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História A Origem do Nosso Amor - Jelsa - Capítulo 12


Escrita por:


Capítulo 12 - "(Não) Era Amor"


Elsa Snow


Não deu certo.... Enquanto estavam ocupados tentando salvar a minha vida e a do Jack, os ovos tentaram se esconder sozinhos... E o breu quebrou todos eles.

Eu estava sentada em cima do galho de uma árvore brincando com 3 flocos de neve, enquanto os perdidos e os guardiões estavam discutindo de quem é a culpa.

— Se a Elsa não tivesse caído no lago...!!! - Começou a Fada.

— Foi culpa sua, Jamie, Sophie e Mérida estarem na Ilha De Páscoa!!!! - Anna apontou pro North.

— Não era minha intenção!! - Gritou o bom velhinho.

— Se não tivessem atrasado a gente...!!! - Tentou o Coelhão.

— Não se esqueçam que foi pra salva a vida do Jack também!!! - Gritou Honeymaren.

— Ah, o garoto que você torturou de propósito? - Provocou Fada.

— Ah, aquele que você tá apaixonada, mas se recusa a acreditar?!!! - Fada se calou. — Não pensa que eu não vi vocês se beijando!! Você viu o quanto arde um beijo que está fora dos Marcantes, porquê diabos beijou ele mesmo assim?!!!

— V-você e o Jack se b-b-beijaram? - Travou o Coelhão.

— Olho por olho, dente por dente. - Respondeu a Fada com orgulho na voz.

— Desgraçada!!! - Kristoff pulou em cima da fada.

— CHEGA!!!!!!! - Jack bateu o cajado no chão fazendo todos se afastarem.

— Isso não é brinquedo. - Alertou Honeymaren.

— Não perguntei! - Jack disse com ódio nos olhos.

— Agora pronto, você é um idiota. Beijou a Fada mesmo sabendo o que aconteceria com a Elsa. - Maren disse com desprezo.

— Não por escolha. - Ele disse entre dentes.

— Então nunca quis me beijar? - Fada perguntou mas antes que Jack respondesse, ao ouvir as palavras de Tooth minhas costas arderam e eu cai de lado, mas não senti o chão, muito pelo contrário eu cai entre braços.

— Você tá bem? - Eu olhei para cima e vi um garoto de 12 anos me segurando. Esse garoto tinha o cabelos e os olhos castanhos, suas roupas eram velhas e sujas, pisquei os olhos e vi o Jack me segurando ainda assustado. — Elsa, você tá bem? - Sua respiração estava acelerada e seus olhos cheios de culpa.

— Estou. - Sai de seu colo. — Eu só.... Arg! - Quase cai, mas Jack me segurou. Me levantei espirrando outra vez jogando gelo no chão.

— Elsa... - Murmurou a Anna, ela correu na minha direção checando minha temperatura. — Não... Não!! Kristoff, Astrid, José me ajuda!! - Ela se virou gritando. Meu amigos vieram em minha direção me levantando.

— O que tá acontecendo com ela??? - Jack tentou chegar perto de mim, mas algo, alguém o impediu. No momento em que ele chegou perto foi recebido com um tapa na cara.

— A CULPA É SUA!!! - Anna tentou pular em cima dele mas Kristoff a segurou e Tooth entrou na frente de Jack.

— Culpa dele porquê? - Tooth retrucou.

— O beijo que vocês deram foi diferente do que o da Honey. - Kristoff explicou colocando minha irmã no chão.

— Como assim? - Coelhão perguntou se aproximando.

— O Beijo da Honey, foi pra salvar a vida da Elsa. E o segundo teve carinho, mas só da parte da Honey, a Elsa não sente mais nenhum carinho pela Maren, portanto não foi forte o suficiente pra te machucar... mas... - Rapunzel tentou explicar.

— Mas quando você beijou a senhorita dentes, teve carinho, da parte dela amorosa e da sua carinhosa!! - Anna se desfez dos braços do Kristoff. — Então ela se feriu feio, e isso não tem solução. A única solução seria... - Anna o olhou com raiva.

— Qual? - Perguntou Jack.

— Anna...não. - Astrid a repreendeu.

— Tem duas soluções, na verdade. - Kristoff explicou.

— E uma delas, é a sua morte. - Anna disse puxando uma espada.

— Não! - Jack gritou. — Vai mata-la também.

Anna se aproximou de mim e sussurrou "Desculpa", Anna cortou meu pulso e passou meu sangue no cabo da espada.

— ANNA NÃO!!! - Gritou Astrid

— ALGUÉM IMPESSA ELA!!!! - José correu até a Anna.

No momento que a Anna levantou a espada na direção do Jack, o mesmo foi sendo puxado até perto de mim pelo seu cajado. Ele caiu em cima de mim, eu conseguia sentir seu hálito perto da minha boca.

— Sai de cima del... - Rapunzel ia gritar mas foi interrompida.

— DA PRA CALAR A MERDA DA BOCA?!?! - Jack gritou me segurando no chão. Ele passou a mão nas minhas costas e depois pelas minhas pernas fazendo força para me levantar do chão. — Ela continua sendo minha protegida, e até que essa marca sumir eu dito o que a gente faz! - Todos ficaram em silêncio. — O que eu posso fazer?

— Beije ela. - Anna disse fria.

— Não. - Tooth disse.

— O Beijo não vai restaurar a marca. - Rapunzel disse mais calma. — Precisamos ir a ahtohallan.

— Mas é claro! - Gritou Honeymaren. — Como eu não pensei nisso antes?

— Desculpe, mas o que é Ahtohallan? - Perguntou Flynn.

— "Siga sua intuição... - Me levantei começando a cantar. — Pra não perder... A direção..." - Fechei os olhos me lembrando da primeira vez que ouvi essa música, da sensação de paz que ela tinha me trazido.

Eu estava lá. Jogada em cima de uma cama. Nua e olhando para o teto. Apenas existindo. Nada cobria meu corpo e meus cabelos estavam espalhados pela cama macia a no qual eu estava deitada. Me sentindo um lixo. E apesar de tudo. Ainda consigo ama-lo. Como é possível? Ele acabou de abusar de você sua idiota!! Como pode ser tão boba.

Ah - Ah - Ah - Aah ahh

Virei a cabeça devagar olhando para a janela de vidro que ia até o chão. Nela podia-se ver a as estrelas e a lua. "Filha da puta. Desgraçado!!! FILHA DA PUTA!! VOCÊ SABIA!!! ME MANDOU PRA CÁ E SABIA" pensei comigo mesma. "Será que eu fiz algo de errado pro Breu? Será minha culpa?" Lágrimas escorregam pelo meus rosto enquanto pensava sobre o que houve nesse quarto a alguns minutos atrás. Finalmente me virei na cama em posição fetal deixando as lágrimas caírem pelo meu rosto.

Há memórias...

Me levantei ouvindo essa voz... quem era?

No lugar...

Era... era um homem... mas...

Onde o vento... encontrar o mar

— "Durma logo e verá... - Cantei junto com a voz. — O Rio te leva a se encontrar..."

Eu já ouvi essa música antes. Mas quando? Como?

Há memórias

No lugar

Onde a mãe sempre vai lembrar

Lembre disso ao me chamar...

E ao se perder...

— Vai se encontrar.... - Abri os olhos vendo todos me encararem com dó. — Indo em direção a Ahtohallan, passando pela floresta mágica de Northralda, dizem que tem uma água de cura. - Expliquei em pé. — Vocês vão recuperar seus poderes, eu a minha força e com sorte nos livramos dessa marca. Serão dois coelhos com uma caixiadada só.

— Se chegarmos a Ahtohallan... - Honey começou.

— Poderemos fazer perguntas a ele e assim achar uma solução para o Breu. - Terminei a frase.

— Como assim, perguntas? - Coelhão perguntou se aproximando.

— Dizem que Ahtohallan é um rio mágico que tem as respostas pra tudo. - Eu disse plena.

— Se realmente acredita porque nunca procurou respostas do seu passado?

— Ahtohallan só lhe concede uma resposta, sem dizer, da última vez que estive lá foi a pelo menos 89 anos atrás e eu ainda estava aprendendo como usar os poderes. - Eu disse me aproximando do canguru. — Eu nem passei de Northralda, ela está sobre a proteção de 3 elementos da natureza. E pelo que soube, Ahtohallan fica depois do Mar-sombrio que por acaso é guardado por Nokk o elemento água.

— N-Nokk? - Tooth demonstrou medo.

— Ser místico da água. - North começou. — Responsável por destruir navios inteiros.

— Pois é. Agora que tenho ajuda, posso passar por lá com as mãos nas costas. - Eu disse cambaleando pra trás.

— Tô vendo. - Jack brincou me segurando pela cintura. — Como vamos pra lá?

— Pelo chão e de carro. - Elsa falou.

— E como vamos de carro? Vão nos estranhar. - North disse preocupado.

— A gente não vai dirigir. - Eu expliquei com a mão sobre minha barriga. Me aproximei do que antes era o INCRÍVEL-TRENÓ-DO-BOM-VELHINHO checando se algo nele ainda era útil, sem magia esse treno era inútil. — Kristoff, pode ver se ainda da pra usar isso? Se não teremos que ir em segunda opção mesmo.

Kristoff se aproximou checando o trenó. Eu me ajoelhei no chão fazendo as particulas de água subirem. Estátuas de gelo foram se formando a equipe de pesadelos do Breu destrindo todos os ovos. Breu estava parado admirando o caos no meio de tudo isso. Você vai pagar. Confie nas minhas palavras Breu.


[...]


— Ah não! - Vi o Hiccup falar se afastando de mim com as mãos para o alto como sinal de rendição, logo apos eu pedir o favor.

Soluço tinha 16 anos, namorado da Merida. Se ele tem 16 anos por que consegue te ver? Hiccup e Merida não sabem, mas pertecem a reencarnação Dunbroch. - Ou duplicata Haddock

Os Dunbroch era uma família real que tinha familiaridade com magia. Os Haddock e Dunbroch eram reinos inimigos, mas Merida e Soluco de alguma forma se conheceram e se apaixonaram. Tentaram furgir juntos mas suas familias tentaram caça-los, se vendo em uma situação dificil Merida fez uma poção a no qual daria vida eterna a eles. Eles reencarnariam e não importa onde estajam sempre vão se encontrar. A cada 2 gerações, eles reecarnam em alguém da familia. Eu senti quando Hiccup nasceu.

— Hicc, isso se trata dos sonhos e esperança de todo o mundo. Só nos leve até a cidade de Arendelle. - Eu pedi me aproximando.

Hicc juntou dinheiro trabalhando pra comprar uma caminhonete e o pai rachou um pouco pra ele comprar uma maior. Apesar das descendência passadas, eles trabalhavam como lenhadores hoje em dia, virou uma certa tradição. Caberia de boa eu e o meu pessoal, talvez ate o Sandy e a Fada la dentro, mas não tinha espaço pra todo mundo, por isso Kristoff estava alugando algumas renas mais o Sven.

— Tá. Mas eu vou cobrar o favor. - Ele avisou entrando na caminhonete.

— É claro que vai. - Eu sorri agradecida.

Horas depois estavamos no meio do caminho para Arendelle. Hiccup nos deixaria la e pra frente a gente se virava. Isso levaria uns 3 dias de Viagem, mas estamos levando uma criança praticamente então temos que de vez em quando parar. Pra não chamar muita atenção fomos pelas estradas mais fechadas e que não passava quase que ninguem. Para dar mais espaço e para ficar de guarda, trouxemos somente Anna, Kristoff, o Jose e a Rapunzel dos meus perdidos.

Nos acompanhando Kristoff ia na frente com o seu treno, chegamos a conclusão de que o treno do North chamaria muita atenção. Coelhão, Fada, North, Anna, Kristoff e Sandy estavam no treno. Quando a noite caiu, eu revesei com o Hiccup pro volante enquanto ele dormia com a Rap la trás. Anna abriu mão do seu lugar na caminhonete pro Hicc durmir tranquilo. Jack estava no banco passageiro e eu estava no volante. A neve começou a cair e a noite deixou a estrada sombria. Olhie pelo retrovisor vendo a Rap babando enquanto dormia, ri com a cena e voltei os olhos para a estrada.

— Faz isso a muito tempo? - Jack perguntou no banco passageiro. Olhei de relance pra ele,que entendeu a pergunta. — Dirigir, dirigi a muito tempo? - Jack perguntou novamente, eu podia sentir seus olhos em cima de mim.

— Foi o Hicc que ensinou. - Expliquei fria.

Eu não sei bem o porque... mas estava com riava dele. Talvez fosse o fato de que ele tenha se pegado com a fada mesmo sabendo dos riscos, ou o fato de que eu não consigo ficar com raiva dele, não importa o quanto eu queira.

Jack estava sem seu moletom, ele deu para o Hicc que estava com frio. Jack usava uma camisa branca fina de manga e uma calça jeans escura. Jack tinha a aparência de um homem de 25 anos. Seus ombros eram largos e seus braços grandes e fortes. Se não estivesse tão frio eu diria que o calor estava me matando. O fato de que a Marca ansiava pelo toque dele não ajudava em nada.

— Luta a quanto tempo? - Perguntei com os olhos na estrada.

— North começou a incentivar quando comecei a envelhecer. Isso faz uns 7 anos. - Ele tinha o olhar na estrada. — Não é muito para pessoas imortais que nem nós.

— Não mesmo. - Eu confirmei sem olhar para ele. Me recusava a cair naqueles olhos azuis, eu sabia que se me virasse eu não resistiria.

Ele parecia levemente agitado, levemente incomodado, sempre se mexendo na cadeira como se não estivesse confortável. Ele começou com isso quando se sentou do meu lado no banco passageiro e alguns minutos depois se levantou um pouco para puxar a camisa para baixo e assim a camisa permaneceu.

— O que houve? - Resolvi perguntar.

— Como assim? - Seu olhos estavam na estrada, seu cotovelo na porta do carro e sua mão na sua boca.

— Esta se remexendo na cadeira a horas. O que houve? - Eu perguntei novamente esperando uma resposta.

— Seus seios. - Quase engasguei com minha baba depois de seu resposta. Eu não esperava uma resposta dessas, ainda mais dessa maneira. — Seu camisa fica justa em você e seus seios estão em perfeita vista, principalmente da minha posição. - Ele confessou fazendo meu sangue subir para meu rosto. — Ainda mais que seus mamilos estão proeminentes. - Meu rosto com certeza ficou vermelho e um formigamente me veio entre as pernas.

— Por isso relaxou a camisa? - Otimo! A mina ainda quer piorar a situação. Ouvi uma risada irônica dele, seus olhos continuavam na estrada e seus dedos roçando seus labios.

— Relaxei a camisa porque minha barraca esta aberta e eu não queria que me visse nessa situacao.

Meu coração disparou, Marca na minha costa começou a queimar e o pulso do Jack estava brilhando levemente.

Vi Krostoff parar na nossa frente um pouco perto de uma loje de conveniência, estacionei o carro no outro lado da estrada e saindo de dentro dele logo em seguida.

— O que houve?

— To muito cansado Elsa. É melhor passarmos a noite aqui, podemos dividir os quartos. - Ele apontou para a loja de conveniência que tinha o predio de dois andares com uma placa gigante do lado. Hotel Sandiego.

— Eu durmo na caminhonete. Leva o Hicc pra dentro e passem a noite la. - A ordem foi dada, o recepcionista não fez pergunta pela quantidades de camas que pediram, o que foi ótimo.

Eu estava em cima do capo do carro olhando as estrelas. Pela falta de luz eu podia velas sem muito problema.

— Sabe que ele nunca vai te amar ne? - Honey apareceu do meu lado.

— Quem? - Perguntei me sentando. Honey estava na estrada com os braços cruzados.

— Jack. Ele ama a fada. Nunca vai te amar, não importa o quanto sua marca doa.

— Não é amor Honey. - Eu disse olhando oara meus pés.

— Disse a mesma coisa anos atrás. - Meu olhos se levantaram e eu paralisei. Eu desci de cima da carro fazendo uma faca de gelo com as minhas mãos.

— Deixa eu te explicar, eu não quero ficar perto de você, eu te odeio. Eu me recuso a me apaixonar outra vez. Isso não vai acontecer de novo, entedeu? - Ameacei com a faca ela assentiu e deu meia volta.

Meu olhos se levantaram para a cafeteria do Hotel onde Jack estava sentado com a Tooth ao lado. Eles se merecessem. Pensei neutra.

Eu te amo... Eu te amo

Olhei pra cima me lembrando essa palavras...

— Não... não amava...

[Elsa]

Tentei te avisar tantas vezes

Que você não valoriza o que tem

Agora você tá na bad

E ela tá bem

Ela tá bem

-O mundo a volta da Elsa parou-

Então não vem com essas flores baratas

E essas palavras, é tarde demais

-Se aproxima do vidro da cafeteria-

Agora você tá em guerra sozinho

E ela na paz

E falo mais

-Da meia volta-

Não era amor

Não era amor

Não sei o que era

Mas seja o que for

Não era amor

Não era amor

No no no, no no

Não era amor

Não era amor

Não sei o que era

Mas seja o que for

Não era amor

No no no

No no no, no no

Então se tiver doendo

Você vai aguentar

Mão na consciência precisando pensar

E vê se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração

Então se tiver doendo

Você vai aguentar

Mão na consciência precisando pensar

E vê se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração

-As lembranças vieram a sua volta-

Tanta volta que já deu a vida

~Elsa recebe um tapa do Breu~

Sem responsabilidade afetiva

Antes que me pergunte

-Para no meio do patio-

Meus Deus, o que eu fiz?

Pare e dá uma olhada

Pro teu próprio nariz e me diz

Pior que o Pinóquio

Tinha o mundo na mão

Mas não via o óbvio

E é osso

E do topo da terra

Pro fundo do poço

Espero que sirva de escola

Como é joguinho

Quando não se tem bola

-Olha pro Jack-

Água mole e pedra dura

Tanto bate até que fura

E faz ferida que só tempo cura

Durou mas

-Canta olhando pra lua-

Não era amor

Não era amor

Não sei o que era

Mas seja o que for

Não era amor

Não era amor

No no no no

Não era amor

Não era amor

Não sei o que era

Mas seja o que for

Não era amor

No no no

No no

Então se tiver doendo

~Elsa é abusada~

Você vai aguentar

~Congela o salão principal do Breu~

Mão na consciência precisando pensar

-Faz um boneco de neve-

E ver se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração

Se tiver doendo

Você vai aguentar

Mão na consciência precisando pensar

E vê se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração

E vê se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração

E vê se pensa duas vezes

Antes de quebrar um coração


Notas Finais


Musica: https://youtu.be/Ue5UlTJ5-is


Gente desculpa pelo demora, como pedido de desculpa, amanhã tem capítulo novo.

Mas eu queri falar com vocês

!!!PAPO SÉRIO!!!!

Gente, não interessa se o "Coroa Vairus" é real ou não, gente lavar as mãos e higiene basica!!!

Pfv, fiquem em casa nessa quarentena, não tira essa ferias pra beber pra ir no shopping, o que custa passar alguns dias em casa?

Bjs obrigada pelo atenção.


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