História A Nova Vida de Vergil - Capítulo 11


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Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Dante, Devil May Cry, Lira, Nero, Vergil
Visualizações 8
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


esse é o ultimo capitulo a ser repostado.

Capítulo 11 - A Dançarina.


Alex começou a visitar a biblioteca com mais frequência já que lá ele sempre via Vergil lendo. Ele convenceu seu pai a dar o emprego na biblioteca que estava vago. 

- Desde então somos amigos.

- Entendo. 

Alex e Lira já estavam próximos da casa de Vergil.

- Só mais três quadras. Disse Alex apontando a direção e Lira já estava mostrando ansiedade. Eles passaram perto de um beco que estava muito escuro e Alex viu dois pares de olhos vermelhos e segurou Lira pelo braço. 

- Lira presta atenção à casa do Vergil fica nessa rua no número 20 nos vamos ter que correr, não se apavora, mas tem dois demônios no beco atrás de nós. Você vai correr e achar o Vergil eu cuido deles.

- Alex não faça isso eles vão te matar.

- Não se preocupe comigo eu vou te proteger. Eles começaram a andar mais rápido e quando Alex os ouviu correr ele gritou para Lira. - VAI CORRE. Os dois começaram uma fuga, mas Alex viu que seria impossível. Os demônios atrás deles eram cães do inferno eles estavam chegando muito perto então ele parou.

- Vá para casa do Vergil eu vou ganhar tempo. Ele jogou a mochila em um deles que ficou um pouco para trás e com as sacolas de Lira ele tentou bater no outro, mas foi um golpe inútil o cão mordeu as sacolas e as jogou para o lado com um sacudir de sua cabeça e pulou em cima dele, Alex segurou a fera pelo pescoço. 

- O que está esperando corra. Alex gritava perdendo a disputa e uma mão agarrou o pescoço da fera e a suspendeu e com a outra mão atravessou seu corpo e o jogo para o lado em seguida. Quando Alex se deu conta tinha sido salvo por Lira seu cabelo escondia sua face quando Alex se levantou o outro cão atacou. Lira deteve o ataque com as duas mãos na mandíbula do cão e com um movimento rasgou seu corpo até o peito e o jogou por cima do outro. Alex olhava espantado. 

- Lira o que é você?

Ela se virou seus olhos estavam vermelhos como rubis e as presas afiadas, ela foi à direção de Alex, mas duas pessoas surgiram das sombras. 

- Parece que ela matou nossos cães.

- Então ela merece morrer também, ou melhor, que tal matarmos o garoto ele parece ser o bichinho dela. Disse o outro apontando para Alex.

- Vocês não vão fazer nada apenas vão embora. Disse Lira com um olhar profundo e uma pressão que Alex acabou sentindo em seu corpo vindo da voz de Lira.

- Hahaha seus poderes não vão funcionar estamos sob o efeito do sangue do Mestre. Eles bateram um chicote no chão é mais cães surgiram como trevas e sombras.

- Então será da forma mais difícil. Então Lira levantou seu braço direito e surgiram vários morcegos no ar seus olhos brilhavam como os de Lira e suas asas também na parte de baixo ele eram muitos e formaram um turbilhão em volta os cães e dos domadores os cães não tiveram chance enquanto seus mestres lutavam com muita destreza se esquivando e chicoteando os morcegos. Quando Lira os dispersou o sangue dos cães cobria o chão sob os pés dos domadores. 

- Foi o suficiente ou eu terei que matar vocês também? Lira começou a mostrar um sorriso maligno.

- Você não pode contra nós dois. Um deles disse rindo.

- Tem razão, precisaria de no mínimo 50 de vocês para isso ser uma luta justa. Ela abriu a mão direita e os morcegos se juntaram em volta dela e formaram uma espada com a lâmina negra e no meio dela um núcleo que pulsava como se estivesse viva o cabo tinha uma empunhadura pouco maior que sua mão e o resguardo curvado protegendo sua mão com um rubi incrustado. – Qual dos dois quer morrer primeiro, prometo que serei gentil. Ela disse mordendo o lábio.

- Vadia insolente! Um deles gritou e chicoteou o chão e um touro começou a se levantar bufando investiu na direção de Lira. Com um sorriso ela apontou a mão esquerda na direção da fera e os morcegos o estraçalharam e quando o domador viu Lira havia sumido ele procurou por um segundo até sentir uma mão passar de seu ombro até sua nuca. Ele se virou para ver quem era, mas uma lâmina atravessou seu peito.

- Maldita. Ele disse com um gemido.

- Shhh! Eu vou gostar disso bem menos do que você. Ela sussurrou ao ouvido dele e aquilo o fez ficar paralisado então Lira segurou os cabelos dele e virou sua cabeça expondo o pescoço e cravou os dentes na carne do domador, o sangue escorreu e em menos de um minuto Lira já havia bebido uma quantidade letal do sangue dele. Ela o soltou e limpou um filete que escorreu de sua boca.

- Esse sangue misturado tem um gosto horrível e agora só resta você. Ela olhou na direção do outro domador que estava com dois frascos vazios na mão. Ele chicoteou o chão então surgiram três cães, mas esses eram maiores tinha. Quase 2 metros com a pelagem preta e cicatrizes que pareciam veias prestes a se romper. 

- O sangue de meu irmão não vai salvar você. Os morcegos surgiram novamente, mas quando atacaram o domador usou o chicote e eles se voltaram contra Lira. E no momento do ataque ela fechou os olhos.

- Meus servos não deveriam se voltar contra mim dessa forma. Ela levantou sua mão e uma onda sônica atingiu os morcegos que quebraram como cristais e se tornaram fumaça. –Eu devia castiga lós, mas vou torturar você no lugar deles.

O domador bateu o chicote em um dos cães - Ataquem. Disse ele com desespero. 

Os cães começaram um ataque feroz contra Lira o primeiro que veio correndo loucamente se aproximava e ela se posicionou para lutar. Com um passo para trás, um pé na frente do outro, as duas mãos para frente, a esquerda repousada sobre a direita que segurava a espada apontando para o inimigo e um semblante sereno o primeiro cão pulou em sua direção com um passo para o lado ela se esquivou abaixando a espada e levantando a outra mão sobre a cabeça quando o segundo atacou pelo chão ela levou a espada para junto da outra mão e saltou para o outro lado com um giro e caiu sob a perna direita e no ataque do terceiro ela continuou o giro como uma bailarina e com um chute na cabeça o arremessou próximo ao corpo do domador morto. 

- Isso não é algo que se vê todos os dias, um estilo de luta tão belo como uma dança. Dizia o domador com um pouco de fascínio. - Não te chamam de A Espadachim Dançarina por nada, é realmente sublime sua forma de lutar. 

O outro cão atacou com uma investida Lira o viu chegar se virou de costas e levou a perna direita até o pescoço da fera e levantou a perna acima de sua cabeça se apoiando na perna esquerda arqueando o corpo para o lado e com um movimento dos braços abertos ela girou e cortou o corpo do cão no ar o único que restou estava comendo os restos do domador morto e sofreu uma transformação. Suas garras aumentaram, ele criou músculos e ficou de pé sobre duas patas. Ele se tornou um lobisomem e depois de um uivo intenso ele recomeçou o ataque contra Lira. O ataque começou com uma investida que a criatura correu com as quatro patas e saltou mirando o pescoço de Lira que desviou com suavidade para o lado e depois um passo ao lado oposto dele. O lobisomem mal caiu e ficou em duas patas atacando com os braços. Sua velocidade estava maior e suas garras afiadas estavam se aproximando de Lira que se esquivava dele como se dançasse ao vento. Um ataque dele fez um pequeno arranhão que sangrou de leve e quebrou o prendedor de cabelo de Lira. Sua expressão serena mudou e ela colocou a mão no peito a altura do coração do lobisomem e o empurrou com força, a pressão do golpe o fez se ajoelhar e cuspir sangue. Lira passou um dedo no corte e sua atitude mudou. Ela começou a andar na direção do lobo com a espada apontando para baixo ele se levantou, uivou e começou um novo ataque com as garras para o alto ele desferiu um golpe cortando em diagonal na direção do corpo de Lira, ela desviou e abriu seu abdômen com a espada. A fera sentiu, mas não desistiu e mirando seu pescoço tentou decapita lá com o outro braço, mas ela parou sua espada a altura do golpe apoiando a em seu braço próximo do ombro. O golpe passou pela espada decepando o braço dele, e com um rugido semelhante a um grito de dor. O lobisomem deu uma abertura para Lira que cortou sua perna na coxa próxima do joelho o fazendo ajoelhar, ele tentou morder seu braço, mas ela segurou sua mandíbula colocou a espada em seu pescoço e o executou. 

- Pobre criatura. Ela olhava para o corpo do lobisomem morto. – Você tem mais algum truque ou já desistiu. Ela disse se virando para o domador. Ele imobilizou Alex e apontava a outra ponta do chicote com uma lâmina para seu pescoço.

- Se você se mexer o garoto morre. Lira podia ouvir o batimento dos dois acelerados.

- Alex, tudo vai ficar bem, então não se mova. Ela disse olhando profundamente nos olhos dele para ele. Os batimentos dele diminuíram e o domador começou a rir.

- Renda se você não tem como vencer sua espada não vai me alcançar a essa distancia. Ele viu a expressão calma de Lira se tornar um sorriso.

- E quem disse que isso é uma espada. O espanto tomou conta do olhar dele e com um movimento do braço de Lira a lâmina se dividiu e aumentou se transformando em um chicote que se enrolou no pescoço do domador.

- Agora o solte ou terá um destino muito pior.

- E qual garantia eu tenho de vida. Ele disse engasgando.

- Solte o e eu não te mato. Ele liberou Alex que correu para perto de Lira. O domador colocou a mão no pescoço. - Agora me solte, você disse que não me mataria.

- É... O sorriso surgiu em seus lábios. - Eu menti. Ela levantou a mão e fechou como se estivesse apertando algo, os movimentos do domador pareciam ter se restringido ela foi até ele devagar.

- Ajoelhe se! A voz de Lira parecia autoritária e o domador obedeceu.

- Me solte, por favor! A voz dele estava tremula o efeito do sangue parecia ter passado.

- Entenda que você me atacou eu não posso perdoar isso. Ela se aproximou dele. – E você ainda voltou meus morcegos contra mim. Ela levou a mão até o rosto dele e quando olhou em seus olhos o brilho vermelho dos olhos dela passou para os dele a expressão do rosto do domador mudou para uma de sofrimento ele parecia sentir muita dor e por fim começou a gritar Lira fez o sangue dele ferver em suas veias.

- Silêncio! Ela sussurrou para ele e o grito sessou o sangue começou a sair pelos olhos e boca e por fim quando ele estava prestes a perder a consciência ela virou o pulso e a espada se retraiu separando a cabeça do corpo.

 Lira levantou seu braço e o chicote novamente se tornou espada e sumiu como fumaça e ela foi até Alex 

- Obrigado por me salvar. Disse Alex.

- Você está bem?

- Sim estou bem, o Vergil já sabe?

- Não e ele não pode saber Alex. Lira mostrou um pouco de aflição. – E acho que você não vai contar se não souber.

- O que? E quando Alex olhou para Lira viu seus olhos vermelhos penetrando sua alma. – O que você está fazendo?

- Eu vou apagar o que você viu agora. Ela disse olhando nos seus olhos e ele começou a sentir o corpo enfraquecer pela influência de Lira e encostou o corpo em uma parede atrás dele suas pernas já não sustentavam seu corpo. – Ou talvez eu devesse... Ela se aproximou do pescoço de Alex.

- Não precisa ser assim. Ele disse quase desmaiando o corpo deslizando pela parede ate se sentar e Lira se ajoelhou ao seu lado com lágrimas nos olhos.

- Você tem razão eu sinto muito por isso, eu tenho vivido os últimos anos lutando contra tudo e todos e tenho dificuldade para confiar nos outros.

- Eu sei que não posso proteger ninguém, mas você pode confiar em mim. Alex limpou as lágrimas de Lira e a abraçou com o pouco de força que ainda tinha e ela devolveu o abraço.

- Talvez um dia eu tenha amigos assim. O vermelho nos olhos dela estavam sumindo e as presas já estavam recolhidas.

- Você já tem. Disse Alex que recobrou um pouco das forças e Lira o ajudou a se levantar. – Eu!

- Obrigado! Lira pegou as sacolas e a mochila de Alex e o entregou. - Já estamos perto da casa dele certo, vamos indo.

- Vamos! Disse Alex mostrando um sorrido enquanto pegava as sacolas da mão de Lira.


Notas Finais


Espero que tenham gostado esse foi o ultimo das repostagens o proximo já é novo.

abraços.


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