História A Nova Vida de Vergil - Capítulo 14


Escrita por:

Postado
Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Nero, Personagens Originais, Trish, Vergil
Tags Dante, Devil May Cry, Lira, Nero, Vergil
Visualizações 10
Palavras 2.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


eu tinha postado e apaguei esse capitulo pois estava fora do padrão que procuro seguir agora esse está atualizado espero que gostem

Capítulo 14 - A Verdade


Quando ouviram aquele homem dizer que Lira era sua irmã foi um choque para todos. 

- Desculpem minha grosseria eu não me apresentei meu nome é Heitor atual governante do Meikai e filho de Mundus. Ele foi em direção a Lira e quando chegou próximo Vergil colocou a espada na frente dele. 

- Não me importa quem é você, mas eu garanto que se der mais um passo perdera sua perna. Mostrando uma expressão era fria e cruel e ele desembainhou uma parte da lâmina devagar e Lira colocou a mão no ombro dele para impedi lo. 

- Vergil eu posso explicar. Lira estava apreensiva, mas a postura de Vergil não mudou. 

 Dante se afastou e chamou os outros para não ficarem no caminho de Vergil mesmo parecendo tolice todos recuaram o olhar de Dante também estava diferente, mas ele tentou disfarçar com sua atitude fingindo não se importar. Assim que todos se afastaram Vergil perguntou a Lira. 

- Ele realmente é seu irmão? Ele não se virou para ver a resposta. 

- Sim. Ela respondeu com o olhar baixo. 

- Então não vou interferir em seus assuntos. Ele guardou a espada e recuou também para um pouco atrás das costas dela, mas longe dos outros. 

- Você devia ter contado a ele irmãzinha, mas vamos aos negócios o Meikai está passando por dificuldades desde que a governante por direito decidiu fugir, uma guerra pode estourar e isso trará a desgraça para nossa família e irá trazer problemas também ao mundo humano. Ele fez uma pequena pausa e continuou com um tom preocupado. - Eu preciso que volte comigo para que eles se acalmem. Heitor falou  para Lira, mas sem que os outros pudessem ouvir. 

- Eu não vou voltar. Ela disse com a mão fechada seguiu um tapa no rosto de Heitor – Como tem coragem de me pedir isso depois de você mandar vários ataques contra mim. – Vá embora e não me procure mais. 

Quando ela se virou de costas ele tentou puxar o cabelo dela, mas sua mão foi impedida por Vergil. 

- Eu deixei essa passar por que parece que é verdade que vocês são irmãos, porem se você tocar nela pode ter certeza que não perderá apenas a mão. Vergil soltou o braço dele. 

- Você não tem motivos para proteger ela você não a conhece você não sabe o que ela já fez ou do que ela é capaz. Aquelas palavras fizeram Lira recuar um passo e apertar as mãos enquanto a bainha de Yamato começava a brilhar. – Ela ...  

Antes de terminar ele foi envolvido pelo Judment Cut de Vergil. 

- Se você sair daqui agora o deixarei ir apenas com arranhões caso contrário espero que esteja preparado para a morte. Assim que o golpe se desfez as roupas de Heitor estavam com vários rasgos e os arranhões começaram a sangrar de leve. 

- Isso não me impressiona filho de Sparda, terá de fazer algo melhor que isso se deseja me ameaçar. As feridas de Heitor se curavam rápido e uma energia avermelhada como uma chama desintegrou as roupas rasgadas e criou roupas como novas. - Você não vai gostar de me ter como seu inimigo Vergil. 

Então ele voltou para o portal e quando Vergil deu as costas para ver como Lira estava uma chama com aquele brilho vermelho tomou o formato de um demônio alado veio do portal mirando suas costas, mas foi defendido pelos morcegos de Lira que formaram uma barreira dissipando as chamas lançadas por Heitor e o portal se fechou. 

Quando viu a face dela seus olhos vermelhos mostravam a verdade ele se aproximou mais dela Yamato se transformou em energia e sumiu no ar e ele a abraçou. Lira respirou fundo e ficou nos braços dele por um tempo. Vergil pediu que todos os deixassem a sós, pois ele queria conversar com ela. 

- Vamos esperar no estacionamento. Disse Dante dando as costas e passando a mão na cabeça. 

- Claro, mas não demorem ou ficaram sem carona. Disse Lady. 

- Vamos! Até mais para vocês dois. Disse Dante se despedindo. - E eu não acho que eles vão precisar de carona. 

Vergil e Lira foram para uma outra área mais alta do clube onde era possível ver o pôr do sol. 

Ele se apoiou em uma estrutura de madeira como um parapeito que sustentava um tempo feito de palha e Lira se sentou ao seu lado. Eles ficaram calados por um tempo até que o silencio foi quebrado 

- Eu não sei muito sobre você e disse que vou esperar até o dia em que quiser me contar se acha que ainda é muito cedo eu vou entender. Disse Vergil sorrindo. – E se esse é o caso acho melhor nos irmos andando para o estacionamento. Ele se levantou e Lira o segurou e puxou para um abraço e Vergil ficou com ela em seus braços até que ela falou. 

- Tudo o que ele disse é verdade, eu sou filha de Mundus. Então Vergil se afastou um pouco para olhar em seus olhos segurando suas mãos. – Eu não sabia o que fazer eu tentei me afastar de você, porque não queria você se ferisse nos ataques que ele manda, mas eu me senti segura ao seu lado algo em você me deu coragem e pela primeira vez eu poderia estar com alguém que ... 

Vergil viu seus olhos encher de lagrimas e a abraçou forte. 

- Não precisa dizer mais nada. Ela se encolheu em seus braços chorando. 

- Você pode me mostrar? 

- Por que? Ela disse empurrando ele para trás. - As pessoas que viram se afastaram de mim. Ela se levantou e cruzou os braços.  

- Será que você não entendeu. Seus olhos ficaram dourados e traços da sombra de seu poder começaram a surgir e desaparecer em torno de seu corpo ele pegou as duas mãos de Lira e as sombras cessaram restando apenas os olhos dourados. - Eu sou um filho de Sparda não sou como as pessoas que você conheceu eu abracei o meu lado sombrio e por muito tempo segui o caminho errado. Seu olhar se tornou cativante. - Me mostre, deixe me ver sua escuridão. 

Ela cedeu para os olhos dele e pouco a pouco os seus olhos se avermelharam até ficarem como rubis e suas presas crescerem.  

O olhar fascinado de Vergil em ver que ela era uma vampira. - Você é perfeita! Ela sorriu com o rosto ficando vermelho ele a beijou e os dois ficaram abraçados enquanto o brilho do sol sumia no horizonte dando lugar a noite. 

- Acho que os outros já foram, melhor irmos também temos que procurar alguma forma de chegar em casa. Ele fez uma pausa e pensou. - Eu posso voar, mas não consigo te levar até sua casa. 

- Eu até poderia nos levar se lembra quando lutou contra Adrian e por causa do ferimento você desmaiou? 

- Sim eu estava curioso para saber como cheguei na sua casa, mas decidi esperar você me dizer. 

- Eu posso nos levar para casa, mas estou muito fraca. Ela andou até o para peito e viu a lua começar a brilhar. - Eu tenho motivos para evitar de beber sangue humano e com a sede eu não consigo usar todo meu poder. Ela disse desviando o olhar tentando pensar em outra solução para poderem ir para casa. 

- Então isso não é um problema. Vergil disse desabotoando a parte superior da camisa e virando o pescoço. – Pode beber um pouco do meu se não for contra seus motivos. 

- Não posso fazer isso. Ela deu um passo para trás. Eu não quero te machucar. 

- Está tudo bem, você não vai me machucar. Seu olhar estava calmo enquanto falava. Sou mais poderoso do que você pensa e já tive batalhas que me causaram cicatrizes e isso é algo estranho para o meu fator de cura então eu aguento suas presas. 

- Tudo bem! Ela disse levando a mão no peito de Vergil empurrando ele para trás até que se sentou no parapeito ficando um pouco mais baixo que Lira. – Eu serei gentil. Ela disse passando a mão em seu rosto. 

Lira se aproximou e colou seu corpo com o de Vergil e ela levou os lábios próximo da orelha dele e sussurrou  

- Relaxa. A voz dela atravessou seu corpo e ele sentiu a tensão dos músculos diminuir, mas seus batimentos estavam aumentando. 

Vergil abraçou ela e quando olhou em seus olhos eles estavam tomados pelo brilho vermelho e penetraram a alma de dele. Era um olhar doce e profundo que sobrepujava sua vontade evitando que ele tentasse resistir mesmo por um reflexo físico. 

- Prometo ser rápida. Ela acariciou seu rosto passando o polegar em sua bochecha e ele deitou sua cabeça na mão de Lira – Eu posso fazer que você sinta como outra coisa? Um beijo talvez? Ela perguntou com o olhar mais triste. 

- Não. Ele sussurrou.  

- Então feche os olhos. Lira levou os lábios ao seu pescoço e com a outra mão ela passou uma mecha de seus longos cabelos para trás da orelha  e beijou o pescoço dele em seguida suas presas perfuraram a carne de Vergil que sentiu seu sangue ser sugado por Lira que sentiu pequenos espasmos do corpo dele que parecia resistir instintivamente até que ela levou a mão que estava no rosto dele a nuca e com um pequeno arranhão os espasmos cessaram. Mesmo demorando um pouco mais que o normal ela bebeu muito pouco sangue parecia estar apenas apreciando o sabor de cada gota. Assim que terminou a ferida se fechou em segundos e Lira sentia seu poder aumentar muito o sangue de um filho de Sparda era diferente de um humano ou de um demônio qualquer. 

- O que foi tudo isso. Disse Vergil depois de sentir parte do poder de Lira. 

- Vamos para a minha casa e eu te mostro. Ela estendeu a mão para ele. - Agora podemos ir a qualquer lugar.  

- E como vamos? Ele se aproximou dela e Lira levantou uma das mãos e vários morcegos surgiram e ela abraçou ele. 

- Apenas fique abraçado comigo. Os morcegos giraram em volta dos dois distorcendo o espaço em volta deles como se estivessem entre duas dimensões então eles voaram pelos céus em alta velocidade. Dentro do turbilhão era possível ver o céu e as estrelas e abaixo deles a cidade, mas quem via de longe era apenas uma nuvem de morcegos na noite. 

Rapidamente eles avistaram a casa de Lira mais à frente a nuvem de morcegos desceu e Vergil foi o primeiro a sair dela a poucos centímetros do chão a nuvem se desfez com Lira caindo em um abraço de Vergil. 

- Foi incrível! Ele disse para ela que o abraçou com mais força. 

- Vamos para dentro. Ela puxou o braço de Vergil. 

Os dois foram para o quarto e Lira entregou uma toalha para ele. 

- Tome um banho eu vou pedir algo para comer. Ele foi e enquanto Lira ouviu o barulho do chuveiro ela ligou para uma lanchonete de sanduiches que fez a entrega depois que ela já havia tomado banho também eles estavam comendo na cama quando Vergil terminou de comer disse. 

- Então, estou curioso sobre suas habilidades. Ele estava quase deitado se apoiado no cotovelo. 

- Eu herdei todas as minhas habilidades da minha mãe ela era uma vampira como eu, mas eu acabei ficando mais poderosa que ela. Lira se sentou e ficou de frente para Vergil. - Eu posso influenciar os outros pelo toque, voz ou olhar como eu fiz com você, mas houve um pouco de resistência do seu corpo então aquele arranhão na sua nuca foi como se eu cortasse os impulsos do seu sistema nervoso evitado os movimentos. 

- Realmente é incrível. Ele disse um pouco surpreso. 

- Mas não é totalmente eficiente em combate. Ela olhava para ele um pouco sem jeito. 

- Me mostra de novo? 

- Claro! Ela se aproximou dele com os olhos ficando avermelhados. - Deita que eu já sei como te mostrar. Vergil se deitou sem perceber que foi ordenado e Lira foi escalando em seu corpo devagar ficando por cima dele. 

- O que você vai fazer? Ele estava curioso, mas com um sorriso de malicia.  

- Você vai ver. Ela colocou as duas mãos no rosto de Vergil e olhando diretamente em seus olhos. - Você não vai conseguir se mexer vai ficar parado e indefeso enquanto eu bebo todo o seu sangue. Ele sentiu o poder da influência de Lira e seu corpo imóvel. 

- Lira para isso não tem graça. Ele forçou para se mover e não conseguiu até seus olhos ficarem dourados e com mais esforço ele virou e ficou por cima dela segurando seus braços. - O que pensa que está fazendo. Ele parecia cansado e ela ainda estava com os olhos vermelhos olhando para ele e cruzou as pernas em suas costas prendendo Vergil. 

- Me solta! Ele obedeceu e ela levou as mãos ao rosto dele com uma risada um pouco sádica. - Você está cansado não se esforce tudo vai acabar rápido. Ela puxou ele devagar até encostar os lábios em seu pescoço deu um leve toque e depois sussurrou ao seu ouvido. - Eu nunca faria isso sem sua permissão. E o abraçou ele ficou em silencio por um tempo deitado no corpo dela. 

- Você é muito poderosa. 

- Ainda estou com a força de seu sangue. Ela estava acariciando as costas dele. - Vergil. Ela chamou por ele que virou e olhou para ela. - Eu posso... ela parecia hesitante em continuar. 

- Pode sim. Ele disse virando o pescoço e Lira com os olhos vermelhos bebeu mais um pouco de seu sangue e continuou deitada com ele aos carinhos pela noite. 


Notas Finais


um grande abraço a todos


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...