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História A Novata - Capítulo 35


Escrita por:


Notas do Autor


Prometi que iria voltar e aqui estou :D
Boa leitura e boa noite, pessoal

Capítulo 35 - Pantheon


 

35.

 

Kim Namjoon:

16:27

 

Em menos de uma semana nós já tínhamos passeado por vários lugares, Misun e eu estávamos mortos com o guia que não parava um segundo no lugar. Tínhamos conhecido os mínimos detalhes de cada canto que conhecemos, até eu, que já conhecia uma boa parte, estava encantado com o que meus olhos não captaram da primeira vez.

Por hoje, o passeio tinha sido mais relaxante pois mudaríamos de região em breve, então para aproveitar a tarde livre, optamos ficar no hotel e, se precisar, dar caminhadas curtas pelos quarteirões.

Quando entrei no quarto observei a mulher dormindo de bruços na cama, a televisão estava ligada no volume baixo. Deixei um riso baixo escapar e fechei a porta, para não atrapalhar seu sono.

Coloquei a sacola de compras na mesa que tinha no local e andei até o local onde estava deitada. Tirei meus sapatos e sentei ao lado, com a ponta de meus dedos enrolei uma mecha de seu cabelo e soltei em seguida, olhei para o aparelho ligado para assistir a mesma.

— Eu dormi muito tempo? – escutei uma voz rouca atrás de mim e olhei para Misun, a mesma sorria com os olhos levemente fechados.

— Você estava cansada e eu acabei de chegar, não se preocupe. – deixei um selar em sua testa, me levantei e busquei as compras que fiz, tirando de lá algumas besteiras que eu sabia que a mais nova gostava.

— Nossa, você comprou certinho! – se sentou ao meu lado e pegou um pacote de bolachas recheadas para comer — Divide comigo.

Entre mordidas, conversas e risos começamos a nos beijar. Seus braços estavam em meus ombros enquanto nossas línguas sincronizavam os movimentos. Passei minha mão por sua bochecha no final do beijo, senti a mesma inclinar a cabeça e com isso passei meu indicador por seu lábio, chupando sua boca no final.

— Sabe, acho que temos coisas melhores para fazer. – deslizei minha mão por seu pescoço e escutei sua risada. Ela era encantadora e maravilhosa, e não me refiro apenas ao som.

— Eu concordo. – ficou apoiada em seus cotovelos e, com esse ato, passei a beijar seu pescoço. Me deliciava com o perfume que usava então decidi usar minha língua bem no local.

Com a mão tateei seu abdômen e desci para suas coxas, onde apertei forte o local. Subi meus beijos para seu rosto de novo, fazendo ambas coisas simultaneamente trilhei meus lábios até sua orelha, onde mordi seu lóbulo.

— Ainda bem que temos muito tempo, porquê você não vai sair daqui tão cedo. – sussurrei para a mulher e senti seu olhar sobre mim.

Me levantei novamente e segui até a minha mala, abri o zíper da mesma e da mesma peguei uma venda. Misun não sabia mas antes da viagem eu tinha passado em uma loja e gastado um dinheiro apenas para nos divertirmos junto, então, resolvi usar agora.

Estava atrás dela e logo passei a venda por seus olhos, a privando da visão. Observei-a suspirar por estar curiosa do que iria acontecer, passei a ponta dos meus dedos por seus braços e senti seus pelos eriçarem. Beijei sua nuca, escutei um riso e logo sua cabeça pendeu para trás.

— Sério que não vou poder ver nada? – se ajeitou na cama e eu sentei em sua frente, estava tão confortável quanto ela e por isso resolvi tirar minha blusa, trouxe suas mãos até meu peitoral para esperar sua reação.

Observei seus lábios se entreabrir, sem nenhum som emitido continuou apalpando meus músculos. Me aproximei para sentir mais do tato e logo suas mãos desceram para o meu abdômen que, particularmente, estava muito melhor de quando transamos pela primeira vez.

— Você dúvida, amor? Mas parece que está gostando, aproveita então. – levantei seu rosto e deixei outro selar em seus lábios.

— Não sabia que andava malhando tanto. – suas unhas pintadas de vermelho unharam meus braços durante sua fala.

Como nossas eram diferentes e ainda não morávamos juntos, era um pouco difícil estar sempre presente um do outro. Para ela, eu malhava apenas nos finais de semana, mas consegui arranjar um tempo extra para me reajustar.

— Queria fazer uma surpresa. – nós dois rimos pois sabíamos que não era verdade, mas no momento descontraído consegui arrancar o moletom que a mesma usava, revelando parte do seu corpo.

 Deitei-a na cama intenção de tirar toda sua roupa para lhe entregar todo o prazer que eu estava disposto a dar. Porém, resolvi deixar as coisas mais interessantes e fui atrás de um vibrador que estava muito bem escondido no mesmo lugar da venda.

— O que você vai fazer? – mexia as mãos constantemente, parecia estar preocupada com o fato do quarto estar tão silencioso.

— Apenas relaxe, eu sei que vai gostar. – com as mãos em sua calça jeans e a ajuda da elevação do quadril da mulher, retirei a peça que logo ficou esquecida ao nosso lado.

Observei melhor cada detalhe seu. Para mim, Misun alcançava mais do que o perfeito... Se eu pudesse falar que ela era uma entidade com toda a certeza eu confirmaria mesmo que isso trouxesse risos e negação. Eu sabia que a mesma estava se sentindo em uma posição desfavorável onde não conseguia adivinhar o que eu queria, mas eu a prometi que tudo que sentiria seria do bom e do melhor.

Sem aguentar mais eu inclinei meu corpo para frente e lambi o vale de seus seios, me deliciei no meio deles e chupei cada canto de sua pele. Observei o avermelhado tomar conta dos lugares onde minha boca havia passado. Um gemido escapou de seus lábios e quando a olhei estava com as bochechas coradas.

Sorri no mesmo momento em que subia minha boca para seu pescoço. Liguei o brinquedinho que quase não fazia barulho e pressionei em sua intimidade por cima de sua calcinha, vendo que não esperava por isso deixei mais alguns segundos até que abriu suas pernas e eu encaixei o mesmo para aproveitar melhor.

— Ah... – suas expressões eram tudo que eu precisava no momento. Mas, para não perder o foco da brincadeira resolvi afastar minha mão do seu corpo, ouvi seu resmungo e ri com isso, ela não precisava se preocupar pois estaria colado nela em instantes.

Toquei o tecido que cobria sua vagina retirei com calma de seu corpo para provocar impaciência em Misun. Antes de aproximar novamente o vibrador, passei o dedo por sua entrada com meu indicador para melá-lo com sua lubrificação natural. Olhei fixamente para a obra de arte que estava na minha frente, queria colocar minha boca em si mas ainda não era o momento certo.

— Você tem sorte que temos bastante tempo até a hora da janta, só vai sair dessa cama quando parar de sentir as pernas. – falei rente ao seu ouvido e sem a mulher perceber aproximei o aparelho, deixando-o em cima de seu clitóris, arqueou as costas com a surpresa mas logo relaxou. Vários gemidos escaparam de seus lábios.

Meus dedos já estavam molhados e isso só ajudou para penetrar sua entrada, sua vagina era extremamente convidativa com todas suas contrações e reboladas que dava com o quadril. Comecei movimentos de entrada e saída de seu corpo o que ocasionou em barulhos excitantes ecoando pelo quarto.

— Isso! – levantou a perna para sentir melhor o vibrador. Aproveitei e passei meu braço por sua coxa, trouxe seu corpo mais perto para colocar sua perna em cima do meu ombro.

— Está gostoso, hm? – um sorriso nasceu nos lábios de Misun, estranhei um pouco mas continuei pressionando seu botãozinho que estava inchado e avermelhado de tesão, até que escutei ela pigarrear.

— Achei que teria coisa melhor. – obviamente estava tentando me provocar então decidi entrar no seu jogo. Tirei tudo que estimulava ela, continuei sentado na cama até ver a mesma retirar sua venda.

— Cometeu um erro. – ri enquanto a mais nova me encarava. Coloquei meus braços por baixo de suas costas para puxá-la. Aproveitei para inverter os papéis e deixá-la sentada, repousei as costas na cabeceira da cama, a esperando – Vamos, quero que me chupe.

— Você não pode mandar em mim assim. – continuou me desafiando mas levava tudo isso como brincadeira da parte dela, retirei minha calça para ajudar na trajetória de estar ambos sem roupa.

— Posso e quero. Vamos, estou mandando. – seus olhos reviraram, acho que deixei alguém com raiva. Porém, de qualquer maneira ela se pôs entre minhas pernas, tirando minha cueca com algumas unhas cravadas em minha pele.

Quando meu pênis pulou diante seu rosto passou a palma da mão por toda a extensão, o rodeando com seus dedos começando um movimento bem lento. Suspirei baixo entre um sorriso que mostrava meus dentes, minhas pernas estavam espaçadas e meus olhos atentos no que viam, com o tempo sua destra habilidosa aumentou o vai e vem. Observei jogar suas madeixas para trás pois estavam caindo no seu rosto, o que atrapalhava o caminho que sua boca iria fazer.

Encostou os lábios em minha glande no formato de uma conchinha para pressionar a boca. Chupou com os lábios bem presos, passou a língua pela fenda logo depois pressionou na mesma, tal ato arrancou arrepios do meu corpo. Afastou os lábios encarando meus olhos, senti sua mão subir e parar no mesmo lugar de sua boca. Ela sabia que ali era meu ponto fraco então começou a descer e subir rapidamente.

Perdi minha visão por alguns segundos pois elevei olhar para o teto, escutei seu riso que se divertia ao me ver claramente abalado com suas carícias. Senti sua língua percorrer suas veias, quando voltei olhá-la estava com a canhota na base do meu pau, o segurando. Seu braço direito estava por baixo da minha coxa, o que me forçava a flexionar o joelho. Diante dessa posição, Misun lambeu minhas bolas e se afastou para retardar o que eu estava sentindo. Beijou minha virilha bem rente ao meu sexo.

Acabei gemendo alto com seu novo boquete surpresa, engolia mais da metade do meu membro e parecia se deliciar com aquilo. Suas bochechas estavam contraídas e seu maxilar trincado, com a cena não aguentei e coloquei minha mão em sua cabeça, segurei os fios insistentes de seu cabelo que teimavam em cair em seu rosto, terminando por empurrar sua nuca contra meu pênis. Engoliu tudo por alguns segundos, voltando para o topo e rodeando minha cabecinha. Parecia esperar a repetição do ato, então resolvi fazer o teste final.

— Hm, caralho! – mais uma vez empurrei sua cabeça e ela pareceu ter gostado disso, afinal pressionou toda sua boca em mim, a encarava sentindo vários espasmos em meu corpo. Misun sabia que eu iria gozar então voltou a atenção das mãos para meus testículos, fez uma massagem deliciosa e então não aguentei, agarrei seu cabelo puxando um pouco para trás. No mesmo instante que gozei também deitei a cabeça na cama, gemi rouco e baixo ao fim do orgasmo.

Limpou o canto da boca sentando entre as minhas pernas, me encarava com um sorriso e eu sabia que estava esperando o próximo passo. Então, já preparado para isso fiquei na mesma posição que ela, até que Misun riu.

— Qual o próximo passo? – peguei a venda que estava jogada na cama e mostrei para ela.

— Vamos experimentar algo novo? – ficou na dúvida do que eu iria fazer – Tenho certeza que vai gostar.

— De novo a venda? – com ajuda dela trocamos de posição, ficou na minha frente e com isso passei o tecido por seus punhos, prendendo-os.

— Não, amor. Isso vai servir para deixar as coisas mais interessantes. – empurrei de leve suas costas, assim, Misun ficou de quatro sem o apoio das mão na cama – Que bunda gostosa, hm? Caralho, você vai ficar toda vermelha.

Dei tapas em sua bunda até deixar a marca na sua pele, o som ecoado era música para meus ouvidos. Aproximei minha boca onde estava vermelha e mordi o local, ouvindo um suspiro dela. Desci meus lábios para chupar ambas intimidades, passei a língua em seu clitóris onde chupei por alguns segundos sentindo suas coxas melarem com tanta lubrificação. Em seguida, subi meu foco para seu ânus e lhe oferecendo um beijo grego.

— Namjoon! – falou envergonhada então resolvi subir os beijos por suas costas. Peguei um tubo que estava próximo de mim, era um lubrificante em gel e logo espalhei por sua segunda entrada. Dei mais alguns apertos em sua bunda e me posicionei entre suas pernas.

— Preparada? – escutei um “uhum”, não era a primeira vez que faríamos anal, começamos aos poucos para Misun se acostumar até chegar onde estávamos agora. Segurei meu pau pela base e penetrei ela calmamente para a mulher se acostumar, escutei um suspiro quando meti tudo com cuidado.

Fizemos movimentos leves, eu sentia ela ajudar nas investidas com as pernas. Batia sua bunda contra meu quadril, o que deixava tudo delicioso. Novamente agarrei seu cabelo em um formato de rabo de cavalo puxando para trás, fiz seu corpo curvar-se para frente, aproveitando disso, coloquei meu braço em volta de sua barriga. Peguei o vibrador e coloquei em seu ponto, senti suas pernas fraquejarem um pouco e se separarem.

— A-aah! – mexeu as mãos que estavam atrás de mim em resposta a mais um estímulo que ganhava, enquanto isso, rodeei com velocidade o aparelho em si pressionando em seguida, escutando os gemidos manhosos dela.

— Você é deliciosa, minha putinha. – nossa sensação era de embriaguez por prazer, mordi o lóbulo de sua orelha falando rouco e baixo ao pé de seu ouvido, observei-a sorrir então passei os lábios por seu pescoço, o que fez pender a cabeça para o lado oposto.

Me movimentei mais rápido quando senti a mulher me pressionar com suas paredes internas, então soube que nesse momento poderia aumentar a velocidade. Segurei sua cintura com uma mão para dar apoio a ela.

Nossos corpos estavam suados e próximo dos seus limites, as pressionadas que meu pau sentia eram alucinantes, dei algumas mordidas em seu ombro dando minhas últimas estocadas antes de gozar. Pressionei seu corpo contra o meu e deixei minha porra preencher sua bunda, ouvindo Misun gemer alto, tendo um orgasmo cltoriano porém ela teria mais surpresas. 

Desfiz o nó de seus punhos e a mesma sentou de frente para mim com o peito subindo e descendo um tanto rápido, encostou a cabeça na cabeceira da cama me encarando.

— Nós vamos tomar banho? – a surpreendi me pondo em cima de si, passei a ponta do meu nariz por sua pele, sentindo seu arrepio. Sem falar nada abocanhei seu mamilo ainda rijo, pressionei o bico contra seu corpo passando a língua em movimentos circulares – Hmm...

Enterrei dois dedos de uma vez dentro de si, sentindo no mesmo momento arranhões em minhas costas. Fiz movimentos rápidos ocasionando em sons molhados com a palma da minha mão completamente úmida, mordi com sutileza seu peito e puxei o mamilo entre os dentes, soltando em seguida.

— Gostosa da porra. – olhava para ela com o braço debaixo das suas costas, já meu outro estava fazendo força em sua vagina, sabia que logo gozaria novamente então não diminuiria a velocidade até deixar ela extasiada.

— Ah-ah! Awn...! – suas pernas espaçadas tremeram demonstrando seu orgasmo, não era difícil observar como seu corpo reagia nesse momento, continuei alguns segundos até diminuir a intensidade – Chega... Antes que eu morra.

— Você aguenta mais rounds. – rimos, deitamos na cama e nos encaramos durante alguns segundos. Deixei um selar em sua testa e fui retribuído com um abraço.

— Eu te amo! – recebi vários beijos em meu rosto o que me pegou de surpresa, olhei para ela com nossos narizes juntos beijando-a também.

— Acho que eu amo mais. – e assim entramos em uma discussão de quem amava mais durante alguns segundos.

 

 

Wook Misun:

13:42

 

Depois de um almoço maravilhoso e um tempo livre em Roma, andávamos em frente ao Pantheon. Tirava foto de cada detalhe que eu achava interessante enquanto Namjoon segurava nosso sorvete logo atrás de mim.

Minha cabeça ainda estava um pouco avoada depois da tarde que tivemos onde, foi simplesmente incrível e eu já pensava na próxima vez que poderíamos ter um tempo assim.

— Namjoon, o que acha de tirarmos foto lá...? – antes de apontar o local indicado, quando virei para ele não entendi de primeira o porquê do homem estar ajoelhado no chão. Algumas pessoas que passavam até observavam tal ato.

Tirou do seu bolso da calça uma caixinha vermelha aveludada, nesse momento minha ficha caiu e eu arregalei meus olhos sentindo meu coração bater mais rápido.

— Misun, você aceita casar comigo?   



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