrondo seguido de um banho de sangue o fez abrir os olhos um dos monstros estava com a cabeça esmagada na parede, o home de preto e cabelos brancos estava segurando o outro pelo pescoço e Alex o viu sufocar até a morte. 

- Você está bem? Disse o homem ajudando ele a se levantar.

- Por que você me ajudou? Alex estava confuso. Eu não pedi nada a você.

- Mais importante que isso é por que estavam atrás de você?

- Eu não sei eu sou filho do prefeito pode ter sido por isso.

- Não importa vamos sair daqui antes que apareçam mais.

- Qual o seu nome? Ele perguntou para o homem.

- Vergil. E ele viu que o garoto não saiu de lá. Vamos Alex.

- Você devia ter deixado àquelas coisas me matarem. Alex parecia triste e desolado. – Desde que minha mãe foi morta na minha frente eu sinto como um fraco que não pode proteger nada. Ricardo e Miguel eram os únicos que pareciam se importar comigo e se foram sem que eu pudesse ajudar.

Vergil que estava quase saindo do beco se virou para Alex e mostrava um olhar frio a andava em sua direção devagar Yamato se materializou em sua mão ele a desembainhou e a expressão Alex mudou de tristeza para um estranho sorriso.

- Você vai me matar? Então ele fechou os olhos e logo em seguida sentiu mais sangue caindo em seu ombro direito e quando ele abriu os olhos ele viu que a espada de Vergil estava atravessada em outro demônio atrás dele que estava preste a atacar Alex caiu de joelhos.

- Por quê? Ele gritou e Vergil se abaixou próximo dele e o abraçou.

- Eu entendo sua dor garoto melhor do que ninguém, mas alguém me pediu para te protege e você é importante para essa pessoa se você não quer viver por si mesmo viva por ela, pois ela se sacrificaria por você. Ele se levantou embainhou Yamato que desapareceu no ar em seguida. – Agora vamos eu te levo até sua casa.


Notas Finais


Um grande abraço a todos.


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