História A Oferenda (JIKOOK) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Namjin, Vhope
Visualizações 191
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


"O QUE ELA FEZ"
sobre assobiar e chupar cana, eu fiz os dois ao mesmo tempo, então não me mata....
Eu espero muito que vocês TODAS(OS) gostem e se agradem com essa atualização, que aliás, foi drastica. Lembrem-se que eu não estou aqui para me agradar e sim vocês, então a opinião de voces é muito importante para mim.

BOA LEITURA...

Capítulo 1 - 1


 

Park Jae Chim caminhava pensando em seus planos futuros. Havia tomado uma decisão e não voltaria atrás.

Meses atrás, mas necessariamente, um ano atrás havia tido um relacionamento com um soldado. Um relacionamento cheio de ódio, rancor e decepções, que se refletiu em apenas uma imagem, Park Jimin. Uma criança inocente, que carregava consigo um peso doloroso e agora, seu destino estará nas mãos de uma mãe desiludida e cheia de rancor pelo passado.

Park Jimin era a criança mais bela já vista por todo o lugar, sua pele, seu tamanho, sua boca, suas bochechas tom de maçã, tudo em si era encantador. Não havia uma pessoa que falasse que aquela criança era amaldiçoada pelos pais. Ninguém o faria. A não ser sua própria mãe .

A mesma carregava consigo um peso tão grande quanto sua própria vida. Não queria ter tido aquela criança, não daquela maneira, ela o amava, mas, sempre que olhava nos olhos do filho lembrava da noite em que Kim Hyun a usou dentro daquela boate. Tudo isso era culpa dela, se ela não tivesse se deitado com aquele soldado nada disso estava acontecendo e a culpa não estaria lhe remoendo.

[...]

-Com licença, eu gostaria de tirar uma informação.
-Quem é você- perguntou o senhor. 
-Sou apenas uma camponesa- mentiu Jae Chim.- Ouvi dizer que o rei e a rainha estão procurando uma nova oferenda para um sacrifício. Isso é verdade?
-Oras como eu posso saber disso- respondeu o homem com arrogância e indiferença.- O que eu sei é que a rainha está procurando uma criança, um sangue puro, sem pecado algum, a mais bela é inocente criatura do mundo. Agora saia da minha barraca com essas vestes sujas, não vê que está espantando clientes- cuspiu as palavras para a ômega que usava uma fragrância horrivelmente fedida, para que ninguém a reconhecesse.
- OH... Me desculpe por isso, eu sinto muito.- pediu logo se retirando do lugar e indo para longe, longe das pessoas.

Tudo que Jae Chim queria era pensar, o que ela estava prestes a fazer era algo muito cruel visto pelas mães, mas também era a maior prova de amor aos deuses.

Não poderia pensar só por um lado, afinal de contas, sua vida já havia acabado a um ano atrás. Ela não entendia o amor que sentia pelo filho, pois ao mesmo momento que apreciava Jimin, ela o via como uma imagem amaldiçoada. Por deus, como ela poderia ser tão rude, como pudera pensar que o que ela mesma plantou e colheu foi culpa daquela criança.

"-Park Jimin-ssi, você ainda tem um aninho de vida, você vai crescer e quando isso acontecer você vai perdoar a mamãe. Você precisa entender que isso é o melhor, mesmo que custe a vida de um de nós, você precisa me perdoar."

 

No caminho para casa, Jae Chim só pensava no que lhe ocorrera a um ano atrás. Em seus braços, Jimin. Deus que o protegeria para que sua mãe não cometesse algum erro, por deus.

Caminhou por um tempo com o filho no caminho de casa, logo encontrando um lugar para se sentar. Parecia que a Ômega não queria levar o filho de volta para casa.

Ela sabia o quanto isso era errado , mas já havia decidido que entregaria o filho a oferenda.

"-sim, isso é o certo, não é?- disse a si mesma no intuído de esquecer o amor que ela sentia pelo filho.-Olha só criança, eu já te aguentei por um ano, você sabe que você é uma criança maldita?- cuspia a palavras ao filho, como se o mesmo fosse capaz de compreender tal absurdo. -Você é filho de uma prostituta mal paga, seu Appa....- riu.- Você não tem um, além do mais, se o crápula descobrir que eu engravidei dele, poderia te matar. Não que isso mudasse alguma coisa, mas eu prometo não te matar. Os deuses terão piedade de você, huh?- concluiu."

 

 

 

Com toda certeza, aquilo tinha sido a coisa mais horrível que Ji Su ouviu em toda sua vida enquanto observava aquela mulher, totalmente incrédula por tudo que ouviu. O que levaria uma mãe ter um coração tão frio como aquela moça, alias:

-Porque suas roupas estão tão desgastadas e com um cheiro horrível. - pensou, no intuito de se aproximar da mulher.- "será que eu devo..."- pensou incerta, acabando por ser impulsiva e ir até a moça.

Enquanto Ji Su se aproximava ela pode perceber os olhos de Jae Chim sobre si, mas, mesmo assim não se sentiu intimidada, afinal era uma alfa, isso só despertou mais ainda sua curiosidade se aproximando mais até chegar perto o suficiente da Ômega.

-Ei, eu não quero parecer invasiva, mas eu ouvi o que você dizia para esse bolinho de gente enrolada em você e. - disse se aproximando mais perto da ômega tentando enxergar o rosto do pequeno Park, mas logo falhando na missão ao inalar o cheiro de enxofre que a mesma possuía.- Ave Maria, que cheiro é esse.- perguntou- Você precisa de um banho.

- Por favor, se afaste. - a ômega respondeu, assustando a Alfa pela atitude. Você não vai querer que alguém te veja comigo. - se justificou, tratando de juntar jimin mais em seus braços e se levantando, porem, foi impedida pela Alfa, que segurou-a.

- Por favor, espere. - Ji Su pediu, e franziu o cenho ao aspirar o ar e perceber que aquele cheiro era conhecido, logo se lembrando claramente de quem era aquela mulher. Park Jae Chim!?


Notas Finais


Claro que eu não posso deixar de agradeçer as meninas que me deram um apoio durante a fic, vocês me acolheram super bem e abriram minha mente de alguma maneira, então, muito obrigado.


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