1. Spirit Fanfics >
  2. A Organização do Prazer - Imagine Akatsuki >
  3. Posso te ajudar? (VOLTEI KKKKK)

História A Organização do Prazer - Imagine Akatsuki - Capítulo 33


Escrita por: Akasuna_Cake e _Ink_dreams

Notas do Autor


VOLTEI COM OS HENTAIZAO

Demorei menos do que pensei que fosse demorar
Não posso garantir que vou postar capítulos com tanta frequência
Pode ser que eu demore a voltar completamente e as postagens podem ser lentas, como vocês tão acostumados.

Como prometido, hoje é dia da nossa deusa Konan

Capítulo 33 - Posso te ajudar? (VOLTEI KKKKK)


Fanfic / Fanfiction A Organização do Prazer - Imagine Akatsuki - Capítulo 33 - Posso te ajudar? (VOLTEI KKKKK)

•Há um mês•


Ultimamente tenho pesquisado inúmeras formas novas para a criação de medicamentos. A região onde estamos agora, é repleta de ervas medicinais e mais recursos que me chamaram atenção. Quase não saio do meu quarto pois estou sempre a ler e estudar, também criando vários tipos de antídotos e remédios feitos com recursos naturais que encontro nos arredores da base, mesmo sem necessidade. A qualquer momento posso precisar. Nunca se sabe quando alguém vai contrair alguma doença ou ser envenenado de repente. Eu e Karin estamos trabalhando no cargo de curandeiras por aqui, todos os dias com a função de tratar os ferimentos dos membros, então é importante deixar medicamentos guardados para qualquer situação. 

Hoje não foi diferente. Estava eu novamente com minhas pesquisas, sem sair do quarto. Algumas visitas foram feitas para ver se eu estava bem. Não é tão normal me ver afastada de todo mundo na organização. Hoje de manhã, acabei recebendo uma visita do Pain, apenas para certificar se eu estava normal. Essa eu confesso que não esperava. Faço tanta falta no meio deles assim? É difícil me ver longe de algum dos membros, sou grudada à cada um deles. Acho que nunca chegaram a se incomodar. Bem, só comecei a demonstrar todo esse afeto quando peguei uma boa intimidade. O único que chega a odiar, é Kakuzu, mas isso é esperado.

Claro, desço do quarto algumas vezes para vê-los, cumprir as missões, comer, mostrar que tô viva. Fico horas na companhia de todos e isso me traz uma sensação inexplicável de paz. Fiquei mais ou menos uma semana focando apenas nos estudos médicos e nas criações, depois acabei parando e deixando esses assuntos de lado. Acho que acabei exagerando um até demais nessas questões. 

Saí do quarto sem nem terminar de ler o livro que tirei da estante faz uns três minutos. Só joguei ele em cima da cama e fui andando em direção à sala para ver o que acontecia por lá. Ainda nos corredores do segundo andar, noto a presença de Konan saindo do escritório com algumas de folhas em mãos juntamente de vários pergaminhos. Desde que passamos a morar aqui, notamos diariamente os líderes indo para lá e para cá com pilhas de papéis e pergaminhos. Deixo a ideia de ir até a sala e me dirijo até Konan para oferecer ajuda com todos aqueles pergaminhos.

S/n: Konan-senpai, você têm trabalhado demais. Quer ajuda com os pergaminhos? 

Konan: Oh, agradeço a disposição, mas acho que dou conta, faço isso diariamente. O único problema são as escadas.

S/n: Eu insisto! São muitos, me deixa ajudar. 

Konan: Então tudo bem. São um pouco pesados, ok? 

Ela me entrega alguns dos pergaminhos, deixando uma metade daquela pilha para cada. Eram objetos pesados, como ela mencionou. Me pergunto o que há escrito neles. Aparentam ser pergaminhos como aquele que entregamos após o limite de tempo, há um mais ou menos ano atrás. Seu material é diferenciado, acredito que acabe atetando em seu peso. Há metal em sua composição. Após pegar os objetos, sigo Konan.

Chegando na sala, noto que estava vazia. Acabei estranhando de início. Os membros costumam ficar reunidos por aqui jogando conversa fora, discutindo e etc. É raro não ouvir o Hidan pregando, ou o Deidara gritando e surtando com qualquer coisa enquanto Danbi grita com ele, as vezes Kakuzu resmungando.. É estranho quando não ouço eles. Dá para notar quando a casa está vazia. 

Acompanho Konan até uma sala que aparentava ser um escritório secundário. Era o lugar mais arrumado e organizado da casa inteira. E bem vazio em questão de móveis, até. Bem, não tem muito o que colocar em um escritório pequeno. 

Deixamos os pergaminhos em uma estante que tinham também alguns livros. Após coloca-los em seu devido lugar, Konan senta-se em uma cadeira ao seu lado, enquanto eu me apoiei na mesa mesmo. Não pensei que carregar pergaminhos gastaria energia. Quem olha a cena, nem imagina que somos duas kunoichis pertencentes à Akatsuki. Pensando nisso, acabei soltando uma risada baixa.

Konan: O que foi?

S/n: Só acabei pensando aqui. Ficamos cansadas rápido por carregar esses pergaminhos e as folhas. Quem vê nem pensa que somos membras da organização mais perigosa do mundo ninja.

Konan então entra nas gargalhadas também. Não é muito comum ve-la rindo desta forma. Uma risada tão encantadora poucas vezes podendo ser apreciada. Eu parecia uma hiena doente em comparação à ela. A mesma então se lavanta com um pouco de lentidão, como se estivesse sentindo algo. Imediatamente me aproximo, na intenção de ajudar.

S/n: Aconteceu alguma coisa? Tá tudo bem?

Konan: Sim, só acordei com as costas doloridas. Carregar os pergaminhos pesados acabaram contribuindo. Não é nada além disso, não se preocupe.

S/n: Continuo insistindo em te ajudar. Podemos ir até a enfermaria improvisada, pode ter algo para aliviar. É logo aqui do lado mesmo.

Konan: Tudo bem. Mas não precisa se preocupar tanto, ok? 

S/n: Eu queria compensar por ficar muito tempo no meu quarto só lendo e pesquisando. 

Chegando na enfermaria, Konan senta-se sobre a mesa que deixei como um tipo de maca improvisada. Ainda vou arranjar algo melhor, pelo menos confortável quando possível. Estava olhando nas prateleiras e nos armários, à procura de pelo menos ingredientes para fazer um creme ou algo eficiente. Não é sempre que temos remédios já prontos. Encontro então um recipiente onde tinha um creme, como estava pensando. Lembro que fiz ele ainda ontem, para usar numa ocasião como esta. 

Sasuke estava presente comigo na hora que eu estava fazendo, e mencionou que seria um tanto inútil, já que teríamos preocupações maiores do que simples dores em lugares aleatórios. Sendo inútil ou não, minha teimosia é notável e eu só costumava dar ouvidos à ele na nossa infância. 

Me dirijo até Konan com o frasco em mãos e me sento atrás da maior, pedindo para que ela retire seu manto. Vê-la retirando a peça com seu jeito tão angelical era quase a mesma sensação de admirar uma paisagem incrível. Uma ação tão rápida que parecia durar horas.  Acordo da "hipnose", pegando uma pequena quantidade do creme e aplicando em suas costas. Ao terminar, fecho o recipiente, me levanto e deixo na prateleira. Me sento ao lado de Konan, deitando minha cabeça no ombro da maior. Sua companhia é tão confortável. Uma sensação de calma se faz presente sempre que estamos juntas dessa forma. Hoje minha prioridade é ver mais sorrisos em seu rosto. Estava prestes a fechar meus olhos, me aprofundando mais naquele momento tão calmo, até que ela me chama.

Konan: S/n, posso fazer uma pergunta?

S/n: É claro.

Konan: Você costuma se preocupar com todos aqui e é a única membra que se dispõe desta forma na intenção de realizar favores, quais quer que sejam, para os integrantes. Tem um propósito especial?

S/n: Bem, na verdade não. Eu simplesmente gosto demais de todo mundo aqui. Posso dizer que não demorou muito para eu me apegar à cada um dos integrantes, é difícil escolher um favorito. Sabe... As vezes fico feliz em saber que estou atuando bem por aqui, sendo uma boa integrante. Arrancar pelo menos um sorriso, de qualquer um, virou uma das minhas motivações com o tempo. Não imaginava que faria tanta falta enquanto estivesse trancada no quarto focada em todos aqueles estudos.

Konan: Você é a membra mais diferente que já recrutamos. Nunca pensei que teríamos tantas mudanças dentro da organização graças à sua personalidade. 

Ao terminar sua menção, Konan me abraça com toda a força que tem, chegando a derramar algumas lágrimas. Me pergunto se fiz algo de errado ou disse o que não devia. Retribuo seu abraço e enxugo as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. Ela consegue ser linda até mesmo quando chora. 

Konan: Não se preocupe, são lágrimas de felicidade. Você conseguiu trazer tantas mudanças que eu nunca imaginei que poderiam ser feitas.. Sua personalidade é única por aqui, e sua presença fez com que a organização não parecer morta, abrigando apenas o ódio. Você conseguiu tão rapidamente o respeito de todos, sem excessão.. Geralmente, o respeito vêm pela força, mas o seu vem de inúmeros motivos diferentes. Saiba que você é importante demais aqui. 

Dessa vez, quem estava prestes a chorar era eu. Suas afirmações me tocaram de verdade e eu não conseguia pensar em palavras para descrever o que sentia. Meu coração se aqueceu e eu estava com uma vontade indescritível de lhe dar outro abraço. Algumas lágrimas escorreram pelo meu rosto, e em questão de segundos, dou o abraço que desejava. Logo posso sentir seus braços envolverem meu corpo, retribuindo o ato. Me afasto rapidamente para enxugar minhas lágrimas, porém, Konan acaba fazendo isso por mim, utilizando apenas o seu polegar. 

Acabei me prendendo em seu incrível olhar, esquecendo de qualquer coisa à minha volta. Seu rosto se aproxima lentamente até seus lábios se encontrarem com os meus, depositando um beijo de sabor adocicado devido ao gloss de cereja que eu usava. Pensei que seria apenas um selo, até permitir que sua língua deslizasse pela minha e vice-versa. Um beijo calmo e envolvente se deu início. 

Coloco minhas mãos em seu rosto, acariciando-o com meu polegar, enquanto Konan deslizava delicadamente sua mão esquerda pelas minhas costas e com sua mão direita, pegava com cuidado em minha nuca. 

Os estalos daquele beijo ecoavam por todo o cômodo, ficando cada vez mais altos, conforme o beijo se intensificava. Suas mãos percorrem um caminho até meu rosto, segurando-o com delicadeza. 

A maior inicia uma trilha de beijos até chegar em meu pescoço. Sua respiração quente se chocava contra a minha pele, fazendo meu calor corporal aumentar. Logo, ela abre o zíper do meu macacão, até parar no meu "cinto", deixando apenas o centro dos meus seios expostos. A trilha de beijos desce mais um pouco até chegar no à eles. Ainda sem abrir meu sutiã, ela passa sua língua entre as duas partes pequenas e redondas, fazendo um arrepio subir pela minha coluna. 

Desabotoo então meu "cinto", permitindo que Konan terminasse de abrir meu macacão. Ao realizar o desejado ato, termino de retirar meus vestes, deixando apenas minhas roupas íntimas. A maior volta a me beijar enquanto abre meu sutiã e massageia meus pequenos seios de uma maneira satisfatória, sem forçar muito, trazendo uma boa sensação. 

Lentamente ela vai se deitando por cima de mim enquanto retira suas roupas. A mesa era desconfortável demais, até mesmo com todos aqueles cobertores velhos que dobrei coloquei para tentar fazer uma espécie de colchão improvisado. Eu diria que parece uma pedra achatada com uns panos. Mas naquele momento, eu nem me incomodava com esse detalhe. 

Ela então começa a depositar beijos na superfície do meu pescoço, enquanto massageava e brincava com meus mamilos, deixando a sensação de antes ainda melhor. Konan leva meus braços até acima da minha cabeça, segurando meus pulsos de um modo que não chegasse a machucar. Sua mão livre desce até minha parte mais sensível, invadindo o espaço coberto pelo tecido escuro da minha calcinha. Então ela começa a acaricia-la com seus dedos de um jeito provocativo, cuidadoso e ótimo. Não demorou nada para que meus suspiros fossem ouvidos. 

Quando menos espero, Konan pega um objeto que guardo na bolsa-ninja, que adicionei recentemente ao meu "cinto". Lembro do dia em que " peguei emprestado" do Tobi quando ele me levou para aquele lugar estranho. Acabei esquecendo de devolver. 

Ela me beija outra vez, passando o objeto em sua mão por toda a minha religião sensível, focando em principal, no meu clitóris. Não demorou para que ela utilizasse o objeto para me penetrar. Acabei dando uma mordida de leve em seus lábios inferiores quando senti aquela ardência. Movimentos lentos e generosos, que deixaram meu corpo aquecido em questão de segundos. Eu gostaria de acariciar seu rosto e seus cabelos, mas ela segurava meus pulsos acima da minha cabeça. 

Ela deixa meus lábios e desce até a região dos meus seios, onde começa a saborea-los. O modo que Konan brincava com meus mamilos era ótimo, satisfatório e a sensação de ambos os atos do momento se misturava, favorecendo um prazer imenso. Meus gemidos baixos ecoavam por todo o cômodo, que aos poucos, deixou sua claridade com o cair do final de tarde. 

A maior acelera moderadamente os movimentos com o objeto e solta meus pulsos. Passo minhas mãos pelo seu rosto e seus fios em tons lilás/azulados, dando início à mais um beijo prolongado. O objeto é retirado do meu interior e trocado pelos delicados toques da maior por toda a minha região íntima. Ela cuidava principalmente do meu clitóris, me fazendo gozar em poucos minutos. Ao notar, Konan sai de cima de mim, dando um tempo para que eu recuperasse meu fôlego. 

S/n: Não imaginava que aquela conversa poderia se tornar isso. Hehehe, fazia um tempo que não tínhamos um momento desses.

Konan: Eu me deixei levar. Isso me lembrou de quando chegamos atrasadas aquele dia.

S/n: Nós passamos dos limites, não?

Entramos nas gargalhadas assim como mais cedo, relembrando de mais alguns acontecimentos enquanto vestíamos nossas roupas de novo. Ainda precisava devolver o troço que roubei. Isso é segunda opção, posso resolver outra hora. Deixamos a enfermaria e seguimos até a sala. 

As palavras de antes, eu não iria tira-las da minha mente e coração.. Deixei um sorriso escapar ao relembrar de todas as palavras e do imprevisto minutos depois. Decidi que ficaria o resto da noite com todo mundo e colocar a conversa em dia. Todos aqueles estudos me impediram de viver aqui. Talvez eu deixe eles de lado só um pouquinho...

Nem retomando a fanfic, vem a vontade de escrever um final que presta. Enfim, eu. 


Notas Finais


FOI ISSO HEHEHE
Eu espero que tenham gostado dessa volta improvisada.
Caso não tenha ficado tão bom quanto esperado, a culpa é do bloqueio criativo.
Bate nele'-'


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...