História A Nova Vida de Vergil - Capítulo 12


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Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Dante, Devil May Cry, Lira, Nero, Vergil
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Palavras 2.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


esse capitulo é um hentai com uma aproximação engraçada dos dois.

Capítulo 12 - A Noite.


Naquela parte da cidade o silencio caia junto com a noite e os únicos sons que se ouvia era o de estalar da madeira com o impacto dos golpes rápidos e precisos de Vergil que treinava no boneco de madeira ele estava totalmente recuperado do ferimento e com uma cicatriz quase invisível, estava usando o quimono preto com mangas curtas dobradas e uma faixa na mesma cor na cintura. Seu corpo estava suado e o cabelo molhado e caído como o de Dante. Enquanto ele golpeava o boneco ouviu a campainha tocar ele foi até o portão e colocou a espada na cintura e quando abriu se surpreendeu.

- Vergiee! Disse Lira pulando no pescoço de Vergil em um abraço e quando ela se deu conta.

- Ai você está todo suado! Ela o soltou e deu um passo para trás.

- Lira! Como você chegou aqui?

- E ai Vergil já está melhor?

- Oi Alex, já estou sim. Ele abriu o quimono e mostrou a Alex a cicatriz.

- Parece ter sido feio, mas vocês tem sorte de ter um fator de cura tão acelerado. E assim que terminou o comentário Lira olhou para ele e Vergil perguntou.

- Vocês? Ele pareceu curioso fechando o quimono.

- Sim os demônios como você e seu irmão. Disse Alex mostrando um fio de desespero, mas Vergil relevou.

- E você está dando conta do trabalho?

- Sim apesar de ser um pouco solitário sem você lá.

- Pra mim não pareceu já que sua namorada foi te visitar. Disse Lira que ainda olhava o suor em suas roupas.

- Namorada? Que namorada? Perguntou Vergil.

- Uma garota que foi até a biblioteca ver o Alex. Disse Lira.

- Ela não é minha namorada.

- Mas você gostaria que fosse. Disse Vergil.

- É bom já vou indo, até mais. Alex entregava as sacolas de Lira e viu que o arranhão na bochecha havia se curado.

- Alex, obrigada por tudo. Ela disse e ele se foi com uma expressão de surpresa.

Assim que Vergil fechou o portão ele tirou a faixa e a espada da cintura ele pegou uma garrafa de agua que estava na varanda tirou a tampa e jogou no rosto e no cabelo.

- Vem Lira.

Então os dois entraram e Vergil foi para o quarto e quando voltou estava apenas com uma toalha vermelha enrolada na cintura e uma azul na mão.

- Trouxe esta toalha para você, tire essa roupa e tome um banho eu vou lavar essas roupas e que mal lhe pergunte por que suas roupas estão cheia de pelos?

- Obrigada, eu brinquei com alguns cães no caminho e você fica bem de vermelho.

- Prefiro azul.

Lira foi para o quarto tirou a roupa e colocou a roupa intima na cama de Vergil, enrolou a toalha no busto e se encontrou novamente com Vergil na sala e entregou para ele suas roupas. Ela foi para o banheiro e ele levou as roupas até a máquina de lavar.

Quando voltou o chuveiro já estava ligado ele foi para o quarto guardar a espada e viu a roupa intima de Lira em sua cama.

- Azul! E saiu de seu quarto com um sorriso.

Enquanto Lira estava no banho Vergil estava na sala em sua poltrona lendo um livro quando ouviu um grito.

- Ahh! Vergil. Ele correu para o banheiro e abriu a porta.

- O que aconteceu. Lira estava segurando a toalha nos seios e se enrolando rapidamente.

- A agua ficou fria. Ela disse passando as mãos no cabelo e Vergil deu uma risada. – Não ria. Lira abriu a torneira da pia para jogar agua nele.

- Não faça isso. Ela jogou água, mas ele segurou seus braços. – Tá bom para, agora deixa arrumar o chuveiro. Vergil subiu no vaso e olhou os fios.

- Este chuveiro já está pelas ultimas não é a primeira vez que faz isso. Depois foi até a área de serviço e buscou uma pequena escada dobrável, um alicate e uma fita isolante. Quando voltou ao banheiro subiu na escada e com uma visão melhor ele cortou um pequeno pedaço dos fios, os desencapou, juntou os fios algumas faíscas saíram e quando ligou o chuveiro a luz da casa oscilou.

- Vai servir por enquanto.

Lira não confiava no reparo de Vergil e terminou o banho rapidamente. Assim que saiu com a toalha enrolada no busto e arrumando os cabelos molhados.

- Onde posso me vestir? Lira estava parada na porta do banheiro esperando resposta.

- No meu quarto suas sacolas estão lá.

- Tudo bem. E ela seguiu enrolando outra toalha no cabelo.

Lira foi ao quarto e Vergil para o banheiro. Ela pegava as roupas nas sacolas, mas nada lhe parecia confortável, eram roupas e vestidos que ela comprou para sair ou ir a festas. A luz oscilou novamente quando Vergil ligou o chuveiro e Lira resolveu olhar no guarda-roupa dele. Ela viu roupas que pareciam confortáveis, mas preferiu pedir permissão antes de pegar então foi até a porta do banheiro e o chamou.

- Vergil eu posso pegar algumas roupas suas para usar?

- Lira? Eu não ouvi direito o que você quer? Então ela repetiu aumentando a voz, mas ele continuou sem entender e disse.

- Abra a porta e repita eu estou com sabão nos olhos. Então ela abriu a porta e perguntou. Vergil disse que ela poderia escolher o que ela quisesse, mas antes de fechar a porta ela viu a cicatriz da luta, mas não pôde ver se estava totalmente fechada ela abriu a porta em silêncio e se aproximou. Ela viu a grande cicatriz que já estava fechada, quando se deu conta já estava de frente para ele é viu toda a definição do corpo dele enquanto a água caia ela mordeu os lábios e seus olhos ficaram vermelhos uma mão se aproximava do corpo dele e quando ela o tocou ele rapidamente tirou sabão dos olhos.

- Lira é você? O que você... Ela o empurrou contra a parede jogou a toalha no chão e o beijou com uma das mãos em seu rosto e a outra passando em seu braço e seu corpo junto ao dele com a água caindo sob eles e Lira foi descendo beijando até o pescoço e Vergil com a respiração que começava a ficar ofegante ele a segurou pela cintura com as duas mãos e numa virada colocou ela contra parede segurando seus braços no alto ela mostrava um sorriso com um desejo e muita excitação Vergil devolveu o mesmo sorriso começou a beijar ela. As mãos dele corriam por seu corpo molhado passando dos braços até o pescoço e pelos seios onde uma ficou apertando e acariciando e a outra descia mais pela barriga, cintura chegando aos quadris e as coxas que ele apertou e suspendeu até sua cintura e Lira o abraçou com suas pernas formando uma chave em sua cintura e acariciava suas costas uma mão arranhando de leve e a outra subiu pela nuca até seus cabelos e enquanto eles se acariciavam e beijavam as luzes continuaram a oscilar até que houve um estouro no padrão de energia e a água novamente começou a esfriar e em meio às caricias, beijos e abraços enquanto a agua caia em seus corpos, o chuveiro deu um estalo e a luz da casa se apagou.

- O que aconteceu? Perguntou Lira.

- Pode ser a chave de energia ou o fusível principal. Disse Vergil pegando a toalha e enrolando Lira. – Vamos sair daqui.

- Não. Ela sussurrou no ouvido dele apertando a chave de pernas e abraçando ele. – Vamos ficar mais. Aquilo pareceu atravessar todo seu sistema nervoso e bem por pouco ele quase aceitou, mas ele conseguiu sair e disse para Lira ir para o quarto e ele foi até a chave principal da casa.

Lira estava com a toalha e Vergil ainda continuava com o corpo molhado.

- Você ainda está todo molhado, venha aqui eu seco você. Ele se aproximou de Lira que com as pontas da toalha passava nos braços e no peito dele, as gotas do cabelo caiam no corpo de Lira que olhou a origem das gotas e seu olhar se encontrou com o de Vergil. Ele levou a mão até seu rosto e a beijou, ela lentamente soltou a toalha e o abraçou. Ele foi andando lentamente empurrando o corpo de Lira até o pé da cama seus lábios se separaram e ele a empurrou para a cama. Ela ficou deitada um dos braços estava na barriga com a mão passando pelos seios e a outra próxima do rosto mordendo o dedo indicador. Vergil subiu na cama e enquanto se aproximava de Lira a perna direita dela foi até seu ombro e o impediu de avançar mais e quando ele olhou para ela a perna esquerda de Lira já estava em suas costas e a mão dela foi ate sua cabeça segurando seu cabelo e ela disse.

- Me chupa. E colocou a cabeça dele entre suas pernas Vergil lambia e chupava seu clitóris e nas viradas de olhos de Lira seus olhos iam do vermelho ao preto até que ele parou lentamente subiu beijando o corpo dela pela barriga as mãos dele foram para os seios acariciando os mamilos e sua língua subiu até o pescoço ela sentiu um arrepio enquanto ele beijava o pescoço perto da orelha.

- Eu te quero tanto! Lira levou suas mãos até o rosto dele e olhando nos olhos ela disse.

- Então vem com tudo.

Vergil pegou os braços dela e segurou acima da cabeça beijando ela com excitação que transpirava de seus corpos. Suas mãos desciam de seus braços passaram pelos seios e parou na cintura ele suspendeu o corpo e foi até a barriga dela beijando agora descendo até chegar a sua vagina. Ele beijou de leve e chupou e com a língua ele estimulava o clitóris novamente, ele lambia enquanto passava as mãos em seu corpo. A respiração de Lira estava ofegante e ela sentia espasmos por conta do prazer Vergil começou a lamber mais rápido e mais forte os gemidos dela aumentaram uma de suas mãos passava pelos seios apertando e acariciando e a outra foi até o cabelo de Vergil seus olhos quase reviraram estavam mudando de cor e quando ela percebeu olhando no espelho do guarda-roupa ela forçou a cabeça de Vergil para que ele não visse. Ela fechou os olhos por um tempo e quando voltou ao normal ela puxou Vergil e o beijou.

- Eu quero você agora. Ela disse e sua mão desceu pelo corpo dele, ela agarrou o pênis dele e o direcionou a sua vagina que estava toda molhada. Ela se deitou e puxou o corpo dele para junto do seu e quando ele penetrou foi até o fundo e Lira o abraçou com força e segurou sua cabeça próxima do pescoço dela com um gemido de prazer e os olhos vermelhos ela gozou apertando o pênis dele enquanto sua vagina escorria o gozo. Após alguns espasmos os olhos dela voltaram ao normal e ela o beijou e ele se movimentava acariciando seu corpo as mãos desceram para as coxas e Lira o abraçou com as pernas mexendo no mesmo ritmo que as penetrações. Ele beijava o pescoço dela enquanto ela gemia e suas mãos acariciavam as costas dele. Quando as penetrações eram um pouco mais profundas as caricias se tornavam pequenos arranhões.

Lira forçou o corpo de Vergil para o lado e virou junto ficando por cima dele. Ela sentou em seu colo e com as mãos no peito dele subindo e descendo devagar e com algumas reboladas, Vergil passava as mãos pelo corpo dela começando pelas coxas até a bunda onde ele deu tapas com as duas mãos. Lira soltou um pequeno “ai” junto com um sorriso, às mãos dele continuaram a subir chegando aos seios onde ele os acariciava passando os dedos nos mamilos. Ele levantou o corpo para beija-la quando os lábios se aproximaram ela levou as duas mãos ao rosto dele e recuou um pouco, Vergil a olhava com uma expressão de excitação e a respiração começava a ofegar ela foi até seu ouvido e com pequenos gemidos ela dizia.

- Você quer me beijar? Os movimentos dela ficaram mais profundos enquanto ela passava os lábios em sua orelha. Vergil apenas fez sinal positivo com a cabeça Lira foi até os lábios dele passando carinhosamente os lábios nos dele e quando ele avançou, ela o empurrou e segurou os dois braços deitando seu corpo sobre o dele.

- Mas não vai! Eu estou no comando agora!

Ela levou os dois braços dele até a cabeceira da cama e puxou uma das amarras da cortina arrebentando a do trilho e usou para amarrar os braços dele e foi até seu ouvido.

- Você não vai se soltar. E ele sentiu o arrepio novamente.

- O que está fazendo? Ele perguntou tentando se soltar e não conseguiu romper o tecido fino das cortinas mesmo com sua força.

- Cala a boca! Ela disse amarrando o segundo nó. Lira aumentou o ritmo de seus movimentos. A respiração de Vergil aumentou, os gemidos de Lira foram aumentando também. Ela deitou sob o corpo dele e colocou as mãos em sua cabeça e beijou o pescoço enquanto a pele de Lira passava pelo corpo de Vergil e a excitação dele aumentava seus olhos começaram a virar ela o beijou e levantou novamente os olhos dele começaram a brilhar de dourado ele forçou e arrebentou a amarra e tentou abraçar ela e Lira o parou com uma mão e o empurrou para a cama novamente e o viu meio surpreso ela começou a rebolar mais devagar e com movimentos mais profundos e deitou em cima dele passando as mãos na cabeça dele.

- Vem cá! Ela levantou o corpo e o puxou e mudou a posição de suas pernas sentada em seu colo o abraçando com as pernas ela acariciava seu rosto com uma mão e a outra fechada segurando o cabelo dele os corpos se entrelaçavam com muita paixão Lira gemia e Vergil a abraçava com força ela sentiu que ia gozar novamente seus olhos ficaram vermelhos com a mão que segurava o cabelo de Vergil ela virou o rosto dele e o deitou em seu ombro e com um grito de prazer ela gozou novamente agora junto com Vergil. Eles ficaram na mesma posição por um tempo os olhos de lira voltaram ao normal e quando eles se olharam os de Vergil estavam saindo do dourado para o azul.

- Foi incrível! Ele disse com a respiração alterada. – Nunca conheci alguém como você. Ele continuou tirando uma mecha de cabelo que estava no rosto dela.

- Digo o mesmo. Ela disse passando a mão em seu rosto com suavidade até chegar aos lábios dele seguindo com um beijo. Eles se deitaram na cama e continuaram se acariciando por um tempo até que Lira olhou para os lados por um segundo e perguntou.

- Vamos continuar no escuro? Seguindo de uma risada.

- Amanhã eu concerto, por que algum problema? Ele perguntou olhando para ela.

- Não.

- Então vem cá. Ele a puxou para mais perto e ela colocou a perna em sua cintura. – Vamos continuar! Ele disse enquanto os olhos assumiam o brilho dourado pouco a pouco.

E naquela noite às escuras o silencio caiu na cidade, mas não na casa de Vergil.


Notas Finais


Espero que tenham gostado até a proxima.


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